FITORMÔNIOS

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EXELENTE TRABALHO.

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FITORMÔNIOS

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Características gerais Substâncias que promovem, inibem ou modificam qualitativamente o crescimento. Atuam em pequena concentração em locais diferentes daqueles onde foram produzidos

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Características gerais Reguladores de crescimento Compostos sintéticos (análogos químicos dos hormônios) Hormônio ou fitormônio Substâncias naturais Principais classes Auxinas, giberelinas, citocininas, etileno e ácido abscísico

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Auxinas Primeiro fitormônio descoberto Não foram observados mutantes sem o hormônio  vital para as plantas

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Auxinas Histórico Charles Darwin  final do século XIX

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Auxinas Histórico

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Auxinas Etimologia Derivado do termo grego “auxein” = crescer ou aumentar Ácido indol-3-acético – AIA – descoberto em 1930 Encontrado em meristemas, órgãos em crescimento, folhas jovens e nas sementes em germinação Os níveis de auxinas são controlados por velocidade de síntese, destruição e inativação do hormônio

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Auxinas Biossíntese Várias rotas = a maioria derivadas do triptofano Carência de zinco pode ser prejudicial Alta concentração nos locais de síntese e crescimento ativo Folhas jovens, frutos e sementes em desenvolvimento Nas folhas = local de formação dos hidatódios Baixa concentração em tecidos adultos já diferenciados

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Auxinas Ativação/inativação Auxina livre = forma biologicamente ativa Auxinas ligadas covalentemente = forma inativa Ligação com moléculas de baixo peso molecular Glicose ou mio-inositol etc. Ligação com moléculas de alto peso molecular Glucano (7-50 unidades de glicose) e glicoproteínas

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Auxinas Ativação/inativação Estímulos ambientais (luz e gravidade, por exemplo) afetam a taxa de conjugação ou liberação de auxina As auxinas conjugadas podem ser protegidas contra a degradação

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Auxinas Degradação Diversas rotas podem degradar auxinas Alta intensidade luminosa pode promover a oxidação in vitro (fotoxidação)

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Auxinas Transporte das auxinas  Transporte via floema (fonte-dreno) Importante para o transporte a longa distância Polar (caule em direção às raízes) – transporte basípeto ou polar Ocorre no parênquima associado ao floema Velocidade 5-15 mm/h

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Auxinas Transporte das auxinas  Mecanismo de transporte polar Absorção Transporte passivo dependente de pH, na forma não dissociada (A-H) Transporte secundário ativo- cotransporte com H+ (A-) Há extrusão de prótons H+ (ATPases) Efluxo Região basal da célula=> carreadores de ânions (A-)

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Auxinas http://croptechnology.unl.edu/animation/AuxinAuxinicHerbicideMechanisms.swf

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Auxinas Inibidores do transporte de auxina (ITA) TIBA (ácido 2,3,5-triiodobenzóico) Compete com a auxina pelo sítio de ligação no efluxo Em soja = redução da altura da planta (evita acamamento), sem reduzir a produção Elimina inibição das gemas laterais

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Auxinas Inibidores do transporte de auxina (ITA) TIBA (ácido 2,3,5-triiodobenzóico)

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Auxinas Auxinas sintéticas Ácido indolil-3-propiônico e ácido indolil-3-butírico (AIB) Ácido α-naftalenoacético (ANA)

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Auxinas Auxinas sintéticas - herbicidas 2,4 D – ácido 2,4 diclorofenoxiacético (DMA ou Tordon = 2,4-D+picloram) 2,4,5¨T – ácido 3,4,5 triclorofenoxiacético MCPA – ácido 2 metil-4 clorofenoxiacético Picloram (Padron) Triclopyr (Garlon) Fluroxipir (Starane) Uso em gramíneas no controle de dicotiledôneas

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Auxinas – efeitos biológicos Alongamento celular Concentrações entre 10-6 e 10-5 M promovem o crescimento do caule As raízes são estimuladas com concentrações entre 10-10 e 10-9 O excesso induz etileno = inibição do crescimento

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Auxinas – efeitos biológicos Alongamento celular Aumenta extensibilidade da parede A água entra na célula em resposta a gradiente de potencial hídrico Aumenta a pressão de turgor Ocorre o afrouxamento bioquímico da parede  a célula se expande Hipótese do crescimento ácido H+ ATPase da membrana é ativada por auxina As expansinas presentes na parede, em pH ácido, afrouxam a parede celular = enfraquecem pontes de hidrogênio entre polissacarídios da parede

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Auxinas – efeitos biológicos Fototropismo Crescimento em resposta à luz A luz é percebida no ápice, mas o efeito ocorre abaixo do ápice A auxina é transportada lateralmente para o lado sombreado

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Fototropismo

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Auxinas – efeitos biológicos Gravitropismo Crescimento em resposta à gravidade Percepção mediada por corpos em queda ou sedimentação  amiloplastos Estatolitos (grãos de amido) Estatócitos (células especializadas) Na parte aérea = bainha de amido (em volta dos tecidos vasculares) Nas raízes: a coifa tem os grãos de amido responsáveis pela percepção da gravidade Há produção de um inibidor de crescimento da raiz pela coifa O inibidor é o AIA que pode ser direcionado para o lado que deve ser inibido.

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Auxinas – efeitos biológicos Dominância Apical O crescimento da gema apical inibe as gemas laterais O nível alto de auxina inibe as gemas A remoção da gema apical promove crescimento das gemas laterais O fornecimento de auxinas pode substituir o papel da gema apical O ápice atua como dreno de citocininas produzidas na raiz Citocinina aplicada a gemas elimina a inibição. O ácido abscísico pode inibir gemas laterais As auxinas podem promover altos níveis de ABA nas gemas

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Auxinas – efeitos biológicos Enraizamento de estacas de caule Hormônio se desloca das folhas para a parte basal, estimulando o enraizamento Promove raízes laterais e adventícias

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Auxinas – efeitos biológicos Enraizamento de estacas de caule

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Auxinas – efeitos biológicos Enraizamento de estacas de caule

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Auxinas – efeitos biológicos Enraizamento de estacas de caule

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Auxinas – efeitos biológicos Estimula a atividade cambial (anéis de crescimento)

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Auxinas – efeitos biológicos Estimula flores femininas em cucurbitáceas e retarda a sua queda Estimula o crescimento de frutos: tomate, pimenta, fumo, quiabo, berinjela, figo (produção de hormônio pelo ovário) Pepino

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Auxinas – efeitos biológicos Partenocarpia em tomateiro, bananeira, abacaxi, pimenteira, na aboboreira e em Citrus

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Auxinas – efeitos biológicos Partenocarpia em tomateiro, bananeira, abacaxi, pimenteira, na aboboreira e em Citrus Partenocarpia em abóbora híbrida Uso de 2,4-D = pulverizações em toda a floração (flores femininas) pela manhã  dispensa plantio de abóbora para polinização

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Auxinas – efeitos biológicos Abscisão foliar (atrasa o início e acelera o final da abscisão = induz síntese de etileno)

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Auxinas – Efeitos biológicos Prolongamento da colheita 2,4-D, à 10 mg.L-1  prolongamento da colheita de tangerina Ponkan1 aumentou a acidez dos frutos e reduziu a relação sólidos solúveis totais /acidez Atraso na queda natural de frutos de laranjeira-'Hamlin’ GA3 25mg.L-1 +2,4-D 25mg.L-1

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Auxinas – aplicações comerciais Herbicidas mimetizadores de auxinas 2,4-D - dicamba - picloram - triclopyr - fluroxipyr - quinclorac Sintomas da ação Murchamento Epinastia Clorose Queda das folhas Interrupção do floema Enrugamento das folhas Formação de tumores no caule 23 espécies de plantas espontâneas resistentes

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Auxinas – aplicações comerciais Herbicidas mimetizadores de auxinas Tais substâncias podem induzir etileno Plantas mutantes insensíveis ao etileno foram pouco afetadas pelos herbicidas

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Auxinas – aplicações comerciais Enraizamento de estacas

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Giberelinas Histórico Grupo de hormônios com mais de 110 moléculas conhecidas Caracterizadas em 1950 no Ocidente Descobertas por asiáticos (1930 no Japão) Substância química secretada por fungos provocava grande crescimento vegetativo de plantas (sem produção) Fungo Giberella fujikuroi => doença bakanae Até 1990 foram descobertas cerca de 90 giberelinas de fungos e plantas

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Giberelinas Características gerais Presentes em toda a planta (folhas, caules, raízes, sementes, embriões e grãos de pólen. Apenas a GA1 e GA4 são responsáveis pelos efeitos, os demais são metabólitos ou precursores Sob dias longos – maior produção do que em dias curtos Concentrações em torno de 10 ppb em tecidos vegetativos e 1 ppm em sementes

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Giberelinas Biossíntese Síntese no ápice do caule, folhas em crescimento, sementes em embriões em desenvolvimento Derivadas do ent-caureno Transporte Pelo floema (5 cm/h)

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Giberelinas

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Giberelinas – efeitos fisiológicos Sementes e germinação A giberelina produzida na semente controla o crescimento da própria semente e do fruto Quebra a dormência de sementes Substitui o efeito da luz vermelha Estimula a germinação em sementes fotoblásticas negativas Indução de enzimas hidrolíticas (amilase)

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Giberelinas – efeitos fisiológicos

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Giberelinas – efeitos fisiológicos

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Giberelinas – efeitos fisiológicos Crescimento caulinar Acelera o crescimento caulinar Baixa temperatura e fotoperíodo longo estão relacionados com a variação da quantidade de giberelina endógena Algumas plantas ficam sob a forma de roseta em dias curtos e florescem sob dias longos Plantas anãs têm deficiência de giberelinas A aplicação de Giberelina torna tais plantas normais

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Giberelinas – efeitos fisiológicos Planta anã e gigante Planta em roseta e normal

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Giberelinas – efeitos fisiológicos Crescimento foliar Ativam divisões celulares em folhas jovens Retardam a senilidade foliar Órgãos reprodutivos Indução de gemas florais e flores em plantas de dia longo sob dias curtos Promovem flores masculinas Macho esterilidade em abóbora (híbridos)

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Giberelinas – efeitos fisiológicos Pode induzir partenocarpia (maçã, abóbora, berinjela e groselha) O GA3 promoveu altos índices de frutos partenocárpicos de pimenta, obtendo-se tendência de um máximo de 94,6% de partenocarpia na concentração de 2.100 mg L-1 de GA3

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Giberelinas – efeitos fisiológicos Uvas sem sementes Cv. Thompson (frutos grandes e soltos)

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Giberelinas – efeitos fisiológicos Favorece a fixação de frutos após a polinização Promove o crescimento de frutos Inibem a maturação (frutos mantêm coloração verde por mais tempo)

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Giberelinas – uso comercial Produção de frutos Aumento do comprimento do pedúnculo de uvas sem sementes Alteração da época de produção de frutos cítricos O ácido giberélico reduziu o número de flores formadas (-81%) e aumentou a produção de frutos temporões (+59,77% ou +16,04 kg/pl).

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Giberelinas – uso comercial Alteração da época de produção de frutos cítricos O ácido giberélico reduziu o número de flores formadas (-81%) e aumentou a produção de frutos temporões (+59,77% ou +16,04 kg/pl).

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Giberelinas – uso comercial Retardamento na maturação

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Giberelinas – uso comercial Retardamento na maturação

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Giberelinas – uso comercial Maltagem da cevada  produção da cerveja Sementes de cevada germinam sob temperatura que maximizam a produção de enzimas hidrolíticas pela camada de aleurona A giberelina acelera o processo As sementes germinadas são secas e pulverizadas para produzir o malte (enzimas e amido parcialmente digerido)

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Giberelinas – uso comercial Aumento da produção em cana Estímulo do alongamento do entrenó

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Giberelinas – uso comercial Inibidores de giberelinas AMO-1618, PHOSPHON D, Ancymidol, CCC, 1-decylimidazole, paclobutrazol etc. Paclobutrazol Inibe o crescimento vegetativo pode substituir o estresse hídrico que induz floração em manga aumenta a produção de bulbos em alho Reduzem o alongamento do caule em crisântemo para corte

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Giberelinas – uso comercial Inibidores de giberelinas AMO-1618, PHOSPHON D, Ancymidol, CCC, 1-decylimidazole, paclobutrazol etc. Paclobutrazol Inibe o crescimento vegetativo pode substituir o estresse hídrico que induz floração em manga 1500 mg.L-1 - absorvido pelas raízes, inibe surgimento de ramos vegetativos, os demais ramos ficam maduros – aptos para indução floral

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Giberelinas – uso comercial Inibidores de giberelinas AMO-1618, PHOSPHON D, Ancymidol, CCC, 1-decylimidazole, paclobutrazol etc. Paclobutrazol aumenta a produção de bulbos em alho Reduzem o alongamento do caule em crisântemo para corte

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Citocininas Histórico 1940-1950 – Folke Skooge – DNA autoclavado de esperma de arenque Efeito na promoção da divisão celular em culturas de células de fumo  Identificou-se a cinetina citocinina não natural o termo citocininas se aplica ao grupo de reguladores (envolvidos com citocinese)

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Citocininas Histórico Água de coco – mantém divisões celulares em meio de cultura. Citocinina natural zeatina A zeatina foi o primeiro hormônio natural do grupo descoberto no endosperma do milho Fator de crescimento A estrutura química é derivada da adenina

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Citocininas Histórico Células maduras e diferenciadas de tecidos intactos podem voltar à condição meristemática As divisões são autolimitantes = células sofrem poucas divisões No caso de ataque de Agrobacterium tumefaciens Células continuam se dividindo = tumor = galha

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Citocininas

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Citocininas Biossíntese e transporte Ocorre em tecidos em divisão ativa: embriões, folhas jovens, frutos em desenvolvimento ápices radiculares Produção principalmente no ápice radicular Podem estar livres ou ligadas ao tRNA Transportada via xilema (movimento dependente de transpiração)

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Citocininas Tipos mais importantes Naturais: cis e trans-zeatina Sintética: Benzilaminopurina ou benziladenina (BAP) Tetra-hidropiranilbenziladenina

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Citocininas - efeitos Divisão celular Associada ao AIA => induz divisão celular Em cultura de tecidos (morfogênese) Alta concentração de cinetina = gemas Alta concentração de auxinas = raízes Auxina/cinetina = gemas e raízes Auxina=cinetina = células meristemáticas

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Citocininas - efeitos Senescência foliar e mobilização de nutrientes Retardam amarelecimento (degradação de clorofila) Folhas pulverizadas com cinetina recebem mais substâncias translocadas de outras folhas (aminoácidos marcados)

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Citocininas - efeitos Desfoliante e herbicida Tidiazuron Uso em algodão Desfolhante Melhora qualidade da fibra e facilita a colheita

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Citocininas - efeitos Desfoliante e herbicida Uso em pêra na concentração de 15 mg.L-1, proporcionou o maior número total de frutas, número médio de frutas fixadas, promovendo aumento no peso e coloração das mesmas mais frutos deformados

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Citocininas - efeitos Tidiazuron Uso em uva

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Citocininas - efeitos Microrganismos A bactéria Corynebacterium fascians causa um tipo de vassoura-de-bruxa Gemas laterais crescem desordenadamente  citocininas

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Citocininas - efeitos Microrganismos Nematóides Agrobacterium tumefaciens Usado na transformação de plantas

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Citocininas - efeitos Agrobacterium tumefaciens Usado na transformação de plantas O T-DNA carrega genes para síntese de zeatina, auxina (fitoncogenes) e opinas (nitrogênio)

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Citocininas - efeitos Agrobacterium tumefaciens Usado na transformação de plantas O T-DNA carrega genes para síntese de zeatina, auxina (fitoncogenes) e opinas (nitrogênio)

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Citocininas - efeitos Agrobacterium tumefaciens

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Citocinina – uso comercial Crop Set Bioestimulante Citocinina + ferro (1,5%) + Mn (1,5%) + cobre (1%) Aumento de 21% na produção de gérbera (3 mL/litro) Associado ao GA3 promove aumento no peso de cachos de uva Thompson

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ÁCIDO ABSCÍSICO Histórico 1949 – gemas dormentes de batata Potente inibidor de crescimento: “dormina” 1960 – “abscisina” “provocava” abscisão dos frutos do algodoeiro

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ÁCIDO ABSCÍSICO Histórico Atualmente Ácido abscísico (ABA ou AAB) Nome “infeliz” Encontrado em todas as plantas vasculares Alguns fungos podem produzi-lo O isômero cis é a forma natural e ativa do ABA O enantiômero S é a forma natural  ativo para respostas rápidas As formas S e R não podem ser interconvertidas no tecido vegetal

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ÁCIDO ABSCÍSICO Biossíntese e transporte Sesquiterpeno derivado da rota do ácido mevalônico (carotenóides) Produzido em folhas estressadas e em células com plastídios Concentração do ABA livre Degradação, conjugação, compartimentação e transporte

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ÁCIDO ABSCÍSICO Biossíntese e transporte Sua concentração pode aumentar e cair rapidamente em resposta a variações no meio Estresse hídrico aumenta sua concentração de 10-50 X em 4-8h ABA citossólico aumenta no estresse (3000 nM em girassol) Síntese nas folhas, importação das raízes e movimentação a partir de outras folhas Após irrigação  níveis normais (1-1,5 nM em girassol) Degradação e exportação das folhas, decréscimo da taxa de síntese Em sementes em desenvolvimento  aumento de 100X em poucos dias

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ÁCIDO ABSCÍSICO Transportado pelo floema e xilema Mais abundante no floema Aplicado em folhas de soja, leva 15 min até a raiz e mais 30 min de volta às folhas

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ÁCIDO ABSCÍSICO - efeitos Dormência de gemas Em espécies lenhosas permite a sobrevivência no frio Depende do balanço entre promotores e inibidores (ABA)

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ÁCIDO ABSCÍSICO - efeitos Dormência de sementes Se todas as condições ambientais são favoráveis e a semente não germina  dormência

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ÁCIDO ABSCÍSICO - efeitos Dormência de sementes Suspende processos de desenvolvimento até que as condições necessárias existam ou permite maior período de dispersão Dois tipos básicos Dormência imposta pela testa Dormência ´do embrião

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ÁCIDO ABSCÍSICO - efeitos Dormência de sementes Dormência imposta pela testa (camada externa da semente) Impedimento da absorção de água, restrição mecânica, interferência com trocas gasosas, retenção de inibidores, produção de inibidores (ABA)

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ÁCIDO ABSCÍSICO - efeitos Dormência de sementes Dormência do embrião Cotilédones podem ter efeito inibitório sobre a germinação Pêssego = o embrião isolado germina mas gera planta anã. Remoção do cotilédone = crescimento normal Inibição por ABA e, ou, baixos níveis de ácido giberélico

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ÁCIDO ABSCÍSICO - efeitos Dormência de sementes Dormência do embrião Previne a viviparidade Milho na espiga = não germina ABA-deficientes ou ABA-insensível  

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ÁCIDO ABSCÍSICO - efeitos Fechamento dos estômatos Mutantes sem ABA Murchamento constante  

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ÁCIDO ABSCÍSICO - efeitos Fechamento dos estômatos Controla a perda de água mesmo antes da planta passar por estresse mensurável Raízes em solos secos informam às folhas que os estômatos devem ficar parcialmente fechados A expansão foliar é reduzida  

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ÁCIDO ABSCÍSICO - efeitos Estresse Aquecimento, déficit hídrico, inundação, resfriamento (“chilling”) e salinidade O murchamento induz rápido aumento de ABA Sorgo X milho O sorgo responde gradualmente ao aumento do teor do ABA

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ÁCIDO ABSCÍSICO - efeitos Síntese protéica Heat Shock Proteins Tolerância a sais

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ÁCIDO ABSCÍSICO - efeitos Absorção de água Fluxo de água aumenta em raízes tratadas com ABA Aumenta condutividade hidráulica Aumenta crescimento de raízes laterais e suprime crescimento foliar Transpiração x absorção

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ÁCIDO ABSCÍSICO - efeitos Abscisão e senescência O etileno é mais ativo Só atua em poucas espécies (folhas amareladas em presença de ABA) Citocininas antagonizam o efeito do ABA Acelera o amadurecimento dos frutos (pode estimular a produção de etileno)

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Etileno Histórico Séc. XIX – gás de carvão na iluminação de ruas Árvores perdiam folhas mais intensivamente 1893 – fumaça da queima de serragem induzia floração em abacaxi 1901 – estudante russo Dimitry Neljubov provou que o etileno era o responsável 1910 – bananas despachadas com laranjas Amadurecimento mais rápido 1934 – R. Gane identificou quimicamente o etileno

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Etileno Características H2C=CH2 Inflamável Oxidado facilmente a óxido de etileno Gás

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Etileno Biossíntese Todos os órgãos, principalmente frutos Derivado do aminoácido metionina

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Etileno 1 - estimulado por Amadurecimento dos frutos Senescência das flores Auxinas (AIA) Ferimento (mamão) Injúria pelo “chilling” (frio) Estresse de seca Inundação 1 – inibido por AOA – ácido aminoacético AVG – aminoetóxi-vinil-glicina 2 – inibido por Anaerobiose Co2+ Temperaturas superiores a 35 ºC

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Etileno Efeitos Amadurecimento de frutos Eventos concomitantes ao amadurecimento Respiração, síntese de RNA, síntese de proteínas, desaparecimento de taninos, indução de açúcares solúveis e produção de etileno Frutos climatéricos Maçã, banana, abacate, melões, kiwi, tomate, figo, manga, azeitona, pêssego, pêra, mangaba, caqui, ameixa

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Etileno Efeitos Frutos climatéricos

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Etileno Efeitos Amadurecimento de frutos Altas concentrações de CO2 (3-5%) retardam o amadurecimento Atmosfera controlada ou modificada Baixa temperatura Baixos níveis de oxigênio Altos níveis de CO2

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Etileno Efeitos Amadurecimento de frutos Tomate longa vida – “FlavrSavr” – 1995 RNA antisenso – poligalacturonase Amolecimento do fruto

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Etileno Efeitos Amadurecimento de frutos Inibidores Aminoetoxivinil (AVG) Ag+ aumenta a longevidade de flores (Nitrato e tiossulfato de prata) Agentes quelantes Sais de cobalto Ácido salicílico e acetil salicílico (favorece a floração em algumas espécies, indução de raízes adventícias e outros processos) KMNO4 absorve o etileno

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Etileno Efeitos Abscisão Queda de folhas, frutos e outros órgãos Degradação de paredes Auxinas em baixos níveis previnem a abscisão, mas induz etileno em altos níveis “afrouxa” frutos, permitindo colheita mecânica (cerejas, amoras e “blueberries”) Permite desbaste de ameixa e pêssego Em algodoeiro induz desfolha

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Etileno Efeitos Epinastia Folha encarquilhada

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Etileno Efeitos Epinastia Tomateiro alagado Raízes produzem ACC, que é transportado à parte aérea, onde o O2 favorece a síntese do etileno

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Etileno Efeitos Crescimento de “seedling” (plântula germinando) Promove o crescimento horizontal caso haja barreira física

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Etileno Efeitos Dormência de sementes e gemas Induz germinação em cereais Induz brotação em tubérculos de batata Indução de raízes

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Etileno Efeitos Floração Inibe em muitas espécies Estimula em abacaxi e outras bromélias (sincroniza a frutificação) – reduz em até 30 dias o período para produzir Usa-se Etefon (marca registrada: ethrel) Carbureto Sincroniza a produção (20 dias quando usado ou 70 dias sem o seu uso)

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Etileno Efeitos Floração Estimula a floração em bulbos dormentes (tulipas) Favorece flores femininas em Cucurbitáceas Mamona

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Etileno Efeitos Estruturas secretoras Induz ductos resiníferos em Pinus Induz gomas em mangueira e cerejeira Induz produção e fluxo de látex em seringueira  aumento pelo menos 30% ethephon

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Etileno Efeitos Produção de uva variedade Crimson seedless pulverização do Ethrel nos cachos na fase de pinta, quando as bagas começam a colorir. Pulverizado nas plantas no repouso vegetativo, o Ethephon favorece o acúmulo de carboidratos nos ramos e uniformiza a brotação

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Etileno Efeitos Resposta a estresse Encharcamento e déficit hídrico podem estimular sua síntese

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Etileno USO COMERCIAL Difícil o uso como gás Mais usado como solução aquosa de etefon Libera etileno Abacaxi  florescimento uniforme e antecipado Cana-de-açúcar  Acelerar a maturação, inibir o florescimento, reduzir o chochamento. Permitir o adequado manejo da cana na colheita. Aumento da biomassa (pulverizar toletes) Arroz  Promover um aumento no número de espiguetas totais e férteis por panícula proporcionando aumento da produção

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Etileno USO COMERCIAL Etefon = libera etileno Café  Uniformizar a maturação e antecipar a colheita dos frutos Figo  Acelera o período de maturação Manga  Indução do florescimento Soja  Promover um incremento na produção, pois favorece o carregamento de aminoácidos da folhas para o grão. Videira  Promover a desfolha e melhorar a maturação Seringueira  pincelamento do painel da seringueira, como estimulante da produção do látex.

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Etileno USO COMERCIAL Etefon = libera etileno .

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Outros reguladores Brassinosteróides Poliaminas Ácido jasmônico Ácido salicílico

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Brassinosteróides Histórico Extratos de pólen de Brassica napus Alongamento do entrenó em feijoeiro Brassinolídeo isolado em 1979 São conhecidos mais de 60 brassinolídeos Designados por  BR+número Apresenta interações com hormônios clássicos

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Brassinosteróides Distribuição Algas Gimnospermas Mono e dicotiledôneas Botões floras, grãos de pólen, folhas ,sementes frutos, caules ou gemas Não foram observados em raízes

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Brassinosteróides Funções Alongamento de caules Inibe o crescimento de raízes Estimula o crescimento do tubo polínico Estimula o desenrolamento de folhas de Gramíneas

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Ácido salicílico Distribuído em folhas e estruturas reprodutivas Descoberto em Salix

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Ácido salicílico Biossíntese A partir da via fenilpropanóide Ação da enzima fenilalanina-amônia liase (PAL) sobre o aminoácido fenilalanina

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Ácido salicílico Funções Inibe a germinação e o crescimento da planta Interfere na absorção de raízes Reduz a transpiração Abscisão das folhas Altera o transporte de íons Promoveu a floração em tabaco Floração de espécies termogênicas

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Ácido salicílico Funções Defesa contra fungos, bactérias e vírus Aumento de AS próximo às lesões Ácido acetilsalicílico pode também induzir produção de proteínas relacionadas à defesa hipersensibilidade

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Ácido salicílico Funções Prolongar a duração de flores AAS dissolvido em água  liberação de AS Inibição da biossíntese do etileno Bloqueio da passagem de ACC ao gás Evita o acúmulo de sintase do ACC

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Ácido jasmônico Isolado em culturas de fungos em 1960 Lasiodiplodia theobromae Volátil Encontrado no óleo de Jasmin e de alecrim Interesse comercial (indústria do perfume) Biossíntese e transporte Maior concentração nos frutos e flores e menores em folhas velhas e raízes O precursor é o ácido linolênico (18:3) Podem ser transportados via fase líquida pelo floema ou vapor

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Ácido jasmônico Biossíntese e transporte Maior concentração nos frutos e flores e menores em folhas velhas e raízes O precursor é o ácido linolênico (18:3) Podem ser transportados via fase líquida pelo floema ou vapor

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Ácido jasmônico Efeitos Participam da via transdutora de sinais Resistência a patógenos e ataques de insetos Baixos níveis de AJ ativam genes para síntese de proteínas ligadas à produção de flavonóides, sesquiterpenos, tionina e osmotina (proteínas antifúngicas) Induzem expressão de lipoxigenases (LOX) Importantes na defesa contra patógenos Batatas pulverizadas com AJ resistiram a Phytophtora infestans Inibe também a germinação de esporos de fungos

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Ácido jasmônico Efeitos Resistência sistêmica adquirida (SAR) Após ataque de patógenos a planta pode desenvolver resistência´, protegendo-a contra novos ataques do mesmo agressor O ácido salicílico está ligado com a programação da SAR (inibindo a produção de AJ)

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Ácido jasmônico Efeitos Interação com ataques de insetos Mutantes sem ácido linolênico são sensíveis ao ataque de dípteros (85%) Aplicação exógena de jasmonato reduziu a mortalidade a 12%

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Ácido jasmônico Efeitos Resposta a feridas Ataque de insetos pode danificar a folha e induzir resposta de defesa Acúmulo de inibidores de proteases nas folhas atacadas e intactas Aplicação exógena de AJ induz maior acúmulo dos inibidores do que a ferida (ativa genes pin2)

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Ácido jasmônico Efeitos Resposta a feridas

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