O video_na_escola_discutindo_possibilidades

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O tipo de utilização é uma das formas mais comuns de como os professores e demais profissionais na escola usam o vídeo, sem um objetivo pedagógico, apenas para ocupar a turma enquanto o professor não chega.

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Depois da exibição cada aluno fala e o resultado é colocado no quadro, cabendo ao professor completar, relacionar e questionar os dados.

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O VÍDEO NA ESCOLA DISCUTINDO POSSIBILIDADES 5ª ETAPA Slides baseados no texto O Vídeo na Sala de Aula do Profº José Moran De 20 a 26/11

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“Estamos deslumbrados com o computador e a Internet na escola e vamos deixando de lado a televisão e o vídeo, como se já estivessem ultrapassados, não fossem mais tão importantes ou como se já dominássemos suas linguagens e sua utilização na educação.“ Profº José Moran

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“O vídeo ajuda a um bom professor, atrai os alunos, mas não modifica substancialmente a relação pedagógica. Aproxima a sala de aula do cotidiano, das linguagens de aprendizagem e comunicação da sociedade urbana, mas também introduz novas questões no processo educacional.” Profº José Moran

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USOS INADEQUADOS EM AULA Vídeo tapa-buraco. Vídeo enrolação. Vídeo deslumbramento. Vídeo perfeição. Só vídeo/vídeo.  .

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Vídeo Tapa Buraco SITUAÇÃO Ausência do professor CONSEQUÊNCIA Desvalorização do vídeo

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Vídeo Enrolação 1-SITUAÇÃO Sem ligação com a matéria 2-CONSEQÜÊNCIA Causa a insatisfação no aluno

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Vídeo Deslumbramento 1-SITUAÇÃO Utilização exagerada 2-CONSEQÜÊNCIA Empobrecimento da aula

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Vídeo Perfeição 1-SITUAÇÃO Para o professor nenhum serve 2-CONSEQÜÊNCIA Nunca utiliza o vídeo

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Só o Vídeo/Vídeo 1-SITUAÇÃO Exibe sem objetivo 2-CONSEQÜÊNCIA Perda de tempo

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Propostas de Utilização Sensibilização Ilustração Simulação Conteúdo de Ensino Produção Avaliação Espelho Integração e suporte

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SENSIBILIZAÇÃO Introduzindo um novo assunto, despertando a curiosidade, motivando o aluno . o aluno passa a se interessar pela pesquisa do assunto abordado

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ILUSTRAÇÃO Traz para a aula, realidades distantes assim é possível reconhecer sobre o que se fala na aula.

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SIMULAÇÃO Experimentação, ilustração sofisticada – demonstração de experiências que não podem ser realizadas em sala de aula.

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CONTEÚDO DE ENSINO Como resumo de um assunto direta ou indiretamente – reforço e revisão de informações.

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PRODUÇÃO Para construir documentação, para intervir e expressar – acervo. Criação Reconstrução

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AVALIAÇÃO Dos alunos, do professor, do processo.

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ESPELHO Ver-se para compreender-se: o despertar do auto-conhecimento

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INTEGRAÇÃO E SUPORTE Promover integração com outras mídias como: o computador,internet o rádio, o texto etc – propiciando o enriquecimento da aula.

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PROPOSTAS DE COMO VER O VÍDEO Antes da exibição Durante a exibição Depois da exibição

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Antes da exibição Assistir a fita várias vezes, checando sua qualidade (som e imagem); Informar só aspectos gerais – título, duração, formato, origem, etc; Estimular a atenção; Não interpretar;     

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Deixar a fita no ponto para exibi-lá; Zerar a numeração (resset) apertar “memory” marcando o seu início; Checar: som, canal de exibição, tracking, e sistema (NTSC ou PAL-M);  Verificar sua adequação à turma

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Durante a Exibição Anotar as cenas mais importantes; Fazer paradas para comentários (pause ou still); Observar as reações do grupo receptor. Assistir com interesse junto ao aluno.

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Depois da Exibição Voltar a fita ao começo, utilizando o “memory” – promovendo uma comunicação espontânea. Rever as cenas mais importantes (re-exibição) – promover reflexão crítica.

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Passar quadro a quadro, os mais significativos – para pesquisa, recapitulação e síntese. Observar: som, música, efeitos, diálogos e situações.

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Dinâmicas de Análise Leitura em conjunto Leitura Globalizante Leitura Concentrada Leitura Funcional

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Leitura em Conjunto Exibir as cenas mais importantes e comentá-las com os alunos a partir do que destacarem e/ou perguntarem – o professor atuando como um moderador; O professor não deve ser o primeiro a opinar, nem monopolizar e nem ficar em cima do muro.Ele deve posicionar-se depois dos alunos, trabalhando o ideal e o real, isto é, o que deveria ser e o que deve ser.

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Leitura Globalizante Depois da exibição, através das perguntas: quais os aspectos positivos...? quais os aspectos negativos...? quais as idéias principais que passa o ...? o que eles mudariam no vídeo ? (utilizando um tempo maior, os alunos, poderiam respondê-las em grupos menores e depois escrever e relatar no plenário destacando coincidências e divergências). Ao professor cabe a síntese final

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Leitura Concentrada Repetir a(s) cena(s) mais marcantes e perguntar: o que chamou mais atenção ? (som, imagem, palavra...) o que dizem as cenas ? (significado) quais as conseqüências e aplicações para nossa vida e a vida do grupo ?

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Leitura Funcional (Antes da exibição escolher algumas funções ou tarefas para os alunos desenvolverem, como): O contador de cenas Anotar as palavras-chave Anotar as imagens mais significativas Caracterização dos personagens Anotar música e efeitos Anotar mudanças acontecidas no vídeo.

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ANÁLISE DE LINGUAGEM  Que estória é contada ?  Como é contada essa estória ?    Que diz claramente a estória ?    Que contam e representam os personagens ?   Qual o modelo de sociedade apresentado?     Qual a ideologia do programa ?       Como são apresentados , a justiça, o trabalho, o amor, o mundo ? Você concorda ou discorda dos valores envolvidos ?

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OUTRAS ATIVIDADES COM O VÍDEO Complementação do vídeo Modificação do vídeo Vídeo produção Vídeo espelho Dramatização Adaptação do vídeo ao grupo Comparação de vídeos ou filmes

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COMPLEMENTAÇÃO DO VÍDEO Exibindo o vídeo até um ponto, os alunos complementam o final e justificam o porquê da escolha Exibi-se o final do vídeo, a partir daí, comparam-se os dois finais propostos em discussão

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MODIFICAÇÃO DO VÍDEO Os alunos procuram outros vídeos e outros materiais audiovisuais sobre um determinado assunto; Modificam, adaptam, editam, narram, sonorizam diferentemente criando um novo material, tornando-se co-autor do vídeo.

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VÍDEO PRODUÇÃO Contar em vídeo um determinado assunto; Fazer pesquisas na web, jornais, revistas, e entrevistas com outras pessoas; Elaborar um roteiro de gravação, edição e sonorização; Digitalizar,publicar em sites que aceitam vídeos, em blogs pessoais.Divulgar o endereço,exibir em classe no Data Show Em discussão tecer comentários positivos e negativos, ressaltando a diferença entre a intenção e o resultado obtido.

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VÍDEO ESPELHO A câmera registra pessoas ou grupos e depois assistindo ao vídeo se observam; Após a exibição inicia-se os comentários de cada um, sobre seu próprio desempenho e sobre o dos outros.

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DRAMATIZAÇÃO Após assistirem o vídeo, dramatizam-se situações importantes deste, partindo para um discussão comparativa dos momentos. É o teatro como meio de expressão do que o vídeo mostrou, adaptando-o à realidade do aluno.

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ADAPTAÇÃO DO VÍDEO AO GRUPO Contar oralmente, por escrito ou audiovisualmente, situações nossas próximas as apresentados no vídeo.

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COMPARAÇÃO DE VÍDEOS OU FILMES Observar: Concordâncias ou divergências no tratamento do tema; Reconstituição de cenários; Tipo de abordagem; Destaque às classes oprimidas ou opressoras; Glorificação ou não de heróis; Defesa de idéias pacifistas ou fascista (História).

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MINI-ROTEIRO DE OBSERVAÇÃO 1.-Pessoas ou Agentes (quem está fazendo algo) 1.1  -Ações (o que está acontecendo, o que está sendo feito) 1.2  - Metas (para que a ação está sendo feita) 2.-Espaço (paisagem de localização das pessoas e ações)

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3.-Tempo (estação do ano, dia /noite, cedo/tarde, parado/movimento, lento/veloz) 4.-Procedimentos (costumes, modos de falar, de comportar-se, meios usados na ação) 4.1-Resultado das ações (como encerrou) 4.2-Sanções (valoração vantajosa/desvantajosa, positiva/negativa do resultado)

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E-mail valeriatl@terra.com.br Curso Mídias Digitais – NTE 2 Turma Verde II Professora On-line Valéria Tanajura

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Bibliografia MORAN,José Manuel. Ensino e aprendizagem inovadores com tecnologias audiovisuais e telemáticas. In: José M.MORAN, Marcos T. MASETTO, Marilda Ap. BEHRENS. Novas tecnologias e mediação pedagógica. São Paulo: Papirus, 2000. O Uso das Novas Tecnologias da Informação e da Comunicação na EAD - uma leitura crítica dos meios- José Manuel Moran e O papel do professor na sociedade digital- Vani Moreira Kenski ) Maria Gomes de Albuquerque Craveiro (Apresentação de slide) Jadson Cavalcanti Amorim(Apresentação de slide)

Summary: Vídeo para ser utilizado no Curso Mídias Digitais 2008.

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