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Jung vincula em “O Homem à Descoberta da sua Alma” a tragédia do homem moderno ao distanciamento da alma.
Para alcançar uma nova sociedade, um novo mundo, uma nova vida, devemos nos reaproximar do nosso Centro esquecido – nossa Essência, nossa Alma...
Já era tarde, quase noite, quando o avô partilhou com o menino: “O verdadeiro lar do passarinho é o ar, e não o ninho...”
“O verdadeiro lar do passarinho é o ar, e não o ninho...”
E dentre todos os seres viventes, o ser humano é o único a andar sobre a superfície da terra com a coluna ereta. Um elo pequenino a unir o céu e a terra...
O único animal capaz de chorar; E de sorrir. O único a agir por vontade própria, e não se ver regido por instintos impostos pela natureza.
O único animal capaz de sonhar, e de almejar a iluminação.
O único animal capaz de sonhar, e de almejar a iluminação.
Dos sonhos da nossa infância distante, quais ainda permanecem conosco, apesar dos tantos dias vividos?
quais os que o tempo não apagou?... Dos sonhos da nossa infância distante,
De que matéria são feitos os sonhos?...
Há quem diga que são os sonhos dos homens que sustentam o mundo na sua órbita.
O que seria de nós se não sonhássemos?
Onde a tua alma encontra abrigo e conforto, sempre que, diante da agitada vida moderna, precisa se recompor e renovar as energias?...
A correnteza do coração, a suave brisa, e os segredos da Fonte...
A correnteza do coração, a suave brisa, e os segredos da Fonte...
Os olhos e o olhar. As coisas essenciais que precisam ser cultivadas – como o amor, a alegria, o senso de humor...
A jornada interior para encontrar a si mesmo. A sensibilidade e a bondade. A compaixão.
“As primeiras lições são aquelas que mais perduram no nosso espírito,
“As primeiras lições são aquelas que mais perduram no nosso espírito,
As horas do dia que correm depressa; Os dias de uma vida que ligeiros chegarão ao fim...
Toda jornada há de findar um dia, toda caminhada tem o seu término numa dada hora.
Ao fim da última curva, da última trilha, da última estrada desta vida terrena, o que é que nos aguardará?...
Ao fim da última curva, da última trilha, da última estrada desta vida terrena, o que é que nos aguardará?... A semeadura é opcional, mas a colheita é obrigatória...
Quais sementes acolheremos no sagrado solo do nosso coração?...
Quais sementes acolheremos no sagrado solo do nosso coração?... “Ó Amigo! No jardim de teu coração, nada plantes salvo a rosa do amor...” nos ensinam as antigas Escrituras.
“Ó Amigo! No jardim de teu coração, nada plantes salvo a rosa do amor...” “Ó Amigo! No jardim de teu coração, nada plantes salvo a rosa do amor...”
Formatação: um_peregrino@hotmail.com
Summary: Bom texto para reflexão, que vincula a tragédia do homem moderno ao distanciamento de sua alma e que o torna prisioneiro da ignorância existencial.
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