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Construção e arquitectura Le Corbusier
Urbanismo (segundo a Carta de Atenas – 1933) O urbanismo é a administração dos lugares e dos locais diversos que devem abrigar o desenvolvimento da vida
material, sentimental e espiritual em todas as suas manifestações, individuais ou colectivas. Ele envolve tanto as aglomerações urbanas quanto os agrupamentos rurais.
O urbanismo não poderia estar exclusivamente subordinado às regras de um esteticismo gratuito. Por sua essência, ele é de ordem funcional. As três funções fundamentais pela realização das quais o urbanismo deve velar são:
1º habitar; 2° trabalhar; 3° recrear-se. Seus objectivos são: a) a ocupação do solo; b) a organização da circulação; c) a legislação.
O erro Francês
Foi um erro da pressa, onde cerca de 6000 arquitectos projectaram um espaço habitacional para 200 000 pessoas ( entre 1954-1975). Com os seguintes erros: -Falta de zonas verdes; -Sem parques públicos para lazer; -Sem equipamentos lúdicos; -Com excesso de pessoas por área habitacional; -Fraca qualidade de materiais que resultava em falta de privacidade
Exemplos de um bom Urbanismo
antes
Depois
Antes
Depois
Antes
Depois
Diferentes estilos de vida.
ENGENHEIROS MÉDICOS EMPRESÁRIOS POLITICOS PESSOAS COM GRANDE PODER ECONÓMICO
Construção civil Comercio Professores Restauração
Pessoas com baixo nível de sobrevivência
ARQUITECTURA CONTÊMPORANEA
Arquitectura contemporânea abarca todos os movimentos, tendências e técnicas arquitectónicos utilizados nos tempos actuais, sucedendo à arquitectura moderna.
Diversos arquitectos compõem as manifestações da estética contemporânea, dentre os quais os principais são Le Corbusier, Frank Lloyd Wright e outros
Não existe uma data específica para o arranque da arquitectura contemporânea em Portugal. Os registos dos primeiros sinais que a identificam, apontam para uma época nunca anterior a 1950.
No entanto é sempre referenciado o acontecimento político do 25 de Abril de 1974 como data “oficial” a partir da qual foi impulsionada a corrente.
As obras de Álvaro Siza Vieira surgem como referência da arquitectura contemporânea das décadas de setenta e oitenta. Aliados a este nome surgem arquitectos como Manuel Tainha, Fernando Távora, Eduardo Souto Moura, Nuno Teotónio Pereira, entre outros.
O surgimento das novas gerações de arquitectos que os sucederam veio introduzir um alargar de tendências arquitectónicas progressiva com maior ou menor recurso aos traços que já caracterizam a arquitectura contemporânea em Portugal.
A arquitectura contemporânea cruza várias gerações em simultâneo que marcaram e continuam a marcar e subdividir a corrente actual, desde meados do século XX até aos nossos dias.
Manuel Tainha e Fernando Távora, Victor Figueiredo e Álvaro Siza, Gonçalo Byrne, Eduardo Souto Moura e Carrilho da Graça caracterizaram-se pelo exercício da profissão desenvolvido em atelier próprio,
atribuindo à arquitectura contemporânea o selo da individualidade. Individualidade arquitectónica que abriu alas a uma maior interacção interdisciplinar.
Assiste-se hoje, em Portugal, a um fenómeno complementar e inovador no âmbito da arquitectura
e construí-lo com conceitos, materiais e técnicas que permitam viver em pleno a contemporaneidade. contemporânea portuguesa que contrapõe a, conceitos velhos e conservadores de tradições e modos de operar, a uma intenção afirmada, ainda com alguma timidez, de inovar o espaço
A arquitectura contemporânea portuguesa é caracterizada por um recurso frequente a um passado mítico que tem vindo a diluir-se, um pouco devido à crescente procura de um bom ordenamento do território e busca da aplicação da teorias urbanas, deixando para trás a procura de preservação do status quo e dos "Mestres", dando assim um passo mais além, para uma melhor e mais democrática arquitectura contemporânea.
Instituto de meteorologia
ARQUITECTURA MODERNA
(especialmente os períodos entre as décadas de 40 e 50), inserida no contexto artístico e cultural do Modernismo.
Arquitectura moderna é uma designação genérica para o conjunto de movimentos e escolas arquitectónicas que vieram a caracterizar a arquitectura produzida durante grande parte do século XX
O termo modernismo é, no entanto, uma referência genérica que Não traduz diferenças importantes entre arquitectos de uma mesma época. Não há um idealismo moderno único. As suas características podem ser encontradas em origens diversas como:
Bauhaus, na Alemanha
Le Corbusier, na França
Frank Lloyd Wright nos EUA
construtivistas russos alguns ligados à escola Vuthemas, entre muitos outros Projecto para um monumento a TERCEIRA INTERNACIONAL, Vladimir Tatln.
Exemplo de um arquitecto Tiago André Santos
Casa ideal
Glossário básico arquitectura.
Água Furtada – Último andar de uma casa ou edifício, em que as janelas deitam para o telhado, furtando o espaço às águas deste. Algeroz – Caleira aberta que se situa na extremidade inferior dos telhados, terraços ou coberturas, servindo para a condução e escoamento das águas. Alpendre – Prolongamento da água do telhado sobre a fachada ou construção adoçada à mesma ou sobre uma porta, pouco profunda e normalmente sustentada por colunas ou pilares.
Altura Total da Construção – Dimensão vertical da construção, contada a partir do ponto de cota média do terreno no alinhamento da fachada, até ao ponto mais alto da construção, com excepção das chaminés, antenas de televisão, pára-raios e similares. Anexo – Construção de carácter acessório e sem autonomia económica, separada da habitação, que serve de apoio funcional a esta e, como tal, licenciada.
Área Bruta de Construção (AB) - É o somatório das áreas de cada piso, abaixo ou acima da cota da soleira, incluindo alpendres, anexos, sótãos habitáveis e varandas, e excluindo a área destinada a parqueamento. Assoalhada – Divisão habitável com pavimento de soalho. Caleira – Algeroz.
Casa – Edifício de formatos e tamanhos variados, de um ou dois andares, quase sempre destinado à habitação. Cobertura – O que cobre um edifício, incluindo o revestimento e a estrutura que a sustenta. Conceitos principais da Arquitectura Moderna considerados para análise da “Arquitectura da Violência”: transparência; continuidade dos espaços (comunicação entre o interior e o exterior); volumes (plasticidade, formas inovadoras de desafio gravitacional); permeabilidade; colectividade.
Condomínio Fechado – “Os condomínios fechados são a versão residencial de uma categoria mais ampla de novos empreendimentos urbanos. Eles estão a mudar consideravelmente a maneira como as pessoas das classes média e alta vivem, consomem, trabalham e gastam seu tempo de lazer. Os condomínios fechados incluem conjuntos de escritórios e cada vez mais outros espaços que têm sido adaptados para se conformarem a esse modelo, como escolas, hospitais, centros de lazer e parques temáticos.
Copa – Divisão da casa, geralmente anexa à cozinha, que se destina a apoio das actividades de preparação e serviço das refeições, está normalmente equipada com armários apropriados para guardar os respectivos utensílios de servir à mesa. Despensa – Compartimento normalmente contíguo à cozinha onde se guardam os mantimentos, deverá ser arejada ou ventilada.
Divisão – O mesmo que assoalhada, quarto. Para efeitos estatísticos, é o espaço delimitado por paredes com 2.60 m de altura e 4.00 m2 de área, pelo menos. A cozinha e Instalações Sanitárias não são consideradas divisões. Encaixilhar – Emoldurar, colocar o caixilho. Encastrado – Encaixado, embutido. Escada – Série de degraus por onde se sobe ou se desce. Estanque - Propriedade do sistema de vedação que não permite a entrada ou saída de líquido.
Fachada – Cada uma das faces de qualquer construção. Fossa séptica – Cavidade subterrânea, feita de cimento ou de alvenaria, onde os esgotos são acumulados, sendo posteriormente encaminhados a uma nova fossa ou à rede de esgotos. Hall de entrada – Patamar de acesso ao interior da casa. Impermeabilização – Conjunto de providências que impede a infiltração de água na estrutura construída. Impermeabilização – Conjunto de providências que impede a infiltração de água. Impermeabilizar – Proteger superfícies com produtos impermeáveis.
Kitchenette – Espaço de pequenas dimensões, destinado à preparação e confecção de comida, por vezes comunicando directamente com a zona de sala de refeições, podendo ser dissimulado por meios próprios para esse efeito. (biombos, estores de rolo). Ladrilho – Peça de barro cozido que é geralmente utilizada em pavimentos e revestimentos de paredes.
Lambrim ou Lambril – Revestimento das paredes até cerca de 1.10 m de altura, podendo ser de diversos materiais tem um objectivo de carácter decorativo e de protecção das paredes em zonas mais sujeitas a desgaste. Ombreira – Laterais das aberturas dos vãos de portas ou janelas, normalmente revestidos com materiais que protegem a alvenaria. Pátio – Recinto descoberto delimitado por muros, ou conjunto de edificações que estão ordenadas no interior de uma habitação, é normalmente um espaço exterior
Sala – Compartimento de uma casa vocacionada para recepções sociais, convívio e lazer da família. Pode ser sala comum quando incorpora no mesmo espaço dois ambientes: Estar e de Refeições. Soalho – Pavimento de madeira, feito com réguas de grandes dimensões pregadas sobre um ripado com caixa-de-ar.
Sótão – Espaço situado depois do último andar, que aproveita a área da cobertura de um edifício ou moradia Suite – Compartimento da habitação organizado em dois ou mais espaços contíguos, composto por uma antecâmara, uma sala de estar e um quarto de dormir, um quarto de vestir (“Closet”) e Instalação sanitária. De uma forma geral designa a justaposição de um espaço a outro com funções complementares, provem do francês “en suite” ou seja “a sequência” ou “em seguida”.
Retirado de : glossário arquitectura rmarujo, site desconhecido da internet Trabalho elaborado por : João Lima Ana Lima Idalina Pinheiro Carlos Macedo
by capo190230 | Added: 2 years ago
Language: Portuguese (Detected) | Topic: Education
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