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ATEISMO Alunos: Gustavo Martinello, Marcelo Filho , Leonardo Fabris Professora: Débora Turma: 92
Introdução Neste trabalho será comentado sobre o ateísmo: seu modo de pensar e sua posição em relação as divindades que o homem acredita e aceita como modo de vida. Os ateus não acreditam em seres ou fenômenos sobrenaturais, tendo sempre uma resposta científica e racional para os acontecimentos. O ateísmo é praticado desde o Império Romano, porém sem esse nome, sendo que os praticantes da não-crença em Deus eram torturados e executados. A partir do contexto do Ateísmo, é possível notar outras religiões não-teístas, como o budismo e o hinduismo.
Os ateus têm oferecido vários argumentos para não acreditar em qualquer tipo de divindade. Estes incluem o problema do mal, o argumento das revelações inconsistentes e o argumento da descrença. Outros argumentos do ateísmo são filosóficos, sociais e históricos. Embora alguns ateus adotem filosofias seculares, não há nenhuma ideologia ou um conjunto de comportamentos a que todos os ateus aderem.
Início do período moderno As eras do Renascimento e da Reforma testemunharam um ressurgimento do fervor religioso, como evidenciado pela proliferação de novas ordens religiosas, confrarias e devoções populares no mundo católico e o aparecimento de seitas protestantes cada vez mais austeras, como os calvinistas. Esta era de rivalidade interconfessional permitiu uma abrangência ainda maior de especulação teológica e filosófica, muita da qual viria a ser usada para promover uma visão de mundo religiosamente cética. A crítica do cristianismo tornou-se cada vez mais frequente nos séculos XVII e XVIII, especialmente na França e na Inglaterra, onde parece ter existido um mal-estar religioso, de acordo com fontes contemporâneas.
Alguns pensadores protestantes, como Thomas Hobbes, defendiam uma filosofia materialista e um ceticismo em relação às ocorrências sobrenaturais, enquanto que o filósofo judeu holandês Baruch Spinoza rejeitava a providência divina em favor de um naturalismo panteísta. No final do século XVII, o deísmo passou a ser abertamente defendido por intelectuais como John Toland, que cunhou o termo "panteísta". Apesar de ridicularizarem o cristianismo, muitos deístas desprezavam o ateísmo. O primeiro ateu que se sabe ter jogado fora o manto do deísmo, negando de modo contundente a existência de deuses, foi Jean Meslier, um padre francês que viveu no início do século XVIII. Ele foi seguido por outros pensadores abertamente ateus, como o Barão d'Holbach e Jacques-André Naigeon.[O filósofo David Hume desenvolveu uma epistemologia cética fundamentada no empirismo, enfraquecendo a base metafísica da teologia natural.
O filósofo francês Jean-Paul Sartre identificou-se como um representante de um "existencialismo ateísta", menos preocupado com negar a existência de Deus do que estabelecer que o "homem precisa... encontrar-se novamente e entender que nada pode salvá-lo de si mesmo, nem mesmo uma prova válida da existência de Deus.“ A consequência prática desse ateísmo foi descrita por Sartre no sentido de que não há regras a priori ou valores absolutos que podem ser invocados para governar a conduta humana e que os humanos estão "condenados" a inventar estes por si mesmos, tornando o "homem" absolutamente "responsável por tudo que ele faz. Existencialismo ateísta
ATEISMO NO BRASIL No Brasil, o estado da Bahia é o terceiro com maior número de pessoas sem religião; o primeiro é o Rio de Janeiro.A capital Bahia na, Salvador, tem a maior porcentagem nacional de pessoas sem religião entre as capitais, 18% da população.No país todo, são mais numerosos entre os homens e entre os habitantes com menos de 55 anos. A cidade com o maior número de ateus é Nova Ibiá, com 59,85% dos habitantes,o segundo lugar fica com Pitimbu, na Paraíba, com 42, 44%,cerca de 12,5 milhões da população brasileira declarou-se "sem religião", se declarando ateus. Em 1991 o numero de ateus era o dobro do de hoje em dia.
Neste trabalho foi visto um tema muito criticado no mundo, o ateísmo, por sua visão crítica às divindades, chamando seus seguidores de “fanáticos religiosos”, e alegando que a religião é a causa do atraso da evolução do homem. A partir da observação desta religião não-teísta, influência para culturas budistas e hinduistas, é visto o mundo sob o ponto de vista anti-religioso, cujas ações são planejadas, explicadas e com a certeza de que não há seres onipresentes. Conclusão
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