Revolução Industrial e Independência dos EUA.

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Antigo Regime Mercantilismo Absolutismo Sociedade Estamental Revolução Industrial Princípio da legitimidade Fuga Corte portuguesa para o Brasil Independência da América Espanhola Independência do Brasil Princípio do equilíbrio Burguesia Industrial Independência dos EUA Sistema Colonial Congresso de Viena Era Napoleônica Revolução Francesa Iluminismo Transição da Idade Moderna para a Idade Contemporânea 1750 - 1815 acaba no resulta influencia precipita é condição para influencia Forma influencia defende retorno destruição oposição determina Revolução Inglesa contra favoreceu Revolução Industrial

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1789 Revolução Industrial 1720 1760 Pioneirismo Inglês Condições históricas Mentalidade puritana Revolução Política Disponibilidade de matéria-prima Mão de obra abundante (cercamentos) Disponibilidade de capital Poderio naval Primeira fase 1760-1860 era do carvão e ferro Segunda fase 1860-1914 era da eletricidade e do aço Consequências Novas classes: operários e burguesia industrial Êxodo rural e crescimento das cidades Problemas sociais Péssimas condições de trabalho Movimentos operários (Ludismo) Produção para o consumo Força de trabalho é mercadoria Produção em série Alienação do trabalhador Avanços Técnicos Avanço da indústria têxtil Máquina à vapor Desenvolvimento nos transportes

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Antigo Regime Mercantilismo Absolutismo Sociedade Estamental Revolução Industrial Princípio da legitimidade Fuga Corte portuguesa para o Brasil Independência da América Espanhola Independência do Brasil Princípio do equilíbrio Burguesia Industrial Independência dos EUA Sistema Colonial Congresso de Viena Era Napoleônica Revolução Francesa Iluminismo Transição da Idade Moderna para a Idade Contemporânea 1750 - 1815 acaba no resulta influencia precipita é condição para influencia Forma influencia defende retorno destruição oposição determina Revolução Inglesa contra favoreceu Independência dos EUA

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1789 Independência dos EUA 1096 1720 1760 Reforço dos laços coloniais Aumento da carga tributária e as reações Lei do Açúcar (1764) Lei do Selo (1765) “Massacre de Boston” (1770) Lei do chá (1773) Festa do Chá em Boston Leis Intoleráveis (1774) Primeiro Congresso da Filadélfia (1774) Segundo Congresso da Filadélfia (1775) Declaração de Independência (1776) Guerra de Independência (1776-1783) “Taxação sem representação é ilegal” James Otis Aspectos da Colonização Diferença entre norte e sul “Negligência salutar” Guerra dos Sete Anos Inglaterra contra França Economia inglesa abalada Constituição de 1787-1790 Influência do pensamento de Locke Noção de direitos naturais Ideia do contrato social Divisão dos poderes de Montesquieu República Federativa Presidencialista Manutenção da Escravidão Consideramos essas verdades como evidentes em si, que todos os homens são criados iguais, que são do­tados por seu Criador de certos Direitos inalienáveis, que entre eles estão a Vida, a Liberdade e a busca da Felicidade. Que para garantir esses direitos, Governos são instituídos entre os Homens derivando seus justos Poderes do consentimento dos governados. Que se qualquer forma de Governo tornar-se destrutiva desses fins, é Direito do Povo mudá-lo ou aboli-lo, e ins­tituir novo Governo fundando-o em tais Princípios, e organizando os seus Poderes da forma que para eles parecerá mais apropriada para garantir sua Segurança e sua Felicidade. [...] Assim, foi longa a paciência des­sas Colônias, e esta é hoje a necessidade que as obriga a mudar seu antigo sistema de governo. [...] Por conseguinte, Nós, os representantes dos Estados Unidos da América, [...] afirmamos e declaramos solenemente: Que estas Colônias Unidas são, e devem ser de direi­to, Estados Independentes, que elas estão dispensa­das de fidelidade à Coroa Britânica, e que todo vín­culo político entre elas e o Estado da Grã-Bretanha está, e deve ser, inteiramente desfeito.

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