A Monarquia Absoluta no tempo de D. José I

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Correção do Guia de Estudo nº1 1. - Os três povos que também comerciavam os produtos do Oriente eram os ingleses, os franceses e os holandeses. O território cuja área dominada pelos portugueses foi aumentada foi o Brasil. 2. O açúcar produzidos nos chamados engenhos de açúcar. O ouro e as pedras preciosas descobertos pelos bandeirantes. 3. … Brasil … navio negreiro … porão … escravos … Recife … capitão do mato … Jesuítas. 4. Para mostrar ao estrangeiro que era um rei muito rico, D. João V enviou riquíssimas embaixadas a Viena de Áustria, Roma e Paris. 5. Na tabela, o que mostra que D. João V era um rei absoluto é o facto de, no seu reinado, nunca ter convocado as cortes. 6. Os paços reais eram luxuosos e riquíssimos. Decorados com quadros, tapeçarias, reposteiros, lustres, mobiliário variado, peças de prata e louças da Índia. Os dias de festas: havia bailes, concertos, sessão de poesia, jogos de salão, caçadas e passeios. Servia-se: grandes banquetes que terminavam com café e chocolate. Espetáculos e transportes: assistiam a touradas, teatros e ópera. Faziam-se transportar em coches.

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Correção do Guia de Estudo nº1 7. A nobreza continuava a ser um grupo social rico. Procurava imitar o tipo de vida da família real e o seu maior desejo era servir o rei e a rainha na corte. Viviam em solares. O clero era também um grupo rico e poderoso que beneficiava da proteção do rei, dedicava-se ao serviço religioso, ao ensino, à assistência aos necessitados e dirigiam o Tribunal da Inquisição. O povo vivia com muitas dificuldades, viviam da agricultura, trabalhos domésticos e faziam vários serviços nas cidades. 8. – Procissão do Corpo de Deus. - As principais vítimas da Inquisição eram os cristãos-novos. - As principais dependências do convento de Mafra eram o convento, o palácio real, uma igreja e uma biblioteca. - No século XVIII, a construção que permitiu que Lisboa fosse abastecida com água potável foi o Aqueduto das Águas Livres. - Os palácios e igrejas, no século XVIII, eram revestidos com talha dourada, azulejos e mármore.

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A Monarquia Absoluta no tempo de D. José I A Lisboa Pombalina O Terramoto de 1755 A Reconstrução de Lisboa As Reformas Pombalina

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Como se encontrava o reino no tempo de D. José I? No tempo do reinado de D. José I, filho de D. João V, o reino vivia em grandes dificuldades económicas, devido à diminuição das remessas de ouro brasileiro para Portugal. D. José I Marquês de Pombal Terramoto de Lisboa de 1755 O rei nomeia para seu ministro Sebastião José de Carvalho e Melo, que veio a ser conhecido pelo nome de Marquês de Pombal. O terramoto de 1755 veio agravar a crise que já se fazia sentir em Portugal. Este violento terramoto provocou enormes incêndios, pilhagens, terror e a morte de milhares de pessoas. Terramoto de Lisboa

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Em 1755 (dia 1 de Novembro): Lisboa ficou destruída; morreram mais de 20 000 pessoas; ficaram em ruínas cerca de 10 000 edifícios (Casa da Índia e Paço da Ribeira); perderam-se muitos tesouros (livros, manuscritos, quadros e objetos em ouro e prata). (ler doc. 3 – pág. 21) José I ganhou uma fobia de recintos fechados e viveu o resto da sua vida num complexo luxuoso de tendas no Alto da Ajuda em Lisboa – a Real Barraca.

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Perante a catástrofe, o Marquês de Pombal tomou várias medidas. Mandou: Enterrar os mortos e socorrer os feridos; Policiar as ruas e os edifícios mais importantes para evitar roubos; Elaborar um plano de reconstrução, da zona de Lisboa que ficou destruída.

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Como foi reconstruída a cidade de Lisboa? Pombal estuda as plantas de Lisboa com o engenheiro Manuel da Maia e o arquiteto Eugénio dos Santos Vista geral da praça do Comércio, em Lisboa A cidade de Lisboa foi reconstruída sob a orientação do Marquês de Pombal que decidiu construir uma zona nova e arejada na parte mais destruída da cidade. A zona reconstruída ficou conhecida por baixa pombalina. Observa as caraterísticas desta nova parte da cidade na imagem que se segue. Ruas largas e perpendiculares Edifícios harmoniosos Grande praça

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Caraterísticas da Lisboa Pombalina Ruas largas, com traçado geométrico, com passeios calcetados e esgotos. Edifícios todos da mesma altura, com fachadas iguais (simbolizando a igualdade de todas as pessoas perante o rei), com uma estrutura de proteção contra sismos e sistema contra incêndios. Foi construída no antigo Terreiro do Paço uma enorme praça – a Praça do Comércio – onde iam dar as principais ruas da cidade. Deram-lhe este nome em homenagem aos comerciantes que, com o seu dinheiro ajudaram o Marquês de Pombal. Mais tarde, ergueu-se, nessa praça a estátua equestre de D. José I. No local onde existia o antigo palácio real foi construído um conjunto de repartições do estado A este estilo de construção mais sóbrio e austero chamou-se neoclássico pombalino.

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Como se vivia no tempo do Marquês de Pombal? Os costumes modificaram-se. A imprensa passou a facilitar a comunicação. Imprensa O gosto pela moda francesa reanimou os locais de convívio, com o aparecimento de salões literários, cafés e botequins. Cafés, botequins, salões literários

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A ação do Marquês de Pombal AS REFORMAS POMBALINAS  A grande capacidade para resolver problemas e a eficácia demonstrada após o terramoto pelo Marquês de Pombal, levaram-no a conquistar a confiança total do rei. D. José entrega-lhe o controlo do governo. O Marquês de Pombal inicia então um conjunto de reformas destinadas a desenvolver o País e a afirmar o poder absoluto do rei.

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Reformas Económicas Instalou novas indústrias no país; Criou companhias monopolistas, controladas pelo estado (na área da agricultura, pescas e comércio), impedindo os grandes lucros que os estrangeiros vinham tendo em Portugal - Companhia Geral da Agricultura dos Vinhos do Alto Douro e a Companhia de Pescas do Algarve); Proibiu a exportação de ouro. Ver doc. 5 pág. 23

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Reformas Sociais Perseguiu a nobreza e o clero (sobretudo os Jesuítas, que expulsou do País), retirando-lhes bens e cargos, chegando a prender e executar alguns deles, para reforçar o poder do rei; Proibiu os autos-de-fé e o Tribunal da Inquisição passou a depender do rei; Protegeu os comerciantes e os burgueses e declarou o comércio como profissão nobre (1770); Proibiu a escravatura no Reino (1771), continuando a existir nas colónias. Enquanto o clero e a nobreza iam perdendo privilégios e importância, a burguesia tornou-se um grupo favorecido pelas medidas do Marquês de Pombal.

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Execução da família dos Távoras Acusada de possível cumplicidade num atentado contra D. José I, a maior parte dos seus membros foi condenada à morte. Os seus bens passaram para o Estado e para a Coroa e foi proibido que mais alguém usasse esse nome. Depois da morte de D. José I, foram-lhes restituídas as honras e o direito de usarem o nome, tendo sido considerado como principal culpado o duque de Aveiro.

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Reformas no Ensino Criou escolas de instrução primária por todo o país; Fundou o Real Colégio dos Nobres para os filhos da nobreza que exerciam altos cargos no Estado; Proibiu a utilização de manuais e dos métodos dos Jesuítas, considerados antiquados, e extinguiu a Universidade de Évora, controlada por esta ordem religiosa; Reformou a Universidade de Coimbra, introduzindo novas matérias e novos métodos e foi dada maior importância à observação e experimentação.

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Que reformas desenvolveu o Marquês de Pombal? Principais indústrias do século XVIII Cutelarias Louças Lanifícios Papel Vidros Sedas Chapéus No tempo de Marquês de Pombal o poder do Rei aumentou e o país modernizou-se. Relógios Sabões As reformas estenderam-se à sociedade e ensino. A nobreza e o clero foram perseguidos e os burgueses e comerciantes protegidos. No ensino criaram-se as escolas menores e reformou-se a universidade de Coimbra Pátio da Universidade de Coimbra Tortura e execução do nobre José Maria de Távora

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Depois da morte de D. José I (1777), sua filha, a rainha D. Maria I, demitiu o Marquês de Pombal de todos os cargos que ocupava no Governo. D. José I D. Maria I

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