DEFICIENCIA VISUAL

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Atendimento Educacional Especializado Deficiência Visual Professoras: Tábita Letícia Silva Siqueira Daniela Helena Cardoso

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Por que é tão difícil trabalhar com alunos cegos e ou com baixa visão? A linguagem, a comunicação e as múltiplas formas de expressão cultural ou artística constituem-se de imagens e apelos visuais cada vez mais complexos e sofisticados. O sistema visual integra de forma instantânea e imediata mais de 80% dos estímulos do ambiente.

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Os alunos cegos ou com baixa visão tem aprendizagem inferior aos demais alunos “ditos normais”? Não, na verdade o que lhes falta é um ambiente estimulador, condições favoráveis à exploração de seu potencial. Precisam de manipular e explorar o objeto para conhecer suas características e fazer uma análise detalhada das partes para tirar conclusões. Assim a falta da visão não interfere na capacidade intelectual e cognitiva. Esses alunos tem o mesmo potencial de aprendizagem e podem demonstrar um desempenho escolar equivalente ou superior ao de alunos que enxergam mediante condições e recursos adequados.

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As pessoas com deficiência visual não estão fadadas ao fracasso e podem com certeza ter habilidades iguais ou até superiores aos daqueles “ditos normais”. Assista agora a reportagem da Rede Globo a respeito das bailarinas cegas

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O que é a cegueira? A cegueira é uma alteração grave ou total de uma ou mais das funções elementares da visão que afeta de modo irremediável a capacidade de perceber cor, tamanho, distância, forma, posição ou movimento em um campo mais ou menos abrangente. Podendo ocorrer desde o nascimento (cegueira congênita) ou posteriormente (cegueira adventícia, usualmente conhecida como adquirida).

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O que é Baixa visão? Ambliopia, visão subnormal ou visão residual é complexa devido à variedade e à intensidade de comprometimento das funções visuais. Ela traduz-se numa redução do rol de informações que indivíduo recebe do ambiente, restringindo a grande quantidade de dados que este oferece e que são importantes para a construção do conhecimento sobre o mundo exterior. Em outras palavras, o indivíduo pode ter um conhecimento restrito do que o rodeia.

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Como identificar o aluno com baixa visão na sala de aula? Esses alunos manifestam algumas dificuldades em determinadas circunstancias e oscilam entre as vezes ver e outras vezes não ver as coisas. O trabalho com alunos com baixa visão baseia-se no princípio de estimular a utilização plena do potencial de visão e dos sentidos remanescentes, bem como na superação de dificuldades e conflitos emocionais. Para isso é necessário observar alguns sintomas, tais como:

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Tentar remover manchas; Esfregar excessivamente os olhos; Franzir a testa; Fechar e cobrir um dos olhos; Balançar a cabeça ou movê-la para frente ao olhar para um objeto próximo ou distante; Levantar para ler o que está escrito no quadro negro, cartazes ou mapas; Copiar do quadro faltando letras; Tendência de trocar palavras e mesclar sílabas; Dificuldade na leitura ou em outro trabalho que exija o uso concentrado dos olhos; Piscar mais que o habitual;

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Chorar com frequência ou irritar-se com a execução de tarefas. Tropeçar ou cambalear diante de pequenos objetos; Aproximar livros ou objetos miúdos para bem perto dos olhos; Desconforto ou intolerância a claridade; Náuseas, visão dupla ou embaraçada durante ou após a leitura.

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Recursos que auxiliam a pessoa com deficiência visual Os recursos ou auxílios ópticos são lentes de uso especial ou dispositivo formado por um conjunto de lentes, geralmente de alto poder, com o objetivo de magnificar a imagem da retina. Esses recursos são utilizados mediante prescrição e orientação oftalmológica. A utilização desses recursos envolve o trabalho de pedagogia, psicologia, de orientação mobilidade e outros que se fizerem necessários.

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A parceria entre Educação, Medicina, Políticas Públicas de Inclusão, Parceria com a Comunidade e Assistência social é fundamental para garantir o sucesso do trabalho. Assista agora vídeo produzido pela Unimed em Sergipe

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Recursos ópticos Recursos ópticos para longe: Telescópios, telessistemas, telelupa e lunetas. Recursos ópticos para perto: óculos especiais com lentes de aumento. Lupas manuais ou lupas de mesa e de apoio: são úteis para ampliar o tamanho de fontes para leitura, dimensões de mapas etc...

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Recursos não-ópticos Tipos ampliados: Ampliação de fontes, sinais e símbolos gráficos em livros, apostilas etc... Acetato amarelo: Diminui a incidência de claridade sobre o papel. Plano inclinado: Carteira adaptada ou mesa inclinada para maior conforto da coluna vertebral Acessórios: Lápis 4B ou 6B, caneta de ponta porosa, suporte para livros, caderno com pauta pretas espaçadas e tiposcópios ( guias de leitura), gravadores. Sftwares com magnificadores de voz: Dosvox, Virtual Vision, Jaws

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Chapéus e bonés Circuito fechado de TV- CCTV: Aparelho acoplado a um monitor de tv monocromático ou colorido que amplia até 60 vezes a imagem e a transfere para o monitor

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Como deve ser organizado o espaço físico e mobiliário da sala de aula para atender a criança cega? As portas devem ficar completamente abertas ou fechadas, para evitar imprevistos desagradáveis ou acidentes. O mobiliário deve ser estável e qualquer alteração deve ser avisada. Convém reservar um espaço na sala adequado para a disposição dos instrumentos utilizados por esses alunos que devem incumbir-se da ordem e organização dos mesmos para assimilar pontos de referências úteis para eles.

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Como tratar o aluno com deficiência visual? Os educadores devem estabelecer um relacionamento aberto e cordial com família para melhor conhecer suas necessidade, hábitos e comportamentos. Conversar naturalmente, responder perguntas e esclarecer dúvidas. Criar hábitos de evitar a comunicação gestual e visual. É recomendado evitar fragilização ou a superproteção combatendo atitudes de discriminação.

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Recomendações úteis para o professor Sentar o aluno a uma distância de aproximadamente 1m do quadro no centro da sala. Evitar a claridade diretamente no olhos do aluno, ou mesmo que a sombra o atrapalhe a escrever. Estimular o uso constante dos óculos. Adaptar o trabalho e acordo com a condição visual do aluno. Em certos casos conceder um tempo maior para o termino das atividades Ter clareza de que o aluno enxerga as palavras e ilustrações mostradas (baixa visão)

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Observar a nitidez do material. Utilizar papel fosco. Explicar com palavras as tarefas utilizadas. Falar diretamente com aluno e em tom normal de voz. Tomar cuidado para que não utilize apenas recursos de apelo visual. Valorizar sempre a autoestima do aluno. Promover oportunidades que aluno possa manusear. Utilize experiências da vida cotidiana e materiais de diversas texturas. Apresente o alfabeto Braille e o alfabeto convencional (cegos). Estimula os demais sentidos ( tato, audição, paladar, olfato)

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Atividades que podem ajudar na prática pedagógica Alinhavos:

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Dominó de Texturas:

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Enfiagem com canudinhos de macarrão:

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Pintura, modelagem e colagem:

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Encaixe:

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Exercícios de coord. Motora (rosqueamento):

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Contato com o Sistema Braille: Neste caso é importante que o professor também saiba trabalhar com Braile.

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Outros recursos

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Outros recursos

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Outros recursos

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Ao alfabetizar o aluno cego fique atento e faça: Apresentação da Cela Braille em diferentes contextos. Reglete Punção Máquina de Datilografia Braille Textos em Braille ou Ampliados Alfabeto Móvel

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Obrigada pela presença! danyelanet@hotmail.com tabita_leticia@hotmail.com

Summary: Detalhes do atendimento do aluno com cegueira e baixa visão

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