I Formação Ministerial

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I Formação Ministerial Porto, 01 de Outubro de 2011 Tema: A Liturgia à luz da IGMR.

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Introdução vídeo do Padre João Peixoto 2

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Composição do livro da IGMR: 3 Constituição Apostólica “Missale Romanum”; Instrução Geral do Missal Romano; Carta Apostólica “Mysterii paschalis”;  Normas Gerais sobre o Ano Litúrgico e o Calendário;

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Capítulos abordados na IGMR: 4 Importância e dignidade da celebração Eucarística; Estrutura da Missa, seus elementos e suas partes; Ofícios e ministérios na Missa; As diversas formas de celebração da Missa;

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Capítulos abordados na IGMR (cont.): 5 Disposição e adorno das igrejas para a celebração da eucaristia; As coisas necessárias para a celebração da Missa; A escolha da Missa e das suas partes; Missas e orações para diversas circunstâncias e Missas de defuntos;

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Capítulos abordados na IGMR (cont.): 6 Adaptações que competem aos bispos e às suas conferências;

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7 20.       A celebração eucarística, como toda a Liturgia, realiza-se por meio de sinais sensíveis, pelos quais se alimenta, fortalece e exprime a fé. Para isso, deve haver o máximo cuidado em escolher e ordenar as formas e os elementos propostos pela Igreja que, atendendo às circunstâncias de pessoas e lugares, mais intensamente favoreçam a participação activa e plena e mais eficazmente contribuam para o bem espiritual dos fiéis. Importância e dignidade da celebração Eucarística:

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8 21.        O objectivo desta Instrução é traçar as linhas gerais por que se há-de regular toda a celebração eucarística e expor as normas a que deverá obedecer cada uma das formas de celebração. Importância e dignidade da celebração Eucarística (cont.):

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9 24. (…) Lembre-se contudo o sacerdote que ele próprio é servidor da sagrada Liturgia, e que não lhe é permitido, por sua livre iniciativa, acrescentar, suprimir ou mudar seja o que for na celebração da Missa. Importância e dignidade da celebração Eucarística (cont.):

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10 28. A Missa consta, por assim dizer, de duas partes: a liturgia da palavra e a liturgia eucarística. Estas duas partes, porém, estão entre si tão estreitamente ligadas que constituem um único acto de culto. (…) Estrutura da Missa, seus elementos e suas partes: Ritos Iniciais Liturgia da Palavra Liturgia Eucarística Ritos Finais

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11 34. A celebração da Missa é, por sua natureza, “comunitária”. Por isso têm grande importância os diálogos entre o celebrante e os fiéis reunidos, bem como as aclamações. Tais elementos não são apenas sinais externos de celebração colectiva, mas favorecem e realizam a estreita comunhão entre o sacerdote e o povo. Estrutura da Missa, seus elementos e suas partes (cont.):

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12 34. A celebração da Missa é, por sua natureza, “comunitária”. Por isso têm grande importância os diálogos entre o celebrante e os fiéis reunidos, bem como as aclamações. Tais elementos não são apenas sinais externos de celebração colectiva, mas favorecem e realizam a estreita comunhão entre o sacerdote e o povo. Estrutura da Missa, seus elementos e suas partes (cont.):

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13 41. Em igualdade de circunstâncias, dê-se a primazia ao canto gregoriano, como canto próprio da Liturgia romana. De modo nenhum se devem excluir outros géneros de música sacra, principalmente a polifonia, desde correspondam ao espírito da acção litúrgica e favoreçam a participação de todos os fiéis. Estrutura da Missa, seus elementos e suas partes (cont.):

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14 42. Os gestos e atitudes corporais, tanto do sacerdote, do diácono e dos ministros, como do povo, visam conseguir que toda a celebração brilhe pela beleza e nobre simplicidade, que se compreenda a significação verdadeira e plena das suas diversas partes e que se facilite a participação de todos. Estrutura da Missa, seus elementos e suas partes (cont.):

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15 43. Os fiéis estão de pé: Estrutura da Missa, seus elementos e suas partes (cont.): Ritos Iniciais Procissão de Entrada Oração da Colecta Aclamação do Evangelho Profissão de Fé Liturgia da Palavra Oração Universal

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16 43. Os fiéis estão de pé: Estrutura da Missa, seus elementos e suas partes (cont.): (…) e desde o invitatório “Orai, irmãos”, antes da oração sobre as oblatas, até ao fim da Missa, excepto nos momentos adiante indicados. (…) Liturgia Eucarística Ritos Finais

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17 43. Os fiéis estão sentados: Estrutura da Missa, seus elementos e suas partes (cont.): (…) durante as leituras que precedem o Evangelho e durante o salmo responsorial; durante a homilia e durante a preparação dos dons ao ofertório; e, se for oportuno, durante o silêncio sagrado depois da Comunhão. (…)

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18 43. Os fiéis estão de joelhos: Estrutura da Missa, seus elementos e suas partes (cont.): (…) durante a consagração, excepto se razões de saúde, a estreiteza do lugar, o grande número dos presentes ou outros motivos razoáveis a isso obstarem. Aqueles, porém, que não estão de joelhos durante a consagração, fazem uma inclinação profunda enquanto o sacerdote genuflecte após a consagração.(…)

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19 43. Os fiéis estão de joelhos: Estrutura da Missa, seus elementos e suas partes (cont.): (…) Atenda-se, porém, a que estejam de acordo com o sentido e o carácter de cada uma das partes da celebração. Onde for costume que o povo permaneça de joelhos desde o fim da aclamação do Sanctus até ao fim da Oração eucarística, é bom que este se mantenha..(…)

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20 43. Os fiéis estão de joelhos: Estrutura da Missa, seus elementos e suas partes (cont.): (…) Para se conseguir a uniformidade nos gestos e atitudes do corpo na celebração, os fiéis devem obedecer às indicações que, no decurso da mesma, lhes forem dadas pelo diácono, por um ministro leigo ou pelo sacerdote, de acordo com o que está estabelecido nos livros litúrgicos.

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21 45. Também se deve guardar, nos momentos próprios, o silêncio sagrado, como parte da celebração. A natureza deste silêncio depende do momento em que ele é observado no decurso da celebração. Assim, no acto penitencial e a seguir ao convite à oração, o silêncio destina-se ao recolhimento interior; a seguir às leituras ou à homilia, é para uma breve meditação sobre o que se ouviu; depois da Comunhão, favorece a oração interior de louvor e acção de graças. Estrutura da Missa, seus elementos e suas partes (cont.):

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22 98.     O acólito é instituído para o serviço do altar e para ajudar o sacerdote e o diácono. Compete-lhe, como função principal, preparar o altar e os vasos sagrados e, se for necessário, distribuir aos fiéis a Eucaristia, de que é ministro extraordinário. No ministério do altar, o acólito tem funções próprias,que ele mesmo deve exercer. Ofícios e ministérios na Missa:

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23 99. O leitor é instituído para fazer as leituras da Sagrada Escritura, com excepção do Evangelho. Pode também propor as intenções da oração universal e ainda, na falta de salmista, recitar o salmo entre as leituras. Na celebração eucarística o leitor tem uma função que lhe é própria e que ele deve exercer por si mesmo, ainda que estejam presentes ministros ordenados. Ofícios e ministérios na Missa (cont.):

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24 As diversas formas de celebração da Missa: Ritos Iniciais Procissão Saudação ao Altar Incensação ao altar e cruz Saudação à Assembleia Introdução Acto Penitencial Glória Oração da Colecta

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25 As diversas formas de celebração da Missa (cont.): 1ª Leitura Salmo Responsorial 2ª Leitura Aclamação do Evangelho Evangelho Homilia Credo (Símbolo ou Procissão de Fé) Oração Universal Liturgia da Palavra

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26 As diversas formas de celebração da Missa (cont.): Apresentação das Oblatas Oração sobre as Oblatas Oração Eucaristica Ritos de Comunhão Liturgia Eucarística

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27 As diversas formas de celebração da Missa (cont.): Avisos (facultativos) Saudação e Benção Despedida da Assembleia Procissão Ritos Finais

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28 292. Na ornamentação da igreja deve tender-se mais para a simplicidade do que para a ostentação. Na escolha dos elementos decorativos, procure-se a verdade das coisas e o que contribua para a formação dos fiéis e para a dignidade de todo o lugar sagrado. Disposição e adorno das igrejas para a celebração da eucaristia:

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29 304. Pela reverência devida à celebração do memorial do Senhor e ao banquete em que é distribuído o Corpo e o Sangue de Cristo, o altar sobre o qual se celebra deve ser coberto ao menos com uma toalha de cor branca, que, pela sua forma, tamanho e ornato, deve estar em harmonia com a estrutura do altar. Disposição e adorno das igrejas para a celebração da eucaristia (cont.):

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30 305. Haja moderação na ornamentação do altar.  No tempo do Advento ornamente-se o altar com flores com a moderação que convém à índole deste tempo, de modo a não antecipar a plena alegria do Natal do Senhor. No tempo da Quaresma não é permitido adornar o altar com flores. Exceptuam-se, porém, o domingo Laetare (IV da Quaresma), as solenidades e as festas. A ornamentação com flores deve ser sempre sóbria e, em vez de as pôr sobre a mesa do altar, disponham-se junto dele. Disposição e adorno das igrejas para a celebração da eucaristia (cont.):

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31 306. Sobre a mesa do altar, apenas se podem colocar as coisas necessárias para a celebração da Missa, ou seja, o Evangeliário desde o início da celebração até à proclamação do Evangelho; e desde a apresentação dos dons até à purificação dos vasos, o cálice com a patena, a píxide, se for precisa, e ainda o corporal, o sanguinho e o Missal. Além disso, devem dispor-se discretamente os instrumentos porventura necessários para amplificar a voz do sacerdote. Disposição e adorno das igrejas para a celebração da eucaristia (cont.):

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32 309. (…) Em princípio, este lugar deve ser um ambão estável e não uma simples estante móvel. Tanto quanto a arquitectura da igreja o permita, o ambão dispõe-se de modo que os ministros ordenados e os leitores possam facilmente ser vistos e ouvidos pelos fiéis. (…) Disposição e adorno das igrejas para a celebração da eucaristia (cont.):

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33 309. (…) Do ambão são proferidas unicamente as leituras, o salmo responsorial e o precónio pascal. Podem também fazer-se do ambão a homilia e proporem-se as intenções da oração universal ou oração dos fiéis. A dignidade do ambão exige que só o ministro da palavra suba até ele. (…) Disposição e adorno das igrejas para a celebração da eucaristia (cont.):

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34 316. Segundo o costume tradicional, junto do sacrário deve estar continuamente acesa uma lâmpada especial, alimentada com azeite ou cera, com que se indique e honre a presença de Cristo. Disposição e adorno das igrejas para a celebração da eucaristia (cont.):

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35 327. Entre os objectos requeridos para a celebração da Eucaristia, merecem respeito particular os vasos sagrados e, entre eles, o cálice e a patena, que servem para oferecer, consagrar e comungar o pão e o vinho. As coisas necessárias para a celebração da Missa:

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36 346. Quanto à cor das vestes sagradas, mantenha-se o uso tradicional, isto é: As coisas necessárias para a celebração da Missa (cont.): (…) nos Ofícios e Missas do Tempo Pascal e do Natal do Senhor. Além disso: nas celebrações do Senhor, excepto as da Paixão, nas celebrações da bem-aventurada Virgem Maria, dos Anjos, dos Santos não Mártires, nas solenidades de Todos os Santos (1 de Novembro), de S. João Baptista (24 de Junho), nas festas de S. João Evangelista (27 de Dezembro), da Cadeira de S. Pedro (22 de Fevereiro) e da Conversão de S. Paulo (25 de Janeiro).

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37 346. Quanto à cor das vestes sagradas, mantenha-se o uso tradicional, isto é: As coisas necessárias para a celebração da Missa (cont.): (…) no Domingo da Paixão (ou de Ramos) e na Sexta-Feira da Semana Santa, no Domingo do Pentecostes, nas celebrações da Paixão do Senhor, nas festas natalícias dos Apóstolos e Evangelistas e nas celebrações dos Santos Mártires.

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38 346. Quanto à cor das vestes sagradas, mantenha-se o uso tradicional, isto é: As coisas necessárias para a celebração da Missa (cont.): (…) nos Ofícios e Missas do Tempo Comum.

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39 346. Quanto à cor das vestes sagradas, mantenha-se o uso tradicional, isto é: As coisas necessárias para a celebração da Missa (cont.): (…) no Tempo do Advento e da Quaresma. Pode usar-se também nos Ofícios e Missas de defuntos.

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40 346. Quanto à cor das vestes sagradas, mantenha-se o uso tradicional, isto é: As coisas necessárias para a celebração da Missa (cont.): (…) A cor preta pode usar-se, onde for costume, nas Missas de defuntos. (Desuso)

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41 346. Quanto à cor das vestes sagradas, mantenha-se o uso tradicional, isto é: As coisas necessárias para a celebração da Missa (cont.): (…) pode usar-se, onde for costume, nos Domingos Gaudete (III do Advento) e Laetare (IV da Quaresma).

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42 366.  Não é permitido substituir os cânticos do Ordinário da Missa, por exemplo, o Cordeiro de Deus (Agnus Dei), por outros cânticos. A escolha da Missa e das suas partes:

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Com efeito, a celebração da Eucaristia é acção de toda a Igreja; nesta acção, cada um intervém fazendo só e tudo o que lhe compete, conforme a sua posição dentro do povo de Deus. E foi precisamente isto o que levou a prestar maior atenção a certos aspectos da celebração litúrgica insuficientemente valorizados no decurso dos séculos. [Proémio, IG 5] 43

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I Formação Ministerial Porto, 01 de Outubro de 2011 Tema: A Liturgia à luz da IGMR. FIM Agradeço a Vossa comparência e participação. www.acolitosboavista.host56.com 44

Summary: I Formação Ministerial. Tema: A Liturgia à Luz da IGMR (Instrução Geral do Missal Romano).

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