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1 Apresentação do PROJETO CURRICULAR DE GRUPO 2011-2012 Educar bem é uma questão de equilíbrio
Estrutura do documento I - Caraterização do meio II - Diagnóstico inicial 2.1 - A caraterização do grupo: Identificação de interesses e necessidades. Levantamento de recursos disponíveis. Metas e objetivos a atingir. III - Fundamentação das Opções Educativas IV - Metodologias 4.1 – A metodologia utilizada. 2
V - A organização do Ambiente Educativo 5.1 - A organização do grupo; 5.2 - A organização do espaço; 5.3 - A organização do tempo; 5.4 - A organização da equipa; 5.5 - A organização do estabelecimento. VI - Intenções de Trabalho para o Ano Letivo Estrutura do documento
6.1 - Estrutura Curricular definida nas 3 Áreas de Conteúdo: Área de Desenvolvimento Pessoal e Social Área do Conhecimento do Mundo Área de Expressão e Comunicação VII – Articulação Curricular. VIII - Planificação das Atividades. IX - Procedimentos de Avaliação. X - Relação com famílias e outros parceiros educativos. XI - Comunicação de resultados / divulgação de informação. 4 Estrutura do documento
DIAGNÓSTICO INICIAL Caraterização do grupo: O grupo que frequenta esta sala é formado por vinte crianças, de 2, 3, 4 e 5 anos (idade referente a Dezembro 2011), distribuídas como se segue: 11 crianças mantêm-se no grupo desde o ano passado, tendo sido recebidas 9 crianças novas, provenientes do meio familiar (6) e de creches (3). 5
Identificação de interesses: Os interesses das crianças revelam-se essencialmente através das suas preferências por certas áreas de atividade e / ou atividades, bem como pelas questões que colocam ou pelos assuntos das suas conversas. Estes aspectos são reveladores dos seus estilos de aprendizagem e dos seus ritmos, que são, necessariamente, diferentes. Cabe ao educador observar atentamente e registar esses dados, essenciais para a elaboração deste PCG e para a planificação das propostas de atividades. Através desse conhecimento, é já possível conhecer cada criança, bem como definir grupos por afinidades, que se vêm a tornar, normalmente, em “grupos de melhores amigos”, crianças que partilham o mesmo tipo de gostos por brincadeiras e/ou brinquedos. 6 DIAGNÓSTICO INICIAL
Identificação de necessidades: Desenvolvimento dos níveis de autonomia e independência pessoal (2 e 3 anos) Desenvolvimento do sentido da responsabilidade e empenho/persistência na tarefa (4 anos); Planeamento individual mais rigoroso e responsável durante o tempo de trabalho nas áreas, evitando que as crianças saltitem de área em área com demasiada frequência (todas as crianças) Rotinização do ciclo planear, fazer, arrumar, mudar (colocar o cartão no Quadro de Atividades fazer a atividade e / ou brincar na área arrumar os materiais / espaços utilizados mudar o cartão no Quadro de Atividades) (algumas crianças); Desenvolvimento da capacidade de partilha e prática de trabalho colaborativo; Aumento da capacidade de atenção / concentração e do tempo de permanência nas atividades e tarefas, sejam estas propostas ou de iniciativa própria; Aumento do nível de envolvimento nas tarefas; Manutenção de um ambiente calmo na sala de atividades, com as crianças a falarem num tom de voz não muito elevado. Resolução autónoma e pacífica de pequenos problemas/conflitos do dia-a-dia entre crianças. 7 DIAGNÓSTICO INICIAL
A Lei – Quadro da Educação Pré – Escolar estabelece, no seu princípio geral, que esta constitui (...) a primeira etapa da educação básica no processo de educação ao longo da vida (...) ”, pelo que a responsabilidade atribuída ao educador de infância se encontra acrescida na medida em se reconhece que dele depende algo de muito ambicioso: “ (...) a formação e o desenvolvimento equilibrado da criança, tendo em vista a sua plena inserção na sociedade como ser autónomo, livre e solidário.” 8 FUNDAMENTAÇÃO DAS OPÇÕES EDUCATIVAS
METODOLOGIAS A Educadora de Infância titular do grupo não se fundamenta numa única teoria metodológica: Partindo da construção deste PCG como documento orientador das práticas, abrangente, contextualizado e aberto, abordagens metodológicas como o Movimento da Escola Moderna, o Trabalho de Projeto, Reggio Emilia ou o Projeto DQP surgem entrelaçadas na estruturação do seu trabalho. Procura adoptar uma linha pedagógica baseada no Construtivismo, reforçando a perspetiva da Educação para a Diversidade e orientada para uma Pedagogia-em-participação. 9
A organização do grupo : A estrutura organizativa do grupo de crianças em contexto de sala permite que desenvolvam diversos tipos de interações, importantes e significativas para o seu desenvolvimento harmonioso: Momentos de atividade individual; Momentos de atividade em pares / pequenos grupos; Momentos de atividade em grande grupo. Estabelecem-se ainda relações com os adultos significativos da sala e da restante instituição, para além daquelas que são normalmente criadas com a comunidade escolar da EB1. 10 METODOLOGIAS
A organização do espaço: A divisão em áreas e a colocação dos diversos materiais é uma das primeiras formas de intervenção da Educadora. Assim, a sala está dividida em espaços de atividade diferenciados, devidamente demarcados e identificados. São eles (atualmente): A Mesa Grande, área de reunião do grande grupo e onde se desenvolvem as atividades ligadas às áreas de expressão: Área do Desenho; Área do Recorte e Colagem; Área da Modelagem; Área da Casa da Boneca; Áreas de Jogos (Jogos de chão - Construções e Jogos de mesa - Calmos); Área da Biblioteca; Área dos Projetos; Área da Pintura; Área do Computador; Área de Descanso. 11 A ORGANIZAÇÃO DO ESPAÇO
A Área da “Mesa Grande” 12
É a área central da sala porque: É aqui que todos se reúnem, diariamente, para conversar, trocar opiniões, resolver problemas, ouvir uma história, cantar uma canção, repetir uma lengalenga e planear em conjunto as atividades do dia; É também o local onde se encontram os Quadros de Responsabilidade, que são os “instrumentos de gestão partilhada”, que nos ajudam a gerir o dia-a-dia de forma autónoma e responsável, favorecendo o desenvolvimento equilibrado da criança. 13 A Área da “Mesa Grande”
14 A Área da “Mesa Grande”
Área dA “CASA DA BONECA” 15
É constituída pela Cozinha e pelo Quarto da Boneca; Permite que as crianças participem colaborativamente em atividades de jogo simbólico, de imitação dos adultos que observam no dia a dia e de desempenho de papeis: ser a mãe, o pai, o bebé ou o Sr. Doutor… Promove o desenvolvimento de competências básicas como a linguagem oral, o respeito pelos outros, a gestão autónoma de conflitos, a auto-estima e a capacidade de iniciativa e independência pessoal. Integrará a área do disfarce… 16 Área do “Faz-de-conta”
Áreas de Jogos – de mesa e de chão 17
Incluem Jogos de mesa (jogos calmos como puzzles, lotos, dominós, enfiamentos, encaixes, sequências lógicas, etc.) utilizados sobre uma mesa e Jogos de Chão (construções como blocos diversos, Legos, peças em madeira, pista, carrinhos, figuras de bonecos, animais, etc.) normalmente usados no chão. Estas atividades permitem que a criança desenvolva a coordenação óculo manual, a motricidade fina, a classificação e a seriação, a cooperação em grupo, a gestão de conflitos, etc… 18 Áreas de Jogos
Áreas de Expressão 19
Incluem o Desenho, a Pintura, o Recorte, a Colagem e a Modelagem, todas elas dispondo de um local próprio e recorrendo a técnicas o mais possível diversificadas. Contribuem para que a criança desenvolva: a atenção / concentração /envolvimento na tarefa, a autonomia e a responsabilidade, a capacidade de utilizar de forma adequada diversos materiais, a responsabilidade de terminar as tarefas que inicia, habilidades básicas como desenhar, recortar, colar, pintar, modelar… o seu sentido estético e artístico. 20 Áreas de Expressão
Área da Biblioteca 21
Numa biblioteca, a criança em idade pré-escolar gosta de ouvir histórias, de jogar com sons e palavras e familiarizar-se com a escrita. Nesta idade ela só sabe “ler” histórias com imagens, pelo que se deve adaptar o texto ao seu nível de compreensão e guiá-la na sua relação com o livro, “esse amigo que a irá acompanhar pela vida fora…” Aqui se desenvolve a imaginação e criatividade, o gosto precoce pela leitura, o interesse e iniciação ao código escrito, a correção da linguagem oral, a capacidade de se expressar de forma desinibida, etc. 22 Área da Biblioteca
O flanelógrafo é um instrumento muito útil numa biblioteca / sala de atividades pré-escolares, pois permite ao educador: contar histórias, explorar imagens; trabalhar sequências lógicas, apresentar situações problema, etc. E possibilita à criança: desenvolver a imaginação e a criatividade; recontar histórias, descrever imagens, organizar sequências lógicas / temporais, resolver problemas com recurso a materiais manipuláveis. 23 Área DA BIBLIOTECA
Área DO COMPUTADOR 24
As Tecnologias têm provocado mudanças na Educação, por isso a integração do computador e da Internet contribuem, também no Jardim de Infância, para criação de novas estratégias de ensino-aprendizagem. No entanto e principalmente nestas idades, não substituem a experiência direta, a exploração, a observação do meio ambiente e do próprio corpo, imprescindíveis nesta fase do desenvolvimento. Assim, a informática na educação de infância assume o papel de aliada de todas as atividades desenvolvidas, dada a natural apetência que quase todas as crianças parecem ter para a sua utilização precoce. A consulta ao Bloguefólio e a outros blogues amigos, a pesquisa, as mensagens de e-mail e os jogos interativos são para já as situações mais frequentes com as crianças. A utilização o facebook e do twitter facilita o contacto com os adultos. 25 Área DO COMPUTADOR
Área DOS PROJETOS 26
Área DOS PROJETOS A metodologia de trabalho de projeto é a usada preferencialmente na sala, sempre que as diversas situações se podem estruturar neste formato; Os miniprojetos (na perspetiva de Reggio Emilia) muitas vezes individuais, também são incentivados, ajudando as crianças a ter iniciativa, a aprender a planear o seu trabalho, decidindo como fazer e o que é necessário e resolvendo os pequenos problemas que vão surgindo ao longo do percurso; Assim, os mais pequenos conquistam maior autonomia e responsabilidade e desenvolvem as suas capacidades de envolvimento nas tarefas, empenho, atenção e concentração, tão importantes para o seu futuro; Sendo projetos partilhados por mais crianças, ainda reforçam a socialização, ganham competências de gestão de conflitos e habituam-se a trabalhar de forma colaborativa. 27
A ORGANIZAÇÃO DO TEMPO O dia-a-dia no Jardim de Infância encontra-se organizado sob a forma de Rotinas, que ajudam a criança a sentir-se segura, contribuindo para a sua estabilidade afetiva. Assim, existem rotinas : DIÁRIAS SEMANAIS Actividades que se repetem Actividades que acontecem todos os dias: uma vez por semana : 28 2ª - Novidades e Histórias; 3ª - Surpresas; 4ª - Visita ao Bloguefólio 5ª - Dia diferente - desafio; 6ª - Arrumação, contagem e registo das produções individuais; Acolhimento; Marcação da presença no Quadro das Presenças; Atividade do dia; Contagem dos meninos; Preenchimento do Quadro do tempo; Preenchimento do Quadro das Tarefas;
A ORGANIZAÇÃO DA EQUIPA O Pessoal Docente do Jardim de Infância (JI) é formado por duas Educadoras de Infância titulares de grupos, sendo que cada este grupo tem integrada uma criança com Necessidades Educativas Especiais (NEE). Inclui ainda um Professor da Equipa de Educação Especial do Agrupamento de Escolas de Darque, o qual apoia a criança seis horas por semana. O Pessoal Não Docente de apoio ao JI é constituído por uma Assistente de Ação Educativa que apoia esta sala e que acumula as funções de acompanhante da criança com NEE e uma Assistente Operacional que exerce as funções de animadora da Componente de Apoio à Família (prolongamento de horário). Existe ainda pessoal docente e não docente ligado à EB1. 29
INTENÇÕES DE TRABALHO PARA O ANO LETIVO 30 V – Estrutura Curricular definida nas três Áreas de Conteúdo: Área de Formação Pessoal e Social Área do Conhecimento do Mundo Área de Expressão e Comunicação
Esta é a área base de todo o currículo educativo. Consolida a afetividade da criança, desenvolve o seu sentido moral e incute-lhe hábitos de cidadania importantes para o futuro, através de abordagens a questões como: Identidade Pessoal e Auto-estima (reconhecimento da sua singularidade e favorecimento da construção de uma imagem positiva de si próprio que possa contribuir para uma auto-estima salutar). Autonomia e Responsabilidade (valorização da independência pessoal, da resolução autónoma de pequenos problemas, da assunção de consequências dos seus actos e do desenvolvimento de um espírito crítico e interventivo). Educação Emocional (favorecimento de condições para um equilíbrio emociona e da habilidade de expressar emoções de forma socialmente aceitável); 31 Área de formação PESSOAL E SOCIAL
Educação para os Valores e Cidadania (promoção de bons hábitos sociais, incentivo a atitudes de paz, solidariedade, democracia, participação e espírito crítico); Educação para a Diversidade (respeito pelos diversos tipos de diferenças, favorecimento da multi e interculturalidade); Educação Sexual (promoção da igualdade de género e de oportunidades e prevenção do preconceito quanto aos papeis sociais do homem e da mulher). 32 Área de formação PESSOAL E SOCIAL
Esta área permite articular as outras duas, pois é através das relações com os outros que se vai tomando posição perante o mundo social e físico. Promove experiências de aprendizagem nucleares como: Educação Ambiental (promoção da defesa do ambiente e preservação dos recursos naturais do nosso planeta); Educação Financeira / para o consumo (incentivo à criação de bons hábitos de consumo e poupança) Educação para a Saúde (favorecimento de hábitos de vida saudável – higiene, alimentação, segurança, prevenção de dependências); Conhecimento Social (incentivo ao interesse/conhecimento do meio social que as rodeia). Conhecimento Científico (abordagem contextualizada e essencialmente prática às suas diversas vertentes: biologia, história, geografia, física e química, meteorologia…) 33 Área De conhecimento do mundo
Engloba diferentes formas de linguagem e é a área central dos “conteúdos”. Como é muito vasta, está dividida em três domínios fundamentais: Domínio das Expressões, integra as vertentes de expressão motora, dramática, plástica e musical; 34 Área De expressão e comunicação
Estes domínios abrangem experiências nucleares como: EXPRESSÃO MOTORA: Desenvolvimento físico motor harmonioso (promoção da coordenação geral, motricidade fina, dominância lateral…) EXPRESSÃO DRAMÁTICA Desenvolvimento da criatividade, imaginação e expressão corporal (favorecimento da desinibição). EXPRESSÃO PLÁSTICA Incentivo à Educação Estética e criatividade artística (nas vertentes diversas da expressão plástica – desenho, pintura, recorte, colagem e modelagem). EXPRESSÃO MUSICAL Sensibilização à Música (e ao reconhecimento de diferentes sonoridades / ritmos). 35 Área De expressão e comunicação
Domínio da Linguagem Oral e Literacia inclui também outras linguagens como a Informática/Audiovisual/Multimédia e ainda a possibilidade de sensibilização a uma língua estrangeira. Domínio da Matemática, que integra, sob a forma lúdica, conhecimentos básicos sobre cores, formas, sentido de número, espaço, noção de conjunto, resolução de problemas, etc. 36 Área De expressão e comunicação
Pretende-se implementar estratégias que conduzam: LINGUAGEM ORAL E ABORDAGEM À LITERACIA Aquisição/desenvolvimento da língua materna quanto à linguagem expressiva (articulação, construção frásica, riqueza de vocabulário) e à linguagem recetiva (capacidade de interpretação); A iniciação ao código informático. Iniciação contextualizada ao código escrito. Possibilidade de um primeiro contacto com uma segunda língua – o inglês. MATEMÁTICA Introdução lúdica à linguagem matemática. Aquisição de noções lógico-matemáticas diversas (cromáticas, topológicas, temporais, de quantidade/número, de conjunto, de padrão…) 37 Área De expressão e comunicação
ARTICULAÇÃO CURRICULAR Com PEA, ao nível dos objetivos definidos, metas a atingir e contributo da Educadora para a sua realização. Com PCA, quanto à Matriz Curricular do pré-escolar e aos critérios de avaliação definidos. Com Plano Anual de Atividades (PAA), quanto às atividades de articulação com o 1º ciclo e à iniciativa “Histórias e Memórias”, que está associada ao Plano Tecnológico e ao Plano de Literacia e visa editar um livro “Por Este Rio Acima”. Com Plano de Melhorias do Agrupamento, quanto aos pontos 3, 5, 6, 8, 11 e 13. Com o PAA da Componente de Apoio às Famílias (CAF) – Prolongamento de horário. Com o Plano Educativo Individual (PEI) da criança com NEE integrada no grupo. 38
PLANIFICAÇÃO DE ATIVIDADES 39 A planificação do trabalho pedagógico intencional com este grupo de crianças será semanal, para além de tudo aquilo que fica definido no Projeto Curricular de Grupo. No entanto, dada a opção por uma metodologia construtivista, a planificação não surge como um documento estanque, antes assume a forma de proposta de atividades e estratégias, estando aberta a integrar todos os contributos vindos das crianças. Assim, o não cumprimento da planificação apenas significa que as iniciativas das crianças têm sido mobilizadoras e potenciadoras de aprendizagens significativas.
Procedimentos de AVALIAÇÃO A avaliação no pré – escolar é um “processo que envolve a observação regular e periódica da criança, numa grande variedade de circunstâncias que sejam representativas do seu comportamento ao longo do tempo”. É neste contexto que surge o Portefólio individual das crianças, dossier demonstrativo do seu processo de desenvolvimento. Será ainda feita uma Informação de avaliação periódica, de que os pais tomarão conhecimento. As crianças serão também chamadas a registarem a sua Auto-avaliação no final do ano, para introduzir no seu Portefólio. 40
A RELAÇÃO COM as famílias… Baseia-se essencialmente no contacto diário e informal nas horas de chegada e partida das crianças, no período de atendimento semanal e no “vai-vem”, que leva a casa todos os recados, mensagens ou informações necessárias e que serve como veículo de comunicação entre a escola e a família. Tem como ponto de encontro virtual o Portefólio Digital do Grupo, Bloguefólio. Sempre que necessário serão realizadas reuniões de pais, a fim de serem ponderados assuntos do interesse de toda a comunidade escolar. 41
…E OUTROS PARCEIROS EDUCATIVOS O Jardim de Infância está disposto a colaborar com: Escola do 1º ciclo de Vila Franca; Outros Jardins de Infância do Agrupamento; Agrupamento de Escolas de Darque; Câmara Municipal de Viana do Castelo; Junta de Freguesia de Vila Franca; Associação de Pais, Outras instituições da freguesia. 42
Comunicação de resultados e divulgação da informação 43 No que se refere à avaliação formativa das crianças, a comunicação aos pais e encarregados de educação realizar-se-á no final de cada período letivo e assumirá duas formas: a análise do Portefólio Individual da criança e a consulta da sua Ficha Informativa de Avaliação. Todas as informações sobre a sala estão no blogue (http://blogue-folio.blogspot.com), facebook (https://www.facebook.com/bloguefolio) e twitter (https://twitter.com/#!/bloguefolio).
PARA CONCLUIR… 44 Só uma Educação Pré-escolar de qualidade poderá assumir-se como estrutura de suporte de uma educação que se desenvolve ao longo da vida, sendo motor de cidadania e alicerce da vida social, emocional e intelectual, enfim, um todo integrado e dinâmico para todas as crianças. Só através de uma estreita colaboração da instituição com pais e encarregados de educação se poderá dinamizar a relação entre os dois contextos sociais que têm a seu cargo a educação da criança.
SALA FIXE EB1/JI de Calvário Vila Franca 13 de Dezembro de 2011 A Educadora, Maria Jesus Rocha Costa de Sousa 45
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