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Cascaes 1 UNIVERSALIZAÇÃO DA CULTURA TÉCNICA e acessibilidade de pessoas com necessidades especiais ao ensino profissionalizante LIVRO TÉCNICO DIDÁTICO DIGITAL LTDD
Cascaes 2 A importância do livro O livro técnico didático é essencial ao estudante Um bom livro técnico didático é um instrumento de trabalho do profissional durante sua vida ativa Um (ou mais) bom livro é uma complementação absolutamente necessária a qualquer curso
Cascaes 3 O livro e a pessoa com necessidades especiais Um livro de boa qualidade, feito para atender o aluno com necessidades especiais, é um apoio importantíssimo ao seu aprendizado
Cascaes 4 PROPOSTA Criar instrumento de divulgação da cultura técnica sem custos para o usuário e Explorar o potencial da web e Facilitar a educação profissional da pessoa com deficiência(s) e Apoiar os estudantes e profissionais de baixa renda e Acelerar a educação técnica com o Livro Técnico Didático Digital produzido, criado e distribuído sem custos para o estudante.
Cascaes 5 Livro Técnico Didático Digital LTDD Uma ferramenta de educação especial Curitiba, 7 de dezembro de 2010
Cascaes 6 Estudar, qual é o custo de um livro no Brasil? O livro técnico no Brasil, exceto alguns de uso genérico, tem custos elevados Pouca tiragem por exemplar Custos financeiros elevados Mercado restrito pela língua Distribuição cara
Cascaes 7 Livro convencional A economia da cadeia produtiva do livro de Fábio Sá Earp e George Kornis, Rio de Janeiro, BNDES, 2005
Cascaes 8 Livro convencional A economia da cadeia produtiva do livro de Fábio Sá Earp e George Kornis, Rio de Janeiro, BNDES, 2005 As editoras
Cascaes 9 Livro convencional A economia da cadeia produtiva do livro de Fábio Sá Earp e George Kornis, Rio de Janeiro, BNDES, 2005 Mercado
Cascaes 10 O que é um Livro Técnico Didático Digital Os Livros Técnicos Didáticos Digitais serão livros feitos para estudantes e profissionais de acordo com a melhor técnica do ponto de vista didático e pedagógico, seguindo ementas de cursos estabelecidos formalmente, disponibilizados por meio de internet, CDs, DVDs e outros meios eletrônicos de transmissão e armazenamento.
Cascaes 11 Espaço e a necessidade de agilidade (vide dados 67 SOEAA – do CONFEA - MT em 2010 – empresa Brainstorming*) A evolução tecnológica amplia continuamente o universo das oportunidades de aprendizado. O conhecimento humano dobra a cada 72 horas e por dia são publicados em média 3 mil livros*. Esse espaço de desenvolvimento depende, contudo, de acessibilidade a recursos modernos de comunicação, onde existe a possibilidade de contato universal com a arte em seu momento mais próximo da realidade.
Cascaes 12 Brasil O Brasil é um país de dimensões continentais com uma população espalhada em todos os seus quadrantes, espaços ocupados por contingentes muito diferentes, mas sempre comunidades onde brasileiros precisam de recursos para se desenvolverem adequadamente. Justamente nas cidades menores carecemos de livrarias, professores, escolas, recursos em geral É importante criarmos uma forma barata de acessibilidade à cultura O aprendizado em nível maior depende mais do aluno do que do professor Pode ser feito de forma independente
Brasil 2005 Cascaes 13
Cascaes 14 Cerca de 8 milhões de alunos já freqüentavam escolas com ensino fundamental de 9 anos em 2005 Já está aprovado na Câmara dos Deputados e no Senado Federal, faltando apenas sanção do Presidente da República, o Projeto de Lei da Câmara (144/2005) que amplia o Ensino Fundamental de 8 para 9 anos de duração, com ingresso escolar obrigatório de crianças a partir de 6 anos de idade. O prazo para que as redes de ensino e escolas do País possam estruturar as alterações é de 5 anos, porém, 8.113.819 de alunos freqüentam escolas que já utilizam o novo formato. A maioria (5.226.936) está na rede municipal, 2.749.441 estão na rede estadual, 131.499 estão na rede particular, e 5.943 na rede federal. As escolas também terão o prazo de 5 anos para fazerem adaptações na pré-escola, que atenderá crianças de 4 e 5 anos de idade.
Cascaes 15 Censo escolar MEC 2004
Cascaes 16 Dificuldades para os alunos e professores e também para o exercício profissional Escassa literatura técnica disponível em língua portuguesa Falta de atualização do material de consulta Custo dos livros Evolução acelerada da cultura técnica mundial Alunos de baixo poder aquisitivo Distanciamento de muitas universidades dos grandes centros brasileiros
Cascaes 17 Proposta principal Criar uma biblioteca digital de referência, de acesso gratuito com livros técnicos didáticos (Livro Técnico Didático Digital – LTDD), sendo que os livros didáticos seriam classificados de acordo com o mérito de seleções prévias e avaliação de usuários. Literatura acessível a todos, independentemente de ligação a qualquer escola.
Cascaes 18 Objetivo Básico do Portal SER UM PORTAL GRATUITO DE LIVRE ACESSO E REPOSITÓRIO DE CONTEÚDOS DIDÁTICOS TÉCNICOS/CIENTÍFICOS PARA A COMUNIDADE UNIVERSITÁRIA E CURSOS PROFISSIONALIZANTES, VISANDO A POPULAÇÃO ESTUDANTIL DE BAIXA RENDA, QUE NÃO TENHA RECURSOS PARA ADQUIRIR PUBLICAÇÕES COMERCIAIS OU TENHA DIFICULDADE DE ACESSO À LITERATURA TÉCNICA.
Cascaes 19 Objetivos do portal Preencher lacunas de tópicos ou assuntos que não possuam hoje publicações específicas ou que não abordem de forma didática um determinado assunto ou tópico.
Cascaes 20 Objetivos do portal Dar oportunidade a novos talentos que não puderam publicar as suas obras ou que desejem transferir ou espalhar o seu conhecimento em uma escala mais abrangente daquela comunidade que ele convive hoje.
Cascaes 21 Objetivos do portal Proporcionar aos estudantes um ponto único de acesso a material técnico didático, tanto de conteúdo acadêmico como industrial/comercial, permitindo assim, democraticamente, uma maior produtividade e consistência em seus estudos e formação.
Cascaes 22 Ser Portal de referência Portal de referência segura de conteúdo Qualidade elevada Amplitude Material sintonizado com as exigência do MEC
Cascaes 23 Objetivos do portal - portanto Servir de ponto central de acesso aos portais específicos de universidades, escolas técnicas federais e estaduais, públicas e privadas, bem como à indústria e centros de P&D.
Cascaes 24 Objetivo maior Universalização da cultura técnica
Cascaes 25 Como fazer Criar um sistema de distribuição praticamente instantâneo de livros técnicos didáticos.
Cascaes 26 O aluno Preparar o aluno para o futuro na web mostrando, com o LTDD, o potencial de pesquisa, de apresentação, de comunicação com o estudante onde ele estiver. Treiná-lo para o estudo e pesquisa Oferecer ao aluno o universo (via links) na web
Cascaes 27 Foco no Segundo e no terceiro graus Oferecer literatura técnica didática, em sintonia com a ementa dos cursos de segundo grau técnicos e de terceiro grau existentes no Brasil, gratuita ou de baixo custo via Internet, Pendrives, CDs e DVDs.
Cascaes 28 Acessibilidade para o baixa renda e quem trabalha Aumentar a acessibilidade do estudante de baixa renda à literatura técnica. A maior parte dos estudantes universitários de baixa renda frequenta universidades privadas esgotando na mensalidade sua capacidade de investimento em educação Esses estudantes trabalham, de modo geral, com elevado índice de ausências em aulas ou nelas estarão cansados Precisam de livros bons para complementar seus estudos.
Cascaes 29 ANÁLISE SETORIAL – RYON BRAGA - A PARTICULARIDADE DA LIDERANÇA E DA GESTÃO NO SETOR EDUCACIONAL – Hoper Educacional
Cascaes 30 ANÁLISE SETORIAL – RYON BRAGA - A PARTICULARIDADE DA LIDERANÇA E DA GESTÃO NO SETOR EDUCACIONAL – Hoper Educacional
Cascaes 31 Realidade brasileira Quase 1 milhão de pessoas egressas do ensino médio por ano não conseguem pagar uma IES privada. Boa parte delas consegue pagar valores de mensalidade que variam de R$ 50,00 a R$ 120,00. (Ryon Braga) Comprar livros? de que jeito???? Portanto o LTDD pretende compensar essa deficiência nacional
Cascaes 32 Estatísticas PcD em 2005 http://www.camaradojapao.org.br/web/exibeboleto.asp?arquivo=a-05-11-17-ceat.txt Hoje no mundo existem cerca de 610 milhões de pessoas com deficiências físicas, sensoriais ou intelectuais, das quais 386 milhões fazem parte da população economicamente ativa (PEA). No Brasil, a Organização Mundial da Saúde (OMS) estima a existência do seguinte quadro mínimo e crescente: 5% da população são portadores de deficiência intelectual; 2% da população são portadores de deficiência física; 2% da população são portadores de deficiência auditiva; 1% da população são portadores de deficiência visual; e 1% da população são portadores de deficiência múltipla. De acordo com números da DRT/SP, atualmente existem 30.278 PcD empregados no Estado de São Paulo; 101.953 deficientes capacitados e habilitados fora do mercado de trabalho; 7.453 empresas com mais de 100 empregados; só 49,6% das empresas privadas em São Paulo contratam PcD; e 136 empresas autuadas em desacordo com a lei. O Censo 2000 do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) mostra que em São Paulo há 4,2 milhões de pessoas com alguma deficiência;
Cascaes 33 Carteira profissional assinada em 2005 No Brasil, há 24,6 milhões de pessoas (14,5% da população) com alguma deficiência, só 9 milhões (11% do total) exercem atividade remunerada, sendo 200 mil (2,2%) com registro em CTPS.
Cascaes 34 Lei As empresas são obrigadas desde 1991, por lei, a destinar uma cota de vagas, que varia de 2% a 5% do seu total de funcionários, para Pessoas Portadoras com Deficiência (PcD). A lei nº 8.213 de 1991 estipula uma cota de 2% de empregados PcD quando a empresa tem de 100 até 200 funcionários. Quando este número está entre 201 a 500, a cota mínima para PcD é de 3%, de 501 a 1000, é de 4% e acima de 1000 empregados, esta cota sobe para 5%.
Cascaes 35 O aluno especial consegue entrar e concluir curso universitário? Barreiras Cultura negativa Linguagem estranha para os surdos Custos de transporte e segurança para o aluno PcD A dificuldade varia muito conforme o tipo de lesão etc
Cascaes 36 Dúvida real As escolas brasileiras oferecem condições de formação acadêmica e profissional aos brasileiros com necessidades especiais?
Cascaes 37 Objetivos pessoas com necessidades especiais Facilitar a participação em cursos de segundo e terceiro graus dos estudantes com deficiência física, intelectual, sensorial, motora e/ou econômica.
Cascaes 38 Objetivos pessoas com necessidades especiais - PcD Disponibilizar meios de acesso à informação à PcD com: Livros falados utilizando-se a tecnologia de “text-to-speech” Convênios com centros de impressão em braile Comunicação interativa através da escrita e “closed caption”, inclusive no caso de palestras e seminários “on line”. Criar novos recursos de mobilidade, comunicação e educação Implementar centros de P&D a favor da PcD etc
Cascaes 39 Deficiente visual
Cascaes 40 Braille Virtual A Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo (FEUSP), por meio de pesquisadores(as) que atuam na área da deficiência visual, está disponibilizando na internet um programa específico para ensinar a leitura braille para cegos(as) e pessoas que enxergam, visando facilitar a comunicação entre os(as) mesmos. Braille Virtual é um curso online gratuito que pode ser salvo em disquete e usado fora da Internet. O programa funciona em computadores de poucos recursos e proporciona a aprendizagem do sistema braille em poucas horas, de maneira simples e rápida. Mais informações: www.braillevirtual.fe.usp.br
Cascaes 41 PcD e sua barreiras e necessidades
Cascaes 42 Objetivos pessoas com necessidades especiais Ser instrumento de acesso a laboratórios e museus virtuais, evitando, assim, deslocamentos e presenças prejudicadas pela condição física, sensorial ou intelectual do estudante. Levar a biblioteca ao aluno evitando deslocamentos difíceis.
Cascaes 43 MEC Programa do livro didático para portadores de deficiências Folha Dirigida Online (RJ) | 7.7.2005 | 11h17 A Secretaria de Educação Especial do Ministério da Educação vai lançar neste segundo semestre um Programa Nacional do Livro Didático para atender alunos portadores de deficiência visual e auditiva que cursam o ensino fundamental. Segundo a secretária Cláudia Dutra, serão produzidos livros em braile, linguagem usada pelos deficientes visuais, e dicionários em Libras, a Língua Brasileira de Sinais, utilizadas pelos portadores de deficiência auditiva. "É uma ação inédita que torna universal a entrega do livro em braile para os alunos do ensino fundamental e um conjunto de outras ações nesse programa que demonstra a intenção do MEC no sentido da educação inclusiva", disse. Segundo a secretária, também está sendo planejada a distribuição de 10 títulos de livros paradidáticos em Libras.
Cascaes 44 MEC Programa do livro didático para portadores de deficiências Folha Dirigida Online (RJ) | 7.7.2005 | 11h17 Uma pesquisa do MEC verificou que muitas das escolas convencionais ainda não aceitam deficientes e quando aceitam, cobram taxas extras para educá-los. O estudo revelou, ainda, baixa qualidade na educação, além de discriminação, tanto nas escolas convencionais quanto nas especiais. "Essa realidade nos indica que todos os educadores devem estar atentos aos debates a respeito dos direitos da criança portadora de deficiência", afirmou Cláudia Dutra. Dados do Censo Escolar indicam que aproximadamente 27% dos alunos com necessidades especiais estão hoje nas escolas da rede regular, e que 28% dos professores têm algum tipo de formação na área de educação especial.
Cascaes 45 Crítica ao MEC e seu Programa do livro didático para portadores de deficiências Processo lento Questões: quando chegará ao terceiro nível? quanto tempo, nesse compasso, levará para atender todas as pessoas com necessidades especiais?
Cascaes 46 Objetivos Criar biblioteca de alto nível didático. Estabelecer referência técnica.
Cascaes 47 Insistindo: Objetivos Embasar esforços de elevação de nível cultural e pedagógico das escolas técnicas e universidades brasileiras a favor da PcD.
Cascaes 48 Lembrando:o que existe nas livrarias? Livros de auto ajuda Romances Lazer Animais de estimação etc
Cascaes 49 O que menos existe: Livros técnicos didáticos Caros Custo financeiro elevado, demora a vender Diversidade entre escolas Multiplicidade de cursos, que livro fazer? Envelhece rápido
Cascaes 50 Objetivos Projetar o Brasil no cenário técnico internacional. Ampliar e fortalecer a literatura técnica em língua portuguesa
Cascaes 51 Objetivos – lembrado que o LTDD é útil a todos Facilitar os desenvolvimentos urbanístico, industrial e agropecuário, saneamento básico, saúde, direito, enfim, gerar em todas as profissões base de apoio técnico de alto nível em nosso país.
Cascaes 52 Objetivos e necessidade geral Gerar base de conhecimentos com qualidade certificada e coerente com as exigências do MEC, facilitando desenvolvimento e avaliação dos cursos técnicos profissionalizantes e de nível superior.
Cascaes 53 Objetivos adicionais Revelar novos talentos acadêmicos ou talentos desconhecidos do mercado, que tenham muito a contribuir com a educação e que não possuam meios de divulgação para os seus trabalhos e conhecimentos.
Cascaes 54 O LTDD será Universal Interativo Criará oportunidades imediatas em qualquer lugar Poderá ser impresso por qualquer entidade ou aluno Permitirá atualização on-line Utilização do conceito “e-book”
Cascaes 55 Instrumento de promoção dos autores e pólos de educação associados assim como dos patrocinadores externos.
Cascaes 56 Oferecido em CD, DVD (pode conter dezenas de livros diferentes) e livros convencionais após concurso ou avaliação positiva mediante pagamento de custos de impressão e distribuição.
Cascaes 57 Base para exemplos, laboratórios e exposições virtuais e exercícios dinâmicos Ambiente para melhor aproveitamento de efeitos especiais, mídia, comunicação visual e auditiva
Cascaes 58 Livro com melhor adaptação para a PcD podendo conter recursos de comunicação adequados ao PcD de acordo com sua espécie de dificuldade de percepção (vocabulário adequado ao surdo, por exemplo). Pode e deve conter hiperlinks
Não esquecendo que o LTDD Cascaes 59 Não tem limite de número de páginas. O desenvolvimento de qualquer assunto poderá ser feito de forma tão extensa e completa quanto necessário. O LTDD não tem limites pois existem sistemas de compactação de textos e imagens e os meios de transmissão ganham velocidade. Oferecido em DVDs e até embutido em laptops o aluno poderá receber praticamente um curso completo sobre o tema do livro.
Cascaes 60 Ponderação sobre um cenário Barreiras para as PcDs O estudante com necessidades especiais encontra barreiras imensas quando precisa freqüentar qualquer escola. As dificuldades começam ao sair de casa, fora tudo conspira contra a sua presença. Até em sala de aula as barreiras são sensíveis. Normalmente poucos professores e colegas de classe têm disposição para compensar as deficiências dos alunos e companheiros especiais.
Cascaes 61 O surdo O deficiente auditivo é extremamente penalizado na sua formação escolar a ponto de termos o seguinte (e lamentável) registro estatístico do ambiente escolar brasileiro: “5.750.809 possuem dificuldades auditivas ou surdez, no Brasil* , 519.460, até 17 anos de idade*, 276.884, entre 18 e 24 anos*, 56.024 surdos matriculados na educação básica**, 2.041 no ensino médio**, 300 alunos universitários com surdez** (*Censo Demográfico de 2000, do IBGE. **Censo Escolar do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep/MEC), de 2003).” Essa progressão mostra a exclusão violenta contra o deficiente auditivo e o resultado final é a presença de uma fração infinitesimal de alunos em cursos superiores.
Cascaes 62 O LTDD e o surdo O LTDD poderá ser um livro com versões especiais para os surdos e ser mais detalhado, pois não tem limitação de número de páginas.
Cascaes 63 Libras X Português O livro para o portador de deficiência auditiva precisa de recursos especiais, principalmente se ele não for oralizado. A língua de sinais (LIBRAS) tem uma expressão singular, diferente da usual na expressão oral.
Cascaes 64 Projeto integra língua portuguesa e educação especial http://www.feneis.com.br/Educacao/Surdos_surdosmudos.shtml 17:09 08/04 Agência Ponto Edu O ensino de português como segundo idioma para surdos que se comunicam por gestos, tendo como enfoque a educação científica, é o objetivo do projeto de pesquisa de pós-graduação Ensino de Língua Portuguesa para Falantes da Língua Brasileira de Sinais, do Departamento de Lingüística, Línguas Clássicas e Vernáculas da Universidade de Brasília. O projeto tem o aval do Programa de Apoio à Educação Especial (Proesp) da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) do Ministério da Educação. Implementado em dezembro do ano passado pela Capes e coordenado pela professora Heloísa Moreira Lima Salles, o projeto tem por meta formar quatro mestres e dois doutores em lingüística e produzir um dicionário bilíngüe (Língua Brasileira de Sinais e português), com termos científicos das áreas de química e de biologia usados na educação básica. Pretende, também, definir níveis de competência no aprendizado de português pelos surdos. "A intenção é identificar como as pessoas surdas progridem no aprendizado da língua portuguesa", enfatiza a coordenadora.
Cascaes 65 Duas línguas Outra meta do projeto é orientar o ensino de língua portuguesa como segunda língua para surdos, trabalhando temas transversais de interesse da sociedade, como educação ambiental, que envolve disciplinas como biologia, química e física.
Cascaes 66 Micros e pessoas deficientes: lazer, interação e capacitação - http://www.sac.org.br/PO98051A.htm Jornal O POVO - 18-05-1998 - Fortaleza - Ceará - Brasil http://www.opovo.com.br aplicações em Informática ampliam as perspectivas de desenvolvimento de pessoas com necessidades especiais. Seja para trabalhar, interagir ou mesmo para se divertir, as PcD encontram na computação uma forma de enriquecer a vida. O uso do computador amplia os horizontes de pessoas com necessidades especiais. Segundo a psicóloga Luciana Beco, a Informática traz uma série de recursos que podem promover a interação das PcD com o mundo. "Os deficientes intelectuais passam por uma peregrinação de tratamentos durante toda a vida. Chega um momento em que esse processo estaciona, e o computador surge como uma ampliação de horizontes. Fazer coisas como essa é enriquecer a vida", afirma a psicóloga. P.S.: com atualização semântica
Cascaes 67 Informática – quatro rumos As aplicações em Informática por pessoas com necessidades especiais podem seguir quatro rumos: pedagógico, lúdico, terapêutico e profissional. Segundo Luciana Beco, o tipo de aplicação depende de cada portador de deficiência. "Seja qual for a atividade que a pessoa vai desempenhar, o importante é que ela faça bem feito", diz. Para a psicóloga, as experiências com Informática contribuem para o desenvolvimento da auto-estima do deficiente. "O objetivo é capacitar a pessoa para usar o micro de uma forma independente. O mais importante é estabelecer a auto-imagem positiva de estar usando o computador", afirma.
Cascaes 68 Micros e pessoas deficientes: lazer, interação e capacitação http://www.sac.org.br/PO98051A.htm Para a psicóloga Flávia Peres, o uso da Informática estimula a atenção de alunos PcD. "Existem crianças que não conseguem interagir na sala de aula, mas no laboratório de computação elas esboçam várias respostas", comenta. Na Casa Tia Léa - onde Flávia Peres é professora de Informática - os alunos PcD estudam juntos com crianças tidas como normais. "A gente trabalha com duas crianças por micro, e isso não é à toa. Esse modelo é mais rico e estabelece uma troca. Há a percepção da diferença, mas não existe o preconceito", diz. Em alguns casos, o uso da Informática por PcD resulta em avanços significativos. "Quando o Netinho chegou na Casa da Esperança, ele não era muito ativo. Depois da oficina de computação, surgiu um interesse maior de conversar com as pessoas - melhorou bastante a socialização". O relato é de Alexandre Mapurunga, professor de Informática da Casa da Esperança. Netinho é autista e gosta de participar de bate-papos na Internet. P.S.: com atualização semântica
Cascaes 69 Mérito Segundo Mapurunga, não é correto creditar os resultados positivos exclusivamente ao uso da Informática. "Não ligo esse progresso especificamente ao computador. Mas quando o aluno é chamado a escrever uma redação e expor sua opinião, o micro acaba intermediando esse processo", explica. As PcD geralmente usam softwares convencionais quando lidam com o computador, seja para trabalhar ou se divertir. "Nós indicamos programas que podem ser encontrados em qualquer micro - como o Word e o Paint. Se eu boto uma coisa diferente, quando a pessoa sair daqui não vai saber fazer mais nada", afirma a psicóloga Luciana Beco. Ela é professora de Informática para PcD (adultos e jovens) da Escola de Artes e Ofícios. P.S.: com atualização semântica
Cascaes 70 Reafirmando O LTDD será um recurso de apoio importante para os estudantes e profissionais com necessidades especiais.
Cascaes 71 Apoio técnico e financeiro Podemos obter orientação e apoio das seguintes entidades: UNESCO Empresas – Lei Rouanet Fundos Setoriais Mídia de empresas públicas e privadas
Cascaes 72 Governo Federal O Ministério da Educação – MEC, por meio da Secretaria de Educação a Distância – SEED atua como um agente de inovação tecnológica nos processos de ensino e aprendizagem, fomentando a incorporação das Tecnologias de Informação e Comunicação (TICs) e das técnicas de educação a distância aos métodos didático-pedagógicos. Além disso, promove a pesquisa e o desenvolvimento voltados para a introdução de novos conceitos e práticas nas escolas públicas brasileiras. A Secretaria de Educação a Distância – SEED representa a clara intenção do atual governo de investir na educação a distância e nas novas tecnologias como uma das estratégias para democratizar e elevar o padrão de qualidade da educação brasileira. A Secretaria desenvolve vários programas e projetos, a saber:
Cascaes 73 Programas Federais O Programa Nacional de Informática na Educação (ProInfo) é um programa educacional criado pela Portaria nº 522, de 9 de abril de 1997, pelo Ministério da Educação, para promover o uso pedagógico da informática na rede pública de ensino fundamental e médio. O ProInfo é desenvolvido pela Secretaria de Educação a Distância (SEED), por meio do Departamento de Infra-Estrutura Tecnológica (DITEC), em parceria com as Secretarias de Educação Estaduais e Municipais. O programa funciona de forma descentralizada, sendo que em cada Unidade da Federação existe uma Coordenação Estadual do ProInfo, cuja atribuição principal é a de introduzir o uso das tecnologias de informação e comunicação nas escolas da rede pública, além de articular as atividades desenvolvidas sob sua jurisdição, em especial as ações dos Núcleos de Tecnologia Educacional (NTEs).
Cascaes 74 Programas Federais Webeduc - No portal de conteúdos você irá realizar e conhecer cursos, programas e objetos de aprendizagem que irão lhe auxiliar na formação educacional e profissional, respeitando seu próprio ritmo de aprendizado. Entre outros o Portal Domínio Público pretende conter material semelhante ao LTDD.
Cascaes 75 Organização portal LTDD Os Institutos eleitos para patrocinar e outras organizações sócias do empreendimento trabalharão em parceria com os sistemas de comunicação para estruturação, obtenção das contribuições técnicas e gerenciamento dos LTDDs. O processo de contato com os estudantes será via portal das entidades patrocinadoras Esse consórcio fará consultas a indústrias, empresas de serviços, concessionárias e instituições governamentais para viabilização dos LTDDs sobre os quais, personalizados por um título específico, serão construídas as campanhas publicitárias, concursos e premiações.
Cascaes 76 Seleção A seleção de obras deverá ser feita por uma banca de profissionais de competência técnica consagrada na área focada nos livros a serem escolhidos e por avaliação de usuários durante períodos pré-determinados.
Cascaes 77 Conteúdo Basicamente seguindo a ementa dos melhores cursos técnicos de segundo grau e de nível superior existentes será formada a base cultural literária que muitas escolas brasileiras não têm e/ou onde seus alunos estejam sem condição financeira para obtenção de livros didáticos específicos de seus cursos.
Cascaes 78 Direitos e compensações Os autores de contribuições técnicas e os vencedores dos concursos para produção dos LTDDs cederão os direitos da obra ao consórcio patrocinador enquanto mantida acessível gratuitamente via internet nos portais associados, em local apropriado. Terão, em contrapartida, divulgação de dados profissionais no mesmo ambiente e os prêmios a serem definidos no concurso específico.
Cascaes 79 Formas de apresentação O LTDD será oferecido em CD, DVD e na forma convencional (livro) mediante pagamento dos custos e taxa de administração necessários. A Biblioteca terá duas “prateleiras” gerais, uma com os livros obtidos por concurso e a outra com as contribuições técnicas espontâneas de autores devidamente qualificados.
Cascaes 80 Dinâmica Será um programa permanente, fazendo concursos anualmente e/ou elegendo as melhores contribuições através de avaliação dos usuários.
Cascaes 81 Prioridades e Priorizará temas coerentes com os programas das principais universidades brasileiras e dentro da cultura técnica utilizada pelo Ministério da Educação. O processo de criação e manutenção do LTDD será, portanto, interativo com os patrocinadores e instituições que o apoiarem.
Cascaes 82 Conteúdo Livros didáticos não publicados ou especialmente desenvolvidos para o portal e que se tornam de domínio público, abordando vários temas e disciplinas profissionalizantes (técnicos e universitarios). Trabalhos de graduação e pós graduação, mestrado e doutorado oriundos da comunidade acadêmica e de pesquisa. Links de acesso a outros portais e repositórios acadêmicos, industriais e centros de pesquisa que tratem do mesmo assunto, e atendam aos critérios de qualidade e didática impostos pelas normas e critérios definidos pela entidade, garantindo deste modo, a qualidade e confiabilidade das informações prestadas.
Cascaes 83 Conteúdo Palestras e vídeo conferências interativas abordando tópicos específicos. Contribuições expontâneas de associados que atendam a critérios previamente descritos Sessões de debates e trocas de informacões entre associados Fórum de perguntas e respostas atendidas pelos próprios autores, com esclarecimentos e dirimição de dúvidas de entendimento.
Cascaes 84 Importante OS AUTORES TERÃO ACESSO E LIBERDADE DE ATUALIZAR, MODIFICAR E ADEQUAR AS SUAS PUBLICAÇÕES DE MODO ON LINE, GARANTINDO, DESTE MODO, A PERMANENTE EVOLUÇÃO DO CONHECIMENTO. OS CONTEÚDOS SERÃO DIVIDIDOS POR DISCIPLINAS, TÓPICOS,TEMAS E PODERÃO SER ACESSADOS ATRAVÉS DA NAVEGAÇÃO POR HIPERTEXTO
Cascaes 85 Livraria / Gráfica A evolução dos recursos de telecomunicações e impressão permite-nos propor a criação de livrarias equipadas com recursos de impressão e comunicação de modo a se permitir ao cliente a solicitação de edição personalizada de livros de seu interesse, disponíveis no ciberespaço. Nesses locais (universidades, livrarias comerciais, clubes etc) o estudante e o profissional poderão solicitar a impressão dos LTDDs, se assim o desejarem, assim como do material divulgado na “prateleira livre” e outras.
Cascaes 86 Consultar A Economia na escala produtiva do livro, de Fábio Sá Earp e George Kornis, Rio de Janeiro, BNDES, 2005, CDD 070.5 http://www.bndes.gov.br/conhecimento/ebook/ebook.pdf Cuidado, não esquecer de que estamos tratando de livros técnicos didáticos
Cascaes 87 Implementação Criação de marca e registro de direitos Os custos tratam de apropriação de mão de obra própria e despesas de registro. A equipe deverá possuir recursos humanos em condições de fazer na “casa do patrocinador” esta etapa, exceto (evidentemente) o que depender de cartórios e associações específicas.
Cascaes 88 Implementação Criação e divulgação de proposta de mídia A ONG criada para o LTDD e as entidades patrocinadoras (sugestão: Eletrobrás, Braskem, Votorantim, Vale do Rio Doce, Fundação Roberto Marinho, Fundação COGE, Instituto Ethos, Federação de Indústrias, etc) deverão, naturalmente, idealizar o padrão de mídia e detalhar sua proposta para comercialização de espaços e direitos. Dependendo dos clientes a serem conquistados poderá ser modificada substancialmente a forma de apresentação do LTDD. A divulgação deverá explorar o próprio espaço do portal D+eficiente (sugestão) e procurar contatos diretos com indústrias e empresas concessionárias.
Cascaes 89 Por quê portal externo ao Governo? Maior agilidade Aproveitamento de patrocínio de empresas Menos sensível a mudanças políticas Implementação rápida Sensibilidade às necessidades da indústria, empresas de serviço etc.
Cascaes 90 Implementação Estabelecimento de convênios A credibilidade do LTDD dependerá do nível dos associados e entidades que se dispuserem a participar da seleção das contribuições técnicas. Com certeza elas pretenderão alguma retribuição, mas a assinatura delas na aprovação dos livros será aval de credibilidade ao que for produzido. Formação de ONG A Biblioteca Digital poderá acontecer dentro do espaço institucional da PATROCINADORA ou vir a ser uma ONG específica. É uma questão fiscal de conveniência empresarial e jurídica que merece análise por razões éticas, fiscais e legais.
Cascaes 91 Implementação Estabelecimento de contrato com indústrias e concessionárias Essa é a etapa decisiva na evolução do LTDD. O interesse de eventuais patrocinadores dependerá do potencial de mídia que a proposta contiver. Assim será importante destacar o público a ser atingido (estudantes e profissionais de Engenharia, por exemplo) e apresentar a proposta de forma a convencer as empresas que pagarão o projeto. Essas empresas, por sua vez, poderão eventualmente aproveitar recursos de fundos setoriais, lei Rouanet e outras fontes específicas. É importante criar condições de premiação para os autores dos livros técnicos, custo a ser coberto pelos patrocinadores. O maior custo, contudo, é o preço da mídia convencional (divulgação no portal, festa de apresentação etc).
Cascaes 92 Implementação Negociação de metas, cronograma, custos e responsabilidades Como qualquer atividade o sucesso do empreendimento dependerá de uma programação realista, lúcida e eficaz. Será muito importante uma boa assessoria jurídica para o estabelecimento preciso de direitos e deveres entre as partes. A questão “direitos autorais” é delicada exigindo assessoria específica. Com o apoio da PATROCINADORA nesse programa colocamos a seguinte programação:
Cascaes 93 Implementação Anúncio público, convite a contribuições A mídia em torno do LTDD é vital ao sucesso. É interessante notar que já existem muitos espaços de divulgação de material técnico no Brasil, mas colocados de forma tímida, sem divulgação forte e sem qualidade organizada. O concurso e a qualificação das contribuições técnicas será forte indicativo de atenção (livro ouro, prata, análise dos livros publicados, sistema de acesso, organização etc), pois o espaço eletrônico tende a ser cada vez maior, levando o pesquisador a se perder entre muitas obras eventualmente mal feitas ou erradas, simplesmente.
Cascaes 94 Implementação Divulgação de resultados A divulgação nacional dos concursos talvez mereça espaços pagos na mídia convencional, devendo ser considerada no contrato com os patrocinadores do projeto. A publicidade consagra, sendo com certeza o ponto mais caro e importante para compensar os autores dos livros e patrocinadores. O custo da mídia tende a diminuir à medida que existir apoio dos meios de comunicação (Fundação Roberto Marinho?).
Cascaes 95
Cascaes 96 Coroação Solenidade de “coroação” O ponto alto do LTDD será a entrega dos prêmios aos autores dos livros selecionados. Nessa ocasião a mídia será fundamental, pois, sendo bem feita, criará motivação para futuras contribuições. Televisão, convite a autoridades, jantar e outras honrarias deverão ser providenciadas para mostrar ao público interno e externo a qualidade e importância dos vencedores e de suas obras.
Cascaes 97 Conclusão – Objetivo central EM SUMA, DEMOCRATIZAR E TORNAR ACESSÍVEL A TODOS INFORMAÇÕES E CONHECIMENTOS QUE VISEM A MELHORIA SIGNIFICATIVA DA QUALIDADE DE ENSINO, FORMAÇÃO E EXERCÍCIO PROFISSIONAL NOS PAÍSES COM DOMÍNIO DAS LÍNGUAS ADOTADAS PARA A EDIÇÃO.
Cascaes 98 ESTRUTURA ENTIDADE NÃO GOVERNAMENTAL, SEM FINS LUCRATIVOS, VISANDO A CONTRIBUIÇÃO SOCIAL NA EDUCAÇÃO PROFISSIONALIZANTE UNIVERSAL. Sendo à parte do governo terá mais resistência a mudanças políticas Patrocinado pela iniciativa privada será mais sensível a questões práticas e reais da indústria
Cascaes 99 ESTRUTURA ORGANIZACIONAL DIRETORIA ADMINISTRAÇÃO COMISSAO DE ANÁLISE DE PUBLICAÇÕES GRUPO DE ANÁLISE,REVISÃO FINAL E ADEQUAÇÃO DIDÁTICA GRUPO DE RECEBIMENTO DE CONTRIBUIÇÕES – FIRST SCREENING
Cascaes 100 MEMBROS CONTRIBUINTES COMUNIDADE ACADÊMICA COMUNIDADE DE PESQUISA INDÚSTRIA CONSULTORES CONCESSIONÁRIAS COMÉRCIO ETC.
Cascaes 101 MEMBROS ASSOCIADOS ESTUDANTES QUE PREENCHEREM A FICHA DE INSCRICAO COM DETALHES DE NOME, ENDEREÇO, CURSO, ESCOLA – ACESSO GRATUITO. EMPRESAS OU FUNCIONÁRIOS DE EMPRESAS – PAGARÃO TAXA DE INSCRIÇÃO ANUAL OU SEMESTRAL.TERÃO DIREITO A UM DETERMINADO NÚMERO DE INSERÇÕES DE TRABALHOS DE ACORDO COM A CONTRIBUIÇÃO E PRÉVIA APROVAÇÃO DE CONTEÚDO. PESQUISADORES DE INSTITUTOS DE PESQUISA RENOMADAMENTE SEM FINS LUCRATIVOS – LIVRE DE TAXA MAS COM OBRIGACAO DE PUBLICAÇÃO DE TRABALHOS. ENTIDADES DE CLASSE TAIS COMO FIESP, CIESP E SUAS AUTARQUIAS TAIS COMO SESC, SENACS, ETC. – LIVRES DE TAXAS MAS COM A OBRIGAÇÃO DE PUBLICAÇÃO DE TRABALHOS COM A APROVACAO DA COMISSÃO DE ANÁLISE.
Cascaes 102 MEMBROS SPONSORS EMPRESAS QUE DETENHAM TECNOLOGIA E SERVICOS QUE VIABILIZEM A CRIAÇÃO E MANUTENÇÃO DO PORTAL. SERÃO REFERENCIADAS NO PORTAL COMO SPONSORS E TERÃO DIREITO À PUBLICAÇÃO GRATUITA DE TRABALHOS COM PRÉVIA APROVAÇÃO DO CONTEÚDO PELA COMISSÃO DE ANÁLISE, BEM COMO TERAO ASSENTO NA DIRETORIA.
Cascaes 103 MEMBROS APOIADORES EMPRESAS QUE QUEIRAM ANUNCIAR NO PORTAL PARA DIVULGAÇÃO DE SUAS MARCAS. SEM DIREITO À PUBLICAÇÃO DE TRABALHOS.
Cascaes 104 Ensino à Distância palestra Ryon Braga Em breve não haverá mais separação entre ensino presencial e EAD. As IES irão falar em um Conjunto de Atividades de Aprendizagem, incluindo maior ou menor quantidade de encontros presenciais.
Cascaes 105 EAD Relembrando: quase 1 milhão de pessoas egressas do ensino médio por ano, que não conseguem pagar uma IES privada. Boa parte delas conseguem pagar valores de mensalidade que variam de R$ 50,00 a R$ 120,00. Alunos para Sempre – ao invés de matricular o aluno para 4 anos
Cascaes 106 EAD off line O ensino à distância não síncrono, off line, com lições e material de consulta livres, é de custo reduzidíssimo pois não exige salas virtuais, projeção simultânea, alunos e professores mobilizados em horários determinados. Depende, contudo, de literatura adequada.
Cascaes 107 O LTDD é fundamental ao Ensino à distância EAD on line EAD off line
Cascaes 108 Futuro do ensino superior palestra Ryon Braga
Cascaes 109 Coordenadas Cascaes, João Carlos Endereço(s) de email(s): jccascaes@onda.com.br jccascaes@gmail.com Informações pessoais: Endereço: Rua Dorival Pereira Jorge, 282, Vila Isabel Curitiba PR 80320-060 Telefax: x41 3242 7082 Celular: 9683 1003
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Summary: Proposição de criação de livros técnicos para PcD em ambiente digital e universalização da cultura técnica
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