Espaço rural ana e elsa

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Espaço rural Santo André

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Introdução Este trabalho foi-nos solicitado no âmbito da disciplina de Práticas de Acção Social (P. A. S.) pelo professor Pedro Vitória. Aqui iremos abordar o tema “Espaço Rural”, aprofundado conhecimentos sobre uma aldeia em particular, pertencente ao nosso concelho de Vagos. A aldeia escolhida é Santo André de Vagos.

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Aqui iremos tratar de assuntos como: se é uma aldeia cem por cento rural ou se se vive de outras coisas, os espaços de lazer, as actividades, … Inclusive, iremos mostrar a vida rural de uma senhora que vive nessa aldeia! Esperemos que este trabalho aborde o necessário, que tenha conteúdos interessantes criativos e que o trabalho em si seja produtivo e enriquecedor.

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O que é o espaço rural? Antes demais , temos que esclarecer os conceitos que iremos falar. Ora, o que e o espaço rural uma aldeia? Pois bem…o espaço rural e um território de dimensões pequenas, onde o principal meio de subsistências e a vida rural(agricultura,pecuaria,etc…) Já o conceito aldeia e toda a povoação, normalmente rural,com poucos habitantes.

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Quais as suas características especificas? Os espaços rurais são, normalmente aldeias ou espaços mais isolados; A maior parte da população vive do sector primário; A população é, maioritariamente, idosa; A utilização de gado para o seu trabalho, bem como de instrumentos próprios para o efeito, tais como o tractor, o arado, a foice, a enxada, o arado, …

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A nossa opinião: Na nossa opinião , as características das aldeias são bastante comuns entre si.As nossas aldeias tem por exemplo bastantes campos de cultivo , pois a maioria da população vive disso , e cultiva bastante para comer. As pessoas nas nossas aldeias , pois geralmente todos são muito solidarios(as).Habitualmente á volta das nossas casas estão terras de cultivo, pinhais ou muita florestação ,isto já não acontece nas cidades , logo isto quer dizer que ao viver num espaço rural (numa aldeia) respiramos ar muito menos poluído.

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Local em destaque: Neste trabalho iremos referir aspectos importantes de uma aldeia e do seu espaço rural, cuja aldeia pertence ao nosso concelho, Vagos, e o seu nome é Santo André de Vagos. Santo André de Vagos é uma freguesia e aldeia pertencente ao concelho de Vagos, que faz fronteira com Quinta, Vigia e Calvão. A sua área é de 12.44 km², tendo como número de habitantes 2051 habitantes (dados de 2001) e a sua densidade é de 164,9habitante/km².

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Santo André de Vagos combina na junção de um espaço onde ainda existem pessoas a viver da agricultura , com o que começa a ser bastante notável á existência de empregos fora da aldeia ou empregos menos rurais.

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Nesta aldeia, existem como locais lúdicos: Cafés(abriu a pouco tempo o café “moinhos de santo André” perto da igreja); A junta de freguesia contém um espaço net; Festividades da terra (a festa desta terra celebra-se a 30 de Novembro, em honra do Santo André); Os três moinhos de S. Romão;

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O campo de futebol da Vigia (terra pertencente à junta de freguesia de Santo André); Casa do Brasão (Casa de uma família rica); Cruzamento das Vergas (terra pertencente à junta de freguesia de Santo André).

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O que iremos abordar? Para o nosso trabalho , decidimos focar as nossas atenções para um caso particular, de um casal idoso, que vive em Santo André. Estiveram emigrados na Venezuela durante vários anos, mas, aqui em Portugal, um dos seus trabalhos é agrícola. O senhor teve um AVC (trombose) há relativamente pouco tempo, dando assim um maior trabalho à sua mulher que tem que fazer alguns dos seus trabalhos sem contar assiduamente com a ajuda do senhor, apesar de este ter escapado razoavelmente bem ao sucedido.

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Esta senhora, que podemos chamar-lhe imaginariamente Amélia, tem agregado á sua casa, um pequeno negócio de utensílios pessoais (vestuário, calçado, objectos decorativos, etc. ...), mas isso não impede que tenha um quintal e que o cultive e que tenha também animais a seu cuidado. Fizemos um questionário à senhora Amélia, que se dignou a responder de boa vontade às respectivas perguntas. Porém, achamos sempre necessário colocar o anonimato à pessoa em questão, para que seja mais fácil também abordar o assunto.

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A senhora tem um pequeno quintal e algum gado a seu cuidado. Este questionário ajudou-nos a perceber que, apesar se ser um trabalho consideravelmente complicado, as pessoas das aldeias gostam de o fazer, principalmente, como é normal, as mais idosas, pois já há muitas pessoas mais novas residentes nesta terra e que vivem a cargo dos sectores secundário e terciário.

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Com o questionário conseguimos as seguintes informações: A senhora “Amélia” considera o local onde vive sossegado; Tem a seu cuidado, como referido anteriormente, gado um quintal caseiro e um outro terreno; Produz batatas, abóboras, feijões, milho, tomates, cenouras, tomates, alfaces, favas, entre outros...

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Os seus métodos de cultivo são arcaicos, ou seja, ainda são aqueles que os pais e os avós lhe ensinaram: é tudo feito manualmente; O gado que tem a seu cuidado e a alimentação que produz é tudo para consumo próprio, pois, tal como a senhora diz, “A produção para vender não rende.”.

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Quintal de casa da senhora O seu terreno

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Os seus pintainhos Um dos seus porcos

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Uma frase que nos marcou mais e que evidência a união que existe entre membros da mesma aldeia foi: “...vivemos sem agitação e interagimos com os nossos conterrâneos, ainda sabemos dizer bom dia e boa tarde aos vizinhos, coisa que já não se usa.”.

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Esta frase marcou-nos imenso, pois mostra perfeitamente a divergência que existe entre aldeia e cidade. Enquanto que na aldeia existe uma ligação especial, na cidade já não é bem assim. Inclusive, há dias uma de nós viu uma reportagem no telejornal acerca do “dia do vizinho”. Aí via-se nitidamente a divergência que existe entre aldeia e cidade. Nesta reportagem apareceu uma senhora da cidade que falava na sua vizinhança: disse que convivia razoavelmente apenas com um ou dois vizinhos.

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Já na aldeia, os casos são completamente opostos: no espaço rural, as pessoas são muito mais unificadas, conhecem-se mutuamente e relativamente bem. Nas cidades, as pessoas que se conhecem vão pedir um pouquinho de sal, enquanto que nas aldeias a confiança é maior – as pessoas já entram nas casas das outras e comunicam entre si com muito mais naturalidade.

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As características que nós consideramos ser mais vantajosas para se viver num espaço rural são o facto de existir menos poluição, a comunicação entre as pessoas e muito mais fluente e em maior quantidade, podemos produzir os nossos próprios alimentos etc.

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Curiosidade Além disto, temos uma grande curiosidade! Uma de nós (a Elsa) também conhece uma pessoa que pertence a essa junta de freguesia que tira leite às vacas! Essa pessoa vai todos os dias, por volta das 18h/19h, levar as suas vacas à ordenha.

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A Elsa conta que já bebeu leite dessas vacas, “Foi muito giro. Nessa noite tinha dormido em casa de uma amiga, e ao outro dia de manhã, quando fui tomar o pequeno-almoço, deparei-me com a mãe dela a trazer-nos desse leite! Já não me lembro muito bem da sensação, pois já foi há bastante tempo, mas ainda me lembro que a sua cor é bem diferente daquele leite que nós compramos. Acho que é mais amarelada!

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Mas foi uma experiência bastante agradável saber que estava a beber leite genuíno. Hoje em dia não se bebe leite assim, é tudo empacotado”. É caso para dizer que o natural é bom! 

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Conclusão: Nós achámos este trabalho muito interessante e enriquecedor. Concluímos que, através dos conhecimentos que temos obtido ao longo deste período vão de encontro a tudo o que determinámos através deste trabalho: o litoral é bastante diferente do interior, incluindo nos espaços rurais.

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Reflexões pessoais: Enquanto que, quando ouvimos falar no turismo rural do interior, do espaço rural interior, inclusive, quando vemos uma reportagem na televisão a falar acerca do interior, reparamos que são locais muito “arcaicos” em termos de evolução citadina, pois tudo o que é rural, é rural mesmo, ou seja, o espaço rural é por vezes, património de certas terras do interior.

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Já o litoral é completamente diferente: as cidades mais relevantes situam-se no litoral, e, normalmente, estas pequenas aldeias situam-se relativamente perto, como é o caso de Aveiro, pois, se queremos ir à cidade já não é muito difícil, porque até já existem transportes públicos e viagem não é muito longa.

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Porém, como a população está a envelhecer, as pessoas mais idosas já “não querem saber” dessa pequena “vantagem” e não desfrutam da facilidade da obtenção de produtos. Este trabalho fez-nos obter conclusões acerca da matéria e fez-nos também reflectir pessoalmente. O que mais esperamos é que este trabalho tenha os conteúdos necessários, que seja interessante e produtivo.

Summary: Trabalho PAS

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