todo cidadão é um repórter

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todo cidadão é um repórter Laboratório de Jornalismo e Sociedade Viktor Henrique Carneiro de Souza Chagas Doutorado Programa de História, Política e Bens Culturais (PPHPBC) Centro de Pesquisa e Documentação em História Contemporânea do Brasil (CPDOC) Fundação Getúlio Vargas (FGV)

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realidade virtual BumpTop <Divulgação> Steven Johnson Vannevar Bush

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experimento militar • a internet nasce como um experimento militar durante a Guerra Fria; só com o tempo, ela cai nas mãos do público civil armazenamento em rede • a idéia das forças armadas norte-americanas era garantir que, com terminais interligados, caso um computador fosse afetado, as informações não fossem perdidas origem da rede ARPANET

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evolução da rede web 1.0 • a web é organizada a partir de páginas hipertextuais estáticas, hospedadas em um servidor e mantidas por instituições web 1.0 web 2.0 web 2.0 • a web é disponibilizada em páginas dinâmicas, dispersas em uma organização em nuvem e sustentadas por comunidades Tim O’Reilly

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evolução da rede download p2p • usuários compartilham arquivos diretamente blogs • páginas web de atualização simplificada publicar conteúdos • usuários produzem informação comunidades • redes sociais como fontes computação em nuvem • ferramentas e serviços download via cliente • é necessário um servidor webpages pessoais • sites de manutenção complexa ler conteúdos • usuários recebem informação dos grandes meios empresas • instituições como fontes aplicações • programas e suítes web 1.0 vs. web 2.0

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evolução da rede

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evolução da rede ambiente de conexão • a rede é uma rede porque mantém enlaces físicos (nós) ambiente de conexão complexo de conteúdos sistema de interação   sistema de interação • a rede deixa de ser um “rede física” e passa a ser uma “rede social” complexo de conteúdos • a rede possibilita uma expansão do conhecimento de cada terminal isoladamente Wilson Gomes

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evolução dos modelos de jornalismo transposição do modelo impresso • os sites espelham a informação de outros meios 1ª geração 2ª geração 3ª geração extrapolação do modelo preexistente • os sites se tornam ambientes independentes de outros meios e colaborativos conteúdo atrelado • os sites são complementos da versão impressa Marcos Palácios e Luciana Mielniczuk

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evolução dos modelos de jornalismo Marcos Palácios e Luciana Mielniczuk

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evolução dos modelos de jornalismo Luciana Mielniczuk jornalismo eletrônico • rádio, televisão jornalismo digital • celular, cd-rom, televisão digital ciberjornalismo • computador pessoal, laptop, palmtop jornalismo online • email, newsgroups webjornalismo • sites, portais, blogs

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características do meio online Marcos Palácios interatividade • comunicação mediada por tecnologias multimidialidade • convergência de mídias hipertextualidade • referenciação cruzada personalização e customização do conteúdo • variedade de fontes e opções de assinatura memória • capacidade ilimitada de armazenamento interatividade hipertextualidade multimidialidade personalização e customização do conteúdo memória atualização contínua atualização contínua • instantaneidade

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características do meio online Javier Diaz Noci interatividade • exercício ativo do modelo de construção da inforação multimidialidade • permite pontos de fuga ao receptor e um referencial mais completo (baseado na ubiquidade) hipertextualidade • comunicação não-linear temporalidade e ubiquidade • recuperação da informação assincronismo • instantaneidade (baseada na temporalidade) personalização do conteúdo • variedade de fontes e opções de assinatura interatividade hipertextualidade multimidialidade personalização do conteúdo temporalidade e ubiquidade assincronismo produção recepção

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características do meio online Fernando Lattman-Weltman pluralidade • variedade de emissores capacidade de armazenamento e recuperação • memória informalidade • coloquialidade poder de síntese • eliminação do supérfluo seletividade • referencialidade imagética • associação da informação a imagens seletividade pluralidade informalidade referencialidade imagética poder de indução catártica interatividade capacidade de armazenamento e recuperação poder de síntese perenidade e duração da informação intensidade de consumo tradutibilidade e capacidade de customização poder de indução catártica • interatividade • comunicação em mão dupla tradutibilidade e capacidade de customização • personalização da informação intensidade de consumo • atualização contínua perenidade e duração da informação • tempestividade e ubiquidade

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características do meio online Viktor Chagas instantaneidade e atualidade • tempo real hipertextualidade • comunicação não-linear objetividade e subjetividade • coloquialidade armazenabilidade e recursividade • memória publicabilidade e acessibilidade • variedade de emissores navegabilidade, usabilidade e multimidialidade • design da informação e convergência de mídias publicabilidade e acessibilidade instantaneidade e atualidade objetividade e subjetividade navegabilidade, usabilidade e multimidialidade interatividade interdiscursividade hipertextualidade armazenabilidade e recursividade autoridade, credibilidade e transparencialidade moderabilidade interatividade • comunicação entre emissor e receptores interdiscursividade • comunicação entre diferentes emissores moderabilidade • formação e controle de comunidades autoridade, credibilidade e transparencialidade • legitimação do emissor

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perenidade e duração da informação características do meio online instantaneidade e atualidade hipertextualidade objetividade e subjetividade armazenabilidade e recursividade publicabilidade e acessibilidade navegabilidade, usabilidade e multimidialidade interatividade interdiscursividade moderabilidade autoridade, credibilidade e transparencialidade pluralidade capacidade de armazenamento e recuperação poder de síntese seletividade referencialidade imagética poder de indução catártica interatividade tradutibilidade e capacidade de customização intensidade de consumo interatividade multimidialidade hipertextualidade temporalidade e ubiquidade assincronismo personalização do conteúdo interatividade multimidialidade hipertextualidade personalização e customização do conteúdo memória atualização contínua Palácios Diaz Noci Lattman-Weltman Chagas

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esfera pública virtual internet e debate político Rousiley Maia

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esfera pública virtual internet e debate político Rousiley Maia

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esfera pública virtual internet e debate político Rousiley Maia deliberação individual e deliberação coletiva

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esfera pública virtual internet e debate político Fernando Lattman-Weltman qualificação do debate = qualificação do voto ?  e, nesse sentido, qualidade de voto = melhor potencial de deliberação?

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esfera pública virtual internet e debate político Alessandra Aldé, Juliana Escobar e Viktor Chagas conversação civil = tipologia de esfera pública habermasiana que corresponde ao debate não-deliberativo  debate polarizado e radical  oportunização dos escândalos e das crises  formação de nichos 1 com vistas à simplificação das posições, o debate em ambiente virtual é geralmente partidarizado e polarizado [cf. “democracia radical” de Aydano André Motta]

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esfera pública virtual internet e debate político Alessandra Aldé, Juliana Escobar e Viktor Chagas conversação civil = tipologia de esfera pública habermasiana que corresponde ao debate não-deliberativo  debate polarizado e radical  oportunização dos escândalos e das crises  formação de nichos 1 com vistas a simplificação das posições, o debate em ambiente virtual é geralmente partidarizado e polarizado [cf. “democracia radical” de Aydano André Motta]

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esfera pública virtual internet e debate político Alessandra Aldé, Juliana Escobar e Viktor Chagas conversação civil = tipologia de esfera pública habermasiana que corresponde ao debate não-deliberativo 2

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esfera pública virtual internet e debate político Alessandra Aldé, Juliana Escobar e Viktor Chagas conversação civil = tipologia de esfera pública habermasiana que corresponde ao debate não-deliberativo 2

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esfera pública virtual internet e debate político Alessandra Aldé, Juliana Escobar e Viktor Chagas conversação civil = tipologia de esfera pública habermasiana que corresponde ao debate não-deliberativo atentados ao metrô de Londres 11 de setembro warblogs: Salam Pax Virgínia Tech mensalão: Noblat um exemplo de como o tempo na rede transcorre de forma diferenciada são os usuários-olheiros, responsáveis por indicar aos demais os movimentos do blogueiro, alertando-os sobre os novos posts 2

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esfera pública virtual internet e debate político Alessandra Aldé, Juliana Escobar e Viktor Chagas conversação civil = tipologia de esfera pública habermasiana que corresponde ao debate não-deliberativo 3 com o debate polarizado e sem perspectiva de formação de consenso, há uma tendência para que os espaços de conversação civil na internet formem nichos [cf. o caso dos “olavetes”]

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segmentação e expertise internet e debate político Dominique Wolton  diferentemente dos grandes meios de comunicação de massa, a internet enfraquece os laços sociais [cf. os estudos sobre redes sociais e laços sociais de Recuero] e forma nichos [cf. Andrew Keen] Andrew Keen

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segmentação e expertise internet e debate político Chris Anderson  em economia e negócios, reflete uma estratégia de nicho, empreendida por empresas como a Amazon.com, que institui a oferta de um grande número de itens em relativamente pequenas quantidades teoria da cauda longa

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folksonomia organização da informação

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folksonomia

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folksonomia

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o culto do amador internet e debate político Andrew Keen  culto do amador

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o culto do amador internet e debate político Andrew Keen  culto do amador

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o culto do amador internet e debate político Andrew Keen desintermediação [cf. “link journalism”, de Scott Karp e Mark Briggs]

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o culto do amador internet e debate político Andrew Keen desintermediação [cf. “link journalism”, de Scott Karp e Mark Briggs]

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o culto do amador internet e debate político André Lemos liberação do pólo da emissão

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o culto do amador internet e debate político Wilson Gomes  com a internet, diminuição do poder de mediação da imprensa tradicional [cf. Andrew Keen]  eventual reação à intervenção de autoridade [cf. blog “Fatos e Dados”]

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jornalismo cidadão e internet colaborativa jornalismo cidadão Viktor Chagas jornalismo cidadão e autoridade jornalística jornalismo hiperlocal [hyperlocal journalism] jornalismo popular [grassroots journalism] jornalismo opensource [opensource journalism] jornalismo participativo [participatory journalism] jornalismo colaborativo [collaborative journalism] jornalismo cívico [civic journalism] jornalismo público [public journalism] jornalismo cidadão [citizen journalism]

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origem do conceito de jornalismo cidadão Viktor Chagas 1º momento a imprensa aposta na cobertura de cidades (local), para fugir da padronização das agências de notícias (fim do século XIX) em 1920, famoso debate entre o jornalista Walter Lippmann e o filósofo John Dewey sobre o papel dos cidadãos nas democracias modernas para Lippmann, a sociedade moderna estaria ficando complexa demais para que os cidadãos pudessem acompanhá-la em todos os seus aspectos; a imprensa, portanto, exercia um papel fundamental de intermediária John Dewey concorda em parte com Lippmann, ressaltando ser sempre possível que o público forme uma “Grande Comunidade” capaz de formar, informar e resolver problemas sociais com base no processo deliberativo nos anos 1940 e 1950, a Comissão Hutchins para a Liberdade da Imprensa é formada por Robert Hutchins, a pedido do editor das revistas Time e Life, Henry Luce; o objetivo era investigar o papel das mídias na democracia do pós-guerra suas conclusões apontam, de modo pioneiro, para a questão da responsabilidade social atrelada à dinâmica do jornalismo jornalismo cidadão

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origem do conceito de jornalismo cidadão Viktor Chagas 2º momento 3º momento o jornalismo público se apresenta como resposta à perda de leitores por conta da concorrência com a televisão e tentativa de impedir o controle do debate político pelas máquinas partidárias modelo de “representação” o público como “pauta” objetivos: reportar problemas de interesse particular para os cidadãos cobrir estes problemas a partir das perspectiva dos cidadãos envolver os cidadãos nos esforços para solucionar os problemas o jornalismo cívico tenta “mobilizar, dar a palavra aos cidadãos comuns”; o jornalista aparece como animador do debate entre o cidadão comum e a autoridade pública (década de 1970) modelo de “participação direta” o público como “debatedor” jornalismo cidadão

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origem do conceito de jornalismo cidadão Viktor Chagas 4º momento no jornalismo cidadão, cada cidadão é um jornalista em potencial; o público assume os meios de produção da notícia novo modelo de “autoridade jornalística” e “mediação” público como “produtor” de conteúdos jornalismo cidadão

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tipologia de serviços e ferramentas Viktor Chagas jornalismo cidadão social networking • (add) sites de relacionamento, geralmente não-restritos e organizados de modo levemente temático, com moderação descentralizada ex.: Orkut e Ning blogging • (post) sites organizados de forma cronológica inversa (a edição não prioriza os destaques), com mecanismo de publicação facilitado e alta concentração de poder moderador ex.: Blogger (blogging) e Twitter (microblogging) social bookmarking • (share) sites de compartilhamento de informações, com grande quantidade de links para outros serviços, geralmente com edição automatizada (algoritmos) e moderação bastante descentralizada ex.: Digg e Slashdot wiki • (edit) sites de informações interligadas, com moderação hierarquizada e mecanismos de publicação e edição altamente inclusivos ex.: Wikipedia e Wikia

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poliarquia inclusividade / participação Robert Dahl oligarquia competitiva regime hegemônico fechado hegemonia inclusiva poliarquia liberalização / possibilidade de contestação pública jornalismo cidadão

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poliarquia inclusividade / participação Robert Dahl oligarquia competitiva regime hegemônico fechado hegemonia inclusiva poliarquia liberalização / possibilidade de contestação pública jornalismo cidadão

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poliarquia em 3D inclusividade / participação Robert Dahl Wanderley Guilherme dos Santos elegibilidade liberalização / possibilidade de contestação pública jornalismo cidadão

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internet colaborativa conteúdo-conectividade [o público pode emitir suas próprias notícias?] Mark Deuze não há censura mas o público não pode participar ativamente não há participação e a censura é absoluta o público participa ativamente mas é altamente censurado moderação-censura [uma equipe de moderação censura o público?] jornalismo cidadão

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internet colaborativa produção [publicação] Viktor Chagas moderação [gestão] edição [planejamento] produção • de conteúdos edição • de destaques moderação • de comunidades jornalismo cidadão

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internet colaborativa e dispositivos de controles Viktor Chagas jornalismo cidadão plenamente centralizada • publicação restrita e manual plenamente descentralizada • publicação inclusiva e automatizada (feeds) plenamente centralizada • seleção idiossincrática e individualizada plenamente descentralizada • seleção coletiva e automatizada (algoritmos) plenamente centralizada • sistema de privilégios rígido e restrito plenamente descentralizada • sistema de privilégios flexível e participativo (karma e perfis) produção de conteúdos edição de destaques moderação de comunidades

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cibernética, IA e dispositivos de controles Norbert Wiener Akinator <Reprodução>

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Viktor Chagas Jornalista, escritor, mestre e doutorando em História, Política e Bens Culturais (PPHPBC, Cpdoc/FGV). <viktor@contoaberto.org>

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