Mediadores Tecnológicos

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http://www.youtube.com/watch?v=tQnR88mgPZg&feature=player_embedded

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http://4.bp.blogspot.com/_cR9FP35ROVo/S2Ln9_iM0hI/AAAAAAAAAQk/1708nATwrOM/s320/webconferencia.jpg

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http://4.bp.blogspot.com/_cR9FP35ROVo/S2Ln9_iM0hI/AAAAAAAAAQk/1708nATwrOM/s320/webconferencia.jpg

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Fonte: http://www.anped.org.br/reunioes/26/trabalhos/edmeaoliveiradossantos.pdf

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UNIVERSIDADE ABERTA DO BRASIL - UAB UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO – CAMPUS I PÓLO SANTO ESTEVÃO – BAHIA ESPECIALIZAÇÃO EM EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA DISCIPLINA: MEDIAÇÃO PEDAGÓGICA PROFESSORA FORMADORA: VÂNIA VALENTE TUTORA PRESENCIAL: FABIOLA PELLEGRINI PÓS - GRADUANDOS: ALBERTO AMORIM AMILTON ALVES KELMA COSTA MARIA DA CONCEIÇÃO MARIA DAS GRAÇAS

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A importância da boa comunicação http://www.slide.com/r/qmw1-9KY6z9XIgKip3VsQK309DA01GXa?cy=bb&view=large

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Educação em rede: entendendo a função dos mediadores tecnológicos “La mediación a través de tecnología digital” (Carmen Graciela Arbulú Pérez Vargas)

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Esquema 1. Contexto pedagógico e tecnológico 2. O que são mediadores tecnológicos? 3. Categorias de mediadores tecnológicos: síncrono e assíncrono 4. AVA espaço de mediação tecnológica 5. Considerações finais 6. Bibliografia

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Paradigmas da comunicação associados aos mediadores tecnológicos um-sozinho: o paradigma dos recursos (online); 2. um-para-um: o paradigma do correio electrónico; 3. um-para-muitos: o paradigma da lista de discussão (bulletin board); 4. muitos para muitos: o paradigma dos fóruns de discussão. [5. um para muitos e muitos para um: o paradigma da web conferência?].

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Outra visão dos Paradigmas Comunicacionais

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"Modernas devem ser as idéias e suas práticas libertárias e emancipadoras, e não apenas os equipamentos e máquinas controladores de tudo e de todos" José A. Klaes Roig

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1. Contexto pedagógico e tecnológico Como sinaliza Magnavita (s/d, p. 56), os avanços tecnológicos criam as condições para que novas infra-estruturas sejam erigidas, com características que, de tão inovadoras, possibilitam a troca de informações e conhecimentos que, através da reciprocidade, desfaz “fronteiras geográficas, de idade, nacionalidade, formação acadêmica ou delimitação de área científica”.

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2. O que são mediadores tecnológicos? O termo “mediadores tecnológicos” exprime a emergência de investigar, analisar e compreender as implicações das tecnologias da informação e comunicação na mediação pedagógica tanto presencial quanto à distancia A mediação através da tecnologia digital é facilitada atualmente por diversos recursos disponíveis na WEB. “O mediador pode ser uma pessoa, nesse caso um docente ou até mesmo um dispositivo que cumpra esta função” (VARGAS, 2007, tradução nossa). A utilização de mediadores tecnológicos pode potencializar o papel do professor no processo ensino-aprendizagem, mas isso requer inovação conceitual e prática em dois níveis: um impulso para o desenvolvimento e utilização de mediadores cada vez mais eficientes e sistemáticos e, ao mesmo tempo, etapas de renovação didático-metodológica do trabalho docente e discente.

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3. Categorias de Mediadores Síncrona (comunicação online) Chats Webconferência Assíncrona (comunicação offline) Fóruns São novos meios de comunicação que se revelam promissores nos atuais processos de formação online Fonte: elaborado a partir dos slides de GONÇALVES, Hilda Pinto. http://www.slideshare.net/hildapinto/formao-sncrona-e-assncrona

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Chat VANTAGENS Não se propiciam a intervenções muito reflectidas. Podem ser constrangedores para os participantes menos extrovertidos. São penalizadores para os participantes com menor destreza na manipulação de teclados. Retiram parte da “flexibilidade” de gestão do tempo. DESVANTAGENS Favorecem as intervenções espontâneas. Permite um contacto directo e imediato com o eformador, para fornecer o feedback. Geram um sentido de proximidade e pertença a um grupo. São mais “favoráveis” aos participantes com maiores destrezas de manipulação de teclados. Fonte: GONÇALVES, Hilda Pinto. http://www.slideshare.net/hildapinto/formao-sncrona-e-assncrona

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Webconferência Existem óbvias vantagens do uso destas formas “enriquecidas” de conferência, por comparação com as conferências de texto (chats). A conjugação da informação verbal e visual, o valor acrescentado da entoação, ritmo e inflexão no discurso e também da expressão facial e corporal são uma mais-valia não desprezível.

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Kratochwill (2009, p. 157) assim se refere: “[...] o fórum não [é] uma interface estática de perguntas e respostas, [mas] um espaço de construção e colaboração [...]”. Por ser assíncrono não perde a natureza dialógica, pois gera intenso movimento de “idéias” rompendo com a aparente condição estática de dispositivo. Segundo Azevedo (2006, p. 159) é preciso ampliar a investigação em torno do “potencial da interação coletiva assíncrona”. Mesmo porque não se trata de simples caracteres ou justaposição de palavras, mas de uma relação mediada por tecnologias intelectuais, articuladas, dialógicas e complexas carregadas de sentido hipertextual.

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Trata-se de acompanhar os “passos” do aluno na construção da sua aprendizagem. [...] avaliar os aprendizes como seres em movimento que são, dialógicos e dialéticos, como diria Paulo Freire, assim, no ato das suas atividades intelectuais...

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4. AVA como espaço de mediação tecnológica Segundo Miilligan (1991) AVA são softwares ligados a um computador com intuito de coordenar os diversos processos do ensino-aprendizagem. Kenski (2005) nos apresenta três características fundamentais para a garantia de uma mediação no ambiente virtual onde possibilita uma aprendizagem participativa, prazerosa e de resultado. As características são interatividade, hipertextualidade e conectividade.

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Lógica didático-pedagógica-tecnológica dos ambientes virtuais de aprendizagem

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5. Considerações finais “Para tal, é preciso deslocar a ênfase do objeto (o computador, o programa, este ou aquele módulo técnico) para o projeto (o ambiente cognitivo, a rede de relações humanas que se quer instituir).” Pierre Lévy A partir dessa compreensão, concluímos que a utilização de mediadores tecnológicos pode potencializar a mediação docente-discente, desde que haja inovação conceitual e incorporação de uma nova práxis.

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Portanto... Como afirma Valente (2010) apud Corrêa (2001:24), é necessário ir além da análise dos suportes tecnológicos para desenvolvimento de cursos à distância; é preciso ter em mente os sujeitos que serão formados por esta modalidade de ensino, independente da tecnologia que esteja mediando o processo (...) pois de nada adianta ter milhares de recursos para a interatividade se não tenho o sujeito dessa interação. Comunicar não é de modo algum transmitir uma mensagem ou receber uma mensagem. Isso é a condição física da comunicação, mas não é comunicação.(...) Comunicar é partilhar sentido [entre sujeitos]". (LÉVY, 1999)

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6. Referencial bibliográfico ARAGÃO, Cláudia Regina Dantas. A Interatividade Na prática pedagógica da EaD online: Um estudo de caso no curso Comunidades e aprendizagem e ensino Online. Dissertação (Mestrado) - Programa de Pós Graduação em educação e Contemporaneidade. Universidade do Estado da Bahia- UNEB, salvador, 2004. ARAÚJO, Júlio César. A conversação na Web: O estudo da transmutação em um gênero textual. In: MARCUSCHI, Luiz Antônio. XAVIER, Antônio Carlos (Orgs.). Hipertexto e gêneros digitais: Novas formas de construção de sentido. 2.ª edição. Rio de Janeiro: Lucerna, 2005. 196 p. AZEVEDO, Wilson. Como “detonar” com um projeto de educação online. In: SILVA, Marco (org.). Educação online: teorias práticas, legislação e formação corporativa. São Paulo: Edições Loyola, 2006, 546 p. Belloni, M. L., Educação a Distância. Campinas: Editores Associados, 1999. CHAT. In: WIKIPÉDIA, a enciclopédia livre. Flórida: Wikimedia Foundation, 2010. Disponível em: <http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Chat&oldid=20229606>. Acesso em: 25 mai. 2010. DEPRYCK, Koen. Ensino a distância: o quê, porquê e para quem? Disponível em: http://repositorioaberto.univ-ab.pt/bitstream/10400.2/454/1/Capitulo1_IAML3___.pdf Acesso em: 25 mai. 2010. DIAS, Maria Regina Álvares C.; PEREIRA, Alice Theresinha Cybis e SCHMITT, Valdenise. Ambientes Virtuais de Aprendizagem. Disponível em: <http://www.livrariacultura.com.br/imagem/capitulo/2259532.pdf> Acesso em: 26 de maio de 2010. GONÇALVES, Hilda Pinto. Formação síncrona e assíncrona. Disponível em: <http://www.slideshare.net/hildapinto/formao-sncrona-e-assncrona> Acesso em: 24 mai. 2010. KENSKI, Vani. Das salas de aula aos ambientes virtuais de aprendizagem. Campinas, Papirus, 2003. KRATOCHWILL, Susan. Avaliação da aprendizagem em uma perspectiva dialógica a partir do fórum on-line. In: SILVA, Angela Carrancho da. (org). Aprendizagem em ambientes virtuais. Porto Alegre: Mediação, 2009. 176 p.

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LÈVY, Pierre. Cibercultura - tradução de Carlos Irineu da Costa.— São Paulo: Ed. 34, 1999. 264 p. LÈVY, Pierre. A Inteligência Coletiva. São Paulo: Edições Loyola, 1998. 122 p. MAGNAVITA, Claudia. Educação a Distância: Desafios Pedagógicos. Disponível em: <http://www.unebead.adm.br/moodlecv/mod/resource/view.php?inpopup=true&id=6968>. Acesso em 27 mai. 2010. Matriz histórico-conceitual: os mediadores tecnológicos em foco. Disponível em: <http://www.ricesu.com.br/colabora/n19/artigos/n_19/id03b.htm>. Acesso em: 30 mai. 2010. Mediadores tecnológicos e temas transversais: perspectivas para educação ambiental. Disponível em: <http://www.ricesu.com.br/colabora/n19/artigos/n_19/id03c.htm> Acesso em: 30 mai. 2010. MCKIMM, J; JOLLIE, C.; CANTILLON, P. ABC of learning and teaching - Web based learning. BMJ 2003;326:870-873 ( 19 April ). Disponível em: <http://bmj.com/cgi/content/full/326/7394/ 870#otherarticles>. Acesso em: 31 maio 2005. MILLIGAN, C. Delivering Staff and Professional Development Using Virtual Learning Environments. In: The Role of Virtual Learning Environments in the Online Delivery of Staff Development. Institute for Computer Based Learning, Heriot-Watt University, Riccarton, Edinburgh EH14-4AS. October 1999. Disponível em: <http://www.icbl.hw.ac.uk/jtap-573/573r2-3.html>. Acesso em: 31 maio 2005. MORAES, R. A. Educação a Distância: aspectos histórico-filosóficos. In: Linguagens e interatividade em Educação a Distância ed. Rio de Janeiro: DP&A, 2003. OKADA, Alexandra Lilavati Pereira. A mediação pedagógica e a construção de ecologias cognitivas: um novo caminho para a educação a distância (2001). Disponível em: <http://people.kmi.open.ac.uk/ale/chapters/c02futura2003.pdf> Acesso em: 23 mai. 2010. OLIVEIRA, Maria Olívia Matos. Educação, globalização e os desafios da aprendizagem online. In: educação, tecnologias e representações sociais. Salvador: Quarteto Editora, 2007. PEREIRA, A. T. C.; SCHMITT, V.; DIAS, M. R. A C. Ambientes Virtuais de Aprendizagem. In: PEREIRA, Alice T. Cybis. (orgs). AVA - Ambientes Virtuais de Aprendizagem em Diferentes Contextos. Rio de Janeiro: Editora Ciência Moderna Ltda., 2007.

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SANTANA, Camila; ALVES, Lynn. Psicologia ecológica: especialização em EAD / Camila Santana; Lynn Alves. Salvador: UNEB/NEAD, 2009. (Educação e Tecnologias da Informação e Comunicação). 64p. VALENTE, Vânia Rita. Mediação pedagógica: especialização em EAD. Disponível em: <http://www.unebead.adm.br/moodlecv/mod/resource/view.php?inpopup=true&id=7019>. Acesso em: 30 mai. 2010. VARGAS, Carmen Graciela Arbalú Pérez. Didactica, diseño, producción y ejecución de webquest a través de mediador tecnológico. Disponível em: <http://www.slideshare.net/kamuka/didactica-diseo-produccin-y-ejecucin-de-webquest-a-travs-de-mediador-tecnologico> Acesso em: 30 mai. 2010. WEBCONFERÊNCIA. In: WIKIPÉDIA, a enciclopédia livre. Flórida: Wikimedia Foundation, 2009. Disponível em: <http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Webconfer%C3%AAncia&oldid=18018537>. Acesso em: 25 mai. 2010.

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