THE UNIVERSE (o Macro e o Microcosmo)

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lanierwcr (1 year ago)

Slide 79. Vale destacar aqui, a título de reflexão: "Nada é tão sublime que não precise de uma matéria mínima, e nada é tão fisicamente material que não possa atingir uma condição supra-física".

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(*) Apresentação estilizada e adaptada por Lanier Wcr com a inclusão de 16 novos slides. O propósito é ilustrar o conhecimento humano e expandir a nossa percepção.

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( “ ) Vamos sair da Terra e viajar pelo espaço, registrando em fotos as etapas da viagem que corresponderem à potência de 10.

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Começaremos com 10º , na equivalência de 1 metro, e seguiremos em proporções múltiplas de 10: 10¹ (10 metros), 10² (10x10 = 100 metros), 10³ (10x10x10 = 1.000 metros), e assim por diante. Iremos utilizar o nosso atual conhecimento científico até o limite da imaginação, rumo ao macrocosmo.

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Depois vamos retornar, em alta velocidade, até o ponto de partida, para iniciarmos uma viagem inversa..., para dentro da matéria, em direção ao microcosmo.

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Observe a constância das leis no universo e se utilize disso para refletir, considerando o que ainda temos para descobrir e aprender .

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É a distância  de um braço estendido  com que olhamos a folha de um ramo... 100 1 metro

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Começamos nossa viagem “para cima” nos afastando da origem ... Já podemos ver os arbustos da floresta. 101 10 metros

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A esta distância já podemos ver a floresta bem definida, um pedaço do lago e as edificações. 102 100 metros

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Aqui mudamos de metro para km ... Já é possível saltar de pára-quedas ... 103 1 km

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A cidade pode ser observada de cima. Os quarteirões mal são vistos. 104 10 kms

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Nesta altura o estado da Flórida - USA - pode ser visto por completo. 105 100 kms

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Como visto por um satélite... 106 1.000 kms

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O Hemisfério Norte da Terra. Pode-se ver parte do Hemisfério Sul. 107 10.000 kms

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Nossa Terra começa a ficar pequena... 108 100.000 kms

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Pode ser vista a órbita da Lua em torno da Terra. 109 1 milhão de kms

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Parte da órbita da Terra em azul... 1010 10 milhões de kms

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1011 100 milhões de kms Órbitas de Vênus, Terra e Marte.

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Órbitas de Mercúrio, Vênus, Terra, Marte e Júpiter. 1012 1 bilhão de kms

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A esta “altura” de nossa viagem conseguimos enxergar todo o Sistema Solar e as órbitas de seus planetas. 1013 10 bilhões de kms

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1014 100 bilhões de kms O Sistema Solar começa a desaparecer no meio do Universo ...

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O Sol se torna uma pequena estrela no meio de outras milhares... 1015 1 trilhão de kms

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Mudamos para outra grandeza: “ano-luz” (lembrando-nos da velocidade com que a luz viaja: 300.000 km/s.) A “estrela sol” aparece pequena. 1016 1 ano-luz

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Aqui só vemos estrelas no infinito ... 1017 10 anos-luz

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“Nada” além de estrelas e nebulosas... 1018 100 anos-luz

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1019 1.000 anos-luz A esta distância as estrelas parecem se fundir. Ainda estamos viajando pela Via-Láctea, nossa galáxia.

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Continuamos nossa viagem dentro da Via-Láctea... 1020 10.000 anos-luz

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Agora chegamos à periferia da nossa galáxia. 1021 100.000 anos-luz (Viajando à velocidade da luz, levaríamos 100 mil anos para chegar aqui.)

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Nesta imensa distância podemos ver por inteira a Via-Láctea e também outras galáxias ... 1022 1 milhão de anos-luz

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Enfim, nesta distância as galáxias se tornam pequenos aglomerados; entre elas, imensidões de “espaços vazios”. Por toda parte é a mesma lei regendo os corpos do universo. 1023 10 milhões de anos-luz ... Poderíamos continuar viajando “para cima”, através da nossa imaginação..., mas agora vamos voltar “para casa”, rapidamente:

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108 Agora vamos diminuir a velocidade de volta. Podemos novamente ver a nossa querida Terra.

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107 Toda a epopéia da raça humana foi vivida neste planeta azul ...

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106 Por mais que fôssemos “para cima”, tudo estava igualmente regulado por leis idênticas.

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105 Velhas indagações ressurgem em nossa mente: Quem somos? De onde viemos? Para onde vamos?

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104 O que representamos para o Universo?

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103 (...) Nosso planeta nada mais é do que um cisco na imensidão espacial !

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102 (!) Em nossa viagem “para cima” fomos à 23ª potência de 10 ...

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101 Agora vamos mergulhar na matéria, numa viagem inversa ...

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O mesmo ponto inicial. Estamos novamente olhando para uma folha, na distância de um braço esticado... 100

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Ao mergulharmos para 10 cm podemos delinear a folha do ramo. 10-1 10 Centímetros

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Nesta distância é possível enxergar as primeiras estruturas da folha. 10-2 1 Centímetro

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As estruturas celulares começam a aparecer ... 10-3 1 Milímetro

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As células se definem. Podemos ver a ligação entre elas. 10-4 100 Microns

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Começa nossa viagem ao interior da célula... 10-5 10 Microns

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O núcleo da célula já fica visível. 10-6 1 Micron

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Novamente a unidade de medida muda para se adaptar ao minúsculo tamanho. Os cromossomas aparecem. 10-7 1.000 Angstrons

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Nesse micro universo a cadeia de DNA pode ser visualizada. 10-8 100 Angstrons

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Os blocos cromossômicos podem ser estudados. 10-9 10 Angstrons

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Aparecem as nuvens de elétrons do átomo de carbono. Tudo em nosso mundo é feito disso. Pode-se notar a semelhança do micro com o macrocosmo... 10-10 1 Angstron

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Neste universo em miniatura podemos observar os elétrons no campo do átomo. 10-11 10 Picometros

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Um imenso espaço vazio entre o núcleo e as órbitas de elétrons. 10-12 1 Picometro

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Neste incrível e minúsculo tamanho começamos a “enxergar” o núcleo do átomo, ainda pequeno. 10-13 100 Femtometros

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Agora temos o núcleo de um átomo de Carbono bem à nossa frente ! 10-14 10 Femtometros

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Aqui já estamos no penúltimo campo alcançável pela ciência, na face de um Próton. 10-15 1 Femtometro

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Examinamos as partículas ‘quark’... Não há mais para aonde ir..., não, pelo menos, com os instrumentos da ciência atual. Parece ser este o limite da matéria (...) 10-16 100 Attometros

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?

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? E agora? O Homem ainda se considera o centro do Universo? É o grande ser da criação?...”

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(!) Daqui fui induzido a continuar por mim, porque ainda não nego que somos o grande fenômeno da criação.

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E para mim o grande ser da criação continua a ser Deus. Mas reconheço o quanto hoje é difícil sustentar estas duas afirmações.

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Se no Universo não parece haver um limite externo, a matéria como partícula terá um limite interno?, ou um ponto de onde ela não possa mais se reduzir a um tamanho menor? Por quê? Por que nada pode se transformar em nada, se de fato “nada se perde no nada, nada se cria do nada, tudo se transforma?...” Sendo assim não existe o que imaginamos como imaterial?, invisível?, espiritual?... Não existe Deus?, o Ser Criador que teria de existir antes da criação da matéria?...

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(!) Eu mesmo posso definir que, se a matéria tem um limite interno, não pode tornar-se em nada, desaparecer e se extinguir. Assim, portanto, ela é imperecível e, também, como tal, incriável. Sendo assim ela não precisou de um Criador. Mas que dimensão podemos dar a algo incriável e então incriado e que, portanto, não pode ter tido um início...?

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Sei que os céticos são técnicos e não se preocupam com perguntas que, de fato, eles não podem responder. Não afirmam que a matéria sempre existiu. Afirmam que ela surgiu, em certo momento, devido a uma grande explosão: o BIG-BANG. E entre eles só os mais românticos chegam a dizer: “O Universo surgiu espontaneamente como uma planta que medra sem o cultivo”. (...) Eu acho, portanto, que nem devemos continuar a aborrecer os céticos com este tipo de pergunta: Se a matéria teve um início como surgiu do nada?

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Certa vez fiz a um deles esta pergunta: Como a matéria se organizou ao acaso, através de fenômenos aleatórios e sem mente? Foi quando eu desisti de aborrecê-los, após ouvir a resposta: “No caos existe uma estrutura inteligível”. Ora!, repliquei, não é essa estrutura inteligível que nos leva à hipótese da existência de Deus?!

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Michelangelo

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Sempre nos perturbamos pela certeza de que nada somos diante da morte. Hoje nos perturbamos pela certeza de que nada somos diante do Universo. Por isso, como sempre e ainda hoje, não conseguimos valorizar a Vida ou lhe dar o devido valor. Achamos difícil nos esforçar ou nos sacrificar por algo tão efêmero.

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Mas a Vida em si mesma é efêmera? Como podemos pensar assim depois de os cientistas comprovarem que neste mundo já havia uma biosfera ativa há mais de 3,7 bilhões de anos...? Uma Vida tão velha assim é efêmera? A própria humanidade não tem milhões de anos? Ou para nós este tipo de conhecimento é inútil?, por que não satisfaz o interesse e o anseio da nossa existência individual?...

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Percebem, meus caros leitores, como que alguns dos nossos assuntos precisam de um espaço maior?, maior do que o espaço visto aqui...?

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individual e universal, interior e exterior, Micro e Macro. De início o que realmente precisávamos era recuperar esta liberdade de pensar..., para que nossas mentes voltassem a ser férteis e recuperassem o fabuloso poder da imaginação. Podemos agora resgatar ou enfim conquistar toda a dimensão da nossa consciência, na dualidade de sua natureza:

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Luz, 16 de maio de 2010

Summary: The Universe (título original). "E então, o homem ainda se considera o centro do Universo?"... (/) Eu não poderia deixar de tocar neste assunto: é ainda um ótimo ponto para início de conversa... São 84 slides, em muitas imagens e pouco texto. [ Música Instrumental - "El Condor Pasa" ]

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