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DEFINIÇÃO O filo Cnidaria agrupa organismos radiais que possuem células urticantes (cnidócitos ou cnidoblastos) utilizados como meio de defesa e captura de presas. Este grupo já foi chamado de filo Coelenterata. EXEMPLOS E BIODIVERSIDADE O filo Cnidaria é bastante diverso, englobando cerca de 11.000 espécies atuais. São exemplos de cnidários as águas-vivas, as anêmonas-do-mar, os corais, as hidras e as caravelas, entre outros.
DEFINIÇÃO O filo Cnidaria agrupa organismos radiais que possuem células urticantes (cnidócitos ou cnidoblastos) utilizados como meio de defesa e captura de presas. Este grupo já foi chamado de filo Coelenterata. EXEMPLOS E BIODIVERSIDADE O filo Cnidaria é bastante diverso, englobando cerca de 11.000 espécies atuais. São exemplos de cnidários as águas-vivas, as anêmonas-do-mar, os corais, as hidras e as caravelas, entre outros.
DEFINIÇÃO O filo Cnidaria agrupa organismos radiais que possuem células urticantes (cnidócitos ou cnidoblastos) utilizados como meio de defesa e captura de presas. Este grupo já foi chamado de filo Coelenterata. EXEMPLOS E BIODIVERSIDADE O filo Cnidaria é bastante diverso, englobando cerca de 11.000 espécies atuais. São exemplos de cnidários as águas-vivas, as anêmonas-do-mar, os corais, as hidras e as caravelas, entre outros.
Luz Compostos orgânicos H2O O2 CO2 Glicose Produtor Consumidor CO2 H2O ATP C6H12O6 + O2 → CO2 + H2O + 36ATP CO2 + H2O → C6H12O6 + O2+ H2O Etanol + CO2 + 2 ATP Glicose Ác. Láctico + 2 ATP Glicose Metabolismo Aeróbico Metabolismo anaeróbico (Fermentação) Alcoólica Láctica Fotossíntese
Os seres vivos produtores e consumidores realizam processos bioquímicos de obtenção de energia química armazenada em moléculas de substâncias orgânicas para a síntese de ATP para sustentar suas atividades celulares. O metabolismo energético de uma célula pode ser classificado em: Metabolismo aeróbico metabolismo anaeróbio ou fermentativo Fermentação láctica Fermentação alcoólica
Sol Energia solar Produtores Compostos orgânicos Organismos produtores e consumidores Metabolismo aeróbico Metabolismo anaeróbico Glicólise Glicólise Reações de fermentação Alcoólica Ácido láctico CO2 Etanol + CO2 36 ATP 2 ATP 2 ATP Fotossíntese *Respiração celular aeróbica CO2 + H2O O2 + H2O O2 H2O Ciclo de Krebs Cadeia respiratória * Láctica
Glicose Frutose 1,6, difosfato Ácido Pirúvico Ácido Pirúvico ADP ADP 2 NAD+ 2 NADH + 2 H 2Pi 2 ADP 2 2 ADP 2 A Glicólise – Rota glicolítica Observações Ácido pirúvico = piruvato NAD+ = nicotinamida adenina dinucleotídeo
A Glicólise – Rota glicolítica Inicio do metabolismo da glicose em todos os tipos celulares (aeróbicos e anaeróbicos) A glicose (6C) é parcialmente oxidada em piruvato (3C) Aceptor de “hidrogênios” (elétrons) NAD+ Produz 2 NADH (reação exergônica) Produz ao todo 4 de ATP (reações exergônicas) Consome no total 2 ATP (reações endergônicas) Produz saldo de 2 ATP Ocorre no citosol (hialoplasma) das células O ácido pirúvico pode ser utilizado no metabolismo aeróbico e anaeróbico. Ácido pirúvico = piruvato
O ciclo de Krebs 2x
O ciclo de Krebs Antes de iniciar o ciclo de Krebs ocorre a oxidação do piruvato em acetato que ativado por acetil coenzima A, que é metabolizado no clico de Krebs (ciclo do ácido cítrico) Liberação de CO2 Produção de NADH2 Acetato combina com o oxaloacetato formando ácido cítrico (citrato) Oxidação completa do acetato em CO2. Produção de NADH2 Produção de FADH2 Produção de 2 ATP (a partir do GTP) Regeneração do Oxaloacetato Ocorre na matriz mitocondrial 2x
O ciclo de Krebs (ciclo do ácido cítrico)
A Cadeia Respiratória Transporte de elétrons Síntese de ATP Espaço intermembrana Membrana Mitocondrial externa NADH-Q redutase Ubiquinona Citocromo C redutase ATP Sintetase Alta concent. De H+ + 2H + 1/2 Citocromo C oxidase
A Cadeia Respiratória Transporte de elétrons Síntese de ATP Espaço intermembrana Membrana Mitocondrial externa NADH-Q redutase Ubiquinona Citocromo C redutase ATP Sintetase Alta concent. De H+ + 2H + 1/2 Citocromo C oxidase Os NADH e FADH2 produzidos nas fases anteriores da respiração celular são oxidados na cadeia respiratória, ou seja perdem hidrogênios e elétrons. Os elétrons são transportados pela cadeia transportadora de elétrons e os H+ transportados para o espaço intermembrana, criando um gradiente. A difusão dos H+ para a matriz mitocondrial pela ATP Sintetase fornece energia para a produção de 32 ATPs. Ocorre nas cristas mitocondriais.
ATP sintetase Cadeia transportadora de elétrons
Respiração Celular Aeróbica CADEIA RESPIRATÓRIA CICLO DO ÁCIDO CÍTRICO Glicose (6C) Piruvato (3C) GLICÓLISE CO2 2 CO2 4 2 2 Citosol Mitocôndria 6 6 H2O 32 2 Acetil CoA (2 C) OXIDAÇÃO DO PIRUVATO Produz 4 ATPs Gasta-se 2 ATPs Saldo = 2 ATPs Produz 2 ATPs 36 ATPs Produz 32 ATPs
Fermentação Láctica
Fermentação Láctica Glicose → Ácido láctico + 2 ATP Ocorre em: Microrganismos (bactérias, fungos e protozoários) Células musculares na ausência de O2 Este processo é utilizado para a produção iogurtes e queijos.
Fermentação Alcoólica
Fermentação alcoólica Glicose → Etanol + 2 CO2 + 2 ATP (Etanol = álcool etílico) Ocorre em: Microrganismos (fungos) Algumas célula vegetais Este processo é utilizado para a produção de bebidas alcoólicas fermentadas e álcool combustível (bicombustível). Fermento biológico – crescimento de massas
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