A personalidade

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A personalidade Ana Rego, Carina Ferreira, Cristiana Carvalho e Nazaré Pinto

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Sumário Quadro conceptual do Envelhecimento: Teorias e Modelos de Envelhecimento Humano Instrumentos de Avaliação e Investigação em Gerontologia Instrumentos de avaliação em contextos gerontológicos Sistema de Avaliação de Residências para Idosos (SERA) Instrumentos de avaliação em domínios específicos Avaliação Intrapessoal: personalidade/desenvolvimento do self/desenvolvimento do ego Instrumentos de avaliação do self/personalidade Inventários Escalas Técnicas Investigação associada a este domínio Intervenção associada a este domínio Apreciação Global Referências Bibliográficas

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Quadro Conceptual do Envelhecimento: Teorias e Modelos de Envelhecimento Humano O envelhecimento é um fenómeno sociovital, dinâmico, multidireccional e multidimensional, heterogéneo, complexo e intersubjectivo de múltiplas mudanças individuais, ocorrendo a nível bio-psico-social, que segue uma ordem temporal e que deve ser explicado à luz das teorias do envelhecimento. No entanto, nenhuma teoria é capaz de definir o envelhecimento em exclusivo, pois, este é explicado através da interacção entre as teorias biológicas, psicológicas e sociais (Fernández-Ballesteros, 2004). Gerontologia - ciência multi, interdisciplinar e interventiva que estuda o envelhecimento e a velhice (Fernández-Ballesteros, 2004). Gerontologia Social – estuda o impacto das condições socio-culturais e ambientais no processo de envelhecimento e na velhice, as consequências sociais desse processo, bem como as acções sociais que podem melhorar esse processo e optimizá-lo (Paúl, 2005).

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Instrumentos de Avaliação e Investigação em Gerontologia Instrumentos de avaliação em contextos gerontológicos A relação entre a pessoa e o contexto caracteriza-se por um equilíbrio entre necessidades, disposições ou predisposições das pessoas e oportunidades de acção oferecidas pelo ambiente (Fernández-Ballesteros & Rodríguez, 2004). Sistema de Avaliação de Residências para Idosos (SERA) Sistema de avaliação multidimensional que visa a recolha de informação sobre as características físicas/ambientais e do comportamento (Fernández-Ballesteros & Rodríguez, 2004). Instrumentos de avaliação em domínios específicos Têm o objectivo de conseguir um plano racional de tratamento e utilização de recursos, sendo para tal, tão importante medir os défices como os atributos da pessoa, em vários domínios, tais como (Cantera, 2004): Avaliação global/clínica Avaliação funcional Avaliação mental Avaliação social e/ou relacional Avaliação Intrapessoal: personalidade/self

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Avaliação Intrapessoal: personalidade/desenvolvimento do self/desenvolvimento do ego     As escalas de avaliação são úteis para conhecer a impressão que um indivíduo causa nas pessoas com quem entra em contacto (Anastasi, 1967) A personalidade é um conceito universal que apresenta características segundo um processo de leis gerais, sendo, também, um conjunto de atributos ideográficos particulares, o que faz com que as pessoas sejam qualitativamente diferentes (Villar & Triadó, 2006). Esta dimensão multiforme só pode ser estudada através de abordagens múltiplas, (Fontaine, 2000) tal como: Psicométrica ou factorial Desenvolvimental Sociocognitiva

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McCrae e Costa (1990) define personalidade como um conjunto de traços, atributos ou qualidades que auxiliam na caracterização de uma pessoa e que são avaliados através de inventários de personalidade (Friedman, Kern & Reynolds, 2010). Para Paúl (2005) os traços de personalidade, nos idosos, são disposições endógenas e estáveis, essencialmente herdadas, onde estão presentes certas influências como as práticas educativas da infância ou a aculturação. Os idosos não diferem muito dos mais jovens e preservam a sua própria configuração de traços durante décadas. Desenvolvimento do Self O eu é o conhecimento que os indivíduos têm de si próprios e do que os identifica (Paúl, 2005). Ocorre de forma proactiva e reactiva e as funções adaptativas mantêm-se durante toda a vida. A pessoa não reage apenas ao problema mas, é capaz de se esforçar, estabelecer metas e contribuir para o seu próprio desenvolvimento (Villar & Triadó, 2006). Desenvolvimento do ego Segundo Loevinger, a capacidade para formar um auto-conceito aumenta com a idade, inteligência, educação e nível sócio-económico (Anastasi, 1967).

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Instrumentos de avaliação do self/personalidade A auto-descrição não substitui outras observações de comportamento, daí a necessidade do desenvolvimento de instrumentos nesta área (Anastasi, 1967). A construção e o emprego de inventários enfrentam dificuldades como (Anastasi, 1967): - Questões de simulação e fraude dos resultados; - Especificidade de resposta na esfera da personalidade; - Dificuldade de agrupar os itens em categorias claramente definidas; - Observações directas do comportamento podem limitar-se a certo tipo de comportamento e período de tempo. Personal Data Sheet (Woodworth, 1919) Impulsionou o desenvolvimento de muitos instrumentos, enfatizando a forma como o indivíduo actua em determinadas situações e como se sente em relação a essa mesma situação (Freeman, 1962).

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Inventários Inventário de Preferência Pessoal (IPP) (Edwards) - A partir de 15 necessidades retiradas da lista de Murray, Edwards agrupou um conjunto de itens, cujo conteúdo parecia adequado a cada uma dessas necessidades. O inventário consiste em diferentes pares de afirmações de escolha forçada, a fim de apresentar um índice de consistência da pessoa (Anastasi, 1967). Lista de Verificação de Adjectivos (Gough, 1951; 1952) - Com o propósito de estimular o conceito do eu, através de uma lista de 300 adjectivos que o indivíduo assinala como aplicáveis a si mesmo (Anastasi, 1967). Inventário clínico de auto-conceito (Serra, 1986) – descrever dimensões relacionadas com o auto-conceito social e emocional e, ainda, registar percepções que a pessoa tem de si. Tennesse self-concept scale (Fritts et al., 1965) – obter índices que constituem processos de avaliação de um indivíduo, indo desde a auto-crítica à auto-consideração positiva (Serra, 1986). Self Descriptive Questionnaire (Marsh et al., 1983) - avaliar o auto-conceito, através de dimensões emocionais, sociais e físicas (Serra, 1986). Inventário Multifásico Minnesota de Personalidade (MMPI) (Hathaway & McKinley 1939)- é um dos testes de personalidade mais frequentemente utilizados em saúde mental e usado para auxiliar na identificação da estrutura de personalidade e psicopatologia (Prieb, 2007).

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Escalas Inventário Neuroticismo - Extroversão - Abertura (NEO-I) (1970); Inventário de Personalidade (NEO-PIR) (Costa & McCrae, 1992) - Permite a avaliação global da personalidade de um adulto em diferentes contextos como: contexto clínico, contexto organizacional e laboral, orientação escolar, saúde e investigação, através dos cinco domínios principais da personalidade que são: Neuroticíssimo (N), a Extroversão (E), a Abertura à experiencia (O), a Amabilidade (A) e a Consciênciosidade (C). Mini-Mult (Kincannon, 1968) - Descrever traços de personalidade específicos e tem como objectivo explorar traços de personalidade normal e patológica (Lopes, Barreiro & Pires, 2001). Thematic Apperception Test (TAT) (Murray, 1938) - Medir as necessidades orgânicas e relacionadas com aspectos comportamentais a nível psíquico e pressões do sistema dinâmico de Murray. Questionário de personalidade (Bernreuter, 1930/1931) - Parte do princípio que uma resposta a uma questão revela diferentes traços de personalidade (Ramos & Figueira, 1977).

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Técnicas Técnica do Incidente Crítico e do Registo Padronizado de Realização (Flanagan, 1956) - Regista casos de comportamento considerado como favorável ou desfavorável para determinado objectivo (Anastasi, 1967). Classificação Q (Stephenson) – Investiga auto-conceitos, através de traços assinalados pelo sujeito, identificando os que considera fortes e fracos (Anastasi, 1967). Diferencial Semântico (Osgood, Suci & Tannenbaun, 1957) - Representa um processo padronizado e quantificado para medir as conotações de qualquer conceito determinado para o indivíduo (Anastasi, 1967). Teste de Repertório de Conceito de Papel – Role Construct Repertory Test (Kelly, 1995) - É uma técnica destinada a auxiliar a prática clínica, na identificação de alguns dos conceitos importantes para o paciente, a respeito das pessoas que com ele interage (Anastasi, 1967).  

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Psicodiagnóstico (Rorschach, 1921) - Permite investigar as características psicológicas de um indivíduo em contexto clínico, de forma a estabelecer estratégias de tratamento e apurar informações importantes na formulação de um melhor diagnóstico dos transtornos de personalidade (Pedroso, 2006). Teste de relações objectais (TRO) (Phillipson, 1955) - permite diagnosticar a dinâmica de personalidade, no sentido em que o indivíduo ao elaborar histórias sobre os estímulos expostos evocará as suas próprias experiências e fantasias, manifestando impulsos conscientes e inconscientes, defesas e conflitos ( Alcântara. Grassano, Rossini & Reimão, 2007; Paulo, 2005). Test de los colores (Lüscher, 1982) – Está destinado a avaliar o estado psicossociológico de uma pessoa, o seu grau de mal-estar, stress ou outras características da sua personalidade (Arenas, 2005; Aguirre, 2006). Inventário de resolução de problemas – Tem o objectivo de avaliar as estratégias de coping (Serra, 1988).

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Investigação associada a este domínio A auto-estima vincula o comportamento humano e estudos demonstram que o afecto positivo diminui com a idade (Villar & Triadó, 2006). Segundo um estudo de Friedman, Kern e Reynolds (2010) que analisa a inter-relação da personalidade com variáveis como a saúde, o bem-estar subjectivo e a longevidade, verifica-se que as mulheres com menores níveis de neuroticismo apresentam menor risco de mortalidade e maior probabilidade de alcançar um envelhecimento bem-sucedido. Já os homens são mais susceptíveis a infecções e a lesões, enfrentando as mulheres mais limitações funcionais, declínio cognitivo e distúrbios psicológicos como depressão. O neuroticismo é um preditor de stress e de incidência de doenças e, também, de um pior ou mais tardio, bem-estar. Este, talvez, seja benéfico, face certos desafios da vida, especialmente nos idosos que tendem a ficar viúvos e isolados (Friedman, Kern & Reynolds, 2010).

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Um auto-relato de saúde e bem-estar subjectivo são preditores de longevidade e maior optimismo é um preditor de melhor recuperação em doenças (Friedman, Kern & Reynolds, 2010). Já um estudo de Steunenberg, Braam, Beekman, Deeg e Kerkhof (2009) que analisa a associação entre os cinco factores da personalidade e a sua relação com sintomas depressivos, chegou à conclusão de que os esforços para prevenir a recorrência de depressão, na idade avançada, devem incidir sobre as pessoas com altos níveis de neuroticismo e pesquisas futuras devem ter em atenção a associação entre depressão e personalidade na vida adulta. Com o objectivo de investigar a associação entre as características da personalidade e a regulação do eixo Hipotálamo-Pituitário-Adrenal em pessoas de idade avançada, Gerritsen, Geerlings, Bremmer, Beekman, Deeg, Penninx e Comijs (2009) comprovaram que as características de personalidade e auto-estima, não estão associados ao regulamento do eixo Hipotálamo-Pituitário-Adrenal, quando medidos ao despertar e o cortisol presente na saliva, quando ao anoitecer. No entanto, elevados níveis de neuroticismo podem estar associada a níveis elevados de cortisol à noite nos adultos mais jovens, mas não nos mais velhos.

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Intervenção associada a este domínio Intervenção: Integração social / treino físico aliado à música Instrumento: NEO-PIR – Instrumento completo que avalia os cinco traços da personalidade (Neuroticismo, Extroversão, Abertura à Experiência, Amabilidade e a Conscienciosidade) Pertinência do instrumento: A meta-análise de 92 estudos de personalidade que usou vários inventários diferentes (entre eles NEO PI-R) considerou que o domínio social, Consciência, estabilidade emocional aumentou com a idade. Sustentação teórica: - Pressuposto inicial: Os traços de personalidade tornam-se mais importantes para explicar a auto-estima e o autoconceito, do que a idade (Paúl, 2005). A satisfação com a vida é sem dúvida a mais estável e independente com a idade (Diener & Suh, 1998 citado em Villar & Triadó, 2006). Dois aspectos importantes que vinculam o nosso comportamento é o sentido de controlo, e a dimensão afectiva ou evolutiva, demonstrando os estudos que estas dimensões, ligadas à auto-estima, diminuem com a idade (Villar & Triadó, 2006). Aumento de sentimento de utilidade consequentemente aumenta a auto-estima (Martins, n.d.)  

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Conclusões:  Os indivíduos experimentam alterações positivas nos estados de ânimo, na auto-estima, na auto-eficácia, obtendo recursos pessoais para enfrentar as situações stressantes e desafiadoras do quotidiano (Miranda & Godeli, 2003). Com os idosos é preciso considerar que tanto a música quanto a actividade física, podem promover alterações fisiológicas e psicológicas, seja de natureza positiva ou negativa, dependendo de como sejam manipuladas as diversas características de cada uma delas (Miranda & Godeli, 2003). Um efeito negativo importante é a falta de auto-estima (Cicirelli, 1990 citado em Ramos, 2002), que acontece devido ao reconhecimento, por parte das pessoas idosas, da sua dependência, causando insatisfação, stresse, e depressão da pessoa idosa. O contacto com vizinhos demonstrou aumentar o sentimento de utilidade (Ramos, 2002). Quando os idosos percebem uma falta de capacidade para retribuir, eles podem ficar deprimidos (Wentowski, 1981; Krause, 1995 citado em Ramos, 2002). Wentkowski (1981 citado em Ramos, 2002) também conclui que existe uma relação positiva entre reciprocidade e a auto-estima das pessoas idosas. Outros autores (Ciccireli, 1990 citado em Ramos, 2002) enfatizam que, na presença de suporte sociais, é esperado que os idosos se sintam amados e seguros o suficiente para lidarem com os problemas de saúde e de terem uma alta auto-estima. A satisfação da auto-estima gera sentimentos de auto-confiança, de valor, de capacidade e sentimento de utilidade (Maslow, 1975 citado em Guimarães, 2001).

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Apreciação global É necessário obter mais informação quanto à interpretação segura de perfis do Inventário de Preferência Pessoal para o aconselhamento, a selecção e outras aplicações práticas. Em qualquer teste psicológico, as respostas devem ser operacionalmente interpretadas, em função dos critérios com relação aos quais foi estabelecida a validade. A maneira mais produtiva de ver um inventário de personalidade não é vê-lo como “auto-avaliação” ou “auto-descrição”. É possível reduzir a frequência de respostas ambíguas ou equívocas, através da formulação clara e específica dos itens. No entanto, por vezes sustenta-se a manutenção da ambiguidade do item, pois ela permite uma forma mais livre da interpretação do indivíduo, o que por sua vez permite reflectir atitudes, motivos e estados emocionais característicos. A completa utilização dos testes de personalidade exige a capacidade para reconhecer a promessa, sem aceitar afirmações não confirmadas; exige a capacidade de aceitar o que é novo, sem tornar-se ingénuo em relação ao que não está verificado.

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Ao nível da personalidade, não se pode afirmar que os mesmos sintomas de duas pessoas indiquem o mesmo traço, nem que diferentes respostas indiquem diferentes traços. Em suma, todos os testes mentais são incapazes de dar um desconto suficientemente amplo para a interpretação individual de sequências de causa e efeito. Pode-se ainda acrescentar que a própria organização do comportamento em traços é influenciada pelo grau de uniformidade de experiências passadas. Os testes de personalidade constituem um desafio tanto à capacidade criadora do construtor do teste como quanto à vigilância científica do aplicador do teste. Campo de testes de personalidade está ainda em fase de formação.

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Referências Bibliográficas Aguirre, L. (2006). Estudio comparativo entre el test abreviado y el test completo de los colores. Límite, 1(14), 159-174. Alcântara, C., Grassano, E., Rossini, S. & Reimão, R. (2007). O teste das relações objetais de Phillipson (TRO) em pacientes com narcolepsia. Mudanças – Psicologia da Saúde, 15 (1), pp. 48-58. Anastasi, A. (1967). Testes psicológicos. São Paulo: Coleção ciências do comportamento. (pp. 595-732). Arenas, I. A. (2005). Resultados de psicoterapia grupal breve en estudiantes universitarios de la quinta región: estudio exploratorio basado en instrumentos proyectivos. Terapia Psicológica, 23(1), 37-47. EDIPSICO – edições e investigação em psicologia, Lda. NEO PI-R – inventário de personalidade Neo – Revisto. Consultado em 10 de Março de 2010: http://www.edipsico.pt/neo-pi-r.htm El test de los colores. Consultado em 10 de Março de 2010: http://psicologia.laguia2000.com/tests-psicologicos/el-test-de-los-colores Freeman, F. S. (1962). Teoria e prática dos testes psicológicos. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, 2ªedição (pp. 560-563) Friedman, H., Kern, M. & Reynolds, C. (2010). Personality and health, subjective well-being, and longevity. Journal of Personality, 78 (1), 179-216.

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Gerritsen, L., Geerlings, M. I., Bremmer, M. A., Beekman, A., Deeg, D., Penninx, B. & Comijs, H. (2009). Personality characteristics and hypothalamic-pituitary-adrenal axis regulation in older persons. American Association for Geriatric Psychiatry, 17, 1077-1084. Guimarães, M. (2001). Teoria de Maslow e o marketing. Jornada Científica de Economia e Administração. Lopes, P., Barreira, D. & Pires, A. (2001). Tentativa de suicídio na adolescência: avaliação do defeito de género na depressão e personalidade. Psicologia, Saúde & Doenças, 2(1), 47-57. MAGO Psico Testes – Produtos e serviços em psicologia. Lançamento NEO PI-R – Inventário de Personalidade NEO revisado e Inventário de cinco fatores NEO revisado NEO-FFI-R (Versão Curta), Editora Vetor (2008). Consultado em 10 de Março de 2010: http://www.magopsi.com.br/novo/NoticiasDet.asp?codNoticia=64. Martins, R. (n.d.). A relevância do apoio social na velhice. Educação, ciência e tecnologia, pp. 128-134. Miranda, M., L. & Godeli, M., R. (2003). Música, atividade física e bem-estar psicológico em idosos. R. brás. Ci. E Mov., v.11, n.4, pp. 87-94. Pai legal – Grupo de discussão (2002). O psicodiagnóstico de Rorschach. Consultado em 10 de Março de 2010: http://www.pailegal.net/forum/viewtopic.php?p=5686&sid=d8c2d35a7a0b1d757a7d0f63687db1bc Paúl, C. (2005). A construção de um modelo de envelhecimento humano. In A. Fonseca, A. Botelho, A. Costa, C. Paúl, I. Martín, I. Lage, J. Amado, M, Costa, M. Silva & O. Ribeiro (Coodrs.), Envelhecer em Portugal (pp. 21-41). Lisboa: Climepsi Editores.

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