|
|
José Carlos Ferreira, Jorge Costa, Luísa Domingues, Tiago Tavares, Vitor Diegues Motores de Busca
Os Motores de Busca Em Busca da Informação Motores de Busca e a Memória Uma Ferramenta de Aprendizagem Cronograma dos Motores de Busca Bibliografia
Conceito Um motor de busca, é uma ferramenta que ajuda o utilizador, a encontrar informações contidas nas diversas páginas da WWW. Os Motores de Busca
Conceito Os Motores de Busca
Funcionamento Ciência Portugal Música Livros Cinema Futebol Teatro Jogos Viagens Mundo TV Bolsa Beleza Saúde Dança Tecnologia Astros Educação Constrói listas de palavras e notas onde foram encontradas Armazena a informação para o utilizador aceder Codifica a informação para poupar espaço Constrói um índice baseado no seu próprio sistema de medida Percorre toda a WWW Como funciona? Os Motores de Busca
Componentes Os Motores de Busca
História e Evolução dos Motores de Busca O homem sentiu-se impotente em registar e processar essa informação ( a sua memória não conseguia registar tudo) Com a evolução da sociedade, ao longo do séc. XX a informação Foi-se avolumando, criando estados de ansiedade no ser humano Os Motores de Busca
História e Evolução dos Motores de Busca Houve a necessidade de criar mecanismos que fossem capazes de armazenar mas também pesquisar a informação que era necessária a cada instante. Os Motores de Busca
História e Evolução dos Motores de Busca A primeira metade do séc. XX caracteriza-se por haver pouca alteração nos modos de registo de informação. Existem, apenas, meios físicos e mecânicos. Vannever Bush, escreve um artigo “As we may think”. Para muitos, considerado o verdadeiro pai do Hipertexto Os Motores de Busca
História e Evolução dos Motores de Busca “prolongamento” da memória humana, trabalhando em analogia com o funcionamento do cérebro; processo de associação de ideias. “As ideias inovadoras de Vannevar Bush foram retomadas por Douglas Engelbart, no início dos anos 60, com o programa “Augement”. (Blanco & Silva, 2002) Os Motores de Busca Em 1945, Bush escreveu um artigo intitulado As We May Think, no qual descrevia um dispositivo chamado Memex.
Memex História e Evolução dos Motores de Busca Os Motores de Busca Dispositivo mecânico no qual o indivíduo armazena os seus livros, registos e comunicações, de maneira a que possam ser consultados de uma forma extremamente rápida e flexível, constituindo um suplemento precioso da sua memória”. Concebido, antes do aparecimento dos computadores digitais, este dispositivo era imaginado por Bush da seguinte forma: uma secretária com ecrãs translúcidos, alavancas e motores, que permitia uma pesquisa rápida de registos microscópicos. Além da pesquisa de informação, este dispositivo também possibilitava ao leitor acrescentar comentários e textos seus. Contudo, a característica essencial deste dispositivo estava não na capacidade de correcção e anotação mas na de permitir ligações entre assuntos, articulando a informação em rede, através do princípio de associação de ideias.
História e Evolução dos Motores de Busca Os Motores de Busca
A partir das ideias inovadoras de Bush, surgem novos autores: História e Evolução dos Motores de Busca Os Motores de Busca
Tinha por objectivo “conectar” as bases militares e os departamentos de pesquisa do governo americano. Propôs um sistema baseado no conceito de hipertextos, com a finalidade de facilitar a partilha e actualização de informações, entre pesquisadores . Surge o sistema “Enquire” semelhante ao “Wikipédia” veio permitir de uma forma bastante simples a criação e publicação online de documentação, estimulando a partilha de conhecimento. Esta está organiza-da em páginas e encontra-se dispersa pelo mundo todo. Cada uma dessas páginas pode possuir ligações (links) com outras, formando conceptualmente uma “teia”/rede (web) de conhecimento a uma escala mundial. Lycos. Yahoo e Altavista História e Evolução dos Motores de Busca Os Motores de Busca
Actualmente o mais usado Motor de Busca do mundo. Foi criado a partir de um projecto de doutoramento dos então estudantes Larry Page e Sergey Brin da Universidade de Stanford em 1996. Este projecto, surgiu devido à frustração dos seus criadores com os sites de busca da época . OBJECTIVO: construir um site de busca mais avançado, rápido e com maior qualidade de ligações. A Google, hoje, fornece dezenas de outros serviços online, serviço de e-mail, edição e partilha de documentos, rede social, comunicação instantânea, etc, etc História e Evolução dos Motores de Busca Os Motores de Busca
História e Evolução dos Motores de Busca Os Motores de Busca
Hoje em dia, com a evolução tecnológica, estamos em permanente contacto com o mundo História e Evolução dos Motores de Busca Os Motores de Busca
Tipos de Motor de Busca Os Motores de Busca
Catálogos ou Directórios Os Motores de Busca
Motores, Mecanismos ou Indexadores Os Motores de Busca
Alguns Motores de Busca Internacionais Os Motores de Busca
Alguns Motores de Busca Nacionais Os Motores de Busca
Os Motores de Busca Em Busca da Informação Motores de Busca e a Memória Uma Ferramenta de Aprendizagem Cronograma dos Motores de Busca Bibliografia
“O mais importante numa pesquisa Web é encontrar informação relevante face às necessidades do utilizador, no momento em que necessita dela, bem como encontrar informação que seja fidedigna e correcta”. Jonassen (2000, p.200) Introdução Em Busca da Informação
Indexadores Directórios Tipos de motores de busca Em Busca da Informação
Critérios de Classificação de um Website num Motor de Pesquisa Classificação Em Busca da Informação Tempo de registo do domínio (Idade do domínio) Idade do conteúdo Frequência do conteúdo: regularidade com a qual novo conteúdo é adicionado Tamanho do texto: número de palavras acima de 200-250 (não afectava o Google em 2005) Idade da hiperligação e reputação do site que o aponta Características padrão da página Pontuação negativa sobre as características da página (por exemplo, redução para sítios Web com utilização extensiva de metatags de palavra chave, indicativos de terem sido artificialmente optimizadas) Originalidade do conteúdo Termos relevantes utilizados no conteúdo (os termos que os motores de busca associam como sendo relacionados ao tema principal da página) Google Pagerank (usado apenas no algoritmo do Google) Quantidade de hiperligações externas O texto âncora contido nas hiperligações externas Relevância do site que liga para o seu website Citações e fontes de pesquisa (indica que o conteúdo é de qualidade para pesquisa) Termos relacionados na base de dados do motor de busca (financiar/financiamento) Pontuação negativa para hiperligações de chegada (provavelmente advindos de páginas de baixo valor, links de chegada recíprocos, etc.) Ritmo de aquisição das hiperligações de chegada: muitos ou incremento muito rápido pode indicar actividade comercial de compra de hiperligações Texto próximos às hiperligações que apontam para fora e os links de chegada. Uma hiperligação acompanhada de palavras "hiperligações patrocinadas" pode ser ignorada Uso da tag "rel=nofollow" para esculpir o ranking interno do website Profundidade do documento no site Métricas recolhidas de outras fontes, tais como monitorização da frequência com a qual utilizadores retornam clicando em voltar quando as SERPs as enviam para uma página em particular (Bouncerate) Métricas recolhidas de fontes como Google Toolbar, Google AdWords/Adsense, etc. Métricas recolhidas de partilha de dados com terceiros (como fornecedores de dados estatísticos de programas utilizados para monitorizar tráfego de sites) Ritmo de remoção das hiperligações que apontam para o site Uso de subdomínios, uso de palavras-chave em subdomínios e volume de conteúdo nos subdomínios, com pontuação negativa para esta actividade Conexões semânticas dos documentos servidos IP do serviço de hospedagem e o número/qualidade dos demais sites hospedados lá Uso de redireccionamentos 301 ao invés de redireccionamentos 302 (temporário) Mostrar um cabeçalho de erro 404 em vez de 200 para páginas que não existem Uso adequado do arquivo robots.txt Frequência de tempo em que servidor se encontra activo (Confiabilidade) Se o site mostra conteúdo diferente, a diferente tipos de utilizadores, ou crawlers (cloaking) Links "quebrados" Conteúdo inseguro ou ilegal Qualidade da codificação HTML, presença de erros no código Taxa real de cliques observados pelo mecanismo de busca para as listas exibidas na SERPs Classificação de importância feita por humanos nas páginas com acessos mais frequentes - ODP
Estratégias SEO de White Hat, usando métodos aprovados pelos sistemas de busca Estratégias de SEO de Black Hat, usando estratégias de camuflagem do conteúdo real das páginas Web. Estratégias de optimização e de manipulação do posicionamento de um site SEO, “Search Engine Optimization”. Estratégias Em Busca da Informação
Estratégias SEO de White Hat, usando métodos aprovados pelos sistemas de busca Usar um título pequeno, único e relevante ao conteúdo do site. Edição das páginas Web para que estas mostrem assuntos relevantes de acordo com o propósito ou fim da própria página, afim de que os utilizadores não se decepcionem ao acedê-las. Aumentar o número de conteúdos relevantes do site. (…) Estratégias de SEO de Black Hat, usando estratégias de camuflagem do conteúdo real das páginas Web. Estratégias de optimização e de manipulação do posicionamento de um site SEO, “Search Engine Optimization”. Estratégias Em Busca da Informação
Estratégias SEO de White Hat, usando métodos aprovados pelos sistemas de busca Estratégias de SEO de Black Hat, usando estratégias de camuflagem do conteúdo real das páginas Web. Criação de vários sites com links mútuos para aumentar visibilidade. Processos automáticos de divulgação, que geram spam. Conteúdo duplicado, existindo várias fontes para o mesmo conteúdo. Conteúdo divulgado que não corresponde ao propósito do site. (…) Estratégias de optimização e de manipulação do posicionamento de um site SEO, “Search Engine Optimization”. Estratégias Em Busca da Informação
Diferentes Motores, Diferentes Resultados? Diferentes Motores, Diferentes Resultados? Em Busca da Informação [1] Informação recolhida no dia 21 de Novembro de 2008 [1] Sem informação
Como poderemos obter informação relevante a partir de uma entrada no motor de busca? Existem motores de busca com maior retorno de informação relevante do que outros? Existem técnicas que nos permitam obter uma quantidade superior de informação relevante? Diferentes Motores, Diferentes Resultados? Em Busca da Informação
Relevância da informação Relevância da informação Em Busca da Informação (1) Informação recolhida no dia 21 de Novembro de 2008
480
Os Motores de Busca Em Busca da Informação Motores de Busca e a Memória Uma Ferramenta de Aprendizagem Cronograma dos Motores de Busca Bibliografia
Motores de Busca como Extensão da Memória Os Motores de Busca e a Memória Desde os primórdios que o homem se preocupou em armazenar e registar acontecimentos, informações e dados necessários à sua vida quotidiana e ao planeamento de actividades futuras. Platão sugere que a invenção da escrita produziria esquecimento, uma vez que quem a utilizasse não praticava a memória. Platão estava preocupado, pois, segundo ele, as pessoas que não utilizassem a escrita teriam de debater as ideias para aprenderem. Para Platão, a memória estava ligada à sabedoria e ao conhecimento. Platão faz ainda a distinção entre possuir conhecimento e tê-lo: podemos possuí-lo à semelhança de uma ave num aviário, mas podemos não ser capazes de a apanhar. Trata-se de uma distinção fundamental entre a informação que está disponível, portanto, armazenada na memória, mas à qual não somos capazes de aceder.
Motores de Busca como Extensão da Memória Os Motores de Busca e a Memória Passagem da oralidade à escrita - a memória começa a exteriorizar-se e a autonomizar-se do homem, materializando-se em suportes manuscritos e inscrições em monumentos. Imprensa de Gutemberg - permitiu o acréscimo do número de livros em circulação, libertando-os da sua simples função de apoio. A partir do séc. XVIII surgem os dicionários e enciclopédias através das quais o conhecimento começa a surgir, organizado por tópicos, facilitando as pesquisas de informação. O livro passa a desempenhar também o papel de memória colectiva, organizada, pesquisável e dotada de mobilidade. Trata-se da representação do conhecimento que está organizado em memórias fora do corpo do homem – em bibliotecas. É essa mesma dimensão que vai obrigar à implementação de sistemas de catalogação e pesquisa que facilitam a vida dos utilizadores destas bibliotecas: primeiro através de fichas em papel, mais tarde através de sistemas electrónicos, mas sempre sujeitos ao constrangimento do espaço e do tempo. A procura de informação implicava a presença física no local do arquivo e o processo de pesquisa era moroso.
Motores de Busca como Extensão da Memória Os Motores de Busca e a Memória Entretanto, o ser humano não parava de tentar encontrar soluções mais ou menos engenhosas para o problema do armazenamento e busca da informação. Desde a idealização do Memex, em 1945, até aos diferentes motores de busca, criados na década de 90, existe um denominador comum: o facto do ser humano necessitar de ter acesso ao conhecimento produzido até então. Para Tim Berners-Lee a World Wide Web (WWW) foi desenvolvida para ser um repositório do conhecimento humano, que permitiria que colaboradores em locais distintos partilhassem as suas ideias e todos os aspectos de um projecto comum. 1998 GOOGLE - Graças à inovação introduzida com o “PageRank”, mudou o relacionamento entre o ser humano e o conhecimento. Com a Internet e mais especificamente com os motores de busca, vieram resolver o problema do acesso à informação, tornando-o bastante mais simplificado, uma vez que anulava as barreiras do espaço e do tempo. Esta alteração de práticas no registo e armazenamento de informação, até agora pessoal, deixa de ser cada vez mais física para passar a ser cada vez mais digital.
Motores de Busca como Extensão da Memória Os Motores de Busca e a Memória A grande diferença reside no facto de, com a evolução das funcionalidades dos motores de busca, podermos registar todo o tipo de informação em suporte digital, seja texto, fotos, vídeo ou som. Esta transferência de suportes de informações, no sentido do digital, configura uma verdadeira extensão de memória, uma vez que é independente da distância e do tempo. Esta interacção, entre a tecnologia e o ser humano, foi amplamente abordada em meados dos anos 60 por Marshall McLuhan, com a publicação do livro “Os Meios de Comunicação como Extensão do Homem”. McLuhan preocupou-se com o facto do ser humano se concentrar apenas no óbvio relativamente a uma determinada inovação tecnológica. Para este autor, mais importante do que o óbvio são as mudanças estruturais que ocorrem nos nossos interesses e comportamentos, as quais são introduzidas subtilmente durante um período de tempo, mais ou menos longo.
“Gutenberg made everyone a reader. Xerox makes everyone a publisher.” McLuhan Interview with Nina Sutton, November, 1975 ““I don’t study causes. I study effects… No one else is doing this.” McLuhan Interview with Nina Sutton, November, 1975 Marshal McLuhan Motores de Busca como Extensão da Memória Os Motores de Busca e a Memória Para McLuhan, uma extensão é algo que faça emergir uma mudança do ser humano. Temos assim o significado da expressão de McLuhan: “O Meio é e Mensagem”, conhecemos a natureza e características de algo que concebemos ou criamos (meio) com a virtude das mudanças que ocasionam (mensagem), quase sempre imperceptíveis e não descriminadas. Estas ideias de Marshall McLuhan, que datam de meados dos anos 60, encontram-se hoje surpreendentemente actuais, cerca de 40 anos depois. O Meio é a Mensagem - Para este autor, a mensagem significa a mudança de escala, ritmo ou padrão, que determinado media, ou inovação, ocasiona no ser humano, por interacção deste com o primeiro.
Motores de Busca como Extensão da Memória Os Motores de Busca e a Memória Com os motores de busca e a WWW a utilização da memória para armazenar informação – deixou de ser exclusivamente pessoal e passou a ser complementada, através do recurso à participação colaborativa na Web, com a construção e percepção de outros utilizadores, então, esta construção colaborativa, suportada pela Web, fez emergir uma mudança do ser humano, actuando a Web como uma verdadeira extensão do mesmo. Para McLuhan, “os homens criam as ferramentas. As ferramentas recriam os homens...” A WWW criou um novo ser da era digital, os Wreaders de Kerckhove, ou os nativos digitais de Prensky, caracterizados pelas novas atitudes e novas formas de pensar e de agir. Mais uma vez as ideias de McLuhan, que datam da década de sessenta, encontram-se surpreendentemente actuais “nesta nave Terra não existe lugar para passageiros; apenas tripulação”.
Web Semântica Os Motores de Busca e a Memória A WWW está baseada em documentos hipermédia, cujo crescimento tem sido exponencial nos últimos anos. Este crescimento, torna a tarefa dos motores de busca bastante mais complicada. É o próprio Tim Berners-Lee que sugere a necessidade de evolução da Web, até que os recursos de informação possuam dados que lhes permitam relacionar informações. “A Web Semântica é uma extensão da Web actual na qual a informação recebe um significado bem definido, permitindo que os computadores e as pessoas cooperem melhor” (BERNERS-LEE, HENDLER, & LASSILA, 2001). Diferença entre a WWW e a Web Semântica WWW é baseada em documentos hipermédia, Web Semântica é baseada em informações, sobre documentos.
Web Semântica Os Motores de Busca e a Memória É precisamente aqui que entra a Web semântica, associando aos documentos, descrições com o respectivo significado o que permite uma pesquisa mais selectiva. Os sites que consultamos hoje possuem, além de imagens, uma linguagem natural de forma que a possamos entender facilmente. No entanto, somos nós, utilizadores, que temos de fazer uma triagem dos conteúdos e estabelecer relações entre eles, para que a informação nos seja útil. A Web Semântica propõe-se criar mecanismos para ajudar os computadores a ler e a usar a Internet. A grande ideia é bem simples, adicionar metadados às páginas da World Wide Web de forma a torná-las inteligíveis pelos computadores. Os metadados constituem informações adicionais, que descrevem os conteúdos das páginas da Internet, permitindo que sejam lidos e interpretados pelos computadores de modo a efectuarem associações de dados. Trata-se de uma evolução e não uma substituição da World Wide Web. A Web Semântica pretende fazer com que toda a informação armazenada esteja organizada, para que não só os humanos, mas principalmente os computadores (motores de busca) a possam compreender.
Evolução Os Motores de Busca e a Memória
Os Motores de Busca Em Busca da Informação Motores de Busca e a Memória Uma Ferramenta de Aprendizagem Cronograma dos Motores de Busca Bibliografia
Curiosidade Vs Fidelidade Uma Ferramenta de Aprendizagem Wu, Chuang e Chen (2008, p. 1830)
Web-aprendizagem Uma Ferramenta de Aprendizagem
Aprendizagem / Pesquisa Significativa Uma Ferramenta de Aprendizagem Jonassen & Colaric, 2000, p. 3
Metacognição Memória Declarativa Memória Processual Memória de Trabalho Correspondência Execução Armazenamento Recolha Acção Descodificação (Marzano, 1998, p. 245) Uma Ferramenta de Aprendizagem
Ferramenta Cognitiva Preciso de saber… Sistema de Recolha de Informação Correspondência Documentos Pergunta Documentos devolvidos Feedback sobre Relevância (Belew, 2000, p. 10) Uma Ferramenta de Aprendizagem
Ferramenta Cognitiva Uma Ferramenta de Aprendizagem
? Uma Ferramenta de Aprendizagem ?
Os Motores de Busca Em Busca da Informação Motores de Busca e a Memória Uma Ferramenta de Aprendizagem Cronograma dos Motores de Busca Bibliografia
Cronograma Abrir Cronograma
Ajuda de Pesquisa. (s.d.). Obtido em 17 de Novembro de 2008, de Google: http://www.google.pt/intl/pt-PT/help/basics.html BATTELLE, J. (2006). The Search. Cruz Quebrada: Casa das Letras. Belew, R. K. (2000). Finding Out About: A Cognitive Perspective on Search Engine Technology and the WWW. Cambridge: Cambridge University Press. BERNERS-LEE, T., HENDLER, J., & LASSILA, O. (2001). Semantic Web. Scientific American , p. 5. BLANCO, E., & SILVA, B. (2002). Tecnologia e Educação. Porto: Porto Editora. CARVALHO, A. A. (2002). Multimédia: um conceito em evolução. In Revista Portuguesa de Educação (pp. 245-268). Braga: CIEd - Universidade do Minho. CARVALHO, A. A. (2007). Rentabilizar a Internet no Ensino Basico e Secundario: dos Recursos e Ferramentas Online aos LMS. In U. d. Lisboa, Sísifo : revista de ciências da educação (pp. 25-40). Lisboa: Universidade de Lisboa. Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação. CASTELLS, M. (2004). A Galáxia Internet. Reflexões sobre Internet, Negócios e Sociedade. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian. GARDNER, H. (1985). The Mind's New Science: A History of the Cognitive Revolution. Nova Iorque: Basic Books. HAWKE, S., HERMAN, I., PRUD'HOMMEAUX, E., RAGGETT, D., & SWICK, R. (s.d.). Semantic Web. Obtido em 08 de 11 de 2008, de W3C: http://www.w3.org/2001/sw/ Jonassen, D. H., & Colaric, S. (2000). Ferramentas de pesquisa intencional de informação enquanto ferramentas cognitivas. In D. H. Jonassen, Computadores como Ferramentas cognitivas. (pp. 195-214). Porto: Porto Editora. Jonassen, D., Howland, J., Marra, R. M., & Crismond, D. (2008). Investigating with Technologies. In D. Jonassen, J. Howland, R. M. Marra, & D. Crismond, Meanigful Learning with Technology (pp. 13-39). New Jersey: Pearson Education, Inc. LÉVY, P. (1999). Cibercultura. São Paulo: Editora 34. Marzano, R. J. (1998). Cognitive, metacognitive, and conative considerations in classroom assessment. In N. M. Lambert, & B. L. McCombs, How students learn: Reforming schools through learnercentered (pp. 241-266). Washington,DC: American Psychological Association. McLUHAN, M. (1964). Os Meios de Comunicação com Extensões do Homem. São Paulo: Cultrix. MORRIS, P., & GRUNEBERG, M. (1994). Theoretical Aspects of Memory. London: Routledge. Motor de Busca. (s.d.). Obtido em 4 de Novembro de 2008, de Wikipédia: http://pt.wikipedia.org/wiki/Motor_de_busca Otimização para motores de busca. (s.d.). Obtido em 19 de Dezembro de 2008, de Wikipédia: http://pt.wikipedia.org/wiki/Otimiza%C3%A7%C3%A3o_para_sistemas_de_busca PRENSKY, M. (2001). Digital Natives Digital Immigrants. In On the Horizon. MCB University Press. ROMANI, C. C., & KUKLINSKI, H. P. (Setembro de 2007). Planeta Web 2.0. Inteligencia colectiva o medios fast food. Universitat de Vic. Flacso, Barcelona, México. Wu, L.-L., Chuang, Y.-L., & Chen, P.-Y. (2008). Motvation for Using Search Engines: A Two-Factor Model. Journal of the American Society for Information Science and Technology , 1829-1840. Bibliografia
Mestrado em Educação Área de Especialização em Tecnologia Educativa Unidade Curricular: Hipertexto Docente: Doutora Lia Raquel Oliveira Trabalho realizado por: Jorge Costa |pg12228| Email: jorcos@gmail.com José Carlos Ferreira |pg12939| Email: Jcferreira12@gmail.com Luísa Domingues |pg13170| Email: luisa70@gmail.com Tiago Tavares |pg12300| Email: mrtavares@gmail.com Vítor Diegues |pg 12244| Email: v.diegues70@gmail.com Autoria
| URL: |
No comments posted yet
Comments