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A natureza e o homem Autor: Jorge Raul O homem e a Natureza. Desde o inicio dos tempos o homem sempre se apoiou na natureza para obter recursos e desenvolver-se. A começar pela extração de todo tipo de suprimento até matérias primas para construir instrumentos para materializar o que tinha em mente. Tudo a nossa volta é criado em base de recursos naturais. Podemos observar que qualquer apetrecho tem como matéria-prima algo que vem do nosso planeta. Ferro, plástico, madeira, vidro, cimento e infinitos elementos da terra que servem o ser humano capacitando suas criações. O fato é que estamos lidando com um ente vivo e que existem pessoas abusando dele. A extração de madeira de forma predadora é uma das coisas que fazem crer que muitas instituições abusão do planeta terra. O oxigênio também é algo de suma importância e existem seres humanos que parecem não se preocupar com ele quando põem suas maquinas para funcionar, liberar no ar substancias tóxicas que alem de prejudicar a nós feri também a camada de ozônio. Um dos graves influentes no buraco na camada de ozônio é a poluição causada por todo maquinário que as pessoas usam para realizar suas tarefas. Será que nós criamos uma natureza alto destrutiva? Podemos ver que a própria criação humana entra em conflito com a criação natural e a natureza a nossa volta foi totalmente criada por nós e estamos caminhando para uma destruição se logo não começarmos a cuidar de nossa terra como cuidamos de nós mesmos. Criar consciência que nós somos totalmente ligados pelos pés ao nosso planeta: Somos um só, homem e Natureza é como o reflexo do espelho. A energia retorna quase que exatamente como é enviada. Logo tudo o que for emanado ao planeta será devolvida para nós. Existe magnetismo em tudo que envolve o ser humano e a natureza e também força de emissão de energia em toda ação executada pelo homem e por isso a natureza já devolve uma boa parte do abuso que foi sobre ela lançado. Em forma de descontrolados fenômenos e o buraco na camada de ozônio que é o grande causador da maioria dos descontroles. E então chegamos ao temido “aquecimento global” que mostra ao homem que há reação para toda ação do ser humano sobre a terra. A variação continua de clima, e até o derretimento das geleiras é uma amostra de que se continuarmos a criar destruição a natureza nos dará destruição. Publicado em: dezembro 20, 2007
Educação Ambiental e Desenvolvimento Sustentável; Gestão Ambiental de Empresas; Licenciamento Ambiental; Saneamento Ambiental.
Que o Protocolo de Quioto É consequência de uma série de eventos iniciada com a Toronto Conference on the Changing Atmosphere, no Canadá (outubro de 1988), seguida pelo IPCC's First Assessment Report em Sundsvall, Suécia (agosto de 1990) e que culminou com a Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre a Mudança Climática (CQNUMC, ou UNFCCC em inglês) na ECO-92 no Rio de Janeiro, Brasil (junho de 1992). Também reforça seções da CQNUMC. Desde meados da década de 1980 se discutem mudanças climáticas globais na esfera internacional. Tal processo resultou na realização da Conferência das Nações Unidas para o Meio Ambiente e Desenvolvimento – CNUMAD, realizada no Rio de Janeiro em 1992, que gerou, entre outros documentos, a Convenção Quadro de Mudanças Climáticas - CMC. Passados cinco anos, houve o estabelecimento do Protocolo de Kyoto – PK - que, diferente da Convenção, estabeleceu normas mais claras sobre a redução de emissões de gases de efeito estuda e metas a serem atingidas por países que emitiram mais gases no passado, arrolados no Anexo I. O objetivo desse texto é analisar as políticas públicas federais em curso referentes à mitigação das mudanças climáticas no país. Para tal, ele está baseada em análise de documentação oficial. São analisadas políticas anteriores e posteriores à adoção da CMC no Brasil. Palavras-chave: políticas públicas, mudanças climáticas, Brasil, Protocolo de Qiuoto. Constitui-se no protocolo de um tratado internacional com compromissos mais rígidos para a redução da emissão dos gases que agravam o efeito estufa, considerados, de acordo com a maioria das investigações científicas, como causa antropogênicas do aquecimento global. Discutido e negociado em Quioto no Japão em 1997, foi aberto para assinaturas em 11 de Dezembro de 1997 e ratificado em 15 de março de 1999. Sendo que para este entrar em vigor precisou que 55% dos países, que juntos, produzem 55% das emissões, o ratificassem, assim entrou em vigor em 16 de fevereiro de 2005, depois que a Rússia o ratificou em Novembro de 2004. Por ele se propõe um calendário pelo qual os países-membros (principalmente os desenvolvidos) têm a obrigação de reduzir a emissão de gases do efeito estufa em, pelo menos, 5,2% em relação aos níveis de 1990 no período entre 2008 e 2012, também chamado de primeiro período de compromisso (para muitos países, como os membros da UE, isso corresponde a 15% abaixo das emissões esperadas para 2008). As metas de redução não são homogêneas a todos os países, colocando níveis diferenciados para os 38 países que mais emitem gases. Países em franco desenvolvimento (como Brasil, México, Argentina e Índia) não receberam metas de redução, pelo menos momentaneamente. A redução dessas emissões deverá acontecer em várias atividades econômicas. O protocolo estimula os países signatários a cooperarem entre si, através de algumas ações básicas: Reformar os setores de energia e transportes; Promover o uso de fontes energéticas renováveis; Eliminar mecanismos financeiros e de mercado inapropriados aos fins da Convenção; Limitar as emissões de metano no gerenciamento de resíduos e dos sistemas energéticos; Proteger florestas e outros sumidouros de carbono. Se o Protocolo de Quioto for implementado com sucesso, estima-se que a temperatura global reduza entre 1,4°C e 5,8 °C até 2100, entretanto, isto dependerá muito das negociações pós período 2008/2012, pois há comunidades científicas que afirmam categoricamente que a meta de redução de 5% em relação aos níveis de 1990 é insuficiente para a mitigação do aquecimento global. O protocolo de Quioto expira em 2012, e já há o compromisso da ONU e de alguns governos para o delineamento de um novo acordo ou o que é mais provável de uma emenda no Protocolo de Quioto, que estabeleceria novas metas a serem cumpridas após 2012. As discussões começaram em 16 de Fevereiro de 2007 em Washington, os chefes de estado do Canadá, França, Alemanha, Itália, Japão, Rússia, Reino Unido, Estados Unidos, Brasil, China, Índia, México e África do Sul concordaram em princípio sobre o esboço de um sucessor para o Protocolo de Quioto. Eles discutiram, em especial, a criação de um limite máximo para o comércio dos créditos de carbono, bem como a aplicação de metas de redução das emissões de CO2 aos países em desenvolvimento, e se propuseram a delinear tal esboço até o término de 2009.
E que a Amazônia teve 265,1 km² desmatados em agosto, aponta Inpe; área corresponde a 24 campos de futebol 08/10/2010 - Camila Campanerut - UOL Notícias - Em Brasília Os pontos verdes representam as áreas desmatadas; a mancha rosa corresponde ao território encoberto por nuvens, que não pôde ser analisado O desmatamento da Amazônia Legal Brasileira em agosto foi de 265,1 km², segundo apontou o sistema Deter (Detecção do Desmatamento em Tempo Real), do Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais). A área corresponde a 24,1 campos de futebol. Em relação a agosto do ano passado, quando 498 km² foram degradados, houve um redução de 47% nos cortes. O Pará foi o Estado que mais destruiu a floresta - foram 134,1 km². Mato Grosso (54,9 km²), Amazonas (26,4 km²), Rondônia (25,3 km²), Maranhão (16,9 km²), Roraima (3,9 km²), Acre (2,2 km²) e Tocantins (1,5 km²) também aparecem na lista. Apesar de ter se destacado como o que mais destruiu no último mês de pesquisa, o Pará chama a atenção por ter sido o Estado que registrou maior queda do desmatamento entre janeiro e agosto deste ano. Na comparação com o mesmo período do ano passado, a área de corte passou de 1.275,74 km² para 599 km², uma queda de 53%. “Observou-se um padrão de redução de desmatamento sustentado que se deve a dois grandes fatores: a nova lógica de planejamento, feita com outros órgãos federais e estaduais, [e a parceria com a polícia] nas operações Arco de Fogo e Arco Verde”, ressaltou a ministra do Meio Ambiente, Izabela Teixeira. Ela anunciou nesta sexta-feira (8) que a partir de agora os dados anunciados nos próximos meses serão obtidos pela tecnologia japonesa Alos (Advanced Land Observing Satellite), resultado do convênio firmado entre o Ministério e a Agência Espacial Japonesa (JAXA). Segundo ela, diferentemente do sistema Deter, o Alos consegue enxergar através das nuvens. Pelos dados divulgados hoje, houve degradação tanto das áreas de corte raso (quando os satélites detectam retirada completa da floresta nativa), quanto das áreas de degradação progressiva. As áreas não monitoradas devido à cobertura de nuvens somaram 17% em agosto.
"Agir irresponsavelmente com as partes pode significar perder o controle do todo.“ (Anônimo) "Se queremos progredir, não devemos repetir a história, mas fazer uma história nova. (Gandhi)" "A árvore, quando está sendo cortada, observa com tristeza que o cabo do machado é de madeira. (Provérbio árabe)" "Seja a mudança que você quer ver no mundo." (Dalai Lama) "Só existem dois dias do ano em que nada pode ser feito, o dia de ontem e o dia de amanhã. Portanto hoje é o dia certo. Sonhe, acredite e principalmente FAÇA." (Dalai Lama) "Uma pessoa não é a terra nem a água; Nem o vento ou o espaço. Também não é a sua consciência, muito menos o conjunto de consciências; Mas ,fora estes atributos,o que é o indivíduo?." (Dalai Lama) "Se você tem metas para um ano. Plante arroz. Se você tem metas para 10 anos. Plante uma arvore. Se você tem metas para 100 anos então eduque uma criança. Se você tem metas para 1000 anos, então preserve o meio Ambiente." (Confûcio) "Tão importante quanto reciclar, é preciclar. Fale com outras pessoas da importância de se evitar o consumo excessivo de produtos. A escassez de recursos naturais e matéria prima pode interferir daqui a alguns anos em nosso meio ambiente." (Deivison Cavalcante Pedroza) "Queremos uma justiça social que combine com a justiça ecológica.Uma não existe sem a outra." (Leonardo Boff)
Naturezza Estou participando da ação promocional naturezza O objetivo dessa ação está está além do prêmio: envolve conscientização, participação ativa da empresa e de seus participantes. Pertencente ao Grupo Via Uno, a Naturezza segue os já reconhecidos padrões de qualidade da empresa. A maior parte dos produtos leva o selo verde de responsabilidade ambiental, ou seja, tem procedência limpa e sustentável. Além disso, a Naturezza não utiliza nenhuma matéria-prima de origem animal. Todo o processo de fabricação é feito por uma equipe especialmente treinada para respeitar as rígidas normas técnicas das marcas. O produto final, claro, é um calçado de qualidade e durabilidade atestadas, que respeita as tendências de moda da atualidade – porque ser consciente também é saber como ficar mais bonita. NATUREZZA ECO - A fauna e a flora estão presentes neste tema, que tem no aninal print seu foco. Materiais retornáveis e reciclados misturados à criatividade da Naturezza propõem sapatos leves e confortáveis. Nessa linha, entram versões susutentáveis de todos os conceitos: botas, tênis e sandálias. Manifeste-se pela naturezza participe dessa ação http://www.naturezza.com.br/site2010_2/manifesto_naturezza/
Summary: Uma ação promocional
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