Regionalismos

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Regionalismos Brasileiros

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Escola Municipal de Ensino Fundamental Rui Barbosa Carolina Renata Stülp Jenifer Martins Schaeffer Kauane E. Mello Furtado Turma 91 Professora Melissa Português Campo Bom, Maio de 2010.

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Como Falam os Brasileiros A Obra “Como falam os brasileiros”, alberga dentre outras questões, a variação linguística no território brasileiro. Na introdução do livro, há um enfoque sobre a linguagem, sobre a sua função sócio-comunicativa e sobre os diversos regionalismos brasileiros da fala.

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O que é regionalismo? Regionalismo é o conjunto das particularidades linguísticas de uma determinada região geográfica, decorrentes da cultura lá existente. Uma de suas principais expressões é o dialeto.

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Regionalismo no Brasil O regionalismo no Brasil é muito diferenciado, temos culturas e povos do mundo inteiro. Em cada região brasileira a língua portuguesa sofreu diferentes influências culturais, e por isto incorporou diferentes formas de expressão, o que aos poucos deu origem a diferentes dialetos.

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Contexto histórico Ao longo do século XIX, surgem escritores voltados à produção de obras saudosistas, que se propõem a realizar uma retomada romântica do Brasil. Por conta disto, costuma-se estudar o regionalismo a partir dos romances coloniais de José de Alencar e das poesias indianistas de Gonçalves Dias, que nascem daquela aspiração patriótica de fundar a nobreza do país em um passado mítico.

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Figuras de Linguagem Figuras de linguagem são estratégias que o escritor pode aplicar no texto para conseguir um efeito determinado na interpretação do leitor. São formas de expressão mais localizadas em comparação às funções da linguagem, que são características globais do texto. Podem relacionar-se com aspectos semânticos, fonológicos ou sintáticos das palavras afetadas.

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Aspectos da Região Sul A história da Região Sul é marcada pela grande imigração européia, pela Guerra dos Farrapos, também chamada de Revolução Farroupilha e mais recentemente pela Revolução Federalista, com seu principal evento o Cerco da Lapa. Outra revolta ocorrida na história da região foi a Guerra do Contestado, de caráter religioso.

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Gírias do Sul Rio Grande do Sul Bah = interjeição multiuso Tri = bastante Trocinho = pessoa Guisado = carne moída Um quadro = pessoa engraçada Sinaleira = semáforo Parada de ônibus = ponto de ônibus Massinha = pão doce Cacetinho = pão francês Negrinho = brigadeiro (doce)

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Paraná Vina = salsicha Mala = pasta, mochila Chineca = pão doce Bergamota = tangerina Jacú = brega Borrachudo = mosquito Dar uma banda = dar uma volta Tigrada = vileiros, manos Bater um fio = ligar Tipo... = por exemplo

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Santa Catarina Mandrião = malandro Tanço = desajeitado Arrombassi = arrasou Acachapado = cansado, desanimado Atoxei = colocar demais Biju = pessoa bonita Cosca no lombo = querendo apanhar Malinagem = malvadeza Te arranca daí = sai daí

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Amigo Punk Amigo punk Escute este meu desabafo Que a esta altura da manhã Já não importa o nosso bafo Pega a chinoca, monta no cavalo E desbrava esta coxilha Atravessa a Oswaldo Aranha E entra no Parque Farroupilha Amanhecia e tu chegavas em casa com asa A tua mãe dá bom dia E se prepara pra marcar O gado com o ferro em brasa E não importa se não tem lata de cola Eu quero agora é sestear nos meus pelego Com meu cavalo galopando campo afora O meu destino é Woodstock, mas eu chego Aonde eu ouço a voz da cordeona Já escuto o gaiteiro puxando o fole Vai animando a gauderiada no bolicho Enquanto eu sigo detonando o hardcore Audio: Graforréia Xilarmônica

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Referências bibliográficas www.universia.com.br www.giriasdosul.com.br pt.wikipedia.org

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Sudeste

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João Vinicius Weber Juan Dutra de Souza Ezequiel Luis Röhsler Bruna Gabrieli Gonçalves 9ª 92 Melissa Português Campo Bom, maio de 2010

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Gírias Abobrinha: Besteira Agroboy: Playboy Baranga: Mulher Feia Cabuloso: Coisa estranha Capilé: Dinheiro Encafifar: Desconfiar Latão: Ônibus Onda: Moda Tanajura: Mulher com bunda grande Rebú: Bagunça ou briga

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Características da Linguagem Minas Gerais: Uai; E ai cume qui oce tá indo? Esse trem ... São Paulo: Ô lôco! Meu... mano; mermão; Tu foi pra balada? (versão paulista) Rio: Irado!!! "Colé... "show de bola" "Azarar a mulherada" Tu vai pra night? (versão carioca) Espírito Santo: Vou te pocar (encher) de porrada... povo "de fora" pão de sal ao invés de pão francês.

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Os mineiros falam cantado e usam palavras como "trem" para definir qualquer coisa. Como nas frases: "Mas que trem bom" ou "Esse trem não está funcionando", que podem ser algo como "Mas que bolo bom" ou "Esse rádio não está funcionando". Já os cariocas têm o famoso "s" chiado, como em "escorregador" e "espinafre" que faz o som de "excorregador" e "expinafre". E também o "r" puxado.

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ASSALTO Ora meu.. Isso é um assalto, meu... Alevanta os braços, meu... Passa a grana logo, meu... Mais rápido, meu, que eu ainda preciso pegar a bilheteria aberta para comprar o ingresso do jogo do Corinthians, meu... Pô, se manda, meu...

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Aichã Ivanc Zuk 9º 91 Português Melissa Campo Bom, Maio de 2010. SUDESTE

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Gírias do sudeste Angú: Bagunça Breu: Lugar escuro Cambetiá: Pender, cambalear Dá boi: Facilitar Embuchá: Engravidar Fino: Cigarro estreito de maconha Goiaba: Bobo, idiota, ingênuo Home: Homem ou Polícia

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Inté: Até Jaco: Jaqueta Lupa: Óculos escuros Manjá: Conhecer, entender Napa: Nariz muito grande O quê cabôco!: Interjeição exclamativa Trincá o capacete: Ficar muito bêbado Parangolé: Coisa, negócio, assunto Queimá umas carne: Fazer um churrasco Rebú: Bagunça ou briga Serrote: Filão Urucubaca: Azar Vista aberta: Zíper da calça aberto Zaroio: Caolho, vesgo

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Curiosidade: A cultura da Região Sudeste é, basicamente, de origem portuguesa. As diversas colônias de imigrantes, com destaque para os italianos e japoneses, também têm forte influência. A influência indígena e africana são marcadas na música e na culinária da região.

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É um assalto,uai... Ô sô presta atenção...

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Levanta os braço e fica quetim quesse trem na minha mão ta cheio de bala...

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Mió passá logo os trocado que num to bão hoje.

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Vai andando,uai!

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Tá esperando o quê,uai!!

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centro-oeste

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Gedson Avila Junior e Leonardo S. Henrique 9ª 92 Português PROFª:Melissa

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Gírias do Centro - Oeste De rocha - Papo sério ou de verdade Chegado - Amigo Colado - Mais que amigo Papo estranho - Conversa de gay Careta - Cigarro Véi – Referência a uma pessoa Ex: E ai Véi como e que vão as coisas ? Baú - ônibus Grilado - Preocupado Dona - Namorada Birita - Bebida Gel - Cerveja

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Frevo - Festa Camelo - Bicicleta Esparro - Coisa exagerada Paia – coisa sem graça, sem valor, mal feito, ruim Mato-Grosso: O pai de Maria arruinou - ARRUINOU = piorou seu estado de saúde

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Essa casa é demais de grande - DEMAIS GRANDE = muito grande, além disso o "i" não é pronunciado Vai lá no bolicho do seu Zé - BOLICHO = mercearia, é um termo encontrado em regiões de fronteira com língua espanhola A galinha está priscando - PRISCAR = ficar agitada, se debater Josias bateu duro em mim - BATEU DURO = bateu forte

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A rota bandeirante no Centro-Oeste Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás e Distrito Federal compõem a região Centro-Oeste do Brasil, que, assim como as outras, possui características linguísticas próprias. As rotas bandeirantes estiveram muito presentes, tanto no Mato Grosso quanto em Goiás e, de alguma forma, a linguagem que eles levaram influenciou a fala local. Conforme explica a professora do Departamento de Linguística da UnB (Universidade de Brasília), Rachel do Valle Dettoni, o goiano fala com os traços muito puxados no "r" que é normalmente chamado de "r" caipira.

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O Distrito Federal, especificamente, tem uma história muito recente, o que é considerado um tempo muito curto do ponto de vista histórico para a constituição de uma linguagem específica. Existe uma fala regional que está em processo de construção em tempo real hoje. "Isso acontece porque Brasília, ao ser povoada, recebeu pessoas de várias regiões do Brasil que falam cada uma a sua fala regional diferente.

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Anderson de Lima Fagundes Luis Fernando Bade Rafael Silva Schuh NORDESTE

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Gírias do Nordeste Coisa muito estranha é bizonha. Se for resto é catôco. Rir dos outros é mangar. E o medroso de chama froxo. “Caba” sem dinheiro é liso. Mulher feia é “Tribufú”. Pernilongo é muriçoca. O bobo se chama leso. Beber é tomar uma.

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Caba otário é prego. Caba grosso ao extremo é SEU LUNGA. Nego alto é galalau. Botão de som é pitôco. Se é muito miúdo é pixototinho. Tudo que é bom é massa,é arretado, é de primeira. Tudo que é ruim é peba, mas também pode ser paia. Mexer o quarto é mengar. Tá com raiva é invocado. A moça nova é boyzinha. Mulher da vida é danada! A galinha é enxerida. Chicote se chama açoite. Ir ao banheiro é passar um fax ou largar um barro. Correr, fugir,pisar fundo é Acunhar. Arrebentado, arregaçado é Afolosado. Sufoco comalgo da vida é Aperreio. Mexer o quarto é mengar.

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Característica Foi no Nordeste do país que primeiramente a língua portuguesa se fixou em nosso território. O início da colonização portuguesa se deu justamente entre os estados de Pernambuco e Bahia, enquanto outras partes do país só viriam a receber a influência lusitana bem mais adiante.

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-Ei, bichim... Isso é assalto... Arriba os braços e num se bula nem faça magunga...

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Arrebola o dinheiro no mato e não faça patim senão enfio a pexeira no teu bucho e boto teu fato pra fora!!!

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Perdão, meu padim Ciço, mas é que eu tô com uma fome da molésia...

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REGIÃO NORTE

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Escola Municipal de Ensino Fundamental Rui Barbosa Luiz Felipe,Lucas e Willian Gustavo 9ª 92 Professora:Melissa Português Campo Bom, Maio de 2010

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Jacinto Silva e Onildo Almeida Gírias do Norte

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Os amazonenses e paraenses falam modificando a pronúncia da vogal ‘o’ por ‘u’. Então, em vez de canoa, se diz canua; em vez de coco, se diz cúco; em vez de popa, se diz pupa; e em vez de proa, se diz prúa. Características da Linguagem

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Vocábulos papudinho = pessoa bêbada mão-de-mucura-assada = Pão Duro pai d’égua = legal, bacana xibé = prato feito de farinha de mandioca e água churrela = água de açaí

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Assalto Ô papa- chibé!... Tu levou farelo... Isso é um assalto. Fiquei de butuca e vi que tu é boiado no dinheiro! Levanta os braços. E não me venha com potoca se não eu vou te esbandalhar! maninhu, obrigado, já me vo!

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