Arte Bizantina

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Arte Bizantina

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Em 395, o Imperador Teodósio dividiu em duas partes o imenso território que dominava: o Império Romano do Ocidente e O Império Romano do Oriente.

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O Império Romano do Ocidente, que ficou com capital em Roma, sofreu sucessivas ondas de invasões bárbaras até cair completamente em poder dos invasores, do ano de 476, data que marca o fim da idade antiga e o início da idade média.

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Já no Império Romano do Oriente, apesar das continuas crises políticas que sofreu , conseguiu manter sua unidade até 1453, quando os turcos tomaram sua capital, Constantinopla. Teve início então um período histórico: a Idade Moderna .

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A arte Bizantina teve seu centro de difusão a partir da cidade de Constantinopla, capital do Império Romano do Oriente, e desenvolveu-se a princípio incorporando características provenientes de regiões orientais, como a Ásia Menor e a Síria .

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Constantinopla foi fundada pelo imperador Constantino, em 330, no local onde ficava Bizâncio, antiga colônia grega. O termo bizantino, derivado de Bizâncio, passou a ser usado para nomear as criações culturais de todo Império do Oriente , e não só daquela cidade.

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Ao contrário da arte cristã primitiva, que era popular e simples, a arte depois da oficialização do cristianismo assume um caráter majestoso, que exprime poder e riqueza. A arte bizantina tinha um objetivo: expressar a autoridade absoluta do imperador, considerado sagrado, representante de Deus e com poderes. Arte bizantina: expressão de riqueza e poder.

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Uma serie de regras foram estabelecidas como: A frontalidade, é a postura rígida da figura que leva o observador a uma atitude de respeito e veneração pelo personagem representado. Quando o artista reproduz ele mostra respeito pelo observador, que vê nos soberanos e nos personagens sagrados seus senhores e protetores. Alem da frontalidade outras regras também foram estabelecidas. .

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. As personagens oficiais e os personagens sagrados passaram a ser retratados de forma a trocar entre si seus elementos caracterizadores. Assim a representação de personalidades aficiais sugeria que se tratava de personagem sagradas.

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Esse caráter majestoso da arte bizantina pode ser observado tanto na arquitetura como nos mosaicos e nas pinturas que decoram o interior das igrejas. Um dos melhores exemplos disso é a basílica de Santa Sofia, construída e ornamentada de acordo com o gosto das classes mais ricas. .

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Essa igreja, edificada no governo de Justiniano, apresenta a marca mais significativa da arquitetura bizantina: o equilíbrio de uma grande cúpula sobre uma planta quadrada

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A arte bizantina em Ravena Por ser um importante ponto estratégico, a cidade de Ravena, foi um dos alvos mais visados pelo imperador para a conquista da Península Itálica. Após muitas tentativas, a cidade foi finalmente reconquistada em 540. Ravena tornou-se então o centro do domínio bizantino na Itália. Antes da época de Justiniano, na primeira metade do século V, Ravena já tivera contato com a cultura bizantina.

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 As igrejas que revelam uma arte bizantina mais madura são as da época de Justiniano, como a de São Vital, em Ravena. A combinação perfeita de arcos, colunas a capitéis fornece os elementos de uma arquitetura adequada para apoiar mármores e mosaicos que, com seu rico colorido, fazem lembrar a arte do Oriente.

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Depois da morte do Imperador Justiniano, em 565, aumentaram as dificuldades políticas para que o Oriente e o Ocidente se mantivessem unidos. O Império Bizantino sofreu períodos de declínio cultural e político, mas conseguiu sobreviver até o fim da Idade Média, quando Constantinopla foi invadida pelos turcos.

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Os ícones bizantinos Além dos trabalhos em mosaicos, os artistas bizantinos criaram os ícones, uma nova forma de expressão artística na pintura. A palavra ícone significa: imagem. Como trabalho artístico, os ícones são quadros que representam figuras sagradas..

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Em geral são bastante luxuosos . Os artistas que pintavam os ícones eram chamados de Iconográficos. Nos ícones todos os corpos são representados altos e longilíneos, desprovidos de todo volume, o que é proporcionado pela ampla roupagem que oculta qualquer aparência sexual

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Ao pintar os ícones, usando a técnica da têmpera ou da encáustica usadas pelos bizantinos em suas pinturas sagradas, os artistas recorriam a alguns recursos para realçar os efeitos de luxo e riqueza. Revestiam a superfície da madeira ou da placa de metal com uma camada dourada, sobre a qual pintavam a imagem. Dentre os ícones se destacam:

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: A arte bizantina está dirigida pela religião; ao clero cabia, além das suas funções, organizar também as artes, tornando os artistas meros executores.O regime era teocrático e o imperador possuía poderes administrativos e espirituais; era o representante de Deus, tanto que se convencionou representá-lo com uma auréola sobre a cabeça.

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Nossa Senhora do Perpétuo Socorro

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Madonna e seu filho Coppo di Marcovallo

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St. Cirilo de Alexandria Constantinopla São  Salvador-in-Cora meados de 1350

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Arcanjo Gabriel Monastério Chilandari , Mt. Athos, Grécia última metade de 1300 têmpera sobre madeira

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A Virgem Eleousa São Salvador-in-Cora meados de 1300 afresco (detalhe

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Cristo Pantocrátor Detalhe de um mosaico da Igreja de Santa Sofia (Hagia Sophia), Constantinopla, Século XIII.

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Ícone com a apresentação de Cristo no Templo

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O mosaico é expressão máxima da arte bizantina e não se destinava apenas a enfeitar as paredes e abóbadas, mas instruir os fiéis mostrando-lhes cenas da vida de Cristo, dos profetas e dos vários imperadores.Plasticamente, o mosaico bizantino em nada se assemelha aos mosaicos romanos.

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São confeccionados com técnicas diferentes e seguem convenções que regem inclusive os afrescos. Neles, por exemplo, as pessoas são representadas de frente e verticalizadas para criar certa espiritualidade; a perspectiva e o volume são ignorados e o dourado é demasiadamente utilizado devido à associação com maior bem existente na terra: o ouro.

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Rainha Theodora e seus ministros

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Imperador Justiniano I

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São Jorge Constantinopla São Salvador-in-Cora 1305

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A arquitetura das igrejas foi a que recebeu maior atenção da arte bizantina, elas eram planejadas sobre uma base circular, octogonal ou quadrada imensas cúpulas, criando-se prédios enormes e espaçosos totalmente decorados.

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San Vitale de Ravena

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Igreja de Alexandre Névski (Sofia)

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: Igreja de Santa Irene Istambul

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: Igreja de São Sérgio e São Baco - Constantinopla

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Igreja dos Santos Apóstolos Tessalonica, Grécia

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: São Vital

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Igreja de Santa Sofia

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A Igreja de Santa Sofia (Sofia = Sabedoria), na hoje Istambul, foi um dos maiores triunfos da nova técnica bizantina, projetada pelos arquitetos Antêmio de Tralles e Isidoro de Mileto, ela possui uma cúpula de 55 metros apoiada em quatro arcos.

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Tal método tornou a cúpula extremamente elevada, sugerindo, por associação à abóbada celeste, sentimentos de universalidade e poder absoluto. Apresenta pinturas nas paredes, colunas com capitel ricamente decorado com mosaicos e o chão de mármore polido.

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Interior Santa Sofia

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Toda essa atração por decoração aliada a prevenção que os cristãos tinham contra a estatuária que lembrava de imediato o paganismo romano, afasta o gosto pela forma e conseqüentemente a escultura não teve tanto destaque neste período.O que se encontra restringe-se a baixos relevos acoplados à decoração.

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IGREJAS COM ARQUITETURA BIZANTINA NO BRASIL

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Seu projeto, cuja edificação teve início da década de 1940, foi inspirado na Basílica de Santa Sofia em Constantinopla (atual Istambul). Catedral Ortodoxa de São Paulo, Seu projeto, cuja edificação teve início da década de 1940, foi inspirado na Basílica de Santa Sofia em Constantinopla (atual Istambul).

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A Catedral da Sé, maior igreja católica de São Paulo, é também um dos cinco maiores templos góticos do mundo. A Catedral da Sé tem 111 metros de comprimento, 46 de largura, duas torres com 92 metros de altura e uma enorme cúpula. Tem capacidade para abrigar 8.000 pessoas. No acabamento foram usadas 800 toneladas de mármore. Em termos arquitetônicos, a igreja tem forma de cruz latina, com cinco naves e transepto com cúpula sobre o cruzeiro. A fachada, dotada de um portal principal e uma grande rosácea, é flanqueada por duas altas torres.

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Catedral da Sé Catedral da Sé

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Interior da Catedral da Sé

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 Símbolos do Império Bizantino

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(337-350). Cabeça do imperador Constantino (337-350). Bizantino. Icone com a apresentação de Cristo no Templo. Bizantino

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: Fragmento de um     Pingente placa, Bizantino   Pingente Cruz. Bizantino; feito em Constantinopla

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  Colar (?) com moedas e medalhas. Bizantino; encontrado em 1902, em Karavás, Chipre Tesouro de Avar, encontrado em Vrap, na Albânia

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Capitel com busto do Arcanjo Miguel. Bizantino; feito em Constantinopla . Fragmento de um mosaico com a personificação de Ktisis. Bizantino

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Professora: Luzia de Fatima Layola Artes – 6º Ano Iguatemi – 2012 Bibliografia : Imagens Google http://a-arte-bizantina.blogspot.com.br http://www.cidadedesaopaulo.com/sp/o-que-visitar/pontos-turisticos/8-catedral-da-se www.brasilescola.com › História Geral › História da Arte /

Summary: 6º Ano

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