Texto Dramático

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História do Teatro Características do Texto Dramático

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Um pouco de História.... Para estudarmos a história do teatro convém primeiro definir o que chamamos de teatro. Chamamos de Teatro a algo que é constituído por um texto escrito para ser interpretado por actores, num palco. Vamos saber como nasceu o Teatro Grego, como migrou da Grécia para Roma, e como era o Teatro Medieval após a queda do Império Romano. Saberemos também como foi o Renascimento do Teatro. É durante este período que o Teatro emerge na Igreja e se torna ao longo dos séculos sob o controlo do Estado, dos Reis e da República. A História do Teatro no século XVIII, XIX e XX é acompanhada por uma maior comercialização da arte e um maior desenvolvimento das tecnologias. Há uma maior expansão dos temas das peças, incluindo estes pessoas normais, havendo também um maior ênfase num actuar mais natural. O Teatro que sempre tinha sido controlado pela Igreja, Monarcas, etc., passa a ser mais acessível aos comerciantes, aos industriais, aos burgueses, enfim, às grandes massas.

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HOMO CURIOSIS... Ninguém sabe ao certo como e quando surgiu o teatro. Provavelmente nasceu da curiosidade do homem, que desde o tempo das cavernas já devia imaginar como seria ser um pássaro, ou outro bicho qualquer. De tanto observar, acabou por imitar esses bichos, para se aproximar deles sem ser visto numa caçada, por exemplo. Depois, o homem primitivo deve ter encenado toda essa caçada para que os seus companheiros das cavernas soubessem como decorrera, já que não existia ainda linguagem como a gente conhece hoje. Isso tudo era teatro, mas ainda não era um espectáculo.

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Quem vai assistir a essas peças teatrais hoje em dia talvez nem imagine que o teatro, há muito tempo, era sagrado. As pessoas acreditavam que por meio de rituais (encenações) era possível invocar deuses e forças da natureza para fazer chover, tornar a terra mais fértil e as caças mais fáceis, ou afastar os desastres naturais para bem longe de sua comunidade. Estes rituais envolviam cantos, danças e encenações de histórias dos deuses, que assim deveriam ficar felizes com a homenagem e ser bonzinhos com os homens. Várias são as teorias que explicam as origens do Teatro, mas a mais exacta parece ser aquela que afirma haver duas: a espectacular (de raiz lúdica. mágica e religiosa) e a literária (com fundamentos na poesia e nas narrações em linguagem falada). A história da arte dramática, isto é, do teatro, é tão velha como a dos homens na terra. Desde o início dos tempos o Homem procurou exteriorizar os seus sentimentos e sensações. Supõe-se que já na Pré-História eles faziam «teatro» sob a forma de danças guerreiras ou mágicas, com que tentavam atrair a boa vontade dos deuses e favorecer a vitória. SANTO TEATRO!

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Desta necessidade, confundida com as próprias exigências de acção, nascem os actos lúdicos, com a gesticulação rítmica, de que resulta a dança. O Homem primitivo reveste-se de peles grosseiras de animais. cujas cabeças se sobrepõem à sua. num disfarce gerador da máscara. E os movimentos do seu corpo e os sons que a boca reproduz pretendem imitar o andamento e a voz do animal em que se disfarça. Nas pinturas, datadas da Idade Paleolítica, retrata-se esta espécie de bailado, como a chamada «Dança do Bisonte.. que chegava a durar semanas e em que alternavam os caçadores e a presa dissimulada. Breve, porém, a magia animista se transforma em religião. É o que se passa, por exemplo, mais tarde no Egipto, nas suas cerimónias rituais dedicadas às divindades Osíris e Hórus. Ainda hoje, em diversas tribos, na Guiné, em Angola e em Moçambique, por exemplo, se encontram essas representações rudimentares. Algumas exigem até indumentária especial e própria.

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TEATRO NA ANTIGUIDADE CLÁSSICA   Na Grécia e, mais tarde, em Roma, o teatro atingiu uma grande perfeição e nobreza. Grandes trágicos e autores cómicos deixaram obras imortais que ainda hoje proporcionam prazer e emoção.

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TEATRO GREGO Na Grécia com o culto ao deus Dionísio realizava-se um espectáculo em que se narrava, numa lamentosa melopeia, o suplício do deus que a mitologia diz ter sido assassinado pelos seus inimigos e ressuscitado pelo pai. Da narração da lenda dionisíaca passou-se a outras narrações de factos da História da Grécia, ligados às forças divinas, num conflito entre o Homem e os deuses. As peças de teatro na Grécia antiga contavam histórias dos mitos gregos, onde os deuses eram muito importantes. O Teatro Grego desenrolava-se em largos espaços (podendo albergar 20.000 pessoas), com a forma de anfiteatro.Eram construções em forma de meia-lua, cavadas no chão, com bancos parecidos com arquibancadas, chamados teatros de arena. As peças tinham um coro e eram a maior parte do tempo cantadas. Nas encenações só os homens podiam atuar, já que as mulheres não eram consideradas cidadãs. Por isso, as peças gregas eram encenadas com grandes máscaras! As máscaras do coro eram similares entre si, mas totalmente diferentes das dos actores. Uma vez que as peças tinham um número muito limitado de actores, diferentes máscaras significavam diferentes personagens, havendo assim um maior número de papeis.

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Existiam dois tipos de peças: as tragédias e as comédias. Tragédia As tragédias eram histórias dramáticas, e mostravam homens que, por não aceitarem a vontade Divina, acabavam em maus bocados. Os autores de tragédia grega mais famosos foram Ésquilo, Sófocles e Eurípides. A primeira tragédia grega conhecida intitula-se As suplicantes e é da autoria de Ésquilo. Comédia Outro género teatral, a comédia, nasceu mais tarde. Supõe-se ter a sua origem nas várias festas e mascaradas com que os camponeses áticos celebravam o mesmo Dionísio, deus das colheitas. Ornamentados com folhagem, de caras lambuzadas com alvaiade e mosto, deslocavam-se pelos campos em carros ou a pé, num cortejo barulhento e alegre, trocando gracejos com a multidão, cantando e dançando. As comédias eram histórias engraçadas chamadas sátiras, que são gozações da vida. Um grande autor de comédia grega foi Aristófanes. Todos esses autores influenciaram muito o teatro que veio depois, e suas peças são encenadas até hoje. O teatro foi se desenvolvendo e ganhando muitas caras e formas!

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TEATRO ROMANO O declínio do governo e sociedade grega coincide com o florescer do Império Romano.  Com o enfraquecimento da civilização grega, o teatro vai decaindo, perdendo aquela nobre dialogação entre o Homem e o céu. Com o advento da civilização Romana, vêmo-lo medrar em técnica, mas a força trágica havia-se perdido. Em compensação, surge o mimodrama, com o propósito apenas de divertir o público, através de uma emaranhada teia de intrigas e aventuras, onde os actores se expressavam quase só por gestos. A comédia popular recebe novo incremento com Plauto e Terêncio. Este é considerado precursor do drama burguês. As peças de ambos revelam as características da farsa que nos meados do século XV iria fazer da Itália berço dos célebres cómicos d'arte».

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O TEATRO MEDIEVAL No século IX o drama voltou aos palcos desta vez na Igreja. O Teatro volta a adquirir uma alta função religiosa. Os grandes autores clássicos (da Grécia e de Roma) viram-se momentaneamente esquecidos uma vez que se representavam sobretudo, cenas tiradas da Bíblia ou da Vida dos Santos - os Mistérios - para ensinamento e meditação do povo. Normalmente eram representadas por padres. Estas representações na Igreja eram uma forma de estabelecer uma ligação com a comunidade, uma comunidade ainda assente nos rituais e superstições pagãos. Assim a Igreja utilizou-se do drama de modo a ilustrar as histórias bíblicas, histórias que explicavam as festas católicas (que antes haviam sido festas pagãs). Reforçava assim a sua conotação religiosa e conseguia melhor comunicar com uma congregação na sua maioria ileterada. Eram representadas geralmente junto das igrejas ou catedrais, na praça ou adro, num estrado armado para esse fim. É irónico pensar que tenha sido a Igreja a acabar com o Teatro e ao mesmo tempo o tenha mantido vivo ao longo dos anos.

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Uma cena de O Mistério da paixão representado em Valenciennes TEATRO NA IDADE MÉDIA A popularidade dos dramas começou a crescer, passando das Igrejas para o ar livre, normalmente em frente às igrejas.  Os jograis e os mimos, herdeiros dos actores romanos da decadência, continuam divertindo o povo nas praças e os nobres em palácios, com as suas pantominas, recitativos, danças e canções. Às vezes, episódios quotidianos de efeitos cómicos eram também apresentados ao público. Nos palácios dos reis e dos grandes senhores, apresentavam-se «momos», alguns de grande aparato cénico.

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OS SALTIMBANCOS Muitos anos depois, na Idade Média, lá por volta do século XII, apareceram na Europa companhias de teatro que iam de cidade em cidade. Este teatro já não tinha nada de religioso, e seus actores e actrizes, chamados de saltimbancos, literalmente carregavam a casa nas costas. E não só a casa: os cenários das peças, seus figurinos (as roupas usadas), maquilhagem, etc. Andavam em carroças, sempre em bandos, chamados trupes, e não tinham morada certa. Representavam peças engraçadas ou dramáticas, como os gregos. Hoje, esse teatro itinerante também é conhecido como teatro de saltimbancos! Mas não se pense que ficar "de galho em galho" era o sonho da vida dos saltimbancos! É que na época em que eles viviam, a Igreja era muito poderosa e implicante, e escolhia o que as pessoas podiam representar, de preferência textos cristãos. E os saltimbancos não aceitavam essa imposição, pois queriam usar a criatividade e representar o que desejassem. Perseguidos pela Igreja e sendo tratados como foras-da-lei, os saltimbancos começaram a usar máscaras, para não serem reconhecidos. Uma tradição que descende directamente dos saltimbancos é o circo, que até hoje anda de cidade em cidade apresentando seus números.

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interior do Teatro do Cisne, Londres, 1596  TEATRO NO RENASCIMENTO   O Renascimento herdou da Idade Média o teatro tradicional e da Antiguidade o teatro clássico. A comédia e a farsa, inspiradas nos figurinos gregos e romanos, progridem em originalidade e técnica. Nesta altura, as representações passam a fazer-se em salas próprias, com cenários pintados e decorações móveis. Os actores adquirem maior naturalidade e realismo. Os textos vão aparecendo em quantidade e qualidade. Surgem, pois, as grandes tragédias à maneira antiga, como a Castro, de António Ferreira, em que se conta a morte de Inês de Castro. Mas continuam também a escrever-se autos e farsas à maneira medieval. Marcando uma fronteira entre a Idade Média e o Renascimento surge em Portugal Gil Vicente, com uma vasta obra, sendo, por isso, o grande iniciador do teatro escrito português. Gil Vicente escreveu muitas peças de carácter religioso (autos), burguês e popular (farsas) e palaciano (comédias e tragicomédias) , representadas na corte de D. Manuel e D. João III. A seu exemplo, muitos outros poetas continuaram o caminho aberto. Começam pouco a pouco a aparecer os «pátios» ou teatros públicos, a que aflui gente de todas as camadas sociais.

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SER OU NÃO SER, EIS A QUESTÃO! Eis uma frase tão famosa que todos conhecemos. Mas será que todos sabem quem a escreveu? Pois foi um dos maiores mestres que o teatro já conheceu, o bardo (poeta) William Shakespeare. Shakespeare nasceu em 1564, na Inglaterra, na cidade de Stratford-upon-Avon, e foi um apaixonado pelo teatro. Escreveu muitas peças e ficou muito conhecido, tendo inclusive a honra de apresentar suas obras nos palácios dos reis, coisa que não era para qualquer um! Também construiu um teatro, que está de pé em Londres até hoje, chamado Globe Theatre, em forma de globo (daí o nome). Mas ficou famoso mesmo por suas peças, imortais, que retratavam os tipos humanos como nunca nenhum autor conseguiu fazer depois dele. Algumas de suas peças mais conhecidas são Romeu e Julieta, Hamlet e Sonho de uma Noite de Verão. Aliás, a frase tão famosa é da peça Hamlet... Depois de Shakespeare, o teatro nunca mais seria o mesmo.

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Com o Renascimento, três séculos depois, o teatro deixou de ser tão perseguido pela Igreja. As artes floresciam: pintura, arquitectura, música O homem passou a ser o objecto de interesse dessas artes, e não mais os deuses (ou, no caso da Igreja católica, o Deus). Foi a época de artistas muito importantes, como Da Vinci (que pintou a Mona Lisa) e Miguel Ângelo. Por essa época surgiu o teatro do tipo «Commedia dell'Arte», que apresenta um palco e tablados semelhantes aos que se usam ainda hoje. Surgiram também casas com palco e plateia, e também a ópera, mistura de música com teatro. Tornam-se variados os assuntos tratados e generaliza-se o gosto por essa manifestação artística. Aperfeiçoam-se os recursos técnicos, a mudança dos cenários, etc., e aparecem numerosas companhias ambulantes que percorrem as regiões levando uma mensagem de arte e de prazer.

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 Os actores da commedia dell’arte eram muito versáteis (faziam de tudo): cantavam, dançavam, representavam, faziam malabarismos... Tudo para agradar seu público! Eles também formavam trupes que iam de cidade em cidade, e nunca decoravam nada, improvisando sempre as peças. Esses actores faziam sempre os mesmos papéis, que se tornaram famosos: Polichinelo, Arlequim, Colombina, Pantaleão... Cada papel tinha uma máscara, que cobria só a parte de cima do rosto. Ainda hoje, podemos ver peças inspiradas nesses personagens maravilhosos.   Figurinos de José Barbosa - cinco figuras da Commedia dell'Arte

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No século XVIII, destaca-se o dramaturgo António José da Silva, «o Judeu», A sua obra é notável pela quantidade e qualidade. Já na sua primeira peça, Vida do Grande D. Quixote e do Gordo Sancho Pança, revela qualidades de humorismo, humanidade, realismo e vivacidade de diálogo, qualidades que vão acentuar-se nas suas obras seguintes, sobretudo na comédia Guerras do Alecrim e da Manjerona.

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No século XIX, coube a Garrett a introdução do drama romântico com Um Auto de Gil Vicente. A sua obra maior, porém, é o Frei Luís de Sousa. Além de autor de textos dramáticos, Garrett está ainda na origem do Teatro Nacional D. Maria II, em Lisboa.

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O TEATRO DO LADO DE LÁ DO MUNDO E o teatro oriental? No Oriente existem formas maravilhosas de fazer teatro. Algumas delas são típicas do Japão, como o teatro Nô e o Kabuki. Tanto um como o outro são encenados da mesma forma há mais de mil anos. A natureza é o tema principal de suas peças, que também contam histórias do folclore de seu povo. As roupas são muito bonitas e ricas, e os actores usam bastante maquilhagem, tanto que os japoneses tornaram-se peritos na maquilhagem para teatro! Como o teatro grego, só os homens podem actuar. Os papéis também são fixos, isto é não mudam, como na commedia dell’arte, e os atores estudam muito para representar seus papéis com perfeição. Quando uma pessoa vai assistir a uma peça Nô ou Kabuki, não vai para ver a história, que ela já sabe qual é, mas para ver o trabalho dos atores. Muitos deles representam um único papel... a vida inteira!

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Na Índia, o teatro está muito ligado à dança. Os actores também estudam muitos anos, e dão especial atenção à expressão do corpo, através dos gestos e do movimento de cada parte do corpo, até mesmo dos olhos! Cada gesto tem um significado especial para as histórias, que contam quase sempre passagens da mitologia indiana, e são muito, muito antigas. Uma das mais importantes se chama Ramayana, e conta a história do rei Rama. Na China, o teatro e o canto estão sempre juntos. Tanto que uma das formas mais conhecidas desse teatro é a ópera de Pequim, capital da China), onde os actores também usam maquilhagens especiais, como os actores japoneses.

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O século XX e, sobretudo, os últimos anos, marcam uma notável eclosão de valores e uma desusada criatividade. Merecem destaque nomes como Júlio Dantas, Branquinho da Fonseca, Miguel Torga, Gaspar Simões e José Régio. Luís de Sttau Monteiro e Bernardo Santareno representam uma forma nova de teatro.   Na panorâmica teatral dos nossos dias, parece indispensável uma referência ao teatro de «revista». Herdeira de uma tradição vicentina e popular, a revista portuguesa conserva a liberdade de expressão, a agudeza da crítica, a abertura social que tivera o grande mestre quinhentista e mantém-se vinculada às realidades do seu tempo. O TEATRO DO SÉCULO XX

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Com tantas influências, o teatro de hoje é uma arte muito rica, muito misturada. Existe a ópera, o teatro de bonecos, o teatro-dança, os musicais, o teatro de rua, o teatro feito em espaços alternativos (como hospitais, presídios), enfim, uma mistura daquelas! Quando apareceu o cinema, há mais de cem anos, muita gente previu o fim do teatro. Dizia-se que o cinema iria substituí-lo, porque podia criar histórias com muito mais semelhança com a realidade. Mas isso não aconteceu. Quem pensava assim não percebeu que a grande riqueza do teatro é o facto de ele ser uma obra de arte viva, ou seja, depende da presença de quem actua e de quem assiste. O teatro é fascinante pois é um jogo da imaginação.

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CARACTERÍSTICAS DO TEXTO DRAMÁTICO

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TEXTO DRAMATICO / TEXTO TEATRAL O texto dramático, criado pelo dramaturgo, tem como finalidade última ser representado passando, então, a texto teatral.

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Categorias ou Elementos do Texto Dramático Acção - Desenrolar dos acontecimentos, através do diálogo e da movimentação das personagens. Estrutura da Acção Interna: Exposição - Apresentação das personagens e dos antecedentes da acção. Conflito - Sucessão dos acontecimentos que constituem acção teatral. Desfecho - Desenlace da acção. Externa: Acto - Grande divisão do texto dramático, que decorre num mesmo espaço, Cena - Divisão do acto determinada pela entrada ou saída de personagens.

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Categorias ou Elementos do Texto Dramático Personagens - Agentes da acção. ³       Principal ou protagonista - Desempenha o papel de maior importância. ³        Secundária- Desempenha papéis de menor relevo. ³ Figurante - Não desempenha qualquer papel específico, embora a sua presença física seja importante para a compreensão da acção. Espaço - Local onde decorre a acção. No texto teatral, corresponde ao espaço de representação. Tempo - Momento em que decorre a acção.

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Modalidades do Texto Dramático Discurso dramático - Texto principal constituído pelas «falas» das personagens, que podem apresentar-se sob a forma de diálogo, monólogo ou aparte. Indicações cénicas (ou didascálias) - Texto secundário constituído pelas informações do autor sobre os gestos, a entoação e a movimentação das personagens, o cenário, o guarda-roupa, a luz e o som, etc.

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O Mundo inteiro é um palco. Todos os homens e mulheres Não passam de actores. E na sua vida, um homem desempenha vários papéis.   Shakespeare

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Construção de uma ficha Informativa TEXTO DRAMÁTICO

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Ficha Informativa

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Ficha Informativa Modalidades do Discurso

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Apresentação em PowerPoint realizada por: Ana Inocêncio Língua Portuguesa – 7.º ano 3.º período 2009/ 2010

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