Aracaju Sergipe

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História: Os portugueses logo perceberam que era necessário a conquista e colonização das terras sergipanas, ocupadas pelos índios e franceses (contrabandistas de pau-brasil), pois a ligação por terra entre Pernambuco e Bahia, principais núcleos econômicos da Colônia, estava prejudicada. A primeira tentativa de colonização de Sergipe ocorreu em 1575, quando foram enviados para perto do rio Real os padres Gaspar Lourenço e João Salônio, com o objetivo de catequizar os índios. Fundaram a aldeia de São Tomé, no povoado de Santa Luzia. Os jesuítas conquistaram facilmente os índios que ali viviam.A conquista gerou guerras sangrentas e terminou em 1º de janeiro de 1590, quando Cristóvão de Barros venceu o cacique Boi peba (Serigy).Nessa época, Portugal estava sob o domínio da Espanha. Cristóvão de Barros, por ordem do rei Felipe II., fundou a capitania de Sergipe Del Rey, abrindo o caminho entre a Bahia e Pernambuco. Os objetivos da Coroa eram alcançados. Por causa da conquista das terras de Sergipe e porque era amigo dos donos de engenhos e do rei de Portugal, o português Cristóvão Cardoso de Barros foi nomeado governador da capitania de Sergipe Del Rey. Cristóvão de Barros edificou um fortim e fundou o arraial de São Cristóvão, próximo ao rio Poxim, que ficou sendo a sede do Governo. Anos depois o arraial tornou-se uma vila e passou a ser chamado de vila de São Cristóvão. Outras vilas foram fundadas nas regiões do rio Real e do rio Piauí, ao sul do estado, e nas terras banhadas pelo Vaza-Barris, Cotinguiba e rio Sergipe, ao norte do Estado. Ao deixar a terra sergipana, Cristóvão de Barros escolheu Tomé da Rocha para ser o capitão-mor da nova capitania. Este começou a criar gado e plantar cana-de-açúcar nas terras de Sergipe. Quando foi fundada a cidade de São Cristóvão, que ficou sendo a capital da província de Sergipe, muitos negros foram trazidos da África para trabalhar como escravos na lavoura da cana-de-açúcar. Em 1594, Tomé da Rocha foi substituído por Diogo de Quadros e a colonização se fez lentamente. Expandiu-se a criação de gado, principal setor de desenvolvimento da capitania, com a finalidade de abastecer a Bahia. Serigy: A história de um povo Click -> Use o mouse

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História: Aracaju orgulha-se de seu novo perfil, marcado pelas largas avenidas e pela moderna arquitetura dos novos edifícios. Seus shopping centers são bem equipados e o aeroporto é um dos melhores do país. Os quase 500.000 habitantes da capital sergipana desfrutam de uma qualidade de vida superior à média nacional. A Praia de Atalaia, um dos cartões-postais da capital, é bem iluminada e concentra bons hotéis, restaurantes e bares com mesas na calçada. Nas barraquinhas à beira-mar, saboreia-se a mais doce e refrescante água de coco do Nordeste, vendida inclusive em Salvador. Mas não pára por aí. No litoral de Aracaju ficam ainda as praias de Aruana, Robalo, Náufragos, Refúgio e Mosqueiro, todas com uma larga faixa de areia batida, águas rasas e mornas. Sem pressa, os visitantes vão descobrir porque Aracaju é o lugar ideal para ser feliz, como na canção de Caetano Veloso. Desde 1669, já há notícias do povoado de Santo Antonio de Aracaju, situado à beira-mar. Mas o vilarejo só ganhou status de cidade tempos depois. Em 17 de março de 1855, o presidente da Província de Sergipe, Inácio Barbosa, elevou Aracaju à condição de cidade e imediatamente transferiu a capital - até então São Cristóvão - para lá. É por isso que se diz que Aracaju já nasceu capital. A nova capital ganhou projeto urbanístico elaborado por uma comissão de engenheiros, coordenada por Sebastião Basílio Pirro. O lugar foi escolhido porque suas características físicas asseguravam um ótimo porto. Assim, Aracaju passou a ser a primeira cidade planejada do Brasil, mais de um século antes de Brasília. De 1910 a 1930, a nova capital ganhou um perfil urbano. As primeiras inovações vieram no início do século: bonde de tração animal (1901), água encanada (1908) e cinema (1909). Ao longo das décadas de 10 e 20, chegaram os serviços de energia elétrica (bondes elétricos em 1926), esgoto, aterros e drenagem de lagoas e pântanos. Significa : Cajueiro dos Papagaios Fotos de Aracaju Leia mais

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Click nos nomes para navegação personalizada Sair Início Aracaju - Sergipe - Brasil Navegação com o mouse.

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Folclore Reisado Lambe Sujo Caboclinhos Parafusos Bacamarteiros Taieira São Gonçalo Chegança Cacumbi Samba de Côco Reisado Auto popular do ciclo natalino, de origem portuguesa, chegou ao Brasil no século XIX com a denominação de reisado ou roseiro em atribuição as suas comemorações que se realizavam sempre na véspera e no dia de Reis Magos (6 de janeiro). O Reisado pode ser apresentado em residências, praças ou em qualquer tipo de palco. A apresentação é iniciada com louvação ou pedido de licença aos donos de casa ou espectadores e pode ser uma cantoria com enredo que retrate temas específicos como amor, guerra, religião, história local e de época. Em Sergipe, o Reisado é uma dança dramática difundida em todo o estado. Alguns grupos têm grande destaque, como é o caso do reisado de Dona Lalinha, do município de Laranjeiras, cuja líder, Dona Lalinha, faleceu em janeiro de 1997. Saiba mais + Folclore Sergipano Links Sair

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Orla A Orla de Atalaia é um complexo totalmente preparado para o conforto do visitante: quadras poliesportivas, praça de eventos, um complexo de bares e restaurantes, além de concentrar grande parte dos hotéis e pousadas da capital. Nos restaurantes são encontradas especialidades gastronômicas de todas as partes do mundo, inclusive – é claro – as delícias da culinária regional. Além disso a Orla de Aracaju possui equipamentos de ginástica, banheiros, moderna ciclovia com mais de 5 mil metros de extensão, parques infantis, caramanchões, passarelas por sobre as areias de acesso ao mar, quadras de tênis (em pó de brita), de vôlei de praia, campos de futebol de areia, parede de escaladas, complexo de esportes radicais dotado de Half Pipe com 22 rampas de skate, amplos estacionamentos com capacidade de 1.359 automóveis, além do grande Centro de Arte e Cultura de Sergipe com 1.610 m2 que abriga 48 boxes. Ainda, na orla, você pode pode encontrar bancas de revista, 25 refletores dirigidos ao mar, 15 telefones, totens de informações, fontes luminosas, delegacia especial para o turista, lagos para passeio de pedalinho e o kartôdromo Nelson Piquet. Galeria de Fotos. Voltar para Links Link: Fotos

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A Orla da Atalaia aqui em ARACAJU é considerada o maior centro de entretenimento e lazer de todo Norte/Nordeste Mais fotos.. Voltar p/Links

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A Orla da Atalaia aqui em ARACAJU é considerada o maior centro de entretenimento e lazer de todo Norte/Nordeste Voltar p/Links Fotos

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Hotéis Pousadas Voltar para Links + Links

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Pousadas Hotéis Voltar para Links

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Praia de Atalaia Bairro 13 de Julho Visa da Zona Sul da Cidade Ponte da Coroa do Meio + Fotos Links

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Batistão: Zona Sul Lagos da Orla de Atalaia Farol de Atalaia Lagos da Orla de Atalaia + Fotos Links

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Vista Central dos Lagos da Orla Bares e Restaurantes Passarela do carangueijo Ponte do Imperador Voltar p/ Fotos Links

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Mapas Click para ampliar Distânciia entre Cidades Sergipanas Mapas de Sergipe Mapas e plantas de Cidades Distâncias Brasília 1650 km, Maceió 295 km, Salvador 356 km, Recife 500 km, João Pessoa 611 km, Natal 785 km, Rio de Janeiro 1850 km, São Paulo 2183 km Mapa de Ruas  Sergipe Links Sair

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Galeria de Fotos Links Vídeos Sair Rádios ao vivo

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Em Sergipe se brinca o melhor São João do Brasil. Não é bairrismo, é conhecimento de causa. Quando os ponteiros do relógio se cruzam marcando zero hora do dia primeiro de junho, Sergipe se transforma no maior arraial brasileiro. O Estado se divide em seis pontos estratégicos, sediados em Aracaju, Estância, Cristinápolis, Areia Branca, Muribeca e Capela, que o fazem ser o caminho, nesta temporada do ano, para se brincar, numa contagiante alegria, os festejos juninos. O roteiro das festas começa em Aracaju. Na Rua São João, zona norte da cidade, os moradores se encarregam de toda a organização da festa, que começa a zero hora do dia primeiro de junho, com uma queima de fogos de artifício e colocação de um mastro. Há concurso de animadas quadrilhas juninas e casamento do caipira. As ruas, em Aracaju, são clareadas pelas fogueiras, que queimam nas noites de véspera e dia de Santo Antônio, São João e São Pedro, os três santos homenageados no mês. Em Estância, a 68 quilômetros de Aracaju, o mais belo espetáculo pirotécnico do Brasil, quando um barco, impulsionado por foguetes, fabricados à base de pólvora, é acionado para o delírio dos que assistem ao show. O barco desliza elegantemente por um fio metálico, com extensão média de 50 metros. Ao final, as pessoas se divertem numa ousada batalha de busca-pés. Conta-se, em Estância, que anualmente os fogueteiros, os melhores de Sergipe, preparam cinco mil quilos de pólvora para a fabricação dos fogos. Cantos e danças folclóricas animam o ritual da preparação da pólvora, numa festa que não faltam licores de jenipapo, pitanga e tangerina e comidas regionais. Bem próxima a Estância, na divisa com à Bahia, Cristinápolis, a 115 quilômetros de Aracaju, é outro ponto estratégico dos festejos juninos em Sergipe marcado pela queima de fogos de artifício. Lá não é um centro de produção dos artefatos juninos, mas o povo se diverte, e muito, com as batalhas de busca-pés, que, quando lançados dão variadas voltas no ar, num belíssimo e inesquecível espetáculo pirotécnico. A viagem junina em Sergipe reserva, ainda no São João, outra parada obrigatória: Areia Branca. Bem diferente de Estância e Cristinápolis, em Areia Branca, distante 36 quilômetros da capital, uma lei municipal proíbe a queima de fogos de artifício. A festa se concentra num forródromo, que pode receber 100 mil pessoas. Como não há queima de fogos, as ruas são embandeiradas e as casas se transformam em salões de bailes. Do palanque oficial, um desfile de cantores nacionais e locais que animam os shows que duram, em média, 10 horas  Conheça nosso Arraiá Links

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Bares e Restaurantes Caranguejo Na cultura do sergipano estão presentes uma mesa, um tamborete, um martelo de madeira e saborosos caranguejos. Servido cozido na água, sal e limão, catado como recheio de pastel, ou ensopado, patinhas à milanesa ou vinagrete, encantam os que têm o prazer de provar esta delícia da culinária sergipana. Pirão de Peixe Preparado à base de leite de coco e dendê, ou simplesmente com azeite e tomate, cebola, pimentão, coentro e cheiro verde, é um prato que encanta e satisfaz o paladar. Pirão de Pitu Pescado nas águas dos rios que cortam Sergipe, é uma espécie de lagostim de água doce muito saborosa. Preparado cozido rende uma refeição com um delicioso pirão. Na água e sal, um ótimo petisco de lamber os dedos. Café Nordestino Não é um prato único, mas uma combinação de diversas e deliciosas opções da gastronomia nordestina. Rico em nutrientes e agradável ao paladar, é composto de bolos -milho, puba, macaxeira, ovos -, torta de macaxeira com queijo de coalho ou carne seca,, inhame, carne do sol, cuscuz de milho e de arroz e outras delícias que compõem o cardápio. Sucos e Sorvetes A variedade de sucos e sorvetes feitos a base das frutas tropicais naturais é um forte apelo ao paladar do mais exigente turista. Entre tantas frutas deliciosas tipicamente nordestinas, destaca-se a mangaba, com sabor ao mesmo tempo doce e amargo e com uma substância que dá a sensação de colar os lábios. Dizem que é este "visgo" que faz o visitante voltar ou ficar por aqui para sempre. Bares e Restaurantes: 1 Bares e Restaurantes: 2 Links Saiba mais

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Atalaia Prais dos Artistas Aruana Mosqueiro Refúgio Atalaia Nova Abaís Praia do Saco Caueira Mangue Seco Link Praias Link Praias Voltar p/Links Costa das Dunas

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Estância Canindé do São Francisco Propriá + Cidades Itabaiana Fundada em 1621, por Pedro Homem. Monumentos e bustos em bronze homenageiam alguns personagens. Entre eles D. Pedro II., que expressou a frase: "Estância Jardim de Sergipe". Terra de grandes festejos folclóricos, destacando-se sua padroeira Nossa Senhora de Guadalupe, em 12/12 atraindo grandes multidões. Localiza-se a 65 km da capital. Seu forró é um atrativo internacionalmente conhecido pelas atrações dos busca-pés, pisa-pólvora, barco de fogos, batuques e samba de coco São 50 km de rodovias bem cuidadas que a distanciam da Capital. Tem-se na história a lenda contada por moradores, da existência de ouro, prata e salitre. Contudo, sem garimpo, Itabaiana em sua atração maior é a feira do ouro e lojas especializadas neste tipo de comércio. Localizada a 94 km de Aracaju às margens do São Francisco. O principal produto é o arroz. Conta com o cultivo do milho, mandioca e outros. Sua pesca é artesanal. De rara atração está sendo construído o Museu do Cangaço. A festa de Bom Jesus dos Navegantes é o ponto mais alto do turismo. 186 km a separam da Capital, sua povoação data o início da província concedida em 1629 ao desembargador Burgos. Até o início do século passado apresentava somente de 3 a 4 Desperjas. A primeira casa, por ser costume dá surgimento a um povoado. Em 1936 já contava com 120 casas e uma capela. Até que em 25/12/53 é elevada à categoria de cidade inaugurada em 6/3/87 a nova Canindé do São Francisco. XINGÓ PARQUE HOTEL. Xingó Links Sair

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Laranjeiras São Cristóvão Neópolis Cidade Patrimônio Histórico Nacional, fica a 17 km da Capital Aracaju, situada no Vale do Cotinguiba. É considerada um "Museu a Céu Aberto", pois preserva as características coloniais de sua fundação na sua Arquitetura e na sua Cultura. Cidade cenário para grandes temas da Rede Globo como: "Tiêta" e "Tereza Batista", possui monumentos religiosos espetaculares, como o Conjunto do RETIRO, 1ª Residência dos Jesuítas no Vale do Cotinguiba, a igreja de Nossa Senhora da Conceição da Com andaroba, e várias outras, Casarios e Sobrados de antigos Senhores de Engenhos. Possui manifestações únicas no País, como o Combate do Lambe-Sujo X Caboclinho, vários grupos folclóricos e parafolclóricos, patrimônios naturais como a Pedra Furada e algumas Cavernas e Museus, destacando-se o Museu Afro-Brasileiro de Sergipe, dedicado à Cultura Negra, recebendo visitas ilustres como D. Pedro II., Senadores e Embaixadores. Terra de João Ribeiro e Horácio Hora, mostrando assim porque tem o título de "ATENAS SERGIPANA É um município dominado pela paisagem do rio São Francisco a 112 km da Capital. Situada nesse mesmo rio encontram-se algumas ilhas, destacamos as de Nozinho, Saúde e Mato. Sua riqueza vem da agricultura, pecuária, silvicultura, indústria extrativa, cerâmica, olaria, etc. Fica vizinho a Santana do São Francisco (Ex-Carrapicho). A quarta cidade mais velha do Brasil e primeira capital de Sergipe Del Rey. Dista da capital pela BR 101, 27 km e pela rodovia João Bebe Água, 17 km. A exemplo de outras cidades brasileiras da época de sua colonização, São Cristóvão desenvolveu-se segundo o modelo português de cidade em dois planos: cidade alta com a sede do poder civil e religioso; e cidade baixa com o porto, fábricas e a população de baixa renda. Possui um dos conjuntos arquitetônicos mais bonitos do país, é marcada principalmente por seus belos monumentos históricos como: o museu de Arte-Sacra (um dos mais belos do país), o museu histórico (sobrado do antigo palácio provincial), além de suas belas igrejas com seus altares e retábulos em madeira esculpida dourada no estilo neoclássico. Boas opções: RESTAURANTES BELAS ARTES - CENTRO E TIA IVONETE - PIER DO CATAMARÃ. Voltar Links

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Lambe Sujo X Caboclinhos Auto popular, que rememora a época em que os caboclinhos (índios) eram usados pelos donos das terras sergipanas para destruir os ranchos e mocambos, onde os negros fugitivos das senzalas estavam escondidos. No segundo Domingo de outubro, a cidade de Laranjeiras vive e participa desse verdadeiro teatro popular. No Sábado contrói-se dois mocambos para abrigar os figurantes. Os Lambe-Sujos vestem-se de Saci Pererê. Os caboclinhos pintam o corpo de vermelho e dornam-se com saiotes e cocares de penas. Os negros durante a manhã, dirigem-se aos transeuntes, estendendo as mãos e pedindo dinheiro. Organizam-se dois cortejos, formados por reis, seus filhos e outros personagens negros. Depois acontece o combate entre os dois grupos - embaixadas e por fim a luta, onde os Lambe-Sujos são derrotados. Voltar para Folclore Voltar para Links

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Parafusos Grupo formado por homens vestidos em anáguas de renda, uma alusão à forma como os escravos fugiam dos engenhos em busca dos quilombos - eles roubavam as peças no varal e à noite saíam pulando pelos canaviais simulando uma "assombração". Após libertação, os negros saíram pelas ruas vestidos do jeito como faziam para fugir dos seus donos. Nasceram assim os parafusos. Voltar para Folclore Voltar para Links

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Bacamarteiros Costume e tradição do povoado Aguada, município de Carmópolis . Os bacamarteiros comemoram a noite de São João (24 de junho) com dança, música e muitos tiros de bacamarte (rifle artesanal). O grupo é composto por mais de 60 participantes Voltar para Folclore Voltar para Links

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Taieira Voltar para Folclore Voltar para Links Grupo de forte característica religiosa, tendo por objetivo louvação a São Benedito e a Nossa Senhora do Rosário, ambos padroeiros dos negros no Brasil. Durante a missa na Igreja de São Benedito, em Laranjeiras, as Taieiras, grupo de influência afro que tem como personagens o rei, o ministro, o patrão e as rainhas, participavam efetivamente do ritual cristão, numa demonstração clara do sincretismo religioso entre a Igreja Católica e os rituais afro-brasileiros. O momento da coroação, em que se retira a coroa da imagem de Nossa Senhora do Rosário para colocar na cabeça da "Rainha das Taieiras" é o ápice da festa, que se realiza sempre no dia 06 de janeiro.

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São Gonçalo Voltar para Folclore Voltar para Links É uma manifestação de origem portuguesa que no Brasil está ligada ao catolicismo rural. Folguedo em homenagem a São Gonçalo do Amarante que, segundo a lenda, teria sido um marinheiro que tirou muitas mulheres da prostituição através da música alegre que fazia com a viola. A dança é acompanhada por violões, pulés (instrumentos feitos de bambu) e caixa. A caixa é tocada pelo "patrão", que é o gomem vestido de marinheiro, em alusão a São Gonçalo do Amarante. O grupo dança em festas religiosas e em pagamento de promessas, sendo composto em sua maioria por trabalhadores rurais que se vestem de mulher. O mais importante grupo é o de Laranjeiras, da Mussura

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Chegança Voltar para Folclore Voltar para Links A Chegança tem sua origem na reconquista espanhola na luta travada entre cristãos e mouros. É apresentada sempre no ciclo natalino. Trata-se de um folguedo antigo, cuja ação transcorre em terra, onde está o quartel da mourama, e no mar, por onde chega a cristandade. São muitos os cânticos de rua, incluindo a saudação e a despedida, e os cânticos embarcados, por parte dos cristãos. Os mouros, com suas roupas vermelhas, seus armamentos, não cantam, salvo quando, depois de vencidos e batizados, repetem o coro dos cristãos, como um pedido de clemência. A Chegança se liga à festa de Nossa Senhora do Rosário. Os grupos mais conhecidos são os dos municípios de Carmópolis, Lagarto, Japaratuba e Laranjeiras.

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Catumbi Voltar para Folclore Voltar para Links Os registros mais antigos, colocam-no como acontecendo no séc. XIX, na Bahia, no Rio de Janeiro e em Sergipe. É uma dança dramática-guerreira, sendo considerada como uma variação das congadas, guerreiros, risados e ticumbis. Isto devido ao conteúdo dos discursos dos atores e representações temáticas. Em Sergipe, apresenta-se como um cortejo despido de caráter teatral, com influência africana, já que é apontado como resto das antigas congadas, onde negros eram coroados como reis e rainhas.É realizado em homenagem aos padroeiros dos negros São Benedito e Nossa Senhora do Rosário. Composto exclusivamente por homens, o Cacumbi traça uma perfeita arrumação de seus componentes no contorno e no ritmo.

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Samba de Côco Voltar para Folclore Voltar para Links Dança de origem africana em que as palmas das mãos e o sapateado são o ponto forte. O cantor ou tirador de versos, conhecido também como coqueiro, é responsável pela música tirada de improviso e que retrata normalmente amor e paixão, sendo respondida alegremente pelo restante do grupo que, em círculo, dança e pares. O pandeiro é instrumento que marca o ritmo. O samba de côco é uma manifestação cuja origem, no nordeste brasileiro, está associada à formação de quilombos, local onde se reuniam os negros fugitivos da senzalas. Os negros para diminuir a ociosidade cantavam no ritual que normalmente obedecia a quebra do coco. Os mais importantes grupos de Samba de côco de Sergipe são o do Mestre Euclides em Aracaju e o da cidade de Estância

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Apresentação desenvolvida com base em informações obtidas em diversos sites na internet Início Aracaju - Sergipe

Summary: Apresentação sobre a cidade de Aracaju(SE)

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