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Eu sou Fabrício e estou estudando o cantor Vinicius de Moraes. Descobri que ele nasceu na cidade do Rio de Janeiro, no dia 19 de Outubro de 1913.
Escolhi a paisagem do Cristo Redentor para pintar uma tela em sua homenagem.
O Cristo Redentor é um ponto turístico do RIO DE JANEIRO. É uma imagem muito bonita e que chama muita atenção, por isso é um local muito visitado pelos turistas.
Marcus Vinícius da Cruz de Melo Moraes nasceu no Rio de Janeiro RJ em 19 de Outubro de 1913. Vinícius é o segundo de quatro filhos, Lygia (1911), Laetitia (1916) e Helius (1918).
Filho de Clodoaldo Pereira da Silva Moraes, funcionário da prefeitura, poeta, violonista amador, e de Lídia Cruz de Moraes, pianista também amadora, nasceu no bairro da Gávea e em 1916 mudou-se com a família para a casa dos avós paternos, em Botafogo, onde estudou na Escola Primaria Afrânio Peixoto e escreveu seus primeiros versos.
Em 1922, a família mudou- se para a ilha do Governador, menos ele, que deveria concluir o primário e ficou com os avos. Nas férias e nos fins-de-semana, ia para a casa dos pais, onde toda noite havia música, com a presença do tio Henrique de Melo Moraes e do compositor Bororó, entre outros.
Concluído o curso ginasial, em 1929 a família retornou a Gávea e, nesse mesmo ano, ingressou na Faculdade de Direito do Catête, onde se tornou amigo do romancista Otávio Faria, que descobriu e incentivou sua vocação literária.
No ano seguinte, publicou em separata o poema Ariana, a mulher e, ainda em 1936, empregou-se como censor cinematográfico, representando o Ministério da Educação e Saúde.
Dois anos depois, ganhou bolsa do Conselho Britânico para estudar língua e literatura inglesas na Universidade de Oxford, e nesse ano publicou os Novos poemas. Com o inicio da Segunda Guerra Mundial, retornou ao Rio de Janeiro.
Em 1933 terminou a faculdade e o C.P.O.R., e publicou o primeiro livro – O caminho para a distância – pela Schmidt Editora, edição recolhida pelo autor.
Nessa época, era amigo de Manuel Bandeira, Oswald de Andrade e Mário de Andrade. Em 1935, seu livro Forma e exegese recebeu o prêmio Filipe d’Oliveira.
Morto o pai, retornou ao Brasil em 1950 e, um ano depois, começou a trabalhar no jornal Última Hora.
Em 1953 compôs o primeiro samba, Quando tu passas por mim (com Antônio Maria).
Ainda nesse ano, seguiu para Paris, França, como segundo secretário da embaixada.
Vinicius participa do juri desse festival.
Começa a trabalhar no roteiro do filme "Garota de Ipanema", dirigido por Leon Hirszman. Volta ao show com Caymmi, na boate Zum-Zum.
Começa a compor com Francis Hime. Com Dorival Caymmi, participa de show muito sucesso na boate Zum-Zum, onde lança o Quarteto em Cy. Desse show é feito um LP.
Nos anos 1970, já consagrado e com um novo parceiro, o violonista Toquinho, Vinicius seguiu lançando álbuns e livros de grande sucesso.
Na madrugada do dia 9 de julho de 1980, Vinicius foi acordado pela empregada, que o encontrara na banheira de casa, com dificuldades para respirar. Toquinho, que estava dormindo, acordou e tentou socorrê-lo, seguido por Gilda Mattoso (última esposa do poeta), mas não houve tempo e Vinicius de Moraes morreu pela manhã.
EU, FABRICIO, PESQUISEI SOBRE O VINICIUS DE MORAES, FOI MUITO LEGAL, APRENDI COISAS NOVAS SOBRE O VINICIUS DE MORAES. NA INTERNET EU APRENDI QUE DÁ PARA SABER O QUE VOCÊ QUER SABER SOBRE TODAS AS COISAS. NO POWER POINT EU APRENDI A FAZER ESTA APRESENTAÇÃO. ESPERO QUE GOSTEM! FABRÍCIO
Summary: Biografia do cantor elaborada pelos alunos dos 3º anos A e B 2011 durante as Aulas de Informática, com apoio das professoras de Biblioteca, Português, Artes e estagiárias.
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