Oportunidade da Web Social para as bibliotecas

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At bottom, traditional library services and role At top: Into The Workflow

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Oportunidades da Web Social para as bibliotecas Visibilidade, relevância e acção inovadora 2.

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OPORTUNIDADES Para as bibliotecas, serviços de informação e documentação e centros de recursos MAIS VISIBILIDADE e MAIOR RELEVÂNCIA ACÇÃO INOVADORA ALGUNS ESTUDOS

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Maior visibilidade Estar onde o utilizador está Ser útil onde o utilizador está Com profissionais preparados Organização aberta à mudança Oferecendo serviços e conteúdos relevantes Confiando e envolvendo a comunidade

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Mais relevância Ir ao encontro das necessidades dos públicos Seleccionar criteriosamente ferramentas e canais de comunicação a utilizar Olhar para fora das paredes da biblioteca e encontrar lá as oportunidades de novos serviços e aplicações Oferecendo serviços de valor acrescentado

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Acção inovadora É importante ser útil onde o utilizador está Incorporar serviços e tecnologias emergentes Estar atento às necessidades dos públicos Adequar os conteúdos desenvolvidos e a desenvolver

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Ferramentas da web social nas Bibliotecas Permitir à biblioteca e aos seus públicos mais comunicação, melhor colaboração e a construção de comunidades online. Possibilitar a partilha, a sindicação e reutilização de conteúdos produzidos pelos serviços. Facilitar a aprendizagem, disseminar a informação e capitalizar o conhecimento dos utilizadores e a utilização que fazem dos sistemas da biblioteca.

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Ferramentas da web social Permitem às bibliotecas e serviços de informação e documentação tornar acessíveis os seus recursos, serviços e conteúdos onde e quando são necessários e para um número cada vez maior de utilizadores.

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Bibliotecas e web 2.0 Permitem às bibliotecas a redundância nos pontos de acesso às fontes de informação. A divulgação mais eficaz da oferta de serviços, dos conteúdos e dos recursos. Explorar serviços 24/7 como formas inovadoras e criativas de acção das bibliotecas e serviços de informação e documentação.

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As redes sociais possibilitam A criação de conteúdos, A colaboração online, E o uso e partilha da informação. E são permanentes desafios à transparência, transformação e acção das bibliotecas.

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Um meio e não o fim Estas ferramentas devem ser vistas como o meio e não o fim em si. Deverão ser utilizadas como complemento aos serviços oferecidos pelas bibliotecas.

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Reforçando…(1/2) O mundo já não muda como costumava mudar, é preciso questionar as nossas práticas.

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Reforçando…(2/2) A grande maioria dos utilizadores das bibliotecas escolares e de ensino superior nasceram e cresceram com a web, com as redes sociais e dispositivos móveis (nativos digitais).

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Estudo do LINI (Lisbon Internet and Networks International Research Programme) 1. Quantos somos? 56.4% dos Internautas nacionais (estes são apenas 48.8% da população portuguesa com mais de 15 anos) utiliza as redes sociais, com uma frequência maioritariamente diária.

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Estudo do LINI (Lisbon Internet and Networks International Research Programme) 2. Quem somos? O utilizador típico das redes sociais é do sexo feminino e jovem: 60.7% de mulheres 52.3% de homens. Em termos etários, a taxa de utilização entre: os 15-24 anos atinge o valor expressivo de 74.7%, decai no escalão seguinte (25-34 anos) para os 57.1%, chegando ao dos +65 anos apenas com 22.2%.

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Estudo do LINI (Lisbon Internet and Networks International Research Programme) 2. Quem somos? É de destacar que a taxa de utilização no escalão 55-64 é na ordem dos 42.9%. O crescimento de utilização pelos mais velhos parece ser confirmado por um estudo da MARKTEST relativo ao ano de 2010 que revela que o maior crescimento na utilização das redes sociais se deu na faixa etária dos maiores de 45 anos.

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Estudo do LINI (Lisbon Internet and Networks International Research Programme) 3. Por onde andamos na Web 2.0? O hi5 continua a ser a rede social genérica de preferência dos portugueses, embora enfrentando uma forte competição do Facebook. Entre 2009/2010 a taxa de utilização do hi5 cai 5.2%, enquanto o Facebook sobe vertiginosamente de 7.4% para 39.7%. Outros resultados revelam que o hi5 foi definitivamente destronado na preferência dos portugueses no final de 2010.

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Estudo do LINI (Lisbon Internet and Networks International Research Programme) As plataformas que se seguem apresentam valores mais modestos: Twitter com 7.9%, Myspace com 6.6% Orkut com 5.7%. Comparando a situação entre 2008/2009 e 2010 verifica-se: entrada do Twitter na tabela dos 5+, descida do Myspace, e Orkut. A posição do YouTube tem vindo a reforçar-se junto dos internautas portugueses: 2ª posição nas redes sociais mais acedidas em Novembro de 2010.

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Estudos 3. Por onde andamos na Web 2.0? Em Março de 2011, o ranking divulgado pela empresa Alexa para Portugal incluía várias plataformas de redes sociais, cujo grupo pode ser escalonado da seguinte forma: 1º – Facebook, 2º – YouTube, 3º – hi5, 4º – Twitter, 5º – Linkedin, 6º – Flickr, 7º – Badoo, 8º – Myspace Estudo disponível em http://www.umic.pt/images/stories/noticias/Relatorio_LINI_UMIC_InternetPT.pdf Os dados apresentados do LINI foram resumidos por Paulo Leitão e publicados no Notícia BAD http://www.bad.pt/noticia

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Estudo do LINI (Lisbon Internet and Networks International Research Programme) 4º O que fazemos? Maioritariamente comunicamos! São as funcionalidades ligadas à comunicação as + usadas: envio de mensagens 84.4%, utilização da conversação em tempo real com 47.9%, procura/sugestão de outros amigos para adicionar 47.3%, criação de álbuns de fotos 46.3% criar/aderir a grupos 32.1%.

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Estudo do LINI (Lisbon Internet and Networks International Research Programme) 4º O que fazemos? Funcionalidades mais ligadas ao entretenimento, como a utilização de jogos, ocupam também uma percentagem importante na ordem dos 42%. A actividade de publicar comentários no mural, uma das principais vias para a partilha de informação… tem uma taxa de utilização bem mais baixa (25.4%). Entre os 20% e os 30% encontramos funcionalidades como alertas de aniversários (26.7%), enviar presentes virtuais (24.8%) e aderir a causas (23.2%). As funcionalidades menos utilizadas são: criar aplicações (9.2%), consultar oráculos (10.8%), quizes/testes (16.8%), divulgação de eventos (17.8%) e fazer posts de músicas e videos (18.4%). Homens e mulheres utilizam estas funcionalidades com um peso diferenciado (a actividade de envio de mensagens tem taxas semelhantes entre os dois sexos). As funcionalidades com um perfil de utilização mais masculino são a procura/sugestão de amigos, os jogos e a conversação em tempo real As mulheres utilizam mais os alertas de aniversários, os comentários no mural, os quizes/testes, a divulgação de eventos, a consulta de oráculos, o envio de presentes virtuais, a criação de álbuns de fotos e o apoio/adesão a causas.

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PARTICIPAÇÃO DAS BIBLIOTECAS Ferramentas web 2.0 e construção de comunidades online

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Ferramentas da web social Permitem à biblioteca e aos seus públicos mais comunicação, melhor colaboração e a construção de comunidades online. Possibilitam a partilha, a sindicação e reutilização de informação e conteúdos produzidos e disponibilizados pelos serviços. Facilitam a aprendizagem, disseminam a informação e capitalizam o conhecimento dos utilizadores e a utilização que fazem dos sistemas da biblioteca.

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Ferramentas da web social Permitem às bibliotecas e serviços de informação e documentação tornar acessíveis os seus recursos, serviços e conteúdos onde e quando são necessários, para um número cada vez maior de utilizadores e em interacção com outros.

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Conversas 2.0 sobre Bibliotecas

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* Uma questão de…

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Uma questão de atitude Flexível no contexto dos novos ambientes De maior transparência e visibilidade Correr riscos, não recear o erro e rejeitar o perfeito

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Não andar pelas redes sociais sem antes reprogramar o cérebro 1.0 com a versão 2.0

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Antes de mais, adaptação à mudança Ir ao encontro das necessidades dos públicos e confiar nos utilizadores Assumir-se institucionalmente “early adopter” Incorporar serviços e tecnologias emergentes Correr riscos, não ter receio de errar e rejeitar a “cultura do perfeito”

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Maior visibilidade Estar onde o utilizador está Ser útil onde o utilizador está Com profissionais preparados Organização aberta à mudança Oferecendo serviços e conteúdos relevantes Confiando e envolvendo a comunidade

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Ponto de partida Assumir uma atitude institucional de pioneirismo tecnológico focado na funcionalidade e não na tecnologia. Postura de early adopter com um duplo papel: incorporador das tecnologias nos seus sistemas e serviços, formador dos seus públicos na utilização dos novos recursos tecnológicos.

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Uma questão de posicionamento De um serviço fronteira Gerador de sinergias Facilitador de recursos

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Biblioteca um serviço de Fronteira Está na fronteira Um serviço de interface… de relações e interdependências… Da educação formal e da educação não formal Do estudo individual e da descoberta partilhada Do tradicional e da novidade Do espaço físico e do espaço virtual …

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Concretizando no ensino… Reposicionar as ferramentas e recursos de informação da biblioteca, para ser possível a sua incorporação nos processo de ensino, aprendizagem e investigação. As bibliotecas têm que incorporar os seus recursos e conteúdos nos sistemas e ferramentas dos estudantes e da instituição. Ocupar um lugar relevante nos fluxos de informação.

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Ter como guia o modo como os alunos Acedem, consomem e produzem a informação.

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Estar onde o utilizador está

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Uma questão de relevância Sendo útil onde o utilizador está Com atenção às necessidades dos públicos Para adequar conteúdos e ferramentas

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Mais relevância É importante ser útil onde o utilizador está Incorporar serviços e tecnologias emergentes Ir ao encontro das necessidades dos públicos Seleccionar criteriosamente ferramentas e canais de comunicação a utilizar Olhar para fora das paredes da biblioteca e encontrar lá as oportunidades de novos serviços e aplicações Permanente adequação dos conteúdos desenvolvidos e a desenvolver Oferecendo serviços de valor acrescentado

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Não basta estar onde o utilizador está é importante ser útil onde o utilizador está e aí criar serviços de valor acrescentado

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Uma questão de estratégia Integração de conteúdos e serviços Recursos e ferramentas de web social Integrados na estratégia dos serviços

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“Just because you can doesn’t mean you should…”

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Integração dos conteúdos e serviços Uma forma de entregar a biblioteca aos utilizadores… Estratégia integrada no apoio ao utilizador em novos ambientes de aprendizagem. Estratégia que se caracteriza por: uma lógica de redundância de pontos de acesso à informação, tornar acessíveis a biblioteca, os seus serviços e recursos onde e quando são necessários.

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* Concretizando…

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Conteúdos e serviços Úteis nos ambientes de aprendizagem E aí criar serviços de valor acrescentado

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A Web social nas bibliotecas é geradora de oportunidades de interacção e serviços de proximidade

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David Álvarez, Mi PLE - http://e-aprendizaje.es/2010/03/09/mi-ple gerar conteúdos relevantes

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Martin Weller - My personal work/leisure/learning environment http://nogoodreason.typepad.co.uk/no_good_reason/2007/12/my-personal-wor.html serviços em diferentes canais

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Alec Couros, PhD Thesis illustration, the Networked Teacher - http://educationaltechnology.ca/couros/580 úteis onde o utilizador está

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Ismael Peña-López, Mapping the PLE sphere - http://ictlogy.net/20100715-mapping-the-ple-sphere/ com integração dos recursos

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Katherine Pisana - My PLE and 3 Sub PLEs oriented towards specific learning networks construção de comunidades online

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Paulo Simões - Twitter - the Heart of a #PLE fontes de informação relevantes

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Steve Wheeler, Anatomy of a PLE - http://steve-wheeler.blogspot.com/2010/07/anatomy-of-ple.html incorporados nos ambientes

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PLE sapo campus UA http://fotos.ua.sapo.pt/Vh6fhW1H2V4uYfBd41Oq integrar o espaço pessoal de aprendizagem

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library Consumer environments Management environment Licensed Bought Faculty& students Digitized Aggregations Resource sharing Integrated local consumer environment? Library web presence Resource sharing, … Source: Lorcan Dempsey, CIC 2007

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Não há receitas É preciso criatividade Adaptabilidade E processos de construção colaborativa

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http://seedmagazine.com/images/uploads/15Sci08368.jpg “Community is the new content”

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Construção de comunidades online A aposta em canais e ferramentas de web social para: facilitar a aprendizagem, disseminar a informação, capitalizar o conhecimento dos utilizadores e o uso que fazem dos sistemas. Permite às bibliotecas e aos seus públicos mais comunicação, melhor colaboração e a contribuição na construção de comunidades online.

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identidade e memória colectiva da comunidade

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diversidade nas ferramentas de web social

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diversificação dos canais

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realidades concretas, comunidades locais

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visibilidade Dinamismo na acção Transparência na comunicação Redundância de pontos de acesso à info

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CASO PRÁTICO: BIBLIOTECAS UA

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FORMAÇÃO INTEGRADA DE UTILIZADORES

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RECURSO Á COMUNICAÇÃO INSTITUCIONAL

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COMUNICAÇÃO COLABORATIVA E INFORMAL

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PRESENTE NA PLATAFORMA DE ELEARNING

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CONVERSAR, CAPITALIZAR E AMPLIFICAR NAS REDES SOCIAIS

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NOVOS AMBIENTES E PROJECTOS (ple sapo campus ua)

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RECURSO ABERTO E PARTILHADO NA WEB

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PARTILHA E COLABORAÇÃO EM REDE Interessante… CONTEÚDOS DE APOIO E LITERACIA RELEVANTES e ÚTEIS ESTRATÉGIA DE FORMAÇÃO E DIVULGAÇÃO INSTITUCIONAL INCORPORADOS NOS SISTEMAS UTILIZANDO A WEB SOCIAL COM IMPLICAÇÕES DE DIMENSÃO MUNDIAL

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ESTRATÉGIA DE ACÇÃO Integrada nos serviços De construção colectiva na comunicação Com avaliação e monitorização

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As ferramentas de web social devem ser integradas numa estratégia global de serviços aos utilizadores

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Utilizar a inteligência colectiva para desenhar novos serviços aos utilizadores

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Utilizar a inteligência colectiva para desenhar novos serviços aos utilizadores: - introduzindo no “processo” o público, - procurando compreender como acedem, consomem e produzem informação

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“Estar na web 2.0 cria expectativas de serviço, tão importantes como ter a porta aberta da biblioteca”

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Saber utilizar os clicks que os utilizadores fazem

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Entregar a Biblioteca aos utilizadores

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* Ambientes…

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Dispositivos móveis O próximo passo para as bibliotecas O aumento da utilização de telemóveis prevê um recurso inexplorado para a entrega de recursos de biblioteca para os utilizadores.

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Várias aplicações… Por exemplo: Mobile tagging - QR codes Códigos de barras 2D são uma forma prática e conveniente de incorporar o “virtual” no espaço físico Fornecer conteúdo útil, no momento em que ele é útil e necessário Os códigos QR são uma tecnologia de baixo custo, fácil de implementar e de usar.

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O mobile permite… Permite às bibliotecas virtualizar o espaço físico, aumentando a sua realidade, amplificar a sua acção, tornando acessíveis os seus serviços, recursos e conteúdos onde e quando são necessários para um número cada vez maior de utilizadores, captando novos públicos. Serviços que permitem chegar a mais e novos públicos (muitos deles deslocalizados, oferta de serviços remotos).

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Espaços de aprendizagem

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Experiências de aprendizagem na biblioteca

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Competências, estratégias e agilidades de pesquisa de informação na web

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Promoção de hábitos de leitura

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Outros espaços, mais proximidade e leitores

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Dinamização e integração social

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Papel activo e pioneiro nas literacias…

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Parceiro na informação aos cidadãos

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De dentro para fora e em acesso aberto

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Formação ao longo da vida…

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ratodebiblioteca.blogspot.com facebook.com/pedroprincipe twitter.com/pedroprincipe youtube.com/user/pedroprincipe slideshare.com/pedroprincipe

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Imagens http://fotos.ua.sapo.pt/Vh6fhW1H2V4uYfBd41Oq?a=6 http://www.gliffy.com/pubdoc/1092065/L.png http://ictlogy.net/img/posts/0000003437.png http://4.bp.blogspot.com/_p0M9IDN4_TM/TDmqK_u1ZGI/AAAAAAAABag/UMpeQCo-h4I/s1600/CLE+Concept.jpg http://1.bp.blogspot.com/_p0M9IDN4_TM/TDmp-M7V3oI/AAAAAAAABaY/s4Sv6eCdytQ/s1600/PLE+anatomy.jpg http://eaprendizaje.files.wordpress.com/2010/03/miple_basico1.png http://nogoodreason.typepad.co.uk/.shared/image.html?/photos/uncategorized/2007/12/06/pwe_3.jpg http://www.virtuallyscholastic.com/wp-content/uploads/2009/07/MY-Professional-PLE.png http://edtechpost.wikispaces.com/file/view/Picture_5.png/155457331/Picture_5.png

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Referências http://edtechpost.wikispaces.com/PLE+Diagrams#downes http://ictlogy.net/20100715-mapping-the-ple-sphere/ http://steve-wheeler.blogspot.com/2010/07/anatomy-of-ple.html http://www.microbiologybytes.com/tutorials/ple/ple5.html http://www.virtuallyscholastic.com/2009/07/whats-in-your-orbit/ http://nogoodreason.typepad.co.uk/no_good_reason/2007/12/my-personal-wor.html http://napraia.blogs.ua.sapo.pt/ http://prezi.com/sumyq0u4o4vo/workshop-ple_bcn-twitter-the-heart-of-your-ple/

Summary: "Oportunidade da Web Social para as bibliotecas: Visibilidade, relevância e acção inovadora" Formação web 2.0 - Condeixa Maio 2011

Tags: biblioteca 2.0

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