Fisiologia de cultivos

+7

No comments posted yet

Comments

Slide 1

Fisiologia de cultivos

Slide 2

Feijoeiro Phaseolus vulgaris L. Classificação botânica Classe Magnoliopsida (Dicotiledônea) Subclasse Rosidae Ordem Fabales Família Fabaceae Subfamília Faboideae Tribo Phaseoleae Gênero Phaseolus Espécie P. vulgaris L.

Slide 3

Feijoeiro Phaseolus vulgaris L. Origem Domesticada há 6000 anos no Peru Altitudes 1800-5000 m na América Central e do Sul Tipos selvagens comuns a 1200 m Distribuição para África Navios negreiros

Slide 4

Feijoeiro Phaseolus vulgaris L. Morfologia Planta herbácea Levemente pubescente Hábito de crescimento Determinado  caule termina numa inflorescência Indeterminado  o crescimento vegetativo continua no caule Variedades comerciais

Slide 5

Feijoeiro Phaseolus vulgaris L. Morfologia Sementes Reservas nos cotilédones

Slide 6

Feijoeiro Phaseolus vulgaris L. Fenologia Ciclo: 75-120 dias Estádios fenológicos = 50% das plantas no estádio Duração variável de acordo com Genótipo Hábito de crescimento Duração do ciclo Clima Condições do solo etc.

Slide 7

Feijoeiro Phaseolus vulgaris L. Fenologia Ciclo: 75-120 dias Estádios fenológicos = 50% das plantas

Slide 8

Feijoeiro Fenologia

Slide 9

Feijoeiro Fenologia Germinação – emergência Epígea 4-5 dias Problemas Semeadura profunda Falta de água Temperaturas menores que 12 oC

Slide 10

Feijoeiro Desenvolvimento de raízes Raízes secundárias  terciárias Pêlos absorventes nas partes novas Características do solo podem definir profundidade 1 m Porosidade, umidade, aeração, temperatura Concentração na porção superior

Slide 12

Feijoeiro Desenvolvimento de Hastes Crescimento determinado Arbustivo Gemas de crescimento na haste principal Flores Interrompe produção de folhas Maturação uniforme.

Slide 13

Feijoeiro Desenvolvimento de Hastes Crescimento indeterminado Pontos ou gemas não interrompem crescimento após floração Flores nas axilas Produção excessiva de folhas Aumento da taxa transpiratória e respiratória Redução da eficiência fotossintética Índice de área foliar adequado

Slide 14

Feijoeiro Desenvolvimento de Hastes Crescimento indeterminado Hábito de crescimento define a população de plantas

Slide 15

Feijoeiro Desenvolvimento de folhas Baixa capacidade competitiva Lento crescimento inicial e sistema radicular superficial Crescimento rápido após estádio V4 Folha trifoliolada Em R5 (botões florais) Déficit hídrico Emissão de folhas é reduzido Queda na produção em 15-30%

Slide 16

Feijoeiro Fatores ecológicos Temperatura Radiação Vento Solos Relações hídricas

Slide 17

Feijoeiro Fatores ecológicos – TEMPERATURA Temperatura ideal 21 oC Faixa de temperatura – 17-29 oC 30 oC durante o dia e 25 oC à noite Abortamento de flores e vagens Alta temperatura Aumenta fotorrespiração e taxa respiratória Redução da produção Aumento de etileno nas folhas Baixas temperaturas Diminui formação de ramos laterais - abortamento

Slide 18

Feijoeiro Fatores ecológicos – Radiação solar Adaptado à luz difusa Consórcio Excesso de radiação Folhas e ramos com escaldaduras

Slide 19

Feijoeiro Fatores ecológicos – Vento Vento constante Evapotranspiração Ventos frios Queima de flores, frutos e flores Quebra vento Aumento de produção em até 15%

Slide 20

Feijoeiro Fatores ecológicos – Solos pH 5,7 – 6,5 Tolera 4,2 – 8,7 Não tolera níveis tóxicos de Al e Mn, salinidade, encharcamento e compactação do solo Genótipo com semente preta mais tolerante ao Al Genótipos originários de áreas com Al são mais tolerantes...

Slide 21

Feijoeiro Fatores ecológicos – Relações hídricas 300 mm de precipitação Distribuição adequada Baixa capacidade de tolerar déficit ou excesso de água Maiores problemas na floração e no início da formação de vagens

Slide 22

Feijoeiro Fotossíntese Metabolismo C3 Em condições ótimas 2 g.CO2 por hora por m2 de folhas Limitações baixas temperaturas redução de protoclorofila, pela redução da condutância estomática e por interferência na cadeia de transporte de elétrons

Slide 23

Feijoeiro Respiração 2-10 mg .CO2 por g de tecido por hora Temperaturas superiores a 30 oC aumenta taxa respiratória  baixa produção

Slide 24

Feijoeiro Fotoperiodismo Fotoneutras ou plantas de dia curto PDC não florescem nos trópicos Hábito indeterminado Fotoneutras Temperaturas crescentes Encurta fase vegetativa Sensíveis a fotoperíodo Temperaturas altas Antecipam a floração em dias curtos, atrasando sob dias longos

Slide 25

Feijoeiro Translocação e reserva Antes do florescimento Suprimento das raízes por folhas inferiores Folhas superiores suprem o ápice A planta não faz reserva para o florescimento Falta de água prejudica a translocação Produção de folhas, vagens e flores ao mesmo tempo equilíbrio

Slide 26

Feijoeiro Translocação e reserva Ìndice de colheita 0,5 a 0,6

Slide 27

Feijoeiro Florescimento Produz muito mais flores do que frutos Abortamento de flores e frutos jovens Primeiras flores formadas tendem a formar frutos.

Slide 28

Feijoeiro Frutos e sementes Produz muito mais flores do que frutos Abortamento de flores e frutos jovens Primeiras flores formadas tendem a formar frutos. 9-13 dias após o florescimento Enchimento dos grãos  forte dreno Vagens chochas Problema na fertilização ou falta de carboidratos Folhas retidas => mais carboidratos Adubação nitrogenada Excesso de folhas novas  respiração e susceptibilidade a doenças

Slide 29

Feijoeiro Estratégias para altas produções Custo x benefício Enraizamento N  15-20 kg/há Stimulate  300 mL por 60 kg de sementes Inoculação com rizóbio Co e Mo Época de plantio Controle de invasoras

Slide 30

Feijoeiro Estratégias para altas produções Manutenção das folhas após a floração Fungicidas no enchimento dos grãos Irrigação

Slide 31

Feijoeiro Uso de reguladores de crescimento Stimulate Redução de plântulas anormais Sistema radicular mais desenvolvido Massa seca e comprimento maiores Maior tamanho e uniformidade das raízes finas Maior produção de vagens e grãos por planta

Slide 32

Feijoeiro Modelagem Interagir fatores ambientais com os da planta Simulação da fenologia Componentes da produção e produtividade para uma região Exemplo: CROPGRO

Tags: fisiología vegetal

URL: