célula vegetal fisiologia vegetal

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Fisiologia Vegetal Prof. Ernane Ronie Martins Profa. Lourdes Silva de Figueiredo

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A botânica nas ciências agrárias Anatomia das Espermatófitas Estudo da Anatomia vegetal Forma X função Botânica Sistemática Morfologia e taxonomia Fisiologia Vegetal Funcionamento...

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Programa Tópicos: Célula Vegetal e Fluxo de Energia Relações Hídricas Noções de Nutrição Mineral Transporte e Translocação de Solutos Fitormônios e reguladores de crescimento Fotossíntese Respiração Crescimento e desenvolvimento vegetal

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Programa As apresentações multimídia das aulas teóricas estão disponíveis no site www.slideboom.com: basta procurar pelo título da aula. As apresentações em formato PDF estão disponíveis no site UFMG Virtual (https://ufmgvirtual.grude.ufmg.br/)

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Programa Sistema de avaliação Três (03) Provas (80%) – datas: 18/04 (25%) – 16/05 (30%) – 27/06 (25%). As avaliações serão ministradas às 18h00min dos dias determinados.  Prova de 2ª. chamada – só será ministrada se deferida pelo colegiado do curso. Data: 04/07.  Relatórios de prática (20%)

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Programa CASTRO, P.R.C., SENA, J.O.A., KLUGE, R.A. Introdução à fisiologia do desenvolvimento vegetal. Maringá: UEM, 2002. CID, L.P.B. Introdução aos hormônios vegetais. Brasília: EMBRAPA, 2000. FELIPPE, G.M. et al. Curso prático de fisiologia do desenvolvimento vegetal. Campinas: Unicamp, 1985. FERRI, M.G. Fisiologia Vegetal 1. 2.ed. São Paulo: EPU, 1985. FERRI, M.G. Fisiologia Vegetal 2. 2.ed. São Paulo: EPU, 1986. KERBAUY, G.B. Fisiologia vegetal. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2004. LARCHER, W. Ecofisiologia vegetal. São Carlos: Rima, 2000. 531 p. MAESTRI, M. et al. Curso de Fisiologia Vegetal. Viçosa: UFV, 1998. MARENCO MENDOZA, R. A., LOPES, N.F.. Fisiologia vegetal: fotossíntese, respiração, relações hídricas e nutrição mineral. Viçosa, MG :   Editora UFV,   2007. PASSOS, L.P. Métodos analíticos e laboratoriais em fisiologia vegetal. Coronel Pacheco: EMBRAPA, 1996. PRADO, C.H.B.A., CASALI, C.A. Fisiologia vegetal: práticas em relações hídricas, fotossíntese e nutrição mineral. Barueri: Manole, 2006. 448p. RAVEN, P. H. Biologia vegetal. 5.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1992. SAMPAIO, E. Fisiologia vegetal – teoria e experimentos. Ponta Grossa: UEPG, 1998. 190p. TAIZ, L., ZEIGER, E. Fisiologia Vegetal. Porto Alegre: Artmed, 2009. 848p.

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Plantas Princípios comuns aos vegetais As plantas captam energia solar e convertem em energia química armazenada nas ligações formadas na síntese de carboidratos Os vegetais não são móveis, à exceção de algumas células reprodutivas Em substituição à mobilidade = habilidade de crescer em busca de recursos durante toda a vida

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Plantas Princípios comuns aos vegetais As plantas terrestres têm estrutura reforçada para dar suporte à sua massa, à medida que elas crescem em direção à luz e contra a força de gravidade As plantas terrestres perdem água continuamente e desenvolvem mecanismos para evitar a dessecação

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Plantas Princípios comuns aos vegetais As plantas terrestres apresentam mecanismos e estruturas para transportar água e minerais para os locais de fotossíntese e crescimento, bem como para transportar os produtos da fotossíntese para os tecidos e órgãos não-fotossintetizantes

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Plantas Corpo vegetativo Folha fotossíntese Caule Sustentação Raiz Fixação, absorção de água e minerais

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Célula vegetal Parede celular Lamela média, parede primária e secundária Protoplasto Membrana Núcleo Vacúolo Citoplasma subst. Fundamental, organelas, sistema de endomembranas, citoesqueleto e ribossomos Substâncias ergásticas amido e cristais

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Célula vegetal

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Célula vegetal

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Célula vegetal

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Parede celular Externa à membrana plasmática Confere forma e resistência à célula Constituição química e espessura variável idade e função da célula na planta

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Parede celular Estrutura

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Parede celular Parede primária tecidos jovens Em crescimento partes tenras da planta rica em pectatos pouca celulose

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Parede celular Parede secundária tecidos com resistência mecânica rica em celulose maior espessura

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Parede celular Campos primários de pontoações parede primária Pontoações parede secundária Importância conexão entre células adjacentes

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Parede celular Componentes da parede celular Cimento armado Matriz amorfa (pectina e hemicelulose) Matriz cristalina (celulose) Proteínas Modificações Cêras cutina suberina lignina

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Parede celular Celulose = carboidrato mais abundante no planeta polímero de glicose Organiza-se em microfibrilas Comparação entre celulose e amido

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Parede celular Microfibrilas de celulose

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Parede celular Modificações Principal adaptação que permitiu a sobrevivência na terra permite o transporte de água a planta se mantém ereta lignina = mais abundante em plantas depois da celulose estrutura química precisa não é conhecida Encontrada em tecidos de sustentação e de grande resistência mecânica

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Parede celular Função protetora Coíbe consumo por herbívoros relativamente Indigerível pelos animais reduz a digestibilidade da celulose e proteínas da parede bloqueia o crescimento de patógenos

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Parede celular Áreas lignificadas Caule de um capim Elementos de vaso

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Plasmodesmas Extensões da membrana Tubos com 40-50 µm de diâmetro Conectam citoplasmas de células adjacentes Simplasto = continuum de citoplasmas Transporte pelos plasmodesmos = simplástico

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Plasmodesmas Transporte de moléculas Moléculas com 700-1000 dáltons Limite de exclusão = 1,5-2,0 nm Vírus do mosaico do fumo (18 nm de largura e 300 nm de comprimento) – pode atravessar. O limite de exclusão pode ser regulado Filamentos de actina e miosina

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Plasmodesmas

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Membrana Bicamada fosfolipídica com proteínas Absorção, retenção e exclusão de substâncias Proteínas Integrais e periféricas permeabilidade seletiva

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Membrana Dupla camada lipídica=unidade de membrana Fosfolipídios - anfipáticos cabeça hidrofílica =>serina, colina, glicerol, inositol cauda hidrofóbica=> ácidos graxos

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Membrana celular

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Vacúolo O vacúolo contém água e solutos íons, ácidos orgânicos, cristais, pigmentos, açúcares, enzimas, metabólitos secundários (taninos, alcalóides etc.). 80-90% da célula madura Nos tecidos meristemáticos - provacúolos Membrana do vacúolo = Tonoplasto

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Vacúolo

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Vacúolo Acúmulo de solutos Promove acúmulo de água e faz a célula ficar túrgida

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Vacúolo Acúmulo de solutos Proteínas no tonoplasto

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Vacúolo Contém enzimas hidrolíticas proteases, ribonucleases e glicosidases As enzimas hidrolíticas passam ao citoplasma à medida que a célula entra em senescência reciclagem de nutrientes

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Vacúolo Há vacúolos que armazenam proteínas Corpos protéicos em sementes Proteínas de reserva que são utilizadas na germinação Há vacúolos líticos se fundem com os corpos protéicos e hidrolisam proteínas na germinação

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Vacúolo Camada de aleurona em cereais

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Vacúolo Célula com antocianina (pigmento hidrossolúvel) Vacúolo Vacúolo Núcleo

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Substâncias ergásticas Componentes não protoplasmáticos Substâncias de reserva (amido, proteínas, óleos etc.) “Descarte” (alcalóides, cristais etc.) Defesa (cristais, metabólitos secundários)

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Substâncias ergásticas - cristais Defesa? Descarte? Oxalato de cálcio Drusas Ráfides Monocristal Carbonato de cálcio Cistólito drusas ráfide cistólito Monocristal

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Substâncias ergásticas - amido Grãos de amido plastídios Reserva de energia Amido primário = cloroplasto Amido secundário = tecidos de reserva Importância taxonômica

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Substâncias ergásticas - taninos Proteção contra herbívoros Frutos imaturos Forma complexos com proteínas Inativam enzimas digestivas Em vinhos Redução de risco de doenças cardíacas

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Núcleo Funções Controla atividades da célula Produzir quais moléculas? Quando? Onde? Armazena a informação genética=genoma DNA 1,5x108 a 2x1011 pares de bases

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Núcleo Envelope nuclear par de membranas com poros nucleares 30 - 100 nm

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Núcleo Medidas: 1 cm = 1/100 m 1 mm = 1/1.000 m 1 m (micrômetro) = 1/1.000.000 m 1 nm (nanômetro) = 1/1.000.000.000 m 1  (Angstron) = 1/10.000.000.000 m

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Retículo endoplasmático Rede de membranas internas Forma sistema contínuo com o núcleo Sistema de canalização de substâncias proteínas, lipídios conecta células adjacentes plasmodesmas pode estar associado com ribossomos Síntese protéica

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Complexo de golgi Dictiossomos ou corpúsculos de Golgi 4-8 cisternas empilhadas região formadora ou cis região de maturação ou trans => membrana Envolvido com a secreção síntese de parede celular (polissacarídios)

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Complexo de golgi

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Mitocôndria Organela semi-autônoma DNA circular, fissão binária, dupla membrana 0,5 m de diâmetro Recoberta por duas membranas Membrana interna cristas mitocondriais aumentam superfície Liberação de energia = respiração moléculas orgânicas ==> ATP

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Mitocôndria

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Citoesqueleto Rede protéica distribuída na célula Funções divisão celular, movimento de organelas, crescimento e diferenciação, formação de parede celular ...

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Citoesqueleto Dois tipos Formas livres e polimerizadas em equilíbrio Microtúbulos Filamentos de Actina

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Microtúbulos Subunidades de tubulina Funções Crescimento ordenado da parede celular Movimento do cromossomo na divisão Presentes em flagelos e cílios

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Microtúbulos

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Filamentos de actina Constituídos de actina proteína contrátil Funções deposição de parede celular crescimento da ponta do tubo polínico migração nuclear após a divisão corrente citoplasmática

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Microcorpos Organelas esféricas com uma unidade de membrana Dois tipos Glioxissomos Sementes oleaginosas convertem óleo em açúcar => útil na germinação Peroxissomos

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Peroxissomos Em todos os eucariotos Plantas = células fotossintetizantes Removem H dos substratos orgânicos, consumindo O2 Produz H2O2 Catalase degrada o peróxido Envolvidos com fotorrespiração Sistema de proteção contra excesso de radiação

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Peroxissomos Peroxissomo

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Plastídios Importância Fotossíntese Armazenamento de amido Síntese de ácidos graxos e terpenos Tipos Pigmentados  cromoplastos e cloroplastos Sem pigmentos  leucoplastos Amiloplastos, elaioplastos, proteinoplastos e proplastídios

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Plastídios Características duas unidades de membrana DNA circular (cerca de 100 genes) Apresentam ribossomos inibidos por antibiótico divisão por fissão binária Originários de cianobactérias (?) Dependem do núcleo

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Plastídios Cloroplastos fotossíntese presença de luz

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Plastídios Cromoplastos Fotossinteticamente inativos Atração de polinizadores ou dispersores Coloração em frutos e sementes Caroteno (amarelo ou alaranjado) Licopeno (vermelho)

Tags: fisiología vegetal

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