Tocando o Céu

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Tocando o Céu sem Braços - Jéssica Cox -

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Eu nasceu sem braços, devido a uma rara enfermidade congênita. Como qualquer criança, não entendia porque não tinha braços como as demais pessoas. “Era difícil ser diferente.”

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Sem embargo, tomei parte em diversas atividades, como ginástica, baile e canto para crianças, realizadas em grandes cenários.

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Quando eu era jovenzinha, me enfadava, batendo os pés e gritando em minhas birras Por não ter braços; No obstante, concentrei toda minha energia, na prática de esportes.

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Para mim, o maior desafio por ter nascido sem braços. Mais que a adversidade física! Eram as constantes encaradas das pessoas.

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Porém tinha aprendido a ver o lado positivo dessas situações, que me deram a oportunidade de utilizar esse canal de vibrações positivas, e ser um exemplo de otimismo. “ “Eu me irritava muito quando as pessoas me olhavam caminhando pela rua ou pela maneira de comer com os pés.

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Meus pais foram meus modelos de conduta e meus pilares de apoio. "Minha mãe é meu modelo e sempre me diz que posso fazer qualquer coisa a que eu me propor.

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É difícil ser pai de um filho incapaz. Papai foi minha rocha durante os tempos difíceis, e é quem formou a pessoa que eu sou atualmente“. “Meu pai não derramou uma lágrima quando nasci, porque não me vê como uma vítima.

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Quando pela primeira vez aprendi a dirigir um auto, foi graças ao uso de modificações especiais. Sem embargo, depois de ter aprendido bem, decidi suprimir as modificações e agora sou titular de uma permissão, para dirigir sem restrições.

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Sou Graduada em Psicologia, pela Universidade do Arizona, e ainda atraio olhares, quando abasteço meu carro nas bombas de gasolina.

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Eu posso escrever 25 palavras por minuto,

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Secar meus cabelos, e maquiar-me normalmente!

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Troco as lentes de contacto, como qualquer outra pessoa.

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Eu sou Jéssica, com 26 anos e 1,55 metros de altura, sou a primeira mulher piloto, na historia da aviação, que pilota sem braços.

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Sou inspiradora e heroína para muitos, irradio felicidade, e um grande senso de humor; no dia das Mães, em maio do ano passado, voei sozinha com um letreiro suspenso, que acertadamente dizia: “Olha mamãe, sem os braços!"

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Quando ainda não voava, me dei conta de que meu temor era porque eu não sabia muito sobre isto. “Há um medo universal na gente, é o temor da insuficiência e da falta de fé em nós mesmos" . Até essa data, tinha contabilizado aproximadamente 130 horas de vôo, sozinha. E afirmo: o medo pode basear-se no desconhecimento.

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Graças a minha confiança, perseverança, preparação e ambição Eu tenho percorrido um longo caminho para me converter, em quem sou hoje em dia.

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Além de ser uma oradora motivacional (www.rightfooted.com), Também tenho sido incentivadora na Rede Internacional de Crianças Amputadas, nos últimos cinco anos.

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"Sei que será difícil ter uma família, mas sei que serei uma boa mãe.” Eu espero me casar e ter filhos.

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E falo entre risos: difícil vai ser para o pretendente pedir minha “mão” a meus pais.

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“Não tenho braços, mas não é isso que determina, até onde eu posso chegar". "Nosso temor mais profundo não é que sejamos insuficientes, é que sejamos poderosos além da medida".

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“o ser humano precisa ter momentos baixos na vida, para sentir, ainda mais fortes, os momentos emocionantes.” “Quanto maior for a dificuldade, maior será a gloria.”

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E a vocês, o que te faz falta para “tocar” o céu? Traduzido do Espanhol por SC Antonio Rodrigues

Summary: Primeira Mulher sem braços que pilota Avião

Tags: avião mulher sem braços superação lição

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