A MÚSICA NA MISSA

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COMO ESCOLHER AS MÚSICAS DA MISSA

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Princípio inspirador “A música será tanto mais santa, quanto mais intimamente estiver ligada à ação litúrgica.” Sacrosanctum concilium nº 112

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Ação litúrgica O Mistério Pascal é celebrado na Ação Litúrgica, por meio do RITO. Rito vem do sânscrito (rita): “aquilo que é conforme à ordem, ao costume, ao ritmo. Portanto...

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Ritmo litúrgico ... a Ação Litúrgica tem um Ritmo próprio, previsto no Rito!

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A música no Ritmo Litúrgico A santidade da música na liturgia depende da íntima sincronia com Ação Litúrgica, ou seja, precisa estar no RITMO LITÚRGICO.

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Como se move a ação litúrgica? O Tempo Litúrgico Os Momentos da Celebração A Realidade da Assembléia A Assembléia, corpo místico de Cristo, “pedala”, ou seja, participa de modo “pleno, consciente e ativo”

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Critérios para a música litúrgica “Sincronia” com o Rito “Sintonia” com o Tempo Litúrgico e com os Momentos Celebrativos “Simpatia” com a realidade da Assembléia “Sinfonia” com o Povo de Deus

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82 DICAS PARA ESCOLHER CORRETAMENTE OS CANTOS DA MISSA 1.O Ministro de Música é aquele que canta um CANTO NOVO e COM ARTE sustenta a louvação (Salmo 32).

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2. Somente pode cantar um CANTO NOVO aquele que tem um CORAÇÃO NOVO (Ezequiel 36,26)

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3. Para ter um CORAÇÃO NOVO é preciso estar afinado com Deus e com os irmãos.

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4. Sustentar o louvor (e o clamor) com ARTE faz parte da missão do músico cristão.

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5. Para escolher as músicas da Missa é preciso conhecer a REALIDADE DA ASSEMBLÉIA.

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6. Para escolher as músicas da Missa é necessário situar a celebração no ANO LITÚRGICO.

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7. Para situar a celebração no Ano Litúrgico é fundamental consultar o Diretório Litúrgico.

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8. Para conhecer o FOCO de uma celebração é necessário ler, pelo menos, a ORAÇÃO DA COLETA e o EVANGELHO DO DIA.

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9. Cantar “a” Missa, ou cantar “na” Missa? Eis a questão. Considerar os três tipos de canto possíveis em uma Missa: Diálogo do ordinário com a assembléia Comum: Senhor, Glória, Creio, Santo e Cordeiro. Próprio: Entrada, Salmo, Aclamação, Oferendas, Comunhão, Louvor (Ação de Graças.

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10. A música será tanto mais santa quanto mais intimamente estiver ligada à AÇÃO LITÚRGICA.

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11. Rito é rito, ou seja, o “ritmo” celebrativo da salvação.

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12. Lembre-se que o Espírito Santo é o principal ANIMADOR da Ação Litúrgica.

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13. Na liturgia cantamos na mesma voz: a do Corpo Místico de Cristo que é a Igreja reunida em Assembléia.

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14. Lembre-se que o Espírito Santo é o principal ANIMADOR da Ação Litúrgica.

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15. Na liturgia cantamos na mesma voz: a do Corpo Místico de Cristo que é a Igreja reunida em Assembléia.

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16. Somos uma Assembléia de “convocados” que clama: ABBÁ, PAI.

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17. A Liturgia não é propriedade privada.

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18. O critério da música litúrgica não é o gosto pessoal. 352. A eficácia pastoral da celebração aumentará certamente, se os textos das leituras, das orações e dos cantos corresponderem, na medida do possível, às necessidades, à preparação espiritual e à mentalidade dos participantes. Isto se obterá mais facilmente usando-se a múltipla possibilidade de escolha que se descreve adiante. Por conseguinte, na organização da Missa, o sacerdote levará mais em conta o bem espiritual de toda a assembléia do que o seu próprio gosto. Lembre-se ainda de que a escolha das diversas partes deve ser feita em comum acordo com os que exercem alguma função especial na celebração, sem excluir absolutamente os fiéis naquilo que se refere a eles de modo mais direto. Sendo muito grande a possibilidade de escolha para as diversas partes da Missa, é necessário que antes da celebração, o diácono, os leitores, o salmista, o cantor, o comentarista, o grupo dos cantores, saibam exatamente cada um quais os textos que lhes competem, para que nada se faça de improviso, pois a harmoniosa organização e execução dos ritos muito contribuem para dispor os fiéis à participação da Eucaristia.

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19. O critério para escolha das músicas da missa não é simplesmente aquilo que vemos nas missas da TV.

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20. O critério de musica litúrgica não é o que aparece nos folhetos litúrgicos.

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21. Não substituir os cantos do Ordinário da Missa 366. Não é lícito substituir os cantos colocados no Ordinário da Missa, por exemplo, o Cordeiro de Deus, por outros cantos. 367. Na seleção dos cantos interlecionais e dos cantos da Entrada, das Oferendas e da Comunhão, observem-se as normas estabelecidas nos respectivos lugares (cf. n. 40-41, 47-48, 61-64, 74, 87-88).

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22. Os critério para escolher corretamente as músicas da missa estão claramente expressos na INSTRUÇÃO GERAL SOBRE O MISSAL ROMANO. 111. A preparação prática de cada celebração litúrgica, com espírito dócil e diligente, de acordo com o Missal e outros livros litúrgicos, seja feita de comum acordo por todos aqueles a quem diz respeito, seja quanto aos ritos, seja quanto ao aspecto pastoral e musical, sob a direção do reitor da igreja e ouvidos também os fiéis naquilo que diretamente lhes concerne. Contudo, ao sacerdote que preside a celebração, fica sempre o direito de dispor sobre aqueles elementos que lhe competem[1]. [1] Cf. Conc. Ecum. Vat. II, Const. sobre a S. Liturgia, Sacrosanctum Concilium, n. 22.

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23. É necessário preparar com antecedência as músicas da missa. 1. Quando ia celebrar com seus discípulos a ceia pascal, onde instituiu o sacrifício do seu Corpo e Sangue, o Cristo Senhor mandou preparar uma sala ampla e mobiliada (Lc 22,12). A Igreja sempre julgou dirigida a si esta ordem, estabelecendo como preparar as pessoas, os lugares, os ritos e os textos, para a celebração da Santíssima Eucaristia. Assim, as normas atuais, prescritas segundo determinação do Concílio Vaticano II, e o Novo Missal, que a partir de agora será usado na Igreja de Rito romano para a celebração da Missa, são provas da solicitude da Igreja, manifestando sua fé e amor imutáveis para com o supremo mistério eucarístico, e testemunhando uma contínua e ininterrupta tradição, ainda que algumas novidades sejam introduzidas.

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24. É necessário conhecer as partes da missa e como colocar a música intimamente ligada à ação litúrgica. 28. A Missa consta, por assim dizer, de duas partes, a saber, a liturgia da palavra e a liturgia eucarística, tão intimamente unidas entre si, que constituem um só ato de culto[1]. De fato, na Missa se prepara tanto a mesa da Palavra de Deus como a do Corpo de Cristo, para ensinar e alimentar os fiéis[2]. Há também alguns ritos que abrem e encerram a celebração. [1] Cf. Conc. Ecum. Vat. II, Const. sobre a S. Liturgia, Sacrosanctum Concilium, n 56. [2] Cf. Conc. Ecum. Vat. II, Const. sobre a S. Liturgia, Sacrosanctum Concilium, n. 48, 51; Const. dogm. sobre a Revelação Divina, Dei Verbum, n. 21; Decr. sobre o ministério e a vida dos Presbíteros, Presbyterorum ordinis, n. 4.

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25. Enquanto o presidente da celebração fala não deve existir fundo musical. 32. A natureza das partes “presidenciais” exige que sejam proferidas em voz alta e distinta e por todos atentamente escutadas[1]. Por isso, enquanto o sacerdote as profere, não haja outras orações nem cantos, e calem-se o órgão e qualquer outro instrumento. [1] Cf. S. Congr. dos Ritos, Instr. Musicam sacram, de 5 de março de 1967, n. 14: A.A.S. 59 (1967) p. 304.

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26. Deveríamos encontrar uma maneira de cantar os diálogos entre o sacerdote e os fiéis. 34. Sendo a celebração da Missa, por sua natureza, de índole “comunitária”[1], assumem grande importância os diálogos entre o sacerdote e os fiéis reunidos, bem como as aclamações[2], pois não constituem apenas sinais externos da celebração comum, mas promovem e realizam a comunhão entre o sacerdote e o povo. [1] Cf. Conc. Ecum. Vat. II, Const. sobre a S. Liturgia, Sacrosanctum Concilium, n. 26-27; S. Congr. dos Ritos, Instr. Eucharisticum mysterium, de 25 de maio de 1967, n. 3d: A.A.S. 59 (1967) p. 542. [2] Cf. Conc. Ecum. Vat. II, Const. sobre a S. Liturgia, Sacrosanctum Concilium, n. 30.

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27. A música pode ajudar a fazer das aclamações previstas no rito uma verdadeira oração. 35. As aclamações e respostas dos fiéis às orações e saudações do sacerdote constituem o grau de participação ativa que os fiéis congregados, em qualquer forma de Missa, devem realizar, para que se promova e exprima claramente a ação de toda a comunidade[1]. [1] Cf. S. Congr. dos Ritos, Instr. Musicam sacram, de 5 de março de 1967, n. 16a: A.A.S. 59 (1967) p. 305.

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28. A música na missa pode ser um instrumento para fomentar a participação ativa de todo o povo. 36. Outras partes, muito úteis para manifestar e fomentar a participação ativa dos fiéis e que competem a toda a assembléia convocada, são principalmente o ato penitencial, a profissão de fé, a oração universal e a oração do Senhor.

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29. É preciso distinguir entre músicas que contituem um rito independente daquelas que acompanham um rito. 37. Por fim, dentre as outras fórmulas: a) algumas constituem um rito ou ato independente, como o hino do Glória, o salmo responsorial, o Aleluia e o versículo antes do Evangelho, o Sanctus, a aclamação da anamnese e o canto depois da Comunhão; b) algumas, porém, acompanham um rito, tais como o canto da entrada, das oferendas, da fração (Agnus Dei) e da Comunhão.

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30. Cada música na missa tem seu gênero, estilo, de modo que haja modulação. Isto deve respeitar a índole dos povos. 38. Nos textos que o sacerdote, o diácono, o leitor ou toda a assembléia devem proferir em voz alta e distinta, a voz corresponda ao gênero do próprio texto, conforme se trate de leitura, oração, exortação, aclamação ou canto; como também à forma de celebração e à solenidade da assembléia. Além disso, levem-se em conta a índole das diversas línguas e o gênio dos povos. Nas rubricas, portanto, e nas normas que se seguem, as palavras “dizer” ou “proferir” devem aplicar-se tanto ao canto como à recitação, observados os princípios acima propostos.

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31. Cantar é próprio de quem ama. 39. O Apóstolo aconselha os fiéis, que se reúnem em assembléia para aguardar a vinda do Senhor, a cantarem juntos salmos, hinos e cânticos espirituais (cf. Cl 3, 16), pois o canto constitui um sinal de alegria do coração (cf. At 2, 46). Por isso, dizia com razão Santo Agostinho: “Cantar é próprio de quem ama”[1], e há um provérbio antigo que afirma: “Quem canta bem, reza duas vezes”. [1] S. Agostinho de Hipona, Sermo 336, 1: PL 38, 1472.

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32. É preciso algum discernimento para saber o que cantar e o que não cantar em uma celebração. 40. Portanto, dê-se grande valor ao uso do canto na celebração da Missa, tendo em vista a índole dos povos e as possibilidades de cada assembléia litúrgica. Ainda que não seja necessário cantar sempre todos os textos de per si destinados ao canto, por exemplo nas Missas dos dias de semana, deve-se zelar para que não falte o canto dos ministros e do povo nas celebrações dos domingos e festas de preceito. Na escolha das partes que de fato são cantadas, deve-se dar preferência às mais importantes e sobretudo àquelas que o sacerdote, o diácono, o leitor cantam com respostas do povo; ou então àquelas que o sacerdote e o povo devem proferir simultaneamente[1]. [1] Cf. S. Congr. dos Ritos, Instr. Musicam sacram, de 5 de março de 1967, n. 7, 16: A.A.S. 59 (1967) p. 302 e 305.

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33. O canto gregoriano continua ocupando o primeiro lugar como próprio da liturgia romana. 41. Em igualdade de condições, o canto gregoriano ocupa o primeiro lugar, como próprio da Liturgia romana. Outros gêneros de música sacra, especialmente a polifonia, não são absolutamente excluídos, contanto que se harmonizem com o espírito da ação litúrgica e favoreçam a participação de todos os fiéis[1]. Uma vez que se realizam sempre mais freqüentemente reuniões internacionais de fiéis, convém que aprendam a cantar juntos em latim ao menos algumas partes do Ordinário da Missa, principalmente o símbolo da fé e a oração do Senhor, empregando-se melodias mais simples[2]. [1] Cf. Conc. Ecum. Vat. II, Const. sobre a S. Liturgia, Sacrosanctum Concilium, n. 116; cf. também ibidem, n. 30. [2] Cf. Conc. Ecum. Vat. II, Const. sobre a S. Liturgia, Sacrosanctum Concilium, n. 54; S. Congr. dos Ritos, Instr. Inter Oecumenici, de 26 de setembro de 1964, n. 59: A.A.S. 56 (1965) p. 891; Instr. Musicam sacram, de 5 de março de 1967, n. 47: A.A.S. 59 (1967) p. 314.

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34. O silêncio é uma das “canções” previstas para a missa. Deve ser religiosamente respeitado. 45. Oportunamente, como parte da celebração deve-se observar o silêncio sagrado[1]. A sua natureza depende do momento em que ocorre em cada celebração. Assim, no ato penitencial e após o convite à oração, cada fiel se recolhe; após uma leitura ou a homilia, meditam brevemente o que ouviram; após a comunhão, enfim, louvam e rezam a Deus no íntimo do coração. Convém que já antes da própria celebração se conserve o silêncio na igreja, na sacristia, na secretaria e mesmo nos lugares mais próximos, para que todos se disponham devota e devidamente para realizarem os sagrados mistérios. [1] Cf. Conc. Ecum. Vat. II, Const. sobre a S. Liturgia, Sacrosanctum Concilium, n. 30; S. Congr. dos Ritos, Instr. Musicam sacram, de 5 de março de 1967, n. 17: A.A.S. 59 (1967) p. 305.

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35. Os cantos dos ritos iniciais têm a finalidade de criar comunhão e dispor para ouvir a palavra de Deus. 46. Os ritos que precedem a liturgia da palavra, isto é, entrada, saudação, ato penitencial, Kýrie, Glória e oração do dia, têm o caráter de exórdio, introdução e preparação. Sua finalidade é fazer com que os fiéis, reunindo-se em assembléia, constituam uma comunhão e se disponham para ouvir atentamente a palavra de Deus e celebrar dignamente a Eucaristia. Em certas celebrações que, de acordo com as normas dos livros litúrgicos se ligam com a Missa, omitem-se os ritos iniciais ou são realizados de um modo próprio.

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36. O significado do Canto de entrada 47. Reunido o povo, enquanto o sacerdote entra com o diácono e os ministros, começa o canto da entrada. A finalidade desse canto é abrir a celebração, promover a união da assembléia, introduzir no mistério do tempo litúrgico ou da festa, e acompanhar a procissão do sacerdote e dos ministros. 48. O canto é executado alternadamente pelo grupo de cantores e pelo povo, ou pelo cantor e pelo povo, ou só pelo grupo de cantores. Pode-se usar a antífona com seu salmo, do Gradual romano ou do Gradual simples, ou então outro canto condizente com a ação sagrada[1] e com a índole do dia ou do tempo, cujo texto tenha sido aprovado pela Conferência dos Bispos. Não havendo canto à entrada, a antífona proposta no Missal é recitada pelos fiéis, ou por alguns deles, ou pelo leitor; ou então, pelo próprio sacerdote, que também pode adaptá-la a modo de exortação inicial (cf. n. 31). [1] Cf. João Paulo II, Carta apostólica, Dies Domini, de 31 de maio de 1998, n. 50: A.A.S. 90 (1998) p. 745.

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37. O Sinal da cruz 50. Executado o canto da entrada, o sacerdote, de pé junto à cadeira, junto com toda a assembléia faz o sinal da cruz; a seguir, pela saudação, expressa à comunidade reunida a presença do Senhor. Esta saudação e a resposta do povo exprimem o mistério da Igreja reunida. Feita a saudação do povo, o sacerdote, o diácono, ou um ministro leigo, pode com brevíssimas palavras introduzir os fiéis na Missa do dia.

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38. O Ato Penitencial e o Senhor tende piedade 51. Em seguida, o sacerdote convida para o ato penitencial, que após breve pausa de silêncio, é realizado por toda a assembléia através de uma fórmula de confissão geral, e concluído pela absolvição do sacerdote, absolvição que, contudo, não possui a eficácia do sacramento da penitência. Aos domingos, particularmente, no tempo pascal, em lugar do ato penitencial de costume, pode-se fazer, por vezes, a bênção e aspersão da água em recordação do batismo[1]. 52. Depois do ato penitencial inicia-se sempre o Senhor, tende piedade, a não ser que já tenha sido rezado no próprio ato penitencial. Tratando-se de um canto em que os fiéis aclamam o Senhor e imploram a sua misericórdia, é executado normalmente por todos, tomando parte nele o povo e o grupo de cantores ou o cantor. Via de regra, cada aclamação é repetida duas vezes, não se excluindo, porém, um número maior de repetições por causa da índole das diversas línguas, da música ou das circunstâncias. Quando o Senhor é cantado como parte do ato penitencial, antepõe-se a cada aclamação uma “invocação”(“tropo”). [1] Cf. mais adiante, p. 1249-1652. (a ser revisto)

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39. O Hino do Glória 53. O Glória, é um hino antiquíssimo e venerável, pelo qual a Igreja, congregada no Espírito Santo, glorifica e suplica a Deus Pai e ao Cordeiro. O texto deste hino não pode ser substituído por outro. Entoado pelo sacerdote ou, se for o caso, pelo cantor ou o grupo de cantores, é cantado por toda a assembléia, ou pelo povo que o alterna com o grupo de cantores ou pelo próprio grupo de cantores. Se não for cantado, deve ser recitado por todos juntos ou por dois coros dialogando entre si. É cantado ou recitado aos domingos, exceto no tempo do Advento e da Quaresma, nas solenidades e festas e ainda em celebrações especiais mais solenes.

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40. Importância do canto na Liturgia da Palavra 55. A parte principal da liturgia da palavra é constituída pelas leituras da Sagrada Escritura e pelos cantos que ocorrem entre elas, sendo desenvolvida e concluída pela homilia, a profissão de fé e a oração universal ou dos fiéis. Pois nas leituras explanadas pela homilia Deus fala ao seu povo[1], revela o mistério da redenção e da salvação, e oferece alimento espiritual; e o próprio Cristo, por sua palavra, se acha presente no meio dos fiéis[2]. Pelo silêncio e pelos cantos o povo se apropria dessa palavra de Deus e a ela adere pela profissão de fé; alimentado por essa palavra, reza na oração universal pelas necessidades de toda a Igreja e pela salvação do mundo inteiro. [1] Cf. Conc. Ecum. Vat. II, Const. sobre a S. Liturgia, Sacrosanctum Concilium, n. 33. [2] Cf. ibidem, n. 7.

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41. A importância do silêncio na liturgia 56. A liturgia da palavra deve ser celebrada de tal modo que favoreça a meditação; por isso deve ser de todo evitada qualquer pressa que impeça o recolhimento. Integram-na também breves momentos de silêncio, de acordo com a assembléia reunida, pelos quais, sob a ação do Espírito Santo, se acolhe no coração a Palavra de Deus e se prepara a resposta pela oração. Convém que tais momentos de silêncio sejam observados, por exemplo, antes de se iniciar a própria liturgia da palavra, após a primeira e a segunda leitura, como também após o término da homilia[1]. [1] Cf. Missale Romanum, Ordo lectionum Missae, ed. típica 1981, n. 28.

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42. Nunca substituir o Salmo Responsorial por outro canto de meditação. 57. Mediante as leituras é preparada para os fiéis a mesa da palavra de Deus e abrem-se para eles os tesouros da Bíblia[1]. Por isso, é melhor conservar a disposição das leituras bíblicas pela qual se manifesta a unidade dos dois Testamentos e da história da salvação; nem é permitido trocar as leituras e o salmo responsorial, constituídos da palavra de Deus, por outros textos não bíblicos[2]. [1] Cf. Conc. Ecum. Vat. II, Const. sobre a S. Liturgia, Sacrosanctum Concilium, n. 51. [2] Cf. João Paulo II, Carta apostólica, Vicesimus quintus annus, de 4 de dezembro de 1988, n. 13: A.A.S. 81 (1989) p. 910.

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43. O local para cantar o Salmo Responsorial. 58. Na celebração da Missa com povo, as leituras são sempre proferidas do ambão.

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44. Significado litúrgico do Salmo Responsorial. 102. Compete ao salmista proclamar o salmo ou outro cântico bíblico colocado entre as leituras. Para bem exercer a sua função é necessário que o salmista saiba salmodiar e tenha boa pronúncia e dicção. 61. À primeira leitura segue-se o salmo responsorial, que é parte integrante da liturgia da palavra, oferecendo uma grande importância litúrgica e pastoral, por favorecer a meditação da palavra de Deus. O Salmo responsorial deve responder a cada leitura e normalmente será tomado do lecionário. De preferência, o salmo responsorial será cantado, ao menos no que se refere ao refrão do povo. Assim, o salmista ou cantor do salmo, do ambão ou outro lugar adequado profere os versículos do salmo, enquanto toda a assembléia escuta sentada, geralmente participando pelo refrão, a não ser que o salmo seja proferido de modo contínuo, isto é, sem refrão. Mas, para que o povo possa mais facilmente recitar o refrão salmódico, foram escolhidos alguns textos de refrões e de salmos para os diversos tempos do ano e as várias categorias de Santos, que poderão ser empregados em lugar do texto correspondente à leitura, sempre que o salmo é cantado. Se o salmo não puder ser cantado, seja recitado do modo mais apto para favorecer a meditação da palavra de Deus. Em lugar do salmo proposto no lecionário pode-se cantar também um responsório gradual do Gradual romano ou um salmo responsorial ou aleluiático do Gradual Simples, como se encontram nesses livros.

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45. Como cantar o Salmo Responsorial

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46. Aclamação antes da proclamação do Evangelho 62. Após a leitura que antecede imediatamente o Evangelho, canta-se o Aleluia ou outro canto estabelecido pelas rubricas, conforme exigir o tempo litúrgico. Tal aclamação constitui um rito ou ação por si mesma, através do qual a assembléia dos fiéis acolhe o Senhor que lhe vai falar no Evangelho, saúda-o e professa sua fé pelo canto. É cantado por todos, de pé, primeiramente pelo grupo de cantores ou cantor, sendo repetido, se for o caso; o versículo, porém, é cantado pelo grupo de cantores ou cantor. a) O Aleluia é cantado em todo o tempo, exceto na Quaresma. O Versículo é tomado do lecionário ou do Gradual. b) No Tempo da Quaresma, no lugar do Aleluia, canta-se o versículo antes do Evangelho proposto no lecionário. Pode-se cantar também um segundo salmo ou trato, como se encontra no Gradual.

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47. E se houver apenas uma leitura antes do Evangelho? 63. Havendo apenas uma leitura antes do Evangelho: a) no tempo em que se diz o Aleluia, pode haver um salmo aleluiático, ou um salmo e o Aleluia com seu versículo; b) no tempo em que não se diz o Aleluia, pode haver um salmo e o versículo antes do Evangelho ou somente o salmo; c) O Aleluia ou o versículo antes do Evangelho podem ser omitidos quando não são cantados.

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48. Cantar o Creio (Profissão de Fé)? 67. O símbolo ou profissão de fé tem por objetivo levar todo o povo reunido a responder à palavra de Deus anunciada da sagrada Escritura e explicada pela homilia, bem como, proclamando a regra da fé através de fórmula aprovada para o uso litúrgico, recordar e professar os grandes mistérios da fé, antes de iniciar sua celebração na Eucaristia. 68. O símbolo deve ser cantado ou recitado pelo sacerdote com o povo aos domingos e solenidades; pode-se também dizer em celebrações especiais de caráter mais solene. Quando cantado, é entoado pelo sacerdote ou, se for oportuno, pelo cantor ou pelo grupo de cantores; é cantado por todo o povo junto, ou pelo povo alternando com o grupo de cantores. Se não for cantado, será recitado por todos juntos, ou por dois coros alternando entre si.

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49. Orientações para a Oração Eucarísitica: 147. O sacerdote inicia a Oração eucarística. Conforme as rubricas (cf. n. 365) ele escolhe uma das Orações eucarísticas do Missal Romano, ou aprovadas pela Sé Apostólica. A Oração eucarística, por sua natureza, exige que somente o sacerdote, em virtude de sua ordenação, a profira. O povo, por sua vez, se associe ao sacerdote na fé e em silêncio e por intervenções previstas no decurso da Oração eucarística, que são as respostas no diálogo do Prefácio, o Santo, a aclamação após a consagração, e a aclamação Amém, após a doxologia final, bem como outras aclamações aprovadas pela Conferência dos Bispos e reconhecidas pela Santa Sé. É muito conveniente que o sacerdote cante as partes da Oração eucarística, enriquecidas pela música.

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50. O canto das oferendas 74. O canto do ofertório acompanha a procissão das oferendas (cf. n. 37, b) e se prolonga pelo menos até que os dons tenham sido colocados sobre o altar. As normas relativas ao modo de cantar são as mesmas que para o canto da entrada (cf. n. 48). O canto pode sempre fazer parte dos ritos das oferendas, mesmo sem a procissão dos dons.

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51. Cantar o Pai-nosso? 81. Na Oração do Senhor pede-se o pão de cada dia, que lembra para os cristãos antes de tudo o pão eucarístico, e pede-se a purificação dos pecados, a fim de que as coisas santas sejam verdadeiramente dadas aos santos. O sacerdote profere o convite, todos os fiéis recitam a oração com o sacerdote, e o sacerdote acrescenta sozinho o embolismo, que o povo encerra com a doxologia. Desenvolvendo o último pedido do Pai-nosso, o embolismo suplica que toda a comunidade dos fiéis seja libertada do poder do mal. O convite, a própria oração, o embolismo e a doxologia com que o povo encerra o rito são cantados ou proferidos em voz alta.

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52. Sobriedade ao dar a paz. 82. Segue-se o rito da paz no qual a Igreja implora a paz e a unidade para si mesma e para toda a família humana e os fiéis se exprimem a comunhão eclesial e a mútua caridade, antes de comungar do Sacramento. Quanto ao próprio sinal de transmissão da paz, seja estabelecido pelas Conferências dos Bispos, de acordo com a índole e os costumes dos povos, o modo de realizá-lo*. Convém, no entanto, que cada qual expresse a paz de maneira sóbria apenas aos que lhe estão mais próximos. * A CNBB, na XI Assembléia Geral de 1970, decidiu que “o rito da paz seja realizado por cumprimento entre as pessoas do modo com que as mesmas se cumprimentam entre si em qualquer lugar público”.

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53. Iniciar o “Cordeiro de Deus”: Função dos cantores 83. O sacerdote parte o pão eucarístico, ajudado, se for o caso, pelo diácono ou um concelebrante. O gesto da fração realizado por Cristo na última ceia, que no tempo apostólico deu o nome a toda a ação eucarística, significa que muitos fiéis pela Comunhão no único pão da vida, que é o Cristo, morto e ressuscitado pela salvação do mundo, formam um só corpo ( 1Cor 10, 17). A fração se inicia terminada a transmissão da paz, e é realizada com a devida reverência, contudo, de modo que não se prolongue desnecessariamente nem seja considerada de excessiva importância. Este rito é reservado ao sacerdote e ao diácono. O sacerdote faz a fração do pão e coloca uma parte da hóstia no cálice, para significar a unidade do Corpo e do Sangue do Senhor na obra da salvação, ou seja, do Corpo vivente e glorioso de Cristo Jesus. O grupo dos cantores ou o cantor ordinariamente canta ou, ao menos, diz em voz alta, a súplica Cordeiro de Deus, à qual o povo responde. A invocação acompanha a fração do pão; por isso, pode-se repetir quantas vezes for necessário até o final do rito. A última vez conclui-se com as palavras dai-nos a paz.

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54. Músicos preparados para receber a comunhão. 84. O sacerdote prepara-se por uma oração em silêncio para receber frutuosamente o Corpo e Sangue de Cristo. Os fiéis fazem o mesmo, rezando em silêncio. A seguir, o sacerdote mostra aos fiéis o pão eucarístico sobre a patena ou sobre o cálice e convida-os ao banquete de Cristo; e, unindo-se aos fiéis, faz um ato de humildade, usando as palavras prescritas do Evangelho. 85. É muito recomendável que os fiéis, como também o próprio sacerdote deve fazer, recebam o Corpo do Senhor em hóstias consagradas na mesma Missa e participem do cálice nos casos previstos (cf. n. 283), para que, também através dos sinais, a Comunhão se manifeste mais claramente como participação no sacrifício celebrado atualmente[1]. [1] Cf. S. Congr. dos Ritos, Instr. Eucharisticum mysterium, de 25 de maio de 1967, n. 31, 32: A.A.S. 59 (1967) p. 558-559; S. Congr. para a Disciplina dos Sacramentos, Instr. Immensae caritatis, de 29 de janeiro de 1973, n. 2: A.A.S. 65 (1973) p. 267-268.

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55. Canto de Comunhão 86. Enquanto o sacerdote recebe o Sacramento, entoa-se o canto da comunhão que exprime, pela unidade das vozes, a união espiritual dos comungantes, demonstra a alegria dos corações e realça mais a índole “comunitária” da procissão para receber a Eucaristia. O canto prolonga-se enquanto se ministra a Comunhão aos fiéis[1]. Havendo, porém, um hino após a Comunhão, encerre-se em tempo o canto da Comunhão. Haja o cuidado para que também os cantores possam comungar com facilidade. 87. Para o canto da comunhão pode-se tomar a antífona do Gradual romano, com ou sem o salmo, a antífona com o salmo do Gradual Simples ou outro canto adequado, aprovado pela Conferência dos Bispos. O canto é executado só pelo grupo dos cantores ou pelo grupo dos cantores ou cantor com o povo. Não havendo canto, a antífona proposta no Missal pode ser recitada pelos fiéis, por alguns dentre eles ou pelo leitor, ou então pelo próprio sacerdote, depois de ter comungado, antes de distribuir a Comunhão aos fiéis. [1] Cf. S. Congr. para os Sacramentos e o Culto Divino, Instr. Inaestimabile donum, de 3 de abril de 1980, n. 17: A.A.S. 72 (1980) p. 338.

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56. Canto de Ação de Graças 88. Terminada a distribuição da Comunhão, ser for oportuno, o sacerdote e os fiéis oram por algum tempo em silêncio. Se desejar, toda a assembléia pode entoar ainda um salmo ou outro canto de louvor ou hino.

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57. E o canto final?

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58. O grupo dos cantores. 103. Entre os fiéis, exerce sua função litúrgica o grupo dos cantores ou coral. Cabe-lhe executar as partes que lhe são próprias, conforme os diversos gêneros de cantos, e promover a ativa participação dos fiéis no canto[1]. O que se diz do grupo de cantores vale também, com as devidas ressalvas, para os outros músicos, sobretudo para o organista. [1] Cf. S. Congr. dos Ritos, Instr. Musicam sacram, de 5 de março de 1967, n. 19: A.A.S. 59 (1967) p. 306.

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59. Regente para os cantores. 104. Convém que haja um cantor ou regente de coro para dirigir e sustentar o canto do povo. Mesmo não havendo um grupo de cantores, compete ao cantor dirigir os diversos cantos, com a devida participação do povo[1]. [1] Cf. ibidem, n. 21: A.A.S. 59 (1967) p. 306-307.

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60. Monições e comentários

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61.Bandas X Ministérios X Coral

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62. Músicas de movimentos e pastorais

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63. O Técnico de som: membro da equipe

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64. Consultar a opinião da assembléia

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65. Ensaio X Improviso

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66. Um roteiro escrito para o presidente

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67. Integrar-se com a Pastoral litúrgica

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68. Pasta de cantos

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69. Estudar teoria musical

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70. Fazer técnica vocal

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71. Missa-Show

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72. Composições

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73. Diretor Espiritual do grupo de músicos

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74. Projeto de Vida para o Ministério

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75. Um retiro para os músicos

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76. Lugar da música instrumental na liturgia

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77. O tão sonhado CD: possibilidade e perigos.

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78. Leis de Direitos Autorais

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79. Conhecer o MISSAL

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80. Conhecer os Lecionários

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81. Estilo Musical permitido na Missa 393. Tendo em vista o lugar proeminente que o canto recebe na celebração, como parte necessária ou integrante da liturgia[1], compete às Conferências dos Bispos aprovar melodias adequadas, sobretudo para os textos do Ordinário da Missa, para as respostas e aclamações do povo e para celebrações peculiares que ocorrem durante o ano litúrgico. Cabe-lhes igualmente decidir quanto aos gêneros musicais, melodias e instrumentos musicais, que possam ser admitidos no culto divino e, até que ponto realmente são adequados ou poderão adaptar-se ao uso sagrado. [1] Cf. ibidem, n. 112.

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82. O lugar dos músicos na Assembléia 312. O grupo dos cantores, segundo a disposição de cada igreja, deve ser colocado de tal forma que se manifeste claramente sua natureza, isto é, que faz parte da assembléia dos fiéis, onde desempenha um papel particular; que a execução de sua função se torne mais fácil; e possa cada um de seus membros facilmente obter uma participação plena na Missa, ou seja, participação sacramental[1]. 313. O órgão e outros instrumentos musicais legitimamente aprovados sejam colocados em tal lugar que possam sustentar o canto do grupo de cantores e do povo e possam ser facilmente ouvidos, quando tocados sozinhos. Convém que o órgão seja abençoado antes de ser destinado ao uso litúrgico, segundo o rito descrito no Ritual Romano[2]. No Tempo do Advento o órgão e outros instrumentos musicais sejam usados com moderação tal que convenha à índole desse tempo, sem contudo, antecipar aquela plena alegria do Natal do Senhor. No Tempo da Quaresma o toque do órgão e dos outros instrumentos é permitido somente para sustentar o canto. Excetuam-se, porém, o domingo “Laetare” (IV na Quaresma), as solenidades e as festas. [1] Cf. S. Congr. dos Ritos, Instr. Musicam sacram, de 5 de março de 1967, n. 23: A.A.S. 59n (1967) p. 307. [2] Cf. Ritual Romano, Ritual de Bênçãos, ed. típica 1984, n. 1052-1067.

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