História da imagem em movimento

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mariosemacento (2 years ago)

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Os grandes cineastas norte-americanos deste período, que se estende do surgimento do som até a II Guerra Mundial, foram: Josef Von Sternberg, Marocos (1930); Howard Hawks, Scarface (1932); Mervyn Le Roy, O Fugitivo (1932); Rouben Mamoulian, O Médico e o Monstro (1932); Frank Capra, Dama Por Um Dia (1933); Ernst Lubitsch, Ninotchka (1939); William Wyler, O Morro dos Ventos Uivantes (1939) e John Ford, No Tempo das Diligências (1939).

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Cidadão Kane (1941) e de Soberba (1942), ambos de Orson Welles, Suspeita (1941), de Alfred Hitchcock, e Casablanca (1942), de Michael Curtiz.

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Das paredes das cavernas ao visor do celular

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Teatro de sombras chinês

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Leonardo da Vinci e sua câmera escura

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A lanterna Mágica

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Joseph Nicéphore Niépce fotografia - 1820

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Joseph Plateau Observação da dinâmica do movimento (Fenatoscópio)

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E. Muybridge (zoopraxinoscópio)

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Thomas Edison Proxinoscópio + lâmpada incandescente + fita de celulose perfuradas = Kinetoscópio

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Irmãos Lumière Historicamente, o dia 28 de dezembro de 1895 é considerado a data oficial do nascimento do cinema. Nessa data os irmão Louis e Auguste Lumière apresentaram, pela primeira vez, o seu cinematógrafo ao público, em Paris. O filme foi “a chegada do trem”.

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Primeiras experiências 1 * The kiss in the tunnel (1899) * Grandma's reading glass (1900) * As seen through a telescope (1900) * Sick Kitten (1903) * Mary Jane's Mishap (1903)

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George Méliès Mágico e diretor de teatro, foi o primeiro a utilizar o cinema como expressão dramática. E também o primeiro a utilizar a montagem como expressão.

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Ferdinand Zecca Foi o primeiro a empregar o primeiro plano para chamar a atenção para um detalhe na ação. A cena acontece no filme “Amante da lua”, de 1905, e nela um bêbado tenta colocar a chave na fechadura.

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O nascimento da linguagem Nos EUA, Thomas Edison dominava o mercado e a produção de filmes. Até mesmo o tempo e o tema dos filmes eram controlados pelo seu estúdio. Edison via no cinema apenas uma industria de entretenimento. As fitas eram sempre baratas e mal cuidadas. Não havia nenhuma preocupação com a linguagem e a expressão.

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Edwin Porter Em 1903 Edwin Porter começa a se libertar dessa ditadura do Kinetoscópio. Ele fez o filme que marca o fim das formas teatrais de cinema. O Grande Roubo do Trem (1903) é o primeiro bang-bang da história do cinema. Porter combina diferentes distâncias e movimentos de câmera e cria, pela primeira vez, o ritmo cinematográfico, introduzindo, inclusive, ações simultâneas .

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O Nascimento de um sonho Insatisfeitos com os rumos que o grupo de Edison queria imprimir ao cinema, um grupo de produtores independentes compra uma grande extensão de terras na Califórnia, onde a presença constante do sol possibilitava a luz necessária às filmagens. Essas terras deram início ao que conhecemos hoje como Hollywood. David Griffth dirigiu lá O Nascimento de Uma Nação, filme que provocou uma reviravolta no modo de fazer e de ver cinema. Griffith descobriu grandes atores para o cinema. Um dos mais conhecidos é Mack Sennett, comediante que virou produtor de comédias e criou o gênero pastelão. Sennett lançou Charles Chaplin nos Estados Unidos.

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D. W. Griffith Um dos pioneiros da linguagem cinematográfica. Interessava-se mais pela mensagem que o filme poderia transmitir que com a cronologia da ação. Seus filmes eram épicos – O Nascimento de uma Nação (1915) e Intolerância (1916).

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Enquanto isso, na Europa... Durante a primeira guerra (1914/1918) Ao contrário do cinema americano, os cineastas europeus se preocupavam mais com a representação do homem em relação à natureza. Era uma expressão romântica e pessimista, bem diferente dos filmes leves e divertidos dos EUA. Na Alemanha, o expressionismo era a forma da vez: caracteriza-se pelas fortes marcações de cenário, pelos planos muito estudados e o uso dramático da luz. Durante a primeira guerra (1914/1918), toda a evolução da cinematografia européia ficou estagnada. Essa expressiva produção européia chamou a atenção dos produtores americanos, e a guerra fez com que vários diretores e atores europeus imigrassem para os Estados Unidos.

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Abel Gance Abel Gance formou sua companhia produtora em 1911. Sua primeira grande produção, que contava com Sarah Bernard no elenco, foi abortada pela primeira guerra. No seu filme J´Acuse, ele faz um longo libelo contra a guerra, utilizando-se inclusive de imagens reais de batalha. Mas foi com Napoleão (1927) que Gance mostra toda a sua força. É um longa de 6h de duração, no qual ele testa novas técnicas de projeção, tendo inclusive triplicado a tela para mostrar um panorama completo da guerra.

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O cinema das massas Todo o mundo fazia cinema ainda intuitivamente. A revolução Russa e a sua necessidade de embasar toda e qualquer produção no socialismo fez com que os cineastas russos fossem os primeiros a se preocupar com uma teoria do cinema. Na Rússia da década de 20, cineastas faziam pesquisas e experimentações, discutindo e escrevendo sobre a força da fotografia e da montagem cinematográfica. Os filmes eram verdadeiros tratados dessas teorias: em Encouraçado Potenkim, Serguei Eisenstein consegue gerar, por meio da montagem de planos próximos e afastados, uma tensão no público e um ritmo que até então o cinema não conhecia. O grupo KineOiko (cine olho), cujo mais expressivo representante é Dziga Vertov, filmava tudo que via pela frente na tentativa de captar a verdade da vida cotidiana.

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Pudovkin preferia concentrar-se na força individual das pessoas. A Mãe (1926), seu filme baseado no livro de Máximo Gorki, é um exemplo dessa opção pelo individual. Fazia o que se chama “montagem polifônica”, onde cada plano é dotado de um valor psicológico.

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Com o filme “ O Homem com a Câmera”, de 1929, Vertov explora todas as possibilidades da montagem e da tomada de imagens. Um dos fundadores do grupo Cinema Olho, Vertov pode ser considerado um dos fundadores da linguagem do videoclipe. Seus filmes não tinham histórias ou personagens. Eram recortes bem montados da vida urbana e rural da União Soviética.

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Influência russa na Europa Tanta empolgação dos russos acabou contagiando os europeus. A França saiu na frente, e alguns dos cineastas europeus mais importantes vieram desse movimento. (Jean Renoir, Luis Buñuel e outros). Dinamarquês radicado na França, Carl Dreyer realiza, em 1928, A Paixão de Joana d´Arc, utilizando basicamente closes (primeiros planos), enfatizando a expressividade do rosto humano, que ele apresenta sem artifícios de maquiagem, apenas com a luz e a expressão. A atriz do filme era Falconetti. Ela dedicou-se tanto ao papel que não se importou em raspar a cabeça para viver o martírio de Joana.

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Em Hollywood se construía outro sonho...

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E a comédia fazia o público rir.

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A depressão A grande depressão econômica, no final da década de 20, faz o cinema americano voltar à realidade. Robert Flaherty investe no documentário com uma nova possibilidade: em seu filme Nanook, ele passou dois anos acompanhando uma família de esquimós, buscando captar as alegrias e as angústias do cotidiano deles. Os grandes filmes americanos da época, no entanto, foram feitos por estrangeiros que foram para os EUA fugindo da guerra. É o caso de Murnau, que filme na América Aurora, considerado um dos dez maiores filmes da história do cinema mundial. Cineastas como Murnau influenciam uma nova geração de diretores, que passam a fazer filmes bem diferentes dos romances leves e açucarados de Hollywood.

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Quando os negócios não vão bem, o melhor é inovar... Os irmãos Warner estavam quase falidos. Resolveram investir que lhes restava numa inovação no cinema: o som. O Vitafone foi um aperfeiçoamento do processo de sincronia de discos gravados com a imagem do filme. Com esse aparelho a Warner realizou O Cantor de Jazz, em 1927. A novidade foi um enorme sucesso e, com isso, a Warner adquiriu 500 salas de projeção.

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Ouvindo pela primeira vez as vozes das grandes estrelas, o público nem sempre reagiu positivamente: algumas vozes eram graves demais, ou estridentes demais, ou desafinadas ou, até, não correspondiam à imagem do ator/atriz construída no cinema mudo. Alguns realizadores se recusaram a adotar o som. Chaplin foi um deles. Chaplin acreditava que o som levaria à decadência da linguagem da imagem ao reforçar o poder da fala, que já tinha seu domínio fora do cinema. Seu último filme mudo é Tempos Modernos. E é, coincidentemente, o último filme do personagem Carlitos.

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Até 1934 os filmes Russos não eram sonorizados. Mas os russos entendiam a importância do som no cinema. “O som, tratado como um novo elemento de montagem introduzirá inevitavelmente novos meios de enorme poder de expressão, e será a solução das tarefas mais difíceis que agora nos oprimem com a impossibilidade de vencê-las por meio de métodos imperfeitos, que empregam somente imagens visuais” (Manifesto Russo sobre o som)

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O cinema falado Superadas as dificuldades técnicas da novidade do som, o cinema incorpora em sua linguagem esse novo elemento. O deslumbramento inicial com o som tornou popular o gênero musical. A Lei Seca em vigor nos EUA torna o filme de gangster um outro gênero popular nas décadas de 30 e 40. De 1939 a 1944, metade dos filmes produzidos em Hollywood tinham como tema a guerra, a exaltação do heroísmo na batalha, a defesa da pátria e, principalmente a incitação à participação nos combates. Apenas um em cada dez filmes produzidos em Hollywood sobre a guerra nessa época tratavam realmente dos problemas sociais e humanos da guerra.

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Scarface - Howard Hawks 1932

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Fugindo dos padrões Embora o cinema americano tivesse conquistado o status de referência, alguns cineastas fugiram a esses padrões estabelecidos por Hollywood. Orson Welles, em seu primeiro filme Citizen Kane, de 1941, subverte a narrativa cronológica, com um enredo não-linear, ousadia na profundidade de campo e iluminação inspirada no expressionismo. Cidadão Kane é, ainda hoje considerado um dos melhores filmes da cinematografia mundial.

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Ainda nos EUA, vários europeus e foragidos como Fritz Lang (Aurora), Jean Renoir e Julien Duvivier prosseguiram filmando. Seguiram para o front cineastas do porte de John Ford, Frank Capra e John Huston, a fim de realizar documentários de guerra. Na França, René Clair, Jean Renoir, René Clement e até mesmo Abel Gance ainda mantinham-se ativos. Outros cineastas, como Jean Vigo, autor de L’Atalante e Zero de Comportamento; Jacques Feyder, de La Kermesse Heroïque (1935) e Julien Duvivier produzem filmes do Realismo Poético Francês. Marcel Carné supera a todos em Cais das Sombras (1935). A popularidade do cinema francês era garantida ainda pelas peças filmadas de Marcel Pagnol e Sacha Guitry. Mesmo em território ocupado, Marcel Carné pôde realizar duas obras importantes: Os Visitantes da Noite (1942) e Boulevard do Crime (1943.

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Os ingleses, de pequena tradição cinematográfica até então, brilhavam apenas com Alexander Korda, na superprodução, e com os diretores Anthony Asquith e Alfred Hitchcock — que fixou-se em Hollywood a partir da década de 40. Enquanto isso, na Rússia, Eisenstein iniciava a primeira parte da trilogia Ivan, O Terrível, obra inacabada devido a sua morte. Na Itália, merecem destaque Mario Camerini, Alessandro Blasetti e a construção dos estúdios de Cinecittà e do Centro Sperimentale, abrindo espaço para produções pós-guerra. Blasetti filmou O Coração Manda (1942) e Luchino Visconti estreou com Obsessão (1942).

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Leni Riefenstahl Atriz nos anos 20, atuava em filmes onde se glorificavam o vigor físico e a beleza do corpo e da natureza, símbolos apropriados pelo ideário nazista. Em 1932, passa à direção filmando "A Luz Azul", a partir de roteiro feito em conjunto com Bela Balázs. Em 1934, dirige O Triunfo da Vontade, documentário sobre o monumental Congresso do Partido Nazista realizado em Nuremberg. O filme acabou se tornando um símbolo do III Reich. Em 1936 Leni Riefenstahl faz Olympia, documentário sobre as Olimpíadas de Berlim, onde Hitler pretendia demonstrar a superioridade da raça ariana. Jesse Owens

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Fugindo aos padrões 2 Luis Buñuel 29

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E no Brasil... O primeiro filme sonoro brasileiro é a comédia Acabaram-se os Otários, de Luiz de Barros (1929). Coisas nossas (1931), de Wallace Dowley, é um musical cantado em português, com cantores brasileiros, e de grande sucesso. Em 1930 Mário Peixoto realiza Limite, filme poético e revolucionário, considerado até hoje marco do cinema experimental. Em 1933 Humberto Mauro filma Ganga Bruta, outro marco da cinematografia nacional.

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Ganga Bruta – Humberto Mauro (1933) Brasa Dormida – Humberto Mauro (1927) Limite – Mário Peixoto (1931)

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Em 1930-31 são produzidos quase 30 longas de ficção. Surgem as produtoras Cinédia, de Adhemar Gonzaga (Alô, Alô Carnaval) e Vita Filmes, de Carmen Santos.

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Nos anos 40, Moacir Fenelon, José Carlos Burle e Alinor Azevedo criam a Atlântida Cinematográfica. Sucesso de Moleque Tião (1941), drama baseado na vida do comediante Grande Otelo, que interpretou a si próprio no filme. Luiz Severiano Ribeiro, dono do maior circuito exibidor brasileiro, associa-se e passa a facilitar a exibição dos filmes da produtora, que compra em 1947. Pela primeira vez no cinema brasileiro, estão associados produção e exibição.

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Em seguida, a Atlântida passa a produzir comédias musicais de fácil comunicação com o público, tendo como tema principal o carnaval, como Este mundo é um pandeiro (1947) e Carnaval no fogo (1949), ambos de Watson Macedo. O apelo popular desses filmes acaba influenciando a Cinédia, realizadora do melodrama O Ébrio (1946), de Gilda Abreu, grande bilheteria em todo o país. Os grandes nomes da Atlântida são Oscarito, Grande Otelo, Ankito e Mesquitinha (comediantes), Cyll Farney e Anselmo Duarte (galãs), Eliana (mocinha), José Lewgoy (vilão) e os cantores Sílvio Caldas, Marlene, Emilinha Borba, Linda Batista.

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Neo-realismo italiano Lucchino Visconti , realiza em 1942, Obsessão, considerado por muitos a obra inicial do neo-realismo italiano. Roma, cidade aberta (1946), é a expressão máxima do movimento. Na cidade ainda ocupada pelas tropas nazistas, Roberto Rosselini filma o empobrecimento e a desolação da Europa pós-guerra. O tema do movimento é o sofrimento do homem diante da destruição. Os filmes eram feitos sem recursos cênicos e sem grandes produções, nas ruas das cidades, mostrando a relação entre o homem e seu ambiente.

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Ladrões de Bicicleta”, de Vittorio De Sica (1948) O Grito - Michelangelo Antonioni (1957) Alemanha, ano zero – Roberto Rossellini (1948) Roma, cidade aberta – Roberto Rossellini (1948)

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Características básicas do neo realismo italiano - Mais do que retratar a realidade, os cineastas do neo realismo pretendiam mudá-la. - A renovação ocorre na temática, na linguagem e na relação com o público. - Cineastas assumem posição mais crítica em relação aos problemas sociais e reagem contra os esquemas tradicionais de produção (modelo de Holllywood). Filmes feitos com poucos recursos, temáticas contestadoras, atores não-profissionais e tomadas ao ar livre, retratando o dia-a-dia de proletários, camponeses e pequena burguesia.

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Cinema Americano na década de 50

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Em 1947 - Comitê de Segurança Americano fez a primeira lista negra de Hollywood acusando 10 diretores e escritores de promover propaganda comunista. Nos anos 50 essa lista é ampliada, incluindo até Charles Chaplin Diretores: John Ford (maior cinematografia - 1916 a 1976) Elia Kazan (Vidas Amargas, Um Bonde chamado Desejo, Viva Zapata!, ) Nicolas Ray (Juventude Transviada) George Stevens (Assim caminha a humanidade) Billy Wilder (O pecado mora ao lado, Quanto mais quente melhor...) Howard Hawks (Os homens preferem as louras) Richard Brooks (Gata em teto de zinco quente)

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Alfred Hitchcock No período pós-guerra, nos EUA, a produção de filmes de qualidade tem seu período mais fértil. Destacam-se os diretores: John Ford, Orson Welles, John Huston, Alfred Hitchcock, Howard Hawks, Billy Wilder, Elia Kazan, Anthony Mann, Georges Stevens, Robert Wise e Joseph L. Mankiewicz , que imprimem a marca criativa do cinema americano autoral. Esta produção não revelou novos cineastas nas décadas de 50 e 60, excetuando apenas os nomes de Robert Aldrich e Stanley Kubrick.

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Novos protagonistas em cena Com o fim da guerra e a reabertura dos principais festivais na Europa, o de Veneza e o de Cannes, o mundo se alarga. Cineastas nórdicos, mexicanos, japoneses e até brasileiros passam a dividir a cena com o cinema tradicional europeu e americano. Um dos mais importantes desses cineastas é o japonês Akira Kurosawa, com Rashomon (1950) e Os Sete Samurais (1954) . Outro destaque desse período é o sueco Ingmar Bergman. O Sétimo Selo (1952) O cinema brasileiro passa a ser conhecido após O Pagador de Promessas, de Anselmo Duarte (1962).

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Nouvelle Vague No final da década de 50, surge a Nouvelle Vague, importante movimento do cinema europeu. Muitos dos diretores do movimento vieram da crítica de cinema da revista Cahiers du Cinéma. Louis Malle, Nas Garras do Vício (1958); Claude Chabrol, Os Primos (1959); Alain Resnais, Hiroshima, Meu Amor (1959); Jean-Luc Godard, Acossado (1959); Roger Vadim, As Ligações Perigosas (1960); François Truffaut, Jules e Jim (1961) e Agnès Varda, Cleo das 5 às 7 (1962).

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Características básicas da Nouvelle Vague Desejo de demolir as estruturas narrativas convencionais do cinema amoralismo Montagem inesperada e não convencional Narrativa não linear Cineastas vindos dos movimentos teóricos (críticos e cinéfilos) Busca do cinema de autor

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Federico Fellini La dolce vita (1960) 8 e ½ (1963) Amarcord (1973) Noites de Cabíria (1957)

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Cinema Novo "uma câmera na mão e uma idéia na cabeça". Filmes voltados à realidade brasileira e com uma linguagem que refletia a situação social da época. Os temas mais abordados são fortemente ligados ao subdesenvolvimento do país.

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Características do Cinema Novo Ideário surgido no I Congresso Nacional de cinema brasileiro (1952) Retratar o povo brasileiro - Rio 40 º (Nelson Pereira dos Santos) Aversão à alienação cultural das chanchadas Temática voltada para a realidade sócio-cultural brasileira cenários naturais - Filmes de baixo orçamento

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Principais nomes Nelson Pereira dos Santos Rio 40 Graus Cacá Diegues Ganga Zumba Glauber Rocha Terra em Transe Joaquim Pedro de Andrade Macunaíma Leon Hirszman Eles não usam black-tie Roberto Santos A Hora e a Vez de Augusto Matraga Rogério Sganzerla O Bandido da Luz Vermelha Ruy Guerra Os Cafajestes

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Linha do tempo 1971 A Laranja Mecânica – Stanley Kubrick Encurralado – Steven Spielberg 1972 M.a.c.h. – Robert Altman O Poderoso Chefão - Francis Ford Coppola 1973 O Último Tango em Paris – Bernardo Bertolucci O Exorcista – Willian Friedkin 1974 Chinatown – Roman Polanski 1975 Tubarão – Steven Spielberg O Estranho no Ninho – Milos Forman 1976 Taxi Driver – Martin Scorsese Carrie, a estranha - Brian de Palma 1977 Annie Hall – Woody Allen 1978 Star War – George Lucas 1979 All that Jazz - Bob Fosse Allien, o oitavo passageiro – Ridley Scoth Apocalypse Now - Copolla

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