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Bibliotecas escolares, literacia e currículo
Bibliotecas do sec. XXI
Este AN2 está feito há dois anos; teria decerto um formato diferente hoje. Vamos repensá-lo e adaptá-lo; Público alvo professores bibliotecários + todos os professores, sem excepção; Os pontos básicos devem ser sempre explorados tento em conta a função da BE à luz das transformações / inovações tecnológicas / paradigma digital / literacias criticas… Nesta 1ª fase (por opção PTE,) destina-se aos professores bibliotecários (portaria 756/2009); Alguns pontos prévios: 1. 2. 3.
Será, portanto necessário: realizar um diagnóstico gestão em função dos formandos que têm; As metodologias (ou seja ,a segmentação das sessões) devem ser ajustadas aos públicos, tendo em conta a evolução que se verificou nestes dois anos; Por fim…. A proposta que está no ponto 6 não é vinculativa! Ela deve ser gerida e planificada pelos formadores em função dos públicos. 4. 5. 6.
TIC e novos contextos e dispositivos digitais. Momentos de trabalho: 1 Dia 18, 11h – 13h
Biblioteca escolar. Momentos de trabalho: 2 Dia 18, 15h30 – 16h30
Exploração de recursos físicos e digitais (existente na BE ou no Portal da Escola). Momentos de trabalho: 3 idem
Utilização integradora de dispositivos ou equipamentos que permitam o acesso e produção de informação. Literacias implicadas. Definição de conceitos. Momentos de trabalho: 4 Dia 19, 9h – 11h
Processo de pesquisa de conhecimento. Momentos de trabalho: 5 Dia 19, 11h30 – 13h
Construção de uma escola promotora de literacias e competente no uso dos recursos de informação. Momentos de trabalho: 6 Dia 19, 14h – 16h
Avaliação. Processo formativo. Momentos de trabalho: 7 Dia 19, 16h30 – 19h
Que diagnóstico ? Nº de resposta recolhidas: 12 (86%) Universo: 14
Que diagnóstico ?
Que diagnóstico ? Nº de resposta recolhidas: 12 (86%) Universo: 14
Que diagnóstico ? Nº de resposta recolhidas: 12 (86%) Universo: 14
Que diagnóstico ? Nº de resposta recolhidas: 12 (86%) Universo: 14
Que diagnóstico ? Enquanto formador(a), em que aspectos se sente: 6.1. Mais competente e/ou mais confiante Organização de experiências de aprendizagem em e-learning Fomento de aspectos motivacionais Promoção de trabalho colaborativo Tecnologias Nos domínios relacionados com: Gestão da BE; Dinamização de actividades no âmbito da promoção da leitura, literacias da informação e da leitura. Apoio ao currículo Utilização de recursos digitais para divulgação e trabalho de partilha, nomeadamente plataformas moodle. Apenas ainda fui formadora, no âmbito da BE, de 3 turmas de assistentes operacionais, pelo que ainda não possuo experiência a outro nível. Conceber e gerir projectos de formação. …
Que diagnóstico ? Enquanto formador(a), em que aspectos se sente: 6.1. Menos competente e/ou com maiores dificuldades Burocracias Manutenção de páginas web, com recurso a ferramentas da web 2.0 Há já um número significativo de colegas com formação acrescida na área das bibliotecas escolares, pelo que não penso que seja fácil facultar-lhes formação. Muitos colegas irão frequentá-la considerando essencialmente a oferta. Conciliar tudo o que gostaria de transmitir com o tempo disponível para o efeito. No uso de algumas novas tecnologias. Eventualmente dificuldades com o equipamento e com o nível em que os formandos se encontrem em relação à utilização das TIC. Avaliação de formandos Componente teórica. …
Que diagnóstico ?
Que diagnóstico ?
Que diagnóstico ? Quais as maiores dificuldades que antecipa... 9. ... na utilização das TIC com os futuros formandos: Algum eventual desconhecimento de ferramentas web 20 Inglês. Livros digitais – resistência... Existe uma grande heterogeneidade relativamente às condições e aos equipamentos TIC nas BE e isso, pode levar a que haja quem consiga facilmente trabalhar e ganhar o gosto pela utilização destes equipamentos ou resistir pela falta de equipamentos eficazes a uma boa utilização e realização de tarefas com qualidade. Da experiência que tenho com os PBs que acompanho, apenas uma PB não trabalhava com o computador, pelo que espero que os colegas que vou encontrar estejam ao mesmo nível que os meus PBs
Que diagnóstico ? 10. ... na sua preparação e desenvolvimento das acções de formação que vai dinamizar? Nenhumas As condições e qualidade dos equipamentos que me forem disponibilizados. Por outro lado, o possível grupo de formandos ser heterogéneo, consoante os conhecimentos e/ou práticas de cada um. Penso que muitas das dificuldades poderão ser superadas através da partilha, ou seja, do diálogo constante entre todos nós. Conciliar os trabalhos necessários com algumas tarefas que possam surgir na Escola. Ainda não constatei dificuldades. Programa demasiado extenso para ser leccionado em 15 h e eventualmente o número de formados em cada turma. Não conhecimento antecipado das competências dos formandos. …
Que diagnóstico ? 11. Indique se conhece algumas experiências de utilização das TIC no contexto da BE/CRE e, em caso afirmativo, descreva-as sucintamente: Em blogues de Bibliotecas. Com o Twitter Com o facebook. Com o Diigo. No uso de ferramentas web 2.0 no blogue. Divulgação através de blogues. Utilização de Moodle para distribuição de documentos. As BE que possuem boas condições e bons equipamentos utilizam as TIC como um recurso indispensável, não só como apoio às próprias actividades que dinamizam, como para divulgação do que vão realizando. Por outro lado, serve como recurso para a gestão e organização das BE. Também são um importante meio de comunicação. Uma candidatura de mérito na ES de Cantanhede - O Projecto e-Tic da Informação.
Que diagnóstico ? 12. Na sua opinião, quais os temas/questões que considera mais relevantes na utilização das TIC no âmbito do trabalho da BE/CRE? Colocá-las ao serviço das aprendizagens dos alunos e ao serviço do currículo Web social na promoção dos serviços da BE Produção e divulgação de conteúdos: Gestão da colecção; - Apoio ao currículo; - Literacias da informação; - Promoção da leitura, através da utilização de livros digitais, por ex. O ensino em contexto curricular de competências de informação. Qualquer um dos que referi anteriormente ou muitos outros possíveis desde que tenham um objectivo bem definido, uma aplicação (com margem de progressão). Quaisquer que sejam devem ser em quantidade adequada ao timing da acção a ministrar.
Que diagnóstico ?
Que diagnóstico ?
Que diagnóstico ?
Que diagnóstico ?
Que diagnóstico ? Produção Web Produção de Recursos Educativos Digitais Software de Gestão Bibliográfica
Para começar…
Quais afinal os padrões de excelência de um professor bibliotecário?: 1. Conhecimento profissional O professor bibliotecário.... 1.1. conhece os princípios da aprendizagem ao longo da vida; 1.2. sabe o que é aprender e ensinar de forma em várias áreas curriculares e níveis de desenvolvimento; 1.3. tem um conhecimento profundo da comunidade escolar e do currículo; 1.4. tem um conhecimento especializado da informação, recursos, tecnologia e gestão de biblioteca.
2. Prática profissional 2.1. envolve e desafia os alunos num ambiente de aprendizagem apoiante e rico em informação; 2.2. planifica e reúne recursos colaborativamente programas curriculares que incorporam resultados em termos de literacia da leitura e de informação; 2.3. disponibiliza serviços de informação e biblioteca exemplares de acordo com os padrões nacionais; 2.4. avalia a aprendizagem dos alunos, serviços e programas de biblioteca que informem sobre práticas profissionais. Quais afinal os padrões de excelência de um professor bibliotecário?:
Quais afinal os padrões de excelência de um professor bibliotecário?: 3. Compromisso profissional 3.1. modela e promove a aprendizagem ao longo da vida; 3.2. compromete-se com os princípios da aprendizagem e da biblioteca; 3.3. demonstra liderança no seio da comunidade educativa; 3.4. participa activamente nas redes de educação e profissionais. (traduzido do documento "Standards of professional excellence for teacher librarians" disponível em http://www.asla.org.au/docs/TLstandards.pdf Consultado a 24 de Maio de 2010)
Aprender e ensinar na era digital Em pleno século XXI, o que torna o ensino e a aprendizagem diferentes?
Multimédia Interactividade Conectividade Ambientes digitais Aprender e ensinar na era digital novas formas de aprender?
Mas que novas formas de aprender são essas? O que é que muda na Educação? Qual o papel do Professor? Do livro? Do responsável pela Biblioteca? Na era digital haverá ainda lugar para as formas de ensinar e aprender que foram válidas para as gerações anteriores? Aprender e ensinar na era digital
Antes… Espaços de aprendizagem:
Agora… Espaços de aprendizagem:
proporciona uma enorme diversidade de formas de apropriação de conhecimento Espaço virtual = mais rico, mais vasto que o de qualquer escola Inúmeras possibilidades… …simular a realidade … interagir com pessoas em muitas partes do globo … aceder a múltiplas formas de texto, som, imagem e vídeo… Amplia-se o espaço do individuo dando-lhe a oportunidade de interagir com o maior número de pessoas em situações diferentes. O digital…
Ensinar a pensar… Ensinar a escrever… Ensinar a dominar a linguagem oral… Ensinar a inovar e ser criativo… Ensinar a trabalhar em equipa. Ajudar o aluno a relacionar os conhecimentos e aplicá-los em situações reais. Hoje em dia, para isso, o professor dispõe de variadíssimos recursos que estão disponíveis em qualquer lugar. Qual o papel do professor ?
Em conclusão, como aprendemos?
Conclusões do 10º Congresso Nacional de Bibliotecários, Arquivistas e Documentalistas (via Blogue "Entre Estantes" ) - O reconhecimento da informação como recurso estratégico para a educação, a cidadania, a coesão social e o desenvolvimento económico; E o professor-bibliotecário?
- A necessidade premente de definição e implementação de uma política nacional de informação que, à semelhança do que sucede na generalidade dos países desenvolvidos, se constitua como instrumento fundamental para o progresso do país; E o professor-bibliotecário?
- A urgência da aprovação, antecedida de consulta a entidades e organizações representativas, de um quadro legislativo coerente que suporte a política nacional de informação e o desenvolvimento dos sistemas que a materializam; E o professor-bibliotecário?
- A constatação de que as bibliotecas públicas, escolares e académicas são importantes veículos de acesso à informação, de promoção da literacia de informação e podem desempenhar um papel fundamental no âmbito das políticas de aprendizagem ao longo da vida, sendo assim de extrema importância o investimento em programas de promoção de literacia da informação; E o professor-bibliotecário?
- O reforço dos sinais positivos já referidos implica que os profissionais e as instituições interiorizem uma cultura de mudança, que incorporem meios, tecnologias, serviços web emergentes e ferramentas de web social, e que se estabeleçam políticas e incentivos que premeiem a inovação e as boas práticas. E o professor-bibliotecário?
Em grupos de 3, solicitamos aos formandos que, em cerca de 15 minutos, realizem uma reflexão crítica sobre o papel da TIC na função do professor-bibliotecário, enquadrando as suas perspectivas e experiências pessoais tanto quanto o possível. Devem escolher um porta-voz que, no final, num único parágrafo sintetize a discussão / partilha. Actividade:
À medida que cada vez mais recursos estão presentes na web, quer alunos quer professores precisam de novas competências ao nível da literacia digital. in Guia para ambientes de aprendizagem digitais (http://guide2digitallearning.com/tools_technologies/tips_web_literacy) Plataformas, ferramentas e ambientes digitais
Conhecimento, exploração, validação, uso ético e seguro em contexto social e educativo das ferramentas referidas: Segundo o “ Guia para ambientes de aprendizagem digitais” 1, quer alunos, quer professores, precisam de novas competências ao nível da literacia digital à medida que cada vez mais recursos estão presentes na web.
1. Ler os endereços de url para obter informação; 2. Procurar informação sobre o autor; 3. A secção "Sobre" de um sítio web; 4. Ler cuidadosamente os sítios web; 5. Ler cuidadosamente as mensagens de correio electrónico; 6. Reconhecer publicidade; 7. Procurar datas; 8. Fazer triangulação; 9. Ser céptico. Como aprender melhor com estes recursos?
Que ferramentas ? Para quê? plataformas marcadores sociais blogues e wikis narrativas digitais e podcasting partilha pesquisa online a. g. f. c. b. d. aplicações Google e.
Pesquisa online ferramentas web 2.0 e software livre: a. O Google é um dos motores de pesquisa mais poderosos. O domínio de algumas estratégias de pesquisa, bem como o recurso a guiões potenciam a produtividade. Ver também iniciativa Microsoft “Critical Thinking in the Classroom”. Para saber mais …
Plataformas ferramentas web 2.0 e software livre: b. De uma forma geral, têm-se generalizado, quer no Ensino Superior, quer no Básico, plataformas de gestão da aprendizagem que permitem, de forma mais ou menos acessível, a disponibilização de conteúdos e actividades aos alunos e, frequentemente, a colaboração. Ver exemplo. Para saber mais …
Blogues e wikis ferramentas web 2.0 e software livre: c. Os blogues são páginas web de fácil edição que adoptam um conceito cronológico. As wikis são ferramentas de edição colaborativa, rápida e fácil de documentos. Para saber mais …
Marcadores sociais ferramentas web 2.0 e software livre: d. Trata-se da possibilidade de criar e gerir um sistema de marcadores ou favoritos disponíveis online de forma gratuita, pública ou privada,. Os favoritos podem – e devem – ser classificados através de um sistema de etiquetas. Ver exemplo. Para saber mais …
Aplicações Google ferramentas web 2.0 e software livre: e. As aplicações Google dizem não apenas respeito aos Google Docs (edição de texto, folhas de cálculo/formulários e apresentações) mas também ao Calendário, Google Talk, Google Sites, entre várias outras que permitem desenvolver trabalho colaborativo de forma fácil a quem tiver uma conta Gmail. Para saber mais …
Narrativas digitais e podcasting ferramentas web 2.0 e software livre: f. Podemos dizer que a narrativa digital é uma evolução natural da arte de contar histórias que recorre às ferramentas tecnológicas da idade digital. O podcasting é uma forma de publicação de arquivos de media digital (áudio, vídeo, foto, PPS, etc…) pela Internet, através de um feed RSS, que permite aos utilizadores acompanhar a sua actualização. Exemplo (1) Para saber mais …
Partilha ferramentas web 2.0 e software livre: g. Há diversas ferramentas que permitem disponibilizar apresentações powerpoint de forma automática ou, em alternativa, realizar apresentações bastante criativas. Ver estas apresentações (1) e (2). Para saber mais …
Catalogação social ferramentas web 2.0 e software livre: h. Este tipo de serviços (LibraryThing, Shelfari, …) permite construir uma rede social em torno de livros e de leitura. Constrói-se uma prateleira virtual onde dispomos e apresentamos as nossas leituras, trocamos impressões de leitura, etc. Ver exemplo. Para saber mais …
Redes sociais ferramentas web 2.0 e software livre: i. Nos últimos anos, redes sociais como o Twitter e o Facebook têm-se afirmado como verdadeiros espaços de interacção, colaboração e partilha podendo ser usados com fins diversos. Ver exemplos (1), (2) e (3). Exemplo de wiki agregando experiências (em Espanha). Para saber mais …
Quadro Interactivo Multimédia (e software ActivInspire) Outras ferramentas : Nos últimos anos, as nossas escolas têm sido dotadas de diversos equipamentos, nomeadamente QIM. A marca que ganhou o mais recente concurso do ME disponibiliza não apenas uma excelente rede de conhecimento e partilha (www.prometheanplanet.com) como um dos mais completos softwares de produção de recursos. Exemplos: (1) e (2) Para saber mais … j.
Google Earth Outras ferramentas : O Google Earth é, sem dúvida, uma das aplicações Google mais poderosas. Permite sobrevoar qualquer parte da Terra para visualizar imagens de satélite, mapas, relevo, edifícios 3D, desde as galáxias no espaço até aos vales submarinos. Podemos ainda explorar conteúdo geográfico complexo, guardar os locais visitados e partilhá-los. Exemplo (1) Para saber mais … k.
Edição de Imagem e Animação Outras ferramentas : Para saber mais … Hoje em dia é possível também recorrer a uma série de ferramentas online ou de software livre quer para realizar edição de imagem, quer para fazer banda desenhada e animação 3d. Exemplos (1) (2) l.
Organização de fontes Outras ferramentas : Para saber mais … O Zotero é uma das ferramentas mais poderosas para a organização de fontes e citações. Funciona como uma extensão do Firefox e permite a criação automáticas de bibliografias, por exemplo. m.
Produção de livros electrónicos Outras ferramentas : Para saber mais … Além de ferramentas como o issuu, o yudu , o myebook e o calameo que permitem o carregamento e armazenamento de ficheiros em pdf e a criação de códigos html incorporado, o Calibre dá-n s a possibilidade de gerar ficheiros .epub. Exemplos (1) e (2) n.
Problemáticas levantadas pelo uso das tecnologias: Ausência de espírito crítico Redução da imaginação e criatividade Alterações nas relações pessoais Plágio Questões éticas Dificuldades de acesso à web ... Conhecer: Projecto SeguraNet.
Literacias críticas no contexto de uma escola do século XXI Como pode a BE desenvolver a sua acção para o desenvolvi-mento destas três literacias?
Literacias críticas no contexto de uma escola do século XXI Trata-se da capacidade de cada indivíduo compreender e usar a informação escrita contida em vários materiais impressos, de modo a atingir os seus objectivos, a desenvolver os seus próprios conhecimentos e potencialidades e a participar activamente na sociedade. Literacia da Informação
Literacias críticas no contexto de uma escola do século XXI Esta expressão pretende designar o uso eficaz dos computadores, redes, telemóveis, etc e com a informação assim disponibilizada. Literacia digital
Literacias críticas no contexto de uma escola do século XXI Literacia tecnológica Este tipo de literacia dirá respeito aos conhecimentos e competências básicas (bem como atitudes positivas) relativamente às tecnologias que levam as pessoas a lidar com elas de modo confiante no dia-a-dia.
Literacias críticas no contexto de uma escola do século XXI Literacia e TIC
Que competências em literacia da informação? O desenvolvimento de competências nesta área permite: - Planear uma pesquisa sistemática e exaustiva/abrangente; - Utilizar técnicas de pesquisa avançada para encontrar as informações mais relevantes; Desenvolver estratégias para se manter actualizado na sua área temática; (…)
Que competências em literacia da informação? - Avaliar criticamente as informações utilizando uma abordagem estruturada ; - Gerir o grande volume de informação encontrada ao longo da sua investigação ; - Apresentar a informação de forma eficaz ; - Compreender as questões jurídicas e éticas relacionadas com a recolha e utilização da informação.
Que processo? A literacia da informação é um processo de aprendizagem pelo qual… …. se identifica uma necessidade ou se define um problema; …. se procuram recursos eficazes; … se reúne e consome informação; … se analisa e interpreta a informação; … se sintetiza e comunica com eficácia a informação e … se avalia o processo. 1
Quando? As competências da informação constituem ferramentas de aprendizagem ao longo da vida, induzindo o desenvolvimento cognitivo do aluno. A literacia da informação deve ser integrada transversalmente no currículo. As aprendizagens tornam-se mais significativas quando operacionalizadas de forma interdisciplinar e/ou ligadas a necessidades ou problemas da vida real. in CTAP Information Literacy Guidelines K-12 http://www.ctap4.org/infolit/
E a literacia digital? Neste domínio, acredita-se que o conhecimento que se tem do funcionamento de determinados equipamentos como o computador, o telemóvel, etc., bem como a sua utilização eficaz na procura e gestão de informação podem trazer ganhos enormes para a aprendizagem. Logo, também cabe à escola em geral e à BE em particular a promoção dessas competências. Iniciativas como o PTE têm procurado responder a este desafio.
E então, a literacia tecnológica? À escola, aos educadores, à BE também cabe o papel de ajudar a compreender a tecnologia e avaliá-la de modo a que do seu uso se possam tirar os maiores benefícios. Pressupõe não só habilidades mas pensamento crítico na selecção daqueles que serão os equipamentos e ferramentas mais eficazes para o desenvolvimento das restantes literacias.
o que são recursos educativos abertos? O conceito de Open Educational Resources (Recursos Educativos Abertos – REA ), surge pela primeira vez em 2002 (UNESCO). Trata-se de recursos orientados para o ensino, que se encontram ao abrigo de licenças que podem permitir a sua adaptação, utilização e partilha, como por exemplo Creative Commons License.
recursos educativos abertos A diversidade de abordagens pedagógicas e perspectivas culturais diversas é um dos aspectos fundamentais dos REA, pelo que eles permitem novas formas de trabalhar em ambientes educacionais. Por outro lado, a expansão de ferramentas web 2.0 (wikis, blogues, redes sociais,…) tem contribuído para o desenvolvimento dos REA, criando uma grande comunidade de partilha e entreajuda entre educadores, dos mais diversos pontos do Planeta. (Ver exemplo). Para saber mais …
Desafiamos os formandos a conceber uma actividade que possa ser usada em contexto de formação e que tenha um ou mais dos seguintes objectivos: organização da informação; produção colaborativa de informação. (tempo-limite: 30-45 min.) Dentro do possível, deverão recorrer a uma ou mais das ferramentas referidas. Actividade:
De que modo são estas questões importantes no contexto do processo de auto-avaliação da BE? - Coordenação da BE com as diferentes estruturas curriculares (A.1.1.) - ligação da BE ao PTE e outros programas e projectos de inovação pedagógica e formação (A.1.4.) - Colaboração da BE com os docentes na concretização de actividades curriculares desenvolvidas no espaço da BE ou tendo por base os seus recursos (A.1.6.) Avaliação da qualidade e do impacto do trabalho desenvolvido:
- Promoção de ensino em contexto de competências de informação (A.2.2.) - Promoção de ensino em contexto de competências tecnológicas e digitais (A.2.3.) - Impacto da BE nas competências tecnológicas, digitais e de informação dos alunos (A.2.4.) Avaliação da qualidade e do impacto do trabalho desenvolvido:
Algumas propostas para discussão e trabalho colaborativo: Definição dos Critérios de avaliação dos formandos (vossos e dos vossos formandos); Construção da Grelha de Avaliação do objecto/trabalho final. Como organizar o processo de avaliação:
Critérios de avaliação - proposta inicial: Assiduidade; Participação nas sessões [presenciais]; Percurso dos participantes ao longo da formação; Produção de materiais. Que critérios de avaliação: Produto final: proposta de intervenção na Escola / BE apoiada em ferramentas web 2.0
Que critérios de avaliação: Participação nas sessões Participação activa no debate das temáticas da acção. Partilha de práticas e materiais. Apreciação de recursos produzidos na formação mediante grelha com indicadores. Contributos para a organização do trabalho e ferramentas utilizadas na formação de professores.
Que critérios de avaliação: Percurso ao longo da formação Concretização dos objectivos da acção e da modalidade de formação (O formando: ultrapassou dificuldades e evidenciou capacidades técnicas e pedagógicas necessárias à formação).
Que critérios de avaliação: Produção de materiais Elaboração de um plano de intervenção. Elaboração de um recurso constante do plano com uma ferramenta. Adequação do plano e do recurso ao contexto em que vão ser utilizados.
Não esquecer… objectivos desta modalidade de formação: a) Actualização e aprofundamento de conhecimentos, nas vertentes teórica e prática; b) Aquisição e desenvolvimento de capacidades e de instrumentos de análise e problematização das experiências dos professores em formação; c) Aperfeiçoamento das competências profissionais.
Face ao apresentado e a todas as reflexões que fizemos, gostaríamos que, em trabalho de pares, os formandos organizassem: Um cronograma da acção de que irão ser formadores (15h); Uma grelha de observação / avaliação que possa ser usada no contexto da formação (tempo-limite: 30-45 min.) Actividade (se sobrar tempo) :
Bom trabalho!
Summary: Apresentação de apoio à formação "Bibliotecas escolares, literacia e currículo" (RBE/PTE)
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