XBRL Facilitador da divulgação do relato financeiro

+7

No comments posted yet

Comments

Slide 1

É um TEMA que assume particular importância na CONJUNTURA actual Com as recentes CRISES nos mercados financeiros, provocadas pela FALTA de TRANSPARENCIA na divulgação de informação, o relato financeiro assume especial importância

Slide 2

NESTA APRESENTAÇÃO vamos abordar alguns ASSUNTOS e o primeiro é a Normalização contabilística…

Slide 3

fruto da EVOLUÇÃO TECNOLÓGICA, sociedades passam a poder FINANCIAR-SE merc.capitais estrang DIFERENÇAS culturais, económicas e políticas entre os países  DIVERGÊNCIAS nível das normas cont EMPRESAS têm de APRESENTAR a sua informação segundo os vários normativos, DIFERENÇAS surgidas geram CONFUSÃO e a DESCREDIBILIZAM os mercados financeiros. EXIGE-SE TRANSPARÊNCIA, FIABILIDADE e COMPARABILIDADE da informação financeira. Esta situação vai desencadear o processo de HARMONIZAÇÃO contabilístico a nível mundial UE contribui para o processo através do REGULAMENTO 1606/2002, no qual obriga a sociedades que tenham os seus valores mobiliários admitidos à negociação num mercado regulamentado de qualquer estado membro a apresentarem as suas contas consolidadas em conformidade com as Normas Internacionais de Contabilidade As normas contabilísticas de uma forma geral têm vindo a dar ESPECIAL ATENÇÃO ao relato financeiro, não é por acaso que estas têm vindo a ADOPTAR a DENOMINAÇÂO de normas contabilísticas de relato financeiro

Slide 4

Quanto à normalização da divulgação, é reconhecido por todos que o processo de análise é realmente difícil quando temos formatos bastante diferentes, NECESSÁRIO REFORMATAR para facilitar a COMPARAÇÃO e ANÁLISE. Se PROCESSO análise for MOROSO corremos os risco dessa informação DEIXAR DE SER RELEVANTE Nos processos de REINTRODUÇÃO de dados existe sempre a possibilidade de FALHAS, podendo ser posta em causa a FIABILIDADE da informação.

Slide 5

Este ESQUEMA mostra as várias FONTES do processo de ELABORAÇÃO do relato financeiro e os vários FORMATOS em que o mesmo é elaborado. DESTINATÁRIOS podem EXIGIR esse mesmo formato. (ESTADO XML) - PROCESSO de ELABORAÇÃO do relato financeiro poderá tornar-se uma tarefa COMPLICADA E REDUNDANTE. Os formatos digitais assumem desde logo algumas vantagens em relação ao papel, no entanto também estes têm as suas limitações, vamos analisar alguns desses formatos:

Slide 6

PDF é um dos mais utilizados Não é um formato original

Slide 7

NÃO É muitas vezes DIVULGADO nestes formatos, na maior parte dos casos é elaborado com recurso a estas ferramentas do Microsoft Office. NÃO É livre NEM gratuita. EXTENSÍVEL = ACTIVO – ACTIVO NÃO CORRENTE – PARTICIPAÇÕES FINANCEIRAS --- > MEP + outros

Slide 8

Linguagem baseada na SGML (Standard Generalized Markup Language), ou seja, baseada numa LINGUAGEM QUE IDENTIFICA A INFORMAÇÃO com marcas, etiquetas. Contém etiquetas de apresentação que dão indicações ao BROWSER. FONTE, o TAMANHO, COR, POSIÇÃO, etc. e contém etiquetas de dados, podendo gerar confusão. Obriga o destinatário a visualizar a informação segundo o FORMATO DEFINIDO PELO EMISSOR.

Slide 9

DESENVOLVIDA pelo consórcio W3C (World Wide Web Consorctium) Esta linguagem é utilizada na IES e no SAF-T (Standard Audit File for Tax porposes)

Slide 10

1º - Linguagem de comunicação electrónica de dados de relato financeiro e económico. Consórcio internacional com cerca de 550 organizações, agrupadas por países e assumem a designação de JURISDIÇÕES. TAXONOMIAS – Bibliotecas (esquemas XML) independentes do próprio documento, onde estão definidas as etiquetas a serem utilizadas por cada tipo de relato. Permite EXIGIR MÍNIMOS DE INFORMAÇÃO, garantindo através de PROCESSOS DE VALIDAÇÃO que a informação se apresenta de forma COMPLETA, aumentando a TRANSPARÊNCIA E FIABILIDADE da informação.

Slide 16

LABEL LINKBASE - texto associado a cada etiqueta, permite apresentar uma descrição em IDIOMAS diferentes REFERENCE – Caixa e Equivalentes de Caixa - IAS nº1 §68, Sub§ i PRESENTATION – Estabelece uma hierarquia na estrutura das etiquetas através de relacionamentos pai-filho CALCULATION – (1) Soma ao elemento pai, (-1) subtrai, ( ) não influencia

Slide 17

Desenvolvemos um estudo para verificar o estado da arte da linguagem XBRL ao nível das autoridades de supervisão da União Europeia. autoridades supervisoras dos mercados de capitais PORQUE: -Por outro lado TÊM PODER para IMPOR um formato específico. -Por um lado porque a maioria das SOCIEDADES COTADAS estão obrigadas a aplicarem as NIC por isso têm DISPONÍVEL a TAXONOMIA para o seu relato financeiro.

Slide 18

Apresentamos primeiro o mapa das jurisdições São 9 os países com jurisdição definitiva e 3 com jurisdição provisória PORTUGAL não tem Jurisdição, várias entidades poderão vir a fazer parte: APOTEC, BP, CTOC, CMVM, CNC, ISP, INE, OROC

Slide 19

O nº de entidades é superior ao nº de entidades cotadas porque as autoridades recebem informação financeira de outras entidades e algumas autoridades são simultaneamente supervisores da banca, seguros, etc.

Slide 22

1º - Os resultados e a história mostra-nos que uma ideia simples nem sempre é de fácil implementação. Já passaram 10 anos desde que Charles Hoffman iniciou os seus protótipos e em algumas áreas é ainda uma utopia falar de XBRL. Linguagem simples, aberta e gratuita. CONCEITOS: XBRL Instance, XBRL Taxonomy, Stylesheet, XML, Jurisdições, etc. GRATUITA – não há almoços grátis, são os membros que suportam os custos das jurisdições e do consórcio em termos globais. custos dos softwares para gerar a informação em XBRL e custo de alterar os softwares existentes BENEFICIOS associados INTERESSES - Das autoridades que têm jurisdições criadas e não utilizam a XBRL apenas os Países Baixos não utilizam um formato específico e obrigatório.(REINO UNIDO) SOFTWARE – De uma forma geral as entidades que obrigam a utilização da linguagem XBRL disponibilizam software para criação do ficheiro XBRL.

Slide 1

XBRL Facilitador da divulgação do relato financeiro Rui Coutinho Carlos Santos XII CONGRESSO DE CONTABILIDADE E AUDITORIA Aveiro 2008

Slide 2

Normalização contabilística Normalização da divulgação Formatos digitais XBRL Estado da arte na UE Notas Finais Relato Financeiro

Slide 3

Globalização dos mercados financeiros Diferentes normativos Exigência de transparência e comparabilidade Harmonização contabilística Regulamento 1606/2002 Normas Internacionais de Contabilidade Relato Financeiro - Normalização contabilística

Slide 4

Análise da informação Comparabilidade, Relevância e Fiabilidade Relato Financeiro - Normalização da divulgação Vs Formato A Formato B

Slide 5

Relato Financeiro - Normalização da divulgação

Slide 6

PDF (Portable Document Format) Prós: Fácil de criar a partir de outros formatos Mantém formatação original Dificulta falsificação Contras: Dependência do Acrobat Reader Não permite a reutilização dos dados Relato Financeiro - Formatos Digitais

Slide 7

Word/Excel Prós: Fácil de trabalhar Flexível e interactivo Resultados visualmente atractivos Contras: Pouca segurança Dependente de um produtor software Não é extensível Relato Financeiro - Formatos Digitais

Slide 8

HTML Prós: Permite a apresentação directa num site Permite apresentações multimédia Utilização livre e gratuita Contras: Não é específica p/transmissão de dados Não faz distinção entre etiquetas (apresentação/dados) Relato Financeiro - Formatos Digitais

Slide 9

XML (eXtensible Markup Language) Prós: Específica para transmissão de dados Utilização livre e gratuita Texto simples com dados etiquetados Extensível Permite esquemas de validação Contras: Segurança Relato Financeiro - Formatos Digitais

Slide 10

Relato Financeiro - Linguagem XBRL Desenvolvida pelo consórcio XBRL International Jurisdições desenvolvem localmente a linguagem. Baseada na linguagem XML (extensível, aberta e gratuita) Esquema estruturado, com etiquetas pré-definidas (Taxonomias)

Slide 11

Relato Financeiro - Normalização da divulgação

Slide 12

Relato Financeiro - Normalização da divulgação

Slide 13

Esquema de Funcionamento da Linguagem XBRL

Slide 14

Aspecto da Linguagem XBRL

Slide 16

XBRL Label – Texto associado a cada etiqueta Reference – Informação adicional Presentation – Estabelece uma hierarquia Calculation – Indica o cálculo a efectuar Definition – Define regras de validação

Slide 17

Estudo Empírico Questionário a fim de verificar o uso da linguagem XBRL: 27 Autoridades supervisoras dos mercados de capitais 27 Autoridades supervisoras do sector bancário Estado da arte XBRL (União Europeia)

Slide 18

Definitivas Alemanha Bélgica Dinamarca Espanha França Irlanda Países Baixos Reino Unido Suécia Provisórias Itália Luxemburgo Polónia XBRL na Europa Jurisdições

Slide 20

Uso da linguagem XBRL por outras autoridades

Slide 21

Mercado Capitais Espanha Irlanda Luxemburgo Polónia Outros Alemanha Bélgica Espanha França Lituânia Luxemburgo XBRL na Europa Autoridades Supervisoras

Slide 22

Problemas: Expectativas de facilidade de implementação demasiado altas Interliga duas áreas e muitos conceitos diferentes Utilização gratuita (custos jurisdições - custos de softwares) Interesses instalados Soluções: Software gratuito para elaboração do ficheiro XBRL (=IES) Enforcement por parte das autoridades supervisoras Relato Financeiro - Conclusões do Estudo

Slide 23

XB quê???

Slide 24

Questões XBRL Facilitador da divulgação do relato financeiro Rui Coutinho rcoutinho@ua.pt

Slide 25

Obrigado XBRL Facilitador da divulgação do relato financeiro Rui Coutinho rcoutinho@ua.pt

Summary: XII congresso de contabilidade e auditoria, 21 Nov. 2008 - isca-ua Rui Coutinho e Carlos Santos

Tags: isca-ua xbrl congresso contabilidade

URL: