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MOSCA-NEGRA-DOS-CITROS Aleurocanthus woglumi Ashby SEDESA-SFA/GO Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.

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A mosca negra dos citros Aleurocanthus woglumi Ashby Uma praga potencial para os citros ?

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Importância para Goiás e Brasil Citricultura goiana em franca expansão com uma área atual plantada de 6.682,38 ha Plantas cítricas são preferenciais para o desenvolvimento do Aleurocanthus woglumi Têm como hospedeiros primários, o citros, caju e abacate Representa um risco para à exploração agrícola de várias outras culturas, existem mais de 300 hospedeiros secundários.

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Importância para Goiás e Brasil Ataca várias espécies de diferentes famílias botânicas Grande possibilidade de dispersão da praga para outras unidades da federação A presença da praga no Estado restringe o trânsito ou exige documentos de certificação de Origem e de Trânsito Vegetal.

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Histórico no início de 2001 foi detectada a mosca negra dos citros no estado do Pará, na cidade de Belém e municípios vizinhos (Silva, 2001). No mesmo ano, o MAPA editou o Alerta Quarentenário para a MNC elaborado pela Embrapa-CENARGEM. O MAPA através do FAX nº.127/2007 informou a ocorrência da praga na região sul do Estado do Tocantins.

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Histórico Recomenda a realização de levantamento de detecção na região de fronteira de Goiás com o Tocantins, a AGRODEFESA conjuntamente com a SEDESA/GO/MAPA realizaram inspeções. As primeiras inspeções fitossanitárias realizadas pela AGRODEFESA e SFA/GO ocorreram nas rotas de trânsito originárias do Estado do Tocantins (Porangatu, S.M. Araguaia, Campos Belos e Posse).

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Identificação de 2 focos em GO Escritório Local da AGRODEFESA Povoado de Linda Vista (Barreiro)

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Distribuição Geográfica Aleucanthus woglumi é de origem asiática. Mundo: África e Américas do Norte, Central e do Sul. Brasil: nos Estados do Pará, Amazonas, Amapá, Maranhão, Tocantins e Goiás (Porangatu).

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Mosca-negra-dos-citros - Aleurocanthus woglumi Ashby- *Dados não oficiais. IN nº52 de 2007: Praga Quarentenária A2 (Presente)

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Distribuição Mundial

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Taxonomia Ordem: Hemiptera Subordem: Homoptera Família: Aleyrodidae Gênero: Aleurocanthus Espécie: Aleurocanthus woglumi

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Mosca-negra-dos-citros - Aleurocanthus woglumi Ashby- NÃO É UMA MOSCA-DAS-FRUTAS

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Ciclo Biológico Ovo: Com formato oval, alongado e reniforme, mede cerca de 0,2 mm de comprimento. Logo após a postura é de cor amarelo claro translúcido, e à medida que o embrião se desenvolve torna-se marrom e negro.

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Ciclo Biológico NINFAS: 1º estágio: É móvel, apresentando três pares de pernas, é alongado e escurecido, apresentando dois filamentos compridos e outros mais curtos. Mede cerca de 0,3 mm de comprimento. 2º estágio: É ápoda, mais escura com pequenas manchas amarelo pálido, forma ovalado-convexo e apresentando espinhos por todo o corpo. Mede cerca de 0,4 mm de comprimento. 3º estágio: É semelhante à forma anterior, porém é mais ovalada e com os espinhos mais visíveis. Mede cerca de 0,7 a 0,8 mm de comprimento.

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NINFAS: 4º estágio ou Pupa: É bem ovalada e apresenta cor negro brilhante. É circundada na base por uma pequena faixa de secreção branco-cerosa. Os filamentos espinhosos, com forma trapezoidal e bem alongados, estão por todo o seu dorso convexo. Ciclo Biológico A maior característica da “pupa” é a franja de cera branca marginal

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Ciclo Biológico Asas azul-acinzentadas com reflexos metálicos Fêmea é maior: ± 1,7 mm e o macho ± 1,3 mm Asas anteriores: pequenas manchas pontuais na região mediana

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Ciclo Biológico 2 a 3 posturas durante essa fase, que pode durar de 2 a 4 meses (Nguyen & Ramon, 1993) 4 a 12 dias 20 a 66 dias Ciclo total = 45 a 133 dias 0,03 - 0,13mm 0,3 – 0,8mm 1mm Fêmeas – 1,2 a 1,7mm Machos – 0,8mm

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Praga Polífaga Desenvolve-se em mais de 300 espécies. Hospedeiros primários: citros, caju e abacate. Hospedeiros secundários: banana, café, figo, gengibre, ginja, goiaba, grumixama, lixia, maçã, mamão, manga, mangostão, marmelo, pêra, uva, romã, rosas.

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Dispersão Favorecida em áreas urbanas – grande número de hospedeiros Vertical - na planta Horizontal - entre plantas Adultos – deslocamento de 187 m/dia Distâncias maiores através de correntes Folhas / mudas infestadas carregadas pelo homem (Forma passiva)

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Danos / sintomas Sugam seiva elaborada e competem por água e nutrientes Excreção açucarada – desenvolvimento de fungos (Fumagina) Murchamento da planta Redução da fotossíntese, respiração e do nível de Nitrogênio das folhas Redução de produtividade de até 80% Morte da planta Qualidade do fruto Praga Quarentenária A2-presente em poucas UF BARREIRAS FITOSSANITÁRIAS PARA O COMÉRCIO

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Plano de Contingência - Objetivos Capacitar tecnicamente os fiscais estaduais e técnicos atuantes na defesa sanitária vegetal no monitoramento, identificação e erradicação da praga. Monitorar a ocorrência da mosca-negra-dos-citros no Estado de Goiás, com atenção especial à região fronteiriça com o Estado do Tocantins, identificando os focos em seu estágio inicial de modo a possibilitar a sua rápida erradicação. Eliminar os focos identificados e evitar a dispersão da praga para os municípios ainda indenes e para demais áreas de produção comercial de citros e demais fruteiras hospedeiras da praga. Criar bases de discussão para a publicação de uma normativa estadual que defina critérios que deverão ser seguidos após a constatação oficial de um foco da praga em Goiás. Instituir uma Campanha para Prevenção e Controle da Praga.

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Monitoramento da ocorrência da praga Rotas rodoviárias: postos de combustível, borracharias, lanchonetes, povoados. 1 2 3 4 Plantas de laranja, limão e tangerina

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Diretrizes do Monitoramento Inspeção de plantas: - eixo das principais rodovias de acesso ao Estado, em pontos de parada de veículos, como postos de abastecimento, borracharias, rodoviárias, inclusive nos pátios e quintais de residências; - viveiros de produção e comercialização de mudas frutíferas e ornamentais (roseiras) dos municípios localizados no eixo das rodovias; (AGRODEFESA) - no mínimo uma propriedade comercial, quando existente, e preferencialmente situada em rota de maior risco; (AGRODEFESA) - intensificação das fiscalizações de material vegetal hospedeiro da mosca-negra-dos-citros (mudas e frutos com presença de folhas) nos Postos de Vigilância Agropecuários; - inspeções serão estendidas a pomares comerciais, (habilitados-CFO) principalmente caso haja evolução de focos da praga. (recadastramento-AGRODEFESA).

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Monitoramento da ocorrência da praga Inspeção de plantas: - vistoria na região inferior das folhas Folhas + velhas – ninfas / ovos Folhas + jovens – adultos Fotos: SEDESA-SFA/GO

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Monitoramento da ocorrência da praga Inspeção de plantas: Ovos em Espiral Foto: SEDESA-SFA/GO

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Foto: SEDESA-SFA/GO

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Monitoramento da ocorrência da praga Inspeção de plantas: Ninfas: - preto-brilhante - borda cerosa branca - espinhos Foto: SEDESA-SFA/GO

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Monitoramento da ocorrência da praga Inspeção de plantas: - visualização de Fumagina (altas infestações) Fotos: SEDESA-SFA/GO Fotos: SEDESA-SFA/GO

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Monitoramento da ocorrência da praga Inspeção de plantas: - Áreas urbanas / rodovias: inspeções em 100% das plantas (citros, mangueiras, cajueiros). - Pomares comerciais: inspeções em 10 plantas a cada 5 ha e 20 plantas em áreas maiores que 5 ha (Santos Filho, et al., 2002) - Inspecão nos quatro quadrantes da planta e o caminhamento em aspiral dentro do pomar, direção predominante do vento

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Monitoramento da ocorrência da praga Instalação de armadilhas adesivas amarelas - As inspeções das armadilhas disponibilizam dados confiáveis da presença da praga para a tomada de decisão de controle. As armadilhas podem indicar a presença da praga onde as inspeções visuais não foram capazes de detectar. Armadilhamento por 2 meses Troca a cada 15 dias. Foto: SEDESA-SFA/GO

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Diretrizes do Monitoramento Instalação em pontos de parada de veículos no eixo das principais rodovias de acesso ao Estado, além de viveiros de plantas, Postos de Vigilância Agropecuários, borracharias, residências. Instalação em ramos mais jovens, próximo de brotações, na metade superior das plantas (plantas de citros). Amarração nas duas extremidades. Visualização dos insetos capturados em lupa. Em caso de suspeita, vistoriar as plantas próximas à armadilha a procura de ovos/ninfas. Foto: SEDESA-SFA/GO

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Controle dos Focos do Inseto Controle Químico Controle Biológico Controle Mecânico alta infestação elevada quantidade de hospedeiros primários e secundários tentativa de erradicação

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Controle dos Focos do Inseto Aplicação de Inseticida Provado 200SC (imidacloprido – 200g/L) - Aplicações: 21/02 – 04/03 – 24/03 - Dosagens utilizadas: plantas com alta infestação – 40 ml/100L plantas com baixa infestação – 30 ml/100L - Adição de óleo vegetal a 0,25% 12 dias 14 dias

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Controle dos Focos do Inseto - Escritório Local da AGRODEFESA em Porangatu Foto: SEDESA-SFA/GO

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- Povoado de Linda Vista (Barreiro) em Porangatu Controle dos Focos do Inseto Fotos: SEDESA-SFA/GO

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Controle dos Focos do Inseto Povoado de Linda Vista 260 plantas

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Diretrizes do Plano Emergencial I – Comunicar imediatamente a GESAV-AGRODEFESA e o SEDESA-MAPA, através do Relatório de Inspeção ou Relatório de Instalação de Armadilhas, via fax e/ou e-mail; II - Delimitar uma área perifocal num raio de aproximadamente 10 km a partir do foco para intensificar as inspeções em todas plantas hospedeiras; III - Aumentar a densidade de armadilhas para 2 armadilhas instaladas, dando preferência para a instalação em plantas cítricas;

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Diretrizes do Plano Emergencial IV - Suspender a saída de frutos, mudas, caixas, implementos e equipamentos da área perifocal, até que se conclua uma inspeção minuciosa no local; V - Na área perifocal, inspecionar todas as residências, propriedades, estabelecimentos onde se encontrarem frutos e plantas hospedeiras de Aleurocanthus woglumi Ashby; VI - O local da planta inspecionada ou armadilha com captura mais distante do foco inicial constituirá um novo foco, e a partir dele serão adotados os mesmos procedimentos previstos neste Plano.

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Diretrizes do Plano Emergencial Na área de foco serão implementadas as seguintes ações: I - Inspecionar semanalmente o total de plantas existentes na área do foco, observando sintomas e evolução da praga; II – Providenciar e realizar o controle químicos da praga recomendado pelo Plano de Contingência, de acordo com a GESAV e o SEDESA; III – Após o controle químico, eliminar frutos de plantas hospedeiras existentes em pomares não-comerciais; IV - Deverá ser mantido o levantamento de detecção na densidade estabelecida por dois anos contínuos sem captura da praga, para que seja reconhecida oficialmente a erradicação do foco.

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INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 20 – 21/02/2002 Art. 3º Deverá ser implementado, pelos órgãos executores de defesa vegetal, os trabalhos de levantamentos da ocorrência da praga, objetivando delimitar a extensão das áreas afetadas na região, bem como implantar imediatamente as medidas preconizadas no Plano Emergencial, objetivando o efetivo controle da praga.

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- Estabelece tratamento pós-colheita (lavagem dos frutos e retirada de folhas e pedúnculos). - Exigência de declaração adicional no CFO e PTV, para vegetais e partes vegetais hospedeiros da Mosca Negra, oriundos de áreas infestadas, com declarações adicionais de lavagem de frutos. INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 20/2002 -Regulamenta o trânsito de plantas e partes de plantas, exceto sementes e material in vitro, das espécies hospedeiras.

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Evolução da praga Identificação de novo foco no Posto de Vigilância Agropecuário em Porangatu (divisa com Tocantins). Identificação de novos focos distribuídos na cidade de Porangatu (plantas em quintais de residências e nas ruas). Identificadas em manga em Porangatu e na Vila Miranda (Campinorte).

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Situação Atual 376 inspeções realizadas pela AGRODEFESA em 49 municípios. 740 armadilhas instaladas e 101 armadilhas analisadas em laboratório e sem a presença do inseto.

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Situação Atual Itaberaí Goiás Faina Araguapaz Mozarlândia Nova Crixas Mundo novo Goiatuba Uruaçu Mossâmedes Hidrolina Campinorte Nova Gloria Rialma Ceres Anápolis Terezópolis Goianápolis Estrela do Norte Formoso Jaraguá Rianápolis São Luiz do Norte Santa Tereza GO Córrego do Ouro Caiapônia Fazenda Nova Buriti de Goiás

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Situação Atual Jaupaci Novo Brasil Montes Claros Israelândia Maiporá Ivolândia Iporá Diorama Piranhas Caiapônia Doverlândia Palestina Arenópolis Registro do Araguaia Aragarças Baliza Bom Jardim Buriti Alegre

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OBRIGADA !!!!!!

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SEDESA – SFA – GO FONE: (62) 3221-7281 FAX: (62) 3221-7284 claudini.caixeta@agricultura.gov.br carlito.lopes@agricultura.gov.br carlos.albuquerque@agricultura.gov.br fernando.eberhardt@agricultura.gov.br marina.goncalves@agricultura.gov.br ricardo.silva@agricultura.gov.br

Summary: Palestra sobre pragas

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