História 9ºano

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1 ESCOLA BÁSICA 2, 3 S. VICENTE – VILA DO BISPO 2º PERÍODO - HISTÓRIA TRABALHO DE GRUPO

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A literatura conheceu uma multiplicidade de estilos inovadores que se integravam no modernismo e que reflectiam, igualmente, as transformações sociais e revelavam pessimismo relativamente á Natureza e ao destino do ser humano. No teatro, na poesia e no romance foram retratados temas da crítica social, contestação á moral vigente, denúncia das injustiças sociais e expressão dos sentimentos humanos.

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Em Portugal, o modernismo literário foi Impulsionado pela chamada “ Geração do Orpheu”, com as obras de Fernando Pessoa (1888-1935), Mário de Sá - Carneiro (1890-1915) e Almada Negreiros (1893-1970). Orpheu, nome mitológico onde radica o termo orfismo, era no panorama nacional, uma revista trimestral de literatura, destinada a Portugal e ao Brasil e de que veio o primeiro número, em 1915, correspondente a Janeiro, Fevereiro e Março. As 83 páginas da revista, impressa em excelente papel e tipo elegante, abriam por uma «introdução» de Luís de Montalvor, em que se pretendia definir os intuitos da obra a que meteu ombros um grupo de jovens que com frequência se reuniam em alguns cafés da baixa lisboeta.

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Fernando Pessoa (1888-1935) É considerado um dos maiores poetas de língua portuguesa, e o seu valor é comparado ao de Camões. O crítico literário Harold Bloom considerou-o, ao lado de Pablo Neruda, o mais representativo poeta do século XX. Por ter vivido a maior parte de sua adolescência na África do Sul, a língua inglesa também possui destaque em sua vida, com Pessoa traduzindo, escrevendo, trabalhando e estudando no idioma. 4 Fernando António Nogueira Pessoa (Lisboa, 13 de Junho de 1888 — Lisboa, 30 de Novembro de 1935), mais conhecido como Fernando Pessoa, foi um poeta e escritor português.

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Teve uma vida discreta, em que actuou no jornalismo, na publicidade, no comércio e, principalmente, na literatura, onde se desdobrou em várias outras personalidades conhecidas como heterónimos. A figura enigmática em que se tornou movimenta grande parte dos estudos sobre sua vida e obra, além do fato de ser o centro irradiador da heteronímia, auto-denominando o autor um "drama em gente". 5 Fernando Pessoa (1888-1935)

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6 Fernando Pessoa (1888-1935)

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Mário de Sá – Carneiro Mário de Sá - Carneiro nasceu em Lisboa em 19 de Maio de 1890. Em 1902 começa a escrever poesia. Em 1911 o seu grande amigo Thomaz Cabreira Júnior suicida-se num gesto que impressiona profundamente Sá - Carneiro, que lhe dedica o poema: “A Um Suicida”: ...”A nossa amante era a Glória/Que para ti era a vitória/E para mim asas partidas./Tinhas esperanças, ambições.../As minhas pobres ilusões/Essas estavam já perdidas...” 7

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Matriculou-se na Faculdade de Direito de Coimbra em 1911, mas não chegou a concluir o ano. Em 1912 trava conhecimento com Fernando Pessoa tendo nesse mesmo ano, em Outubro, partido para Paris para se inscrever no curso de Direito da Sorbonne. Frequentou o curso irregularmente e nunca se chegou a formar. Na capital francesa dedicou-se sobretudo à vida de boémia dos cafés e salas de espectáculo, onde conviveu com Santa - Rita Pintor. 8

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Escreveu, de parceria com António Ponce de Leão, em 1913, a peça “Alma”. Publica em fins de 1913 (com data do ano seguinte) "A Confissão de Lúcio” (novela) e Dispersão (poesia) e intensifica sua correspondência com Fernando Pessoa a quem envia seus poemas. Em Abril 1915, em Lisboa, é editada a revista Orpheu pelos modernistas Almada Negreiros, Fernando Pessoa e  Mário de Sá - Carneiro. A Geração Orpheu, como é conhecida, reúne-se com frequência em cafés da baixa lisboeta, com Mário de Sá-Carneiro e Santa - Rita Pintor, que trazem as novas tendências estéticas europeias, nomeadamente francesas,  e ainda com Amadeu de Sousa Cardoso, Almada Negreiros e Raul Leal. Acrescentam-se a este grupo Luis de Montalvor, Armando Cortes Rodrigues bem como António Ferro. 9

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Demonstrando uma coerência extraordinária Sá-Carneiro numa coragem impetuosa, numa solidão extrema, confronta-se com a morte prematura e inexorável e suicida-se em 26 de Abril de 1916 no Hotel Nice, em Paris, com vários frascos de arseniato de estricnina. Foi enterrado em 29 de Abril no cemitério de Pantin, desaparecendo a sepultura em 1949. Obras editadas: Amizade (teatro) Mário de Sá Carneiro e Thomaz Cabreira Júnior (1912); Princípio (novelas) (1912); Dispersão (poemas) (1914); A Confissão de Lúcio (novela) (1914); Céu em Fogo (contos) (1915); Indícios de Oiro (1937); Cartas a Fernando Pessoa (dois volumes) (1958-1959). 10

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História 2º Período Trabalho de Grupo… Ruptura e Inovação na Literatura …realizado por: Flávio, Jessie e Luis 9ºC 2008/2009 11

Summary: Este trabalho tem a ver com a Ruptura e Inovação na literatura nos finais do séc.XIX e inicio do séc. XX

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