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[Em resultado dos trabalhos de pesquisa efectuados no âmbito da disciplina de Ciências Naturais – 8º ano] Biodiversidade nA NOSSA TERRA
[Pesquisa efectuada por Alexandre Alves, nº1, 8ºA] Mocho-galego Como é parcialmente diurno, tem o hábito de pousar totalmente exposto. Quando alarmado assume uma postura agachada, balanceando-se quando está excitado. Tem um voo rápido e ondulante.
Alimenta-se de insectos, aves, anfíbios, lagartos e cobras e até mesmo animais atropelados em vias rodoviárias. Mocho-galego Nidifica em cavidades de árvores, rochas e muros. A reprodução é realizada entre Abril e Maio. Os ninhos têm normalmente 3 a 5 ovos. A fêmea permanece no ninho durante 28 dias. A dieta das crias é essencialmente vermes e minhocas. Começam a voar por volta das 5 semanas. [Pesquisa efectuada por Alexandre Alves, nº1, 8ºA]
Macrolepiota procera É comum haver cogumelos em terrenos ácidos e costuma haver mais no Outono. [Pesquisa efectuada por Carolina Dias, nº2, 8ºA]
Macrolepiota procera Este cogumelo serve de alimento para alguns animais e alimenta-se das folhas que caem das árvores. [Pesquisa efectuada por Carolina Dias, nº2, 8ºA]
Pinguicula lusitanica É uma pequena planta firme, pouco desenvolvida, distinguindo-se facilmente das outras plantas porque apresenta uma pequena rosinha de folhas aplicadas ao solo, onde na época de floração aparece o seu caule floral que suporta uma única flor. [Pesquisa efectuada por Ana Rodrigues, nº3, 8ºA]
Pinguicula lusitanica Os insectos são atraídos para as suas folhas através de um odor a cogumelos putrefactos emitido pela planta. [Pesquisa efectuada por Ana Rodrigues, nº3, 8ºA] Após sentir a presença dos insectos a tentarem libertar-se do visco que os mantém presos, começa o enrolamento da folha de modo a envolver melhor as presas (os insectos) nas enzimas digestivas.
Pinguicula lusitanica Cresce sob o sol, e só apenas à sombra de gramíneas pequenas. Cresce principalmente em pântanos de Sphagnum (um género de musgo), e pode ser submersa por alguns centímetros (ou mais) em poucos dias, a maior parte do tempo durante as chuvas. [Pesquisa efectuada por Ana Rodrigues, nº3, 8ºA] Os seus principais inimigos são os caracóis e as lesmas.
Raposa-Vermelha Têm hábitos nocturnos e crepusculares (excepto em lugares de pouca movimen-tação, onde podem ser vistas durante o dia). Estas raposas encontram-se em climas temperados, não habitando assim zonas de climas equatoriais, tropicais e polares. É um dos carnívoros com maior distribuição geográfica. Habita a América do Norte, a Eurásia e em esparsas populações o norte da África. Também há esparsas populações na Austrália, onde foi introduzida para controlar as populações de um outro animal que também foi introduzido, o coelho. [Pesquisa efectuada por Soraia Paiva, nº5, 8ºA]
Raposa-Vermelha Caça geralmente animais pequenos como coelhos e lebres, mas a sua ementa pode estender-se a roedores, aves, insectos, peixes, ovos, e frutos. Em caso de necessidade, este animal pode alimentar-se de restos de comida humana e animais mortos, tudo isso devido à sua grande capacidade de adaptação. Nos EUA é conhecida por ser "ladra de galinheiros". Come em média 500g de comida todos os dias. Tem cerca de 20 esconderijos para comida podendo lembrar-se de todos eles. [Pesquisa efectuada por Soraia Paiva, nº5, 8ºA]
Raposa-Vermelha A fêmea tem entre 4 e 5 crias uma vez por ano. Ambos (pai e mãe) cuidam dos filhotes. Vive em tocas protegidas pela vegetação, sendo estas construídas por ela mesma ou aproveitadas de antigas tocas de coelhos e texugos. Vive em grupos formados na sua maioria por um macho adulto e várias fêmeas. [Pesquisa efectuada por Soraia Paiva, nº5, 8ºA]
A POUPA Cientificamente é conhecida por Upupa epops. A principal característica dos ninhos das poupas é talvez o seu cheiro extremamente desagradável. [Pesquisa efectuada por André Rodrigues, nº6, 8ºA] O mau cheiro não se deve a falta de higiene no ninho, pois sabe-se que a fêmea o limpa cuidadosamente de todos os detritos, mas representa uma estratégia contra predadores.
A POUPA Esta ave não pesa mais que 80 gramas e tem uma esperança média de vida de 11 anos. [Pesquisa efectuada por André Rodrigues, nº6, 8ºA] Desconfiada, passa grande parte do tempo a alimentar-se no solo. Caminha errantemente, mudando constantemente de direcção. Passa o Inverno em África.
A POUPA Faz os seus ninhos em buracos de árvores e muros de pedra. Alimenta-se essencialmente de minhocas e insectos. No último século desapareceu da Suécia, Holanda, Bélgica e grande parte da Alemanha, sobretudo devido à alteração das práticas agrícolas e à introdução do uso de insecticidas. [Pesquisa efectuada por André Rodrigues, nº6, 8ºA]
Milhrafre Preto Nome científico: Milvus migrans Este animal alimenta-se de carne morta, de peixe e por vezes de restos de lixo que encontra nas lixeiras da zona em que vive. [Pesquisa efectuada por Andreia Rodrigues, nº7 e Carina Fernandes, nº9, 8ºA]
Milhrafre Preto Podemos encontrar uma ave destas em muitos locais, mas com mais frequência em zonas com massas de água, como grandes rios e albufeiras. Também o encontramos certamente em zonas florestais que contenham sobro, azevinho, pinhais diversos, vales e terrenos planos. [Pesquisa efectuada por Andreia Rodrigues, nº7 e Carina Fernandes, nº9, 8ºA]
Milhrafre Preto O milhafre preto, para obter alimento, persegue alguns seres como por exemplo o gavião Accipiter nisus e o peneireiro-malhado, para lhes retirar o alimento (mas não come os animais que persegue). Também para obter alimento, esta ave ataca os ninhos das garças ficando-lhes assim com o peixe que estas pescaram. [Pesquisa efectuada por Andreia Rodrigues, nº7 e Carina Fernandes, nº9, 8ºA]
Salgueiro É uma espécie de árvores que está distribuída por climas temperados e frios. Esta árvore gosta de habitats húmidos sendo encontrada por vezes em margens de cursos de água ou solos húmidos. [Pesquisa efectuada por Andreia Rodrigues, nº7 e Carina Fernandes, nº9, 8ºA] Também se dá bem em solos florestais podendo ser secos, húmidos, com muita quantidade de luz e pobres, não tolerando terrenos mal arejados ou alagados de água.
Salgueiro Como tem uma floração precoce, serve de alimento por exemplo à borboleta-das-urtigas, na época em que realiza os primeiros voos. É nas plantações de salgueiro-branco ao longo do Tejo e dos seus afluentes que as garças-boieiras fazem os seus ninhos. As suas cascas e folhas servem de alimento aos castores. [Pesquisa efectuada por Andreia Rodrigues, nº7 e Carina Fernandes, nº9, 8ºA]
Urze É uma planta de solos pobres em cal, áridos e é mais constante nas montanhas do norte, onde esse tipo de solo é constante, apesar de se adaptarem bem em todo o país. [Pesquisa efectuada por Cátia Lopes, nº10, 8ºA]
Urze As abelhas extraem o seu pólen para fazer mel e transportam-no enquanto recolhem mais pólen, permitindo a estas plantas reproduzirem-se. As folhas jovens e os seus rebentos servem de alimento ao corço, entre outros. [Pesquisa efectuada por Cátia Lopes, nº10, 8ºA]
Os seus frutos – os pilritos – foram alimento para os homens da Pré-História, como o comprovam os vestígios de caroços encontrados nas ruínas de cidades lacustres. É um arbusto ou pequena árvore que pode alcançar os 10 m de altura. Pilriteiro Este arbusto é usado para fazer sebes, dado que suporta bem a poda. [Pesquisa efectuada por Filipa Simões, nº12, 8ºA]
É um arbusto ou pequena árvore que pode alcançar os 10 m de altura. Tem um tronco simples ou muito ramificado, as folhas são compridas apresentando uma tonalidade verde-escura brilhante na página superior, sendo claras e baças na página inferior. As flores são brancas róseas e os frutos são globosos ou ovóides de cor vermelha, brilhantes ou de cor castanho avermelhados. Descrição geral Habitat junto de matagais sebes bosques solos calcários Pilriteiro [Pesquisa efectuada por Filipa Simões, nº12, 8ºA]
Estas plantas dão alimento e são lugar de refúgio para numerosos insectos e aves. Pilriteiro [Pesquisa efectuada por Filipa Simões, nº12, 8ºA]
CHOUPO É originário de regiões de clima temperado e frio do Hemisfério Norte. O choupo ou álamo (género Populus) encontra-se muitas vezes ao longo de rios ou em zonas pantanosas. [Pesquisa efectuada por João Cortez, nº16, 8ºA]
CHOUPO Segundo previsões da FAO (2004), existem cerca de 70 milhões de hectares de álamo, os quais crescem em forma de bosques naturais, florestas plantadas e árvores ornamentais. A Rússia, Canadá e Ucrânia têm as maiores áreas de álamo nativos, porém, a China, Índia e Paquistão possuem as maiores áreas plantadas. [Pesquisa efectuada por João Cortez, nº16, 8ºA]
CHOUPO O choupo-negro é uma árvore frágil, exposta a doenças causadas pelo visco, por diversos cogumelos e certos insectos que escavam galerias no interior do tronco e nos ramos. Tem um sistema radicular invasivo e, por isso, não deve ser plantado perto de casas ou canalizações, uma vez que pode causar fracturas, na sua busca de água. Estas raízes muitas vezes dão origem a novas árvores e por isso os choupos podem sobreviver a fogos intensos. Pode viver 300 anos. [Pesquisa efectuada por João Cortez, nº16, 8ºA]
É uma árvore de solos frescos e profundos, de porte médio, que pode atingir cerca de 25 metros de altura. Freixo É uma árvore da família das oleáceas, a mesma família a que pertence a oliveira. A sua madeira é dura, densa, pesada, porosa, de som estridente e muito rica em agudos. É utilizada para fazer guitarras. [Pesquisa efectuada por José Lopes, nº17, 8ºA]
Carvalho-negral Família: Fagáceas Espécie: Quercus pyrenaica Grupo: Folhosas Altura: 15 a 25 m Outros nomes: carvalho-pardo, carvalho-das-beiras, carvalho-pardo-da-beira, carvalho-pardo-do-minho [Pesquisa efectuada por Micaela Santos, nº18, 8ºA]
Carvalho negral Espécie atlântica de plena luz, robusta, aprecia uma atmosfera e solos húmidos, embora possa viver em condições algo desfavoráveis. Prefere solos soltos, de textura arenosa, graníticos ou xistosos. Bem adaptada à altitude, suporta bem o frio, a neve e as geadas. Propaga-se por semente e vive entre 120 a 300 anos. [Pesquisa efectuada por Micaela Santos, nº18, 8ºA]
Erva-Abelha É uma espécie de orquídea, de climas temperados, geralmente encontrada em turfa semi-seca, sobre rochas, em dunas calcárias ou em bosques abertos. Também é chamada erva-aranha, abelheira ou, em nome cientifico, Ophrys apifera. Em Portugal é uma espécie protegida. [Pesquisa efectuada por Ana Paiva, nº1, 8ºC]
Erva-Abelha Esta planta é polinizada pelos animais como por exemplo as abelhas, que vão retirando o pólen de uma planta e levando para outra. Pode chegar aos 80 cm de altura. A sua inflorescência tem entre 4 e 15 flores grandes. [Pesquisa efectuada por Ana Paiva, nº1, 8ºC]
Gilbardeira Ocorre praticamente em todo o tipo de terrenos, mas prefere os locais frescos e sombrios, contudo não aguenta os frios e geadas das altitudes mais elevadas, ocorrendo dos 0 aos 1400m. Tolera razoavelmente a seca. É frequente nas florestas de sobreiro, de azinheira e de carvalho-alvarinho. [Pesquisa efectuada por Beatriz Lourenço, nº2, 8ºC]
Gilbardeira As suas folhas estão reduzidas a pequenas escamas membranáceas de poucos milímetros. Das axilas dessas folhas desenvolvem-se ramos espalmados em forma de folha chamados cladódios. [Pesquisa efectuada por Beatriz Lourenço, nº2, 8ºC]
Gilbardeira Tal como muitas outras plantas podem ter associadas às raízes plantas parasitas, como as pútegas (ou coalhadas) que extraem nutrientes dos vasos condutores de seiva. A gilbardeira compete com todas as plantas suas vizinhas por solo, luz e água. Os frutos, que amadurecem no Outono e Inverno, são bagas vermelhas, o alimento ideal para a fauna florestal. A libertação das sementes dá-se após a digestão feita por ruminantes. [Pesquisa efectuada por Beatriz Lourenço, nº2, 8ºC]
ruivaco Pode habitar uma grande variedade de habitats, embora pareça preferir os rios de pequena a média dimensão sem correntes fortes. Inicia deslocações para as zonas mais a montante a partir de fins de Março, quando a temperatura da água varia de 13 a 16ºC. Nome científico: Rutilus macrolepidotus [Pesquisa efectuada por Bruna Simões, nº3, 8ºC]
A Lontra Possui uma pelagem com duas camadas, uma externa e impermeável e outra interna usada para o isolamento térmico. Geralmente tem hábitos nocturnos, dormindo de dia na margem do rio e acordando de noite para buscar alimento. [Pesquisa efectuada por Catarina Rodrigues, nº4, 8ºC] O seu corpo é hidrodinâmico, preparado para nadar em alta velocidade.
A Lontra Os grupos sociais são formados pelas fêmeas e seus filhotes. Os machos não vivem em grupos e só se juntam a uma fêmea na época de acasalamento. Faz parte da lista de animais ameaçados de extinção principalmente pelo alto valor da sua pele e pela depredação dos ecossistemas a que pertence. [Pesquisa efectuada por Catarina Rodrigues, nº4, 8ºC]
Veado O seu habitat pode variar um pouco, mas encontramo-lo em florestas temperadas como as da Europa Ocidental, Norte da África e Ásia Menor. [Pesquisa efectuada por Cristiana Baeta, nº5, 8ºC]
Veado É um animal tímido e veloz que vive em manadas por razões de segurança. É perseguido por mamíferos de maior tamanho e confia na sua capacidade de correr depressa para lhes escapar. Nas florestas, pode abrigar-se do mau tempo e proteger as suas crias do perigo. Alimenta-se da grande variedade de ervas e folhas, rebentos, galhos, flores e frutos que crescem no seu habitat. [Pesquisa efectuada por Cristiana Baeta, nº5, 8ºC]
O Esquilo-Vermelho Habita em florestas de coníferas cujo clima é frio e húmido, onde devido à altura dos abetos e pinheiros, o solo não consegue receber demasiada luz. A organização social é baseada numa hierarquia de dominância entre sexos e dentro de cada sexo; embora os machos não sejam necessariamente dominantes em relação às fêmeas, os animais dominantes são normalmente maiores e mais velhos. [Pesquisa efectuada por Daniel Leandro, nº6 e Francisco Pereira, nº10, 8ºC]
O Esquilo-Vermelho Ocorre em quase toda a Europa, boa parte da Sibéria, norte da China, Península Coreana e norte do Japão: [Pesquisa efectuada por Daniel Leandro, nº6 e Francisco Pereira, nº10, 8ºC]
O Esquilo-Vermelho Alimenta-se de sementes de árvores, conseguindo limpar cones de coníferas para obter as suas sementes. [Pesquisa efectuada por Daniel Leandro, nº6 e Francisco Pereira, nº10, 8ºC] Também se alimenta de determinados cogumelos, ovos de pássaros, bagas e rebentos de plantas. Uma parte dos seus dejectos são as sementes que comeu, depositando-as no solo onde acabam por germinar, originando uma nova planta ou arvore.
O Ouriço Cacheiro É um mamífero insectívoro, que vive em temperaturas amenas e que se adaptou à vida nocturna. Está presente em habitats muito diversificados, como zonas de cultivo, jardins, bosques, prados e áreas onde o estrato herbáceo seja abundante. [Pesquisa efectuada por Daniel Leandro, nº6 e Francisco Pereira, nº10, 8ºC]
O Ouriço Cacheiro Utiliza tocas abandonadas de coelhos, troncos de árvores ou fendas em rochas como ninhos para o nascimento das crias ou para o período de hibernação. Conta com a sua coloração como camuflagem, mas quando ameaçado enrola-se numa bola expondo apenas a face coberta de espinhos. [Pesquisa efectuada por Daniel Leandro, nº6 e Francisco Pereira, nº10, 8ºC] Os seus predadores principais são as corujas e os furões.
Pica-Pau Malhado Grande Espécie trans-paleárctica que se distribui desde as florestas de coníferas boreais até aos bosques na região mediterrânica, Norte da Anatólia e do Irão, estendendo-se desde o Norte da Mongólia até à Grã-Bretanha. Em Portugal é aparentemente mais comum no Centro e Sul do território. [Pesquisa efectuada por Daniela Seco, nº7, 8ºC]
Pica-Pau Malhado Grande Nas áreas pouco arborizadas (planícies alentejanas) ou com habitat menos favorável, pode usar os postes telefónicos de madeira onde facilmente podem ser encontrados os buracos escavados por este pica-pau. Pode habitar quase todos os meios florestais. No litoral centro, é comum em zonas de pinhal, por exemplo, na região de Mira, no Pinhal de Leiria e também junto à lagoa das Braças. Ave tímida e cautelosa, está sempre alerta. [Pesquisa efectuada por Daniela Seco, nº7, 8ºC]
Pica-Pau Malhado Grande O macho e a fêmea constroem o ninho juntos. Na Primavera, ambos os progenitores escavam uma cavidade num tronco de árvore. Alimenta-se de insectos que encontra nos buracos e saliências dos troncos, ramos e pinhas das coníferas. Transporta as sementes de coníferas e pinheiros para cavidades nos cepos e troncos de árvores. [Pesquisa efectuada por Daniela Seco, nº7, 8ºC]
O Gaio – Comum ... Nas zonas mais frias (Suécia, Noruega e Polónia), as populações de gaios-comuns, migram no Outono para regiões mais a sul onde os Invernos são menos rigorosos. Pode ser encontrado numa vasta área que vai desde a Europa Ocidental até ao noroeste africano, passando por toda a Ásia continental e sudoeste asiático. [Pesquisa efectuada por Inês Cortez, nº11, 8ºC]
O Gaio – Comum ... Quando há bolotas em abundância, faz uma reserva para o Inverno escolhendo-as rigorosamente em função da sua maturidade, do seu tamanho, e da sua qualidade, evitando em particular as que estejam bichadas. O seu regime alimentar é omnívoro, variando consoante a estação do ano e a disponibilidade de alimento. [Pesquisa efectuada por Inês Cortez, nº11, 8ºC]
O Gaio – Comum ... As bolotas são enterradas no chão com o bico, e posteriormente tapadas. Aquelas bolotas que não consegue voltar a encontrar germinam muitas vezes no ano seguinte, ajudando assim à disseminação das árvores das quais provêm. [Pesquisa efectuada por Inês Cortez, nº11, 8ºC] Também pode fazer reservas em fendas de rochas, buracos de árvores e outras cavidades, reservas essas que podem conter vários quilogramas de bolotas. Estima-se que cada gaio possa dispersar um milhar de bolotas por ano.
O Gaio – Comum ... É geralmente sedentário, à excepção do período de acasalamento, em que vive temporariamente em grupo. Possui uma longevidade de 18 anos. [Pesquisa efectuada por Inês Cortez, nº11, 8ºC] O ninho é construído pelo casal, em fins de Abril ou princípios de Maio, geralmente em árvores, arbustos, árvores ocas que, em princípio, estariam destinados à coruja-do-mato.
O Tritão - Marmoreado Tem uma pele nua e susceptível à secura. Por esse motivo, habita zonas húmidas de florestas, perto de rios ou lagos. Pode ficar inactivo durante o Inverno e os meses mais quentes. [Pesquisa efectuada por Mariana Ferreira, nº15, 8ºC] Tem hábitos aquáticos durante a época de reprodução e hábitos terrestres fora desta. É muito ágil dentro de água e muito lento e desajeitado em terra.
O Tritão - Marmoreado Embora comum, não se encontra facilmente pois permanece em locais escondidos, como debaixo de troncos caídos, rochas, ou outros locais húmidos. Pode ser encontrado no sudoeste de França e no norte de Espanha e Portugal. Durante a época de reprodução (de Janeiro a Maio) pode ser encontrado em charcos, valas, tanques, poços e outros locais com água parada. Em Portugal, o limite acompanha o rio Tejo até à zona de Abrantes. [Pesquisa efectuada por Mariana Ferreira, nº15, 8ºC]
O Tritão - Marmoreado A alimentação dos adultos é constituída por larvas de insectos aquáticos, minhocas, lesmas, caracóis e às vezes larvas de anfíbios. Na fase terrestre os adultos podem ser capturados por víboras e pequenos mamíferos carnívoros. Como defesa, utilizam a fuga, secreções tóxicas das suas glândulas cutâneas e comportamentos como levantar e agitar a cauda e esticar as patas posteriores. [Pesquisa efectuada por Mariana Ferreira, nº15, 8ºC] Na fase aquática são presas de cobras de água, cegonhas, garças e lagostins-vermelhos.
Euplagia quadripunctaria É uma pequena borboleta nocturna que aparece em sítios húmidos. Tem fototaxia positiva (é atraída pela luz). Esta espécie é uma das duas únicas borboletas protegidas pela legislação comunitária existentes em Portugal. [Pesquisa efectuada por Tânia Marques, nº20, 8ºC]
Euplagia quadripunctaria Entre Julho e Agosto, as fêmeas desta espécie depositam os seus ovos sobre folhas de várias plantas. As lagartas desta borboleta alimentam-se das seguintes plantas: Eupatorium cannabinum, urtigas, Lamium, Plantago, Glechoma hederacea, mas às vezes também arbustos como Rubus, e ainda dente-de-leão e plátanos. [Pesquisa efectuada por Tânia Marques, nº20, 8ºC]
Euplagia quadripunctaria Tal como as outras borboletas, elas actuam como polinizadoras da floresta, espalhando o pólen das flores e assim permitindo a reprodução das plantas. As borboletas, para sua própria defesa voam perto da planta Eupatorium cannabinum, servindo-lhes de camuflagem. [Pesquisa efectuada por Tânia Marques, nº20, 8ºC]
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