Web 2.0 e redes sociais: conceitos, características e ferramentas

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REDES SOCIAIS aplicadas às organizações Começando… Web 2.0, web social… oportunidades das redes sociais Pedro Príncipe – 15 de Setembro de 2011 2

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O que é a WEB 2.0

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WEB 1.0 WEB 2.0

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O que é a WEB 2.0

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“A internet tem hoje muito mais a ver com as pessoas do que propriamente com a tecnologia” Jay Conrad Levinson

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FerramentasUm mundo de ferramentas Para utilização pessoal, profissional e institucional…

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O que caracteriza uma ferramenta 2.0: Partilham e reutilizam informação Substituem aplicações de desktop Os utilizadores acrescentam valor

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Imagem retirada do Slideshare de Didac Margaix http://www.slideshare.net/dmargaix/taller-unesco-didac2-presentation

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Imagem retirada do Slideshare de António Granado http://www.slideshare.net/agranado/comunicacao-universidades

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4 pilares da web 2.0 1. Redes sociais 2. Geração de conteúdos 3. Organização social e inteligente da informação 4. Aplicações e serviços (mashups) Consultar »» Livro “Planeta Web 2.0. Inteligencia colectiva o medios fast food”

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Compreender a alteração do papel dos utilizadores face aos media e web em geral: - do consumidor ao prosumer - dos media tradicionais aos media participativos PROSUMER producer (produtor) + consumer (consumidor)

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As redes sociais serão a porta de entrada na web José Luis Orihuela

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Imagem retirada do Slideshare de António Granado http://www.slideshare.net/agranado/comunicacao-universidades 1ª ATIVIDADE – TAG CLOUD

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Estudo do LINI (Lisbon Internet and Networks International Research Programme) 1. Quantos somos? 56.4% dos Internautas nacionais (estes são apenas 48.8% da população portuguesa com mais de 15 anos) utiliza as redes sociais, com uma frequência maioritariamente diária.

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Estudo do LINI (Lisbon Internet and Networks International Research Programme) 2. Quem somos? O utilizador típico das redes sociais é do sexo feminino e jovem: 60.7% de mulheres / 52.3% de homens. Em termos etários, a taxa de utilização entre: os 15-24 anos atinge o valor expressivo de 74.7%, decai no escalão seguinte (25-34 anos) para os 57.1%, chegando ao dos +65 anos apenas com 22.2%.

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Estudo do LINI (Lisbon Internet and Networks International Research Programme) 2. Quem somos? É de destacar que a taxa de utilização no escalão 55-64 é na ordem dos 42.9%. O crescimento de utilização pelos mais velhos parece ser confirmado por um estudo da MARKTEST relativo ao ano de 2010 que revela que o maior crescimento na utilização das redes sociais se deu na faixa etária dos maiores de 45 anos.

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Estudo do LINI (Lisbon Internet and Networks International Research Programme) 3. Por onde andamos na Web 2.0? O hi5 continua a ser a rede social genérica de preferência dos portugueses, embora enfrentando uma forte competição do Facebook. Entre 2009/2010 a taxa de utilização do hi5 cai 5.2%, enquanto o Facebook sobe vertiginosamente de 7.4% para 39.7%. Outros resultados revelam que o hi5 foi definitivamente destronado na preferência dos portugueses no final de 2010.

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Estudo do LINI (Lisbon Internet and Networks International Research Programme) As plataformas que se seguem apresentam valores mais modestos: Twitter 7.9%, Myspace 6.6%, Orkut 5.7%. Comparando a situação entre 2008/2009 e 2010 verifica-se: entrada do Twitter na tabela dos 5+, descida do Myspace, e Orkut. A posição do YouTube tem vindo a reforçar-se junto dos internautas portugueses: 2ª posição nas redes sociais mais acedidas em Novembro de 2010.

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Estudos 3. Por onde andamos na Web 2.0? Em Março de 2011, o ranking divulgado pela empresa Alexa para Portugal incluía várias plataformas de redes sociais, cujo grupo pode ser escalonado da seguinte forma: 1º – Facebook, 2º – YouTube, 3º – hi5, 4º – Twitter, 5º – Linkedin, 6º – Flickr, 7º – Badoo, 8º – Myspace Estudo disponível em http://www.umic.pt/images/stories/noticias/Relatorio_LINI_UMIC_InternetPT.pdf Os dados apresentados do LINI foram resumidos por Paulo Leitão e publicados no Notícia BAD http://www.bad.pt/noticia

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Estudo do LINI (Lisbon Internet and Networks International Research Programme) 4º O que fazemos? Maioritariamente comunicamos! São as funcionalidades ligadas à comunicação as + usadas: envio de mensagens 84.4%, utilização da conversação em tempo real com 47.9%, procura/sugestão de outros amigos para adicionar 47.3%, criação de álbuns de fotos 46.3% criar/aderir a grupos 32.1%.

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Estudo do LINI (Lisbon Internet and Networks International Research Programme) 4º O que fazemos? Funcionalidades mais ligadas ao entretenimento, como a utilização de jogos, ocupam também uma percentagem importante na ordem dos 42%. A actividade de publicar comentários no mural, uma das principais vias para a partilha de informação… tem uma taxa de utilização bem mais baixa (25.4%). Entre os 20% e os 30% encontramos funcionalidades como alertas de aniversários (26.7%), enviar presentes virtuais (24.8%) e aderir a causas (23.2%). As funcionalidades menos utilizadas são: criar aplicações (9.2%), consultar oráculos (10.8%), quizes/testes (16.8%), divulgação de eventos (17.8%) e fazer posts de músicas e videos (18.4%). Homens e mulheres utilizam estas funcionalidades com um peso diferenciado (a actividade de envio de mensagens tem taxas semelhantes entre os dois sexos). As funcionalidades com um perfil de utilização mais masculino são a procura/sugestão de amigos, os jogos e a conversação em tempo real As mulheres utilizam mais os alertas de aniversários, os comentários no mural, os quizes/testes, a divulgação de eventos, a consulta de oráculos, o envio de presentes virtuais, a criação de álbuns de fotos e o apoio/adesão a causas.

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As redes sociais possibilitam A criação de conteúdos, A colaboração online, E o uso e partilha da informação. E são permanentes desafios à transparência, transformação e acção das organizações.

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Maior visibilidade e relevância Estar onde o utilizador/cliente/público está Ser útil onde o utilizador/cliente/público está Com profissionais preparados Organização aberta à mudança Oferecendo serviços e conteúdos relevantes Confiando e envolvendo a comunidade

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Um meio e não o fim Estas ferramentas devem ser vistas como o meio e não o fim em si. Deverão ser utilizadas como complemento aos serviços oferecidos pelas organizações.

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visibilidade Dinamismo na acção Transparência na comunicação Redundância de pontos de acesso à info

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David Álvarez, Mi PLE - http://e-aprendizaje.es/2010/03/09/mi-ple gerar conteúdos relevantes

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Martin Weller - My personal work/leisure/learning environment http://nogoodreason.typepad.co.uk/no_good_reason/2007/12/my-personal-wor.html serviços em diferentes canais

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Alec Couros, PhD Thesis illustration, the Networked Teacher - http://educationaltechnology.ca/couros/580 úteis onde o utilizador está

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Ismael Peña-López, Mapping the PLE sphere - http://ictlogy.net/20100715-mapping-the-ple-sphere/ com integração dos recursos

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Katherine Pisana - My PLE and 3 Sub PLEs oriented towards specific learning networks construção de comunidades online

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Paulo Simões - Twitter - the Heart of a #PLE fontes de informação relevantes

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Steve Wheeler, Anatomy of a PLE - http://steve-wheeler.blogspot.com/2010/07/anatomy-of-ple.html incorporados nos ambientes

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CASO PRÁTICO: BIBLIOTECAS UA

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FORMAÇÃO INTEGRADA DE UTILIZADORES

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RECURSO Á COMUNICAÇÃO INSTITUCIONAL

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COMUNICAÇÃO COLABORATIVA E INFORMAL

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PRESENTE NA PLATAFORMA DE ELEARNING

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CONVERSAR, CAPITALIZAR E AMPLIFICAR NAS REDES SOCIAIS

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NOVOS AMBIENTES E PROJECTOS (ple sapo campus ua)

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RECURSO ABERTO E PARTILHADO NA WEB

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PARTILHA E COLABORAÇÃO EM REDE Interessante… CONTEÚDOS DE APOIO E LITERACIA RELEVANTES e ÚTEIS ESTRATÉGIA DE FORMAÇÃO E DIVULGAÇÃO INSTITUCIONAL INCORPORADOS NOS SISTEMAS UTILIZANDO A WEB SOCIAL COM IMPLICAÇÕES DE DIMENSÃO MUNDIAL

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Não há receitas É preciso criatividade Adaptabilidade E processos de construção colaborativa

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http://seedmagazine.com/images/uploads/15Sci08368.jpg “Community is the new content”

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Just because you can doesn’t mean you should

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Não andar pelas redes sociais sem antes reprogramar o cérebro 1.0 com versão 2.0

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Institucionalmente nos blogues e redes sociais TRANSPARÊNCIA… “Nunca finja ser alguém que não é” PRIVACIDADE… “Não escrever sobre algo que não tenha sido autorizado a revelar” DIVULGAÇÃO… “É importante esclarecer tudo” VERDADE… “Não minta. Não invente histórias” REFERÊNCIAS… “Identificar as fontes de informação”

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“Estar na web 2.0 cria expectativas de serviço, tão importantes como ter a porta aberta da biblioteca”

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Resistência à incorporação 2.0 Demasiado trabalho para fazer… Não dá muito jeito fazer isso agora… Mostrem-me os estudos… Receio de arriscar a exposição… Não tenho tempo…

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Análise SWOT (breve) Forças Gratuito, rápido para configurar e colocar online Excelente potencial de disseminação Contributos dos utilizadores Permite interacção Oportunidades Retorno do investimento poderia ser enorme Atinge os não utilizadores Impacto de visibilidade pública Fraquezas Restrições de layout (imagem e design) Mas nem sempre há certezas para medir o retorno do investimento? Ameaças Sabotagem Fora do nosso controlo Reféns de estratégias comerciais

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Web social = + trabalho Não tenho dúvida que comunicar na web social implica: Reajustes aos processos de trabalho das equipas para dar respostas aos novos recursos Manter o ritmo e o dinamismo Monitorizar sempre

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Não vacilar, não voltar atrás Quando decidimos divulgar algo com recurso da web social temos que manter o ritmo!

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Medir o “Engagement” Quantas pessoas fazem alguma coisa com a sua mensagem. Este é um dos mais importantes indicadores que mede quantas pessoas realmente se interessam por si ou pela sua marca o suficiente para de darem ao trabalho de fazer alguma coisa (comentar, partilhar, responder, etc). Ao contrário dos meios tradicionais, o engagement é muito fácil de medir através de aplicações como Radian 6, Biz360 ou TweetEffect. Twitter: Quantifique o número de vezes que os seus links foram clicados, a sua mensagem ”retweeted”, e o seu hashtag usado e quantas pessoas o fizeram. Pode também seguir as @replies. Facebook: Medir o número de vezes que os seus links foram clicados e as alguém gostou ou comentou as suas mensagens. Quantas pessoas únicas o fizeram? YouTube: Número de comentários do seu vídeo, número de vezes que foi classificado, número de vezes que foi partilhado. Blog: Número de comentários, nº de inscrições que gerou e o número de vezes que os posts foram partilhados. Ver http://armandosvieira.wordpress.com/personal

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Avaliação e monitorização Twitter Analyzer Twittercounter TweetStats Twendz Facebook page stats Google Analytics HootSuite My Buzz Monitor Bit.ly Ver »» http://www.slideshare.net/godwinp/its-all-about-social-media-stupid

Summary: acção de formação para as estruturas de interface da UM - Setembro e Outubro de 2011

Tags: redes sociais

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