relatório fq - Museu das comunicações

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Escola Secundária de Santo André Barreiro Relatório da Visita de estudo 11º Ano TURMA a Física e Química A Elaborado por: Ana Catarina Fábio Viegas Inês Monteiro Docente: Fátima Sucena Data de elaboração: 26 de Fevereiro de 2008

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Seja bem-vindo ao museu Das comunicações

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Objectivos Gerais Para que o programa da disciplina de Física e Química seja consistente nos saberes do domínio científico, é necessário tornar os alunos conscientes do papel da Física e da Química na explicação de fenómenos do mundo que nos rodeia, cativando, também muitos deles para carreiras ligadas às ciências/tecnologias. Assim, esta visita possibilitou aos alunos a ocasião de melhor compreender as ligações entre os conceitos e modelos explicativos estudados desde o inicio do ano lectivo, a partir de actividades onde os alunos são chamados a interagir com o que é exposto. Em suma, pretende-se que através desta visita os alunos possam: - Consolidar e aprofundar conhecimentos em física; - Perceber o papel do conhecimento científico nas decisões a nível social, político e ambiental; - Expandir a visão integradora da ciência, da tecnologia, do ambiente e da sociedade; -Compreender a cultura científica como componente integrante da cultura actual; - Reflectir argumentos acerca de assuntos científicos socialmente controversos; - Avaliar melhor campos de actividade profissional futura, em particular para prosseguimento de estudos.

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Objectivos Específicos Relativamente a propósitos exclusivos da disciplina de Física e química temos que: - Aprofundar e compreender conceitos físicos e a sua interligação, leis e teorias; - Perceber o modo como alguns conceitos físicos se alargaram, bem como algumas características básicas do trabalho científico essenciais ao seu próprio desenvolvimento; - Identificar marcos importantes na história do Electromagnetismo e das comunicações; - Compreender como se realiza a transmissão de informação nas suas diversas formas.

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Plano da visita Hora de Partida: 8:15 h Hora de Chegada: 2:00 h com um pequeno atraso de 30 minutos. Trajecto: Escola Secundária de Santo André – Museu das Comunicações (Lisboa) – Escola Secundaria de Santo André Professores Responsáveis: Fátima Sucena, Cristina Oliveira e Rosa Carvalho Professores Acompanhantes: Leonor Marques, Fernanda Afonso, Natividade Cordeiro e Preciosa Abrantes. Turmas participantes: 11ºA, 11ºB, 11ºC, 11ºD. Total de alunos:  97 Transporte: Autocarro

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O que é o museu das comunicações? O museu das comunicações é um lugar cultural activo, que tem como objectivo a partilha dos saberes das comunicações e das novas tecnologias de informação e comunicação, em que as suas exposições permanentes traçam a história das comunicações e dos correios até à actualidade. Neste espaço pedagógico sócio-cultural de carácter científico e tecnológico, garante de forma lúdica e interactiva, o acesso à informação e à formação sobre o passado das técnicas, meios e suportes das comunicações, e sobre as infotecnologias do presente e do futuro. Assim, é um «museu-oficina» que pretende colaborar para a transformação da sociedade da informação numa sociedade do conhecimento, de forma a acabar com a «iliteracia» funcional e operativa e a infoexclusão, numa perspectiva inclusiva na sociedade portuguesa.

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Qual a sua Localização? O museu está instalado num edifício dos anos 40, onde funcionou a antiga fábrica H. Vaultier, na Rua do Instituto Industrial, 16, em Lisboa, na zona ribeirinha da cidade.

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Vencer a distância "Vencer  a Distância", é uma exposição organizada em dois percursos, um dedicado aos Correios e um outro às Telecomunicações. Pretende divulgar a evolução e o aperfeiçoamento das técnicas que permitiram ao homem uma comunicação cada vez mais rápida e eficiente. Tem como objectivo revelar a importância das comunicações na transformação do nosso quotidiano e no desenvolvimento económico e social da comunidade. Na verdade, tanto as telecomunicações como o correio foram sempre instrumentos essenciais e muito procurados pelo homem ao longo da sua existência, pois foi neles que encontrou a possibilidade de vencer a distância e de romper a barreira da inacessibilidade. No fundo, serviu-se deles como meio de unir o mundo. Do telégrafo visual ao satélite, no caso das telecomunicações, ou da carruagem da Mala-Posta ao correio híbrido, no caso do correio, o objectivo do engenho humano foi o de levar a comunicação mais longe e de a fazer de modo mais rápido, até à velocidade em tempo real dos dias de hoje.

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Vencer a distância Do telégrafo visual ao satélite, no caso das telecomunicações, ou da carruagem da Mala-Posta ao correio híbrido, no caso do correio, o objectivo do engenho humano foi o de levar a comunicação mais longe e de a fazer de modo mais rápido, até à velocidade em tempo real dos dias de hoje. Percursores Invenção do Sinal Revolução da Voz Os donos da rede Comutar a mensagem Do cabo submarino para o mundo Sons no ar A televisão A televisão em Portugal Telemóveis Tecnologias modernas O computador

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Vencer a distância O francês Claude Chappe, por meados de 1792, criou um telégrafo óptico, baseando-se para esta invenção um sistema de pás orientáveis, assentes em torres, onde cada posição dessas pás correspondia a uma letra ou sinal. O mesmo autor inventou igualmente 192 posições de pás, relativas ao mesmo número de letras e sinais. Porém, estas posições tinham de obedecer a um código secreto, apenas conhecido pelo receptor e emissor da mensagem em causa. Desta forma, a informação passava por meio de torres colocadas de dez em dez quilómetros. As posições de uma pá eram lidas através de um óculo, que posteriormente enviava para a torre imediatamente a seguir, o recado. Os Percursores Curiosidade: uma mensagem relativamente curta, poderia ser transmitida para uma distância de mil quilómetros em vinte minutos.

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Vencer a distância A invenção do Sinal As experiencias iniciais realizadas com telegrafia eléctrica, tiveram lugar no começo do século XIX. Por meio do telégrafo eléctrico, conseguimos aproveitar das a electricidade para poder enviar sinais á distância, posteriormente convertidos em mensagens. O famoso Código Morse, rapidamente se alastrou a todo o Mundo. A partir de 1843, transformava letras do alfabeto em sequências de pontos e traços, enviados pelo espectro electromagnético, por entre uma linha aérea. Ao chegar ao receptor, a mensagem é então impressa numa tira de papel, e só mais tarde descodificado, de modo a originar uma mensagem legível. Rapidamente o sistema foi melhorado, e em 1870, já era possível enviar 1600 palavras por minuto. Tal facto não seria possível sem os trabalhos de Emile Baudot, que por volta de 1876, concedeu um sistema de codificação binária do alfabeto e da pontuação, acelerando o envio de informação. Curiosidade: com a chegada do telégrafo eléctrico, o mundo estava finalmente ligado com eficácia e rapidez.

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Em Portugal, por meados 1852, Fontes Pereira de Melo ficava assim conhecido pelo “Fontismo”, tendo a telegrafia sido um factor importante para a revolução dos transportes e comunicações desencadeada por Pereira de Melo. Rapidamente o país viria a ficar contemplado com uma rede telegráfica. Vencer a distância

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Vencer a distância A revolução da voz É o americano Alexander Bell que, em 1876, marca o princípio daquilo que viria a ser o período revolucionário nas telecomunicações. O telefone era a grande ambição de todos, uma vez que se tratava de difundir uma mensagem, através de voz humana para um local longínquo. Foi Bell que conseguiu transformar as vibrações humanas num som captado por uma membrana metálica, que a convertia em variações de amplitude de uma corrente eléctrica, por meio de indução electromagnética. Assim, esta corrente passava pelos fios condutores, de modo a ser captada por uma membrana semelhante, existente no aparelho receptor, modificando-a novamente para vibrações sonoras, que apresentavam as informações ao emissor.

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Vencer a distância Vai ser Alexander Bell quem a 7 de Março de 1876, cria a primeira empresa de telefones. O novíssimo objecto criado, foi sofrendo progressivas alterações, reproduzindo cada vez melhor as mensagens. Como podemos constatar, as redes telefónicas são de extrema importância, dado que possibilitam a comunicação imediata e continua entre dois utilizadores bastante afastados. Em Portugal, por volta de 1879 foi Cristiano Augusto Bramão que introduzia um telefone de mesa, agrupando o microfone e o auscultador no mesmo suporte. Desta forma, dávamos entrada no Mundo fervilhante da comunicação telefónica.

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Vencer a distância Os donos da rede As primeiras experiências de comunicação por telefone em Portugal foram realizadas em 1877 entre Lisboa e Carcavelos. Curiosidade: O entusiasmo era tal, de modo que logo ano presente ano, o rei D. Luís assistiu a uma ligação e posteriormente foi mesmo o primeiro monarca europeu a estar ligado à rede telefónica publica. Já por meados de 1822, foram inauguradas as primeiras redes públicas em Lisboa e no Porto. Cinco anos decorridos, e o Estado português autorizou a criação da Anglo-Portuguese Telephone (APT), que foi concessionária das redes telefónicas de Lisboa e Porto até 1967.

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Vencer a distância Comutar a mensagem Desde cedo que o rápido desenvolvimento da tecnologia telefónica se encontrou com o complexo problema da comutação, ou seja, a capacidade técnica de ligar mais do que dois aparelhos ao mesmo tempo numa mesma linha. Sendo este o grande desafio. Como solução, foram apresentadas as centrais telefónicas, o chamado “coração” da rede. Fundamentalmente, estas facultavam a ligação entre dois pontos da rede, comutando a comunicação ambicionada, exceptuando os restantes. Até 1930, a rede telefónica portuguesa funcionava por meio de centrais manuais, com a participação da telefonista. Isto é, existia uma operadora que recebia a chamada e a encaminhava para o receptor pretendido. Consequentemente, o aumento do tráfego, provocou um crescimento veloz das centrais manuais, obrigando assim os recursos a um cada vez maior número de telefonistas. Sabias que: A popularidade do telefone no nosso país era de tal forma, que logo em 1932, se justificou o aparecimento das primeiras cabinas públicas do estilo inglês, em Lisboa e no Porto.

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Vencer a distância O telégrafo eléctrico permitia assim a ligação entre todos os locais do Mundo, excepto aqueles separados por oceanos. Mas por volta de 1850, esta barreira oi superada. O investigador britânico J. Brett melhorou uma resina vegetal, à qual colocaram a designação de “gutta-percha”, aplicando-a com sucesso, como isolante dos condutores metálicos, por onde circulavam os sinais electromagnéticos. Nascia então, o cabo submarino que, depois de mergulhado nos oceanos, facilitava a comunicação entre continentes. Este cabo foi essencial para o desenvolvimento do comércio mundial, das relações entre Estados e para a passagem das mensagens difundidas pelas agências noticiosas. Em 1870, ocorre o lançamento do cabo submarino Inglaterra / Portugal / Gibraltar , ficando o nosso país apto a comunicar de modo indirecto com diversos países europeus e com territórios com a China e a Índia. Do cabo submarino para o mundo…

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Em 1922 têm inicio as primeiras emissões de rádio em países do mundo ocidental. Mas em Portugal, tal facto só ocorre por volta de 1925. O facto de ouvintes procurarem incessantemente musica e noticias, levou as empresas a perceberem que a rádio era um meio formidável para a publicidade. O modelo de rádio como difusor de animação e informação mantém-se ate hoje. A invenção de Marconi possibilitou igualmente a criação de um dos mais famosos meios de comunicação e informação do Mundo. A partir da altura em que se conseguiu “modular” os sinais radioeléctricos, avançando de meros impulsos telegráficos de intensidade uniforme, para réplicas das intensidades e frequências da voz humana. Encontrava-se deste modo, aberto o caminho para a passagem de voz utilizando as ondas da “rádio”. A emissão do sinal de rádio, para o público em geral, ocorre em 1920, chagando ainda hoje a constituir um meio informativo e de entretenimento para todos nós. Vencer a distância Sons no ar

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Vencer a distância A televisão rapidamente seguiu um caminho que faz dela, ainda hoje um importante meio de difusão quer de imagens e sons para todo o Mundo. A sua viabilidade técnica foi obtida em 1931, através de um sistema originado por um grupo de cientistas no Reino Unido. Por volta de 1936, a famosa BBC inglesa iniciou a transmissão de imagens móveis, tidas na época como de alta definição e a partir de 1941ª televisão começou a ganhar forma nos países europeus mais desenvolvidos. Contudo, só em 1946 é que, com o fabrico em massa de televisores familiares, a televisão adquire o estatuto actual. Nos anos 60, a considerada “caixa mágica”, juntou á capacidade de transmitir imagens a cores, o facto de o poder fazer em directo. Assim a partir da década de 80, as redes digitais de satélites e de cabo aumentaram ainda mais as potencialidades da televisão, designadamente a de comunicar em tempo real de qualquer lugar do mundo. Foi a derrota definitiva da distância. Sua excelência a televisão

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Vencer a distância A televisão portuguesa iniciou as emissões do canal do estado (RTP), por volta de 1957. A televisão no nosso país, estava assim sujeita a muitas regras, uma vez que nessa altura, Portugal estava ainda sob o comando da ditadura imposta pelo Estado Novo. E a televisão á semelhança dos outros meios comunicação social, estava nessa altura sob o controlo da censura. A queda da ditadura portuguesa em 1974 proporcionou uma maior liberdade de expressão. Com o tempo, surgem mais três canais: a RTP 2, em1968, a RTP Madeira, em 1972 e a RTP Açores por volta de 1975. As primeiras emissões a cores começaram em 1979 porem só em 1980 é que estrearam as emissões regulares a cores em Portugal, sendo o Festival RTP da Canção de 1980 o primeiro programa emitido a cores em Portugal. Nos anos 90 surgem os canais privados: a SIC (1992) e a TVI (1993). Em 1994, aparece então a Televisão por Cabo. A televisão em Portugal

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Vencer a distância Com base no sistema de Baudot, a velocidade de transmissão e o tamanho das mensagens aumentaram, aparecendo desta forma, as primeiras teleimpressoras, as avós do telex moderno. Durante décadas esta dominaram no envio de mensagens escritas e só recentemente foram substituídas elo telefax e correio electrónico. O aparecimento da teleimpressora permitiu um avanço excepcional na comunicação e bem como na divulgação de notícias. Este avanço de tecnologia possibilitava assim que uma informação circulasse pelo mundo em tempo reduzido. Os avós do telex

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Vencer a distância As telecomunicações passaram a trabalhar num contexto de operadores em regime de concorrência, abrangendo a telefonia, os dados, os telefones móveis, a televisão e a multimedia. Em Portugal, a Telepac começou a sua actividade em 1985, liderando desde então o mercado de dados e Internet. Três anos mais tarde, surgem os primeiros telemóveis. O equipamento era pesado, fixo em automóveis, caro e com um raio de comunicação muito limitado. De um operador (TMN), passamos a ter três com a junção à TMN da (Telecel e Optimus). Dos produtos com mais adesão junto do mercado destacaram-se o Mimo (TMN) e o Vitamina (Telecel). Tecnologias modernas

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Vencer a distância Quanto à televisão por cabo, a TV Cabo Portugal arrancou em 1994, com a arquitectura da rede, comercializando os serviços em 1995. A oferta de variados canais temáticos tem vindo a crescer. O ano de 1994 foi ainda aquele que assistiu à criação da Portugal Telecom, resultado da fusão das anteriores operadoras de telecomunicações nacionais. Antes Agora

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Vencer a distância Exactamente há 60 anos, foi anunciado o primeiro computador digital electrónico de grande escala: o ENIAC (Electrical Numerical Integrator and Calculator). Este computador foi criado em Fevereiro de 1946 pelos cientistas norte-americanos John Presper Eckert e John W. Mauchly. O computador começou a ser feito em 1943, durante a Segunda Guerra Mundial, para auxiliar o exército norte-americano a fazer cálculos de balística. O computador Antes Agora

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Casa do futuro Inclusiva Nesta secção do museu, é nos apresentada uma proposta elaborada de automação doméstica, que emprega um distinto conjunto de tecnologias de ponta, num ambiente seguro, lúdico, confortável e moderno. Inaugurada, em Maio de 2003, foi intitulada de «Casa do Futuro Interactiva», tendo, em 2004, passado a chamar-se «Casa do Futuro Inclusiva» quando, por meio da humanização das tecnologias, passou a incorporar soluções que visam a pensar na problemática da deficiência e da velhice. Porém, visitar esta casa é sempre uma surpresa, uma vez que se encontra em constante evolução, a fim de poder ser considerada cada vez mais habitável por pessoas com necessidades especiais e também pelo simples facto das tecnologias estarem sempre a progredir.

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Casa do futuro Inclusiva Casa do Futuro Interactiva O espaço apresentado possibilita-nos um contacto com a mais diversa gama de tecnologias, percebendo como funcionam, para que servem e de que modo melhoram a qualidade de vida de quem habita num espaço similar. Assim, a habitação que visitámos apresenta uma enorme segurança, vigilância, conforto, entretenimento, entre outras.

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Casa do futuro Inclusiva Casa do Futuro Inclusiva Pretende chamar á atenção, para a consciência social, em especial à das gerações futuras, para a problemática da deficiência e da velhice, desdramatizando-a e aceitando-a. Mostrando que apesar de estarmos mais debilitados ou até mesmo sermos portadores de uma deficiência, não implica que não posamos viver num espaço confortável e acolhedor. “A Casa do Futuro tornou-se Inclusiva, isto é, humanizou-se.” Pessoas com necessidades especiais ligadas à mobilidade, à cognição, à visão, à audição e à fala, têm hoje á sua disposição uma vasta gama de produtos que melhoram a sua qualidade de vida. Porém, tudo isto é muito dispendioso, não estando assim á disposição de todos. Clicar na imagem

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Fim Para mais informações aceda a: http://www.fpc.pt/

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