felizmente_ha_luar_PERSONAGENS[1]

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“Felizmente Há Luar!” PERSONAGENS

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AS PERSONAGENS E O SEU CARÁCTER SIMBÓLICO Gomes Freire de Andrade: É um homem instruído, letrado (“um estrangeirado”); Um militar que sempre lutou pela honestidade e pela justiça; Símbolo da modernidade e do progresso, adepto das novas ideias liberais e, por isso, considerado subversivo e perigoso para o poder instituído; Símbolo da luta pela liberdade; Símbolo da defesa intransigente dos ideais, daí que a sua presença se torne incómoda; A sua morte servirá de lição a todos que ousem afrontar o poder político.

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GOMES FREIRE DE ANDRADE VISTO PELOS OUTROS PERSONAGENS VICENTE: O General não é perfeito, nem sequer é português. É um estrangeirado. Freire é Deus para o Povo (pág. 23 e 24). MANUEL: Apesar de estrangeirado é capaz de se bater com os senhores do Rossio (p. 23). D. MIGUEL: Designa o General como o chefe da revolta, ao qual não falta nada: é lúcido, inteligente, idolatrado pelo povo, soldado brilhante, grão-mestre da maçonaria e um estrangeirado (p. 71). SOUSA FALCÃO: Caracteriza-o de franco, aberto, leal (p. 117).

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MATILDE: Afirma que o general não gritava, não saía de casa com medo que o povo o aclamasse e nunca conspirou (p. 87). Amava a justiça (p. 125). BERESFORD: Diz que o General defende interesses diferentes dos seus e diferentes dos do seu nascimento e posição (p. 96). FREI DIOGO: Diz que ele é um santo (p. 126). ANTIGO SOLDADO: Afirma que ele é um amigo do povo, um homem às direitas (p. 20). GOMES FREIRE DE ANDRADE VISTO PELOS OUTROS PERSONAGENS

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MATILDE DE MELO Lúcida e corajosa; Companheira de todas as horas de Gomes Freire; Dá voz à injustiça sofrida pelo general (p. 95 - 96); Denuncia a falsidade e a hipocrisia do Estado e da Igreja (p. 123 – 129); Ama profundamente Gomes Freire de Andrade;

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É arrogante para com o Principal Sousa; É a voz da consciência dos governadores (p. 88); Apresenta-se no início vestida de negro e desgrenhada; no final surge vestida de verde, símbolo da esperança; É um ser excepcional que vive num mundo dominado pela hipocrisia, pela ganância e pela falta de solidariedade, onde valores como dignidade e justiça nada valem. MATILDE DE MELO

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SOUSA FALCÃO É o amigo de todas as horas; O amigo fiel em quem se pode confiar e que está sempre pronto a exprimir a sua solidariedade e amizade; Cobarde – não tem força para lutar pelas suas ideias, pois possui as mesmas ideias de justiça e de liberdade do general (p. 136 - 137). Falta-lhe coragem para passar à acção.

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VICENTE, O TRAIDOR Elemento do povo; Traidor, pois trai os seus iguais; Acredita, apenas, em duas coisas: o dinheiro e a força (p. 25); Adulador (p. 33); Revoltado por ter nascido pobre (p. 27); Ambicioso (p. 30 – 31); Inteligente (p. 30 – 31/ 35 – resposta a D. Miguel).

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MANUEL / RITA Símbolos do povo oprimido e esmagado; Têm consciência da injustiça em que vivem; Sabem que são simples joguetes nas mãos dos poderosos; Sentem-se impotentes para alterar a situação;

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Vêem no general uma espécie de Messias; Simbolizam a desesperança, a desilusão, a frustração de todo um povo face à impossibilidade de mudança da situação opressiva em que vivem; Manuel: simboliza a inteligência e a capacidade de apreciação crítica de um povo que, apesar de ser mantido na ignorância, consegue discernir a situação da sua classe e do país. MANUEL / RITA

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BERESFORD Personagem cínica e controversa; Calculista (p. 42); Ambicioso; Irónico, perspicaz e zombeteiro (p. 58); Despreza o clero que trata por seita (p. 63); Mercenário (p. 58): o seu único interesse é o dinheiro.

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D. MIGUEL FORJAZ Protótipo do pequeno tirano; Inseguro e prepotente; Insensível à injustiça e à miséria; Falso e hipócrita (p. 69); Calculista, cínico e maquiavélico (p. 59 - 60 /61 /65 – 66).

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PRINCIPAL SOUSA Hipócrita; Falta de valores éticos (p. 72); Simboliza o conluio entre a Igreja e o poder; Simboliza a demissão da Igreja em relação à denúncia das verdadeiras injustiças.

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ANDRADE CORVO / MORAIS SARMENTO São delatores, aqueles a quem não repugna trair ou abdicar dos ideais para servirem obscuros propósitos patrióticos (p. 52).

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