Apresentação do PowerPoint

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Rejane_pedrosa@yahoo.com.br

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Família : nosso bem maior.

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Família? o que vem a ser? Quem faz parte de minha família? Onde começa e termina a minha família? De quantas maneiras pode uma família se organizar? O que define uma família? Quando podemos dizer que uma família é eficaz? O ser humano tem por característica, o fato de que o bebê humano necessita de cuidado por um período longo, se comparado com outros seres vivos. A expansão da infância implica em um cuidado corporal, emocional e relacional. Sabemos hoje, que para um desenvolvimento adequado, precisamos de uma atenção que vai além da alimentação e da proteção contra o frio e os perigos. Precisamos de atenção especial, de um cuidado, á partir do qual desenvolvemos o prazer de estar junto com o outro. " A história da expansão da infância é a história da conservação do prazer de estar junto, do prazer amoroso. Os seres humanos são animais amorosos, embora ao longo do tempo venham desaprendendo esta característica. E amoroso aqui significa uma relação em que "o outro surge como legítimo outro na convivência".

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O grupo de convivência é que nos fornece parâmetros para sabermos se somos ou não bem-sucedidos. Concordando ou discordando, fazendo ou igual ou buscando mudanças, não temos como fugir ao modelo que o grupo nos fornece. O ser humano não existe a não ser na relação. Consigo mesmo, com outros, com os animais, com nosso planeta, com níveis chamados de espirituais. O bem estar subjetivo nunca é completo. Nunca seremos completamente competentes, ou eficazes. seja no sentido que for. Há uma aparente contradição no fato de precisarmos ser autônomos, e ao mesmo tempo dependentes das outras gerações. Vivemos nossa vida social e familiar neste espaço, que é onde também existe a familia, indispensável para a saúde mental, seja lá qual for a definição de uma e de outra. Relativamente à criança, a necessidade mais básica da mesma, remete-se para a figura materna, que a alimenta, protege e ensina, assim como cria um apego individual seguro, contribuindo para um bom desenvolvimento da família e consequentemente para um bom desenvolvimento da criança. A família é então, para a criança, um grupo significativo de pessoas, de apoio, como os pais, os pais adoptivos, os tutores, os irmãos, entre outros.

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Assim, a criança assume um lugar relevante na unidade familiar, onde se sente segura. A nível do processo de socialização a família assume, igualmente, um papel muito importante, já que é ela que modela e programa o comportamento e o sentido de identidade da criança. Ao crescerem juntas, família e criança, promovem a acomodação da família às necessidades da criança, delimitando áreas de autonomia, que a criança experiencia como separação. A Importância da atitude dos pais Por Gerardo Castilho Das experiências que tiveram tido em casa depende, em boa parte, que os filhos cheguem a ser pessoas sociáveis e capacitadas para a autêntica vida de amizade. Mas a família influi sobretudo através das atitudes dos pais. 1. Pais que não sabem nada dos filhos e mal lhes dedicam tempo. O pouco tempo de convivência com os filhos deve-se, às vezes, a ausências prolongadas e freqüentes do lar, de um dos pais ou de ambos. Em conseqüência, os filhos não vêem a casa como um lar, mas como uma simples residência, um hotel.

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2. Pais dominadores, possessivos, autoritários, excessivamente severos e exigentes. Essas atitudes contribuem nuns casos para tornar os filhos irascíveis, impulsivos e agressivos, e em outros para desenvolver neles uma personalidade insegura e instável. Todas estas características lhes trazem sérias dificuldades para a adaptação aos grupos de brincadeiras e de estudo e à vida de amizade. 3. Pais superprotetores, que oferecem aos filhos mais ajuda do que eles precisam e tendem a resolver todos os seus problemas por eles. Esse protecionismo pode obedecer a um apego afetivo aos filhos, a um amor mal-entendido, ou à fraca opinião acerca de algum filho, que os pais consideram incapaz de enfrentar situações próprias da sua idade. A criança superprotegida torna-se excessivamente dependente dos outros: precisa da atenção, aprovação e ajuda quase contínuas das outras pessoas. Não desenvolve a capacidade de valer-se por si: não sabe iniciar atividades próprias nem lutar por vencer as dificuldades que se lhe apresentam. Nessas condições, a mentalidade egocêntrica própria da criança prolonga-se pela vida fora e não lhe permite contribuir com nada de valioso para os outros.

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4. Pais permissivos, excessivamente indulgentes, que mimam os filhos e os deixam agir em função dos caprichos de cada momento. Esta atitude leva os filhos a torna-se egoístas e fracos, a esperar dos outros uma atenção contínua e a não saber aceitar a frustração de um desejo, levando-os a reagir de forma impaciente e agressiva. Uma vez que toda a convivência exige dar e não apenas receber, essas crianças dificilmente se adaptam à vida em sociedade. 5. Pais frios ou indiferentes para com os filhos, que não lhe dão mostras de carinho e afeto. Os filhos costumam agir, nas relações com os companheiros e amigos, com a mesma indiferença e frieza com que foram tratados em casa. Costumam ser crianças tristes, pouco cordiais, que fogem das situações de convivência. E quando tentam relacionar-se com os outros, encontram dificuldades porque lhes falta elemento central da amizade: o afeto. O problema é maior quando a indiferença dos pais se converte em rejeição, que nem sempre é aberta: às vezes, expressa-se em atitudes de insensibilidade ou de prepotência.

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Essa rejeição diminui a auto-estima dos filhos, a segurança em si mesmos, e pode dar lugar, mais adiante, a condutas anti-sociais que resultam da necessidade de "descarregar" a agressividade acumulada ou de chamar a atenção dos outros. Quais as atitudes paternas que, pelo contrário, favorecem a capacidade dos filhos para a convivência? Uma primeira resposta é a seguinte: todas as que ajudem a serem harmônicas e satisfatórias as relações entre os esposos, entre pais e filhos e entre irmãos. Está mais do que comprovado que, se as relações familiares são adequadas, os filhos conseguem adaptar-se muito mais facilmente à convivência social fora de casa. Uma dessas atitudes é o amor aos filhos. E não basta o amor teórico ou abstrato; os filhos precisam de expressões concretas desse amor dos pais todos os dias.

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Precisam de afeto e carinho no relacionamento pessoal. Os pais afetuosos e cálidos ajudam os filhos a ter confiança em si mesmos e a relacionar-se com os outros de forma aberta e espontânea. Mas o carinho com os filhos não deve significar falta de exigência. Precisamente por serem queridos é que devem ser exigidos de maneira progressiva. Com efeito, as crianças que não se sentem exigidas pelos pais consideram-se menos queridas, já que recebem menos atenção. O carinho aos filhos deve levar, isso sim, a uma exigência compreensiva, isto é, proporcionada ao que se pode pedir a cada filho em cada momento. É preciso, portanto, que os pais sejam ao mesmo tempo exigentes e compreensivos, o que, evidentemente, não é fácil. Na prática, diante dessa dificuldade, os pais costumam polarizar-se numa dessas atitudes, de forma que a compreensão sem exigência cria pais permissivos, e a exigência sem compreensão cria pais autoritários. Diversas pesquisas confirmam as afirmações que acabamos de fazer. Assim, por exemplo, Lieberman verificou que as crianças pequenas que se sentiam queridas pela mãe eram mais bem aceitas pelos companheiros e participavam mais das atividades comuns no colégio.

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Winder e Rau descobriram que os pais das crianças mais "sociáveis" tinham duas qualidades: eram muito pouco agressivos e proporcionavam-lhes muito apoio e reforço na sua conduta ("reforço" no sentido de que valorizavam e premiavam os comportamentos positivos dos filhos). Se houver amor, haverá também aceitação de cada filho. A aceitação começa pelo desejo de que o filho chegue a existir, casais que têm um filho por falha dos métodos contraceptivos dificilmente conseguirão criar esse clima em que todo o filho que vem ao mundo se sente desejado acima de tudo pelos seus pais. A aceitação implica também esbanjar - com gosto, não como algo que atrapalha - os cuidados de que cada filho necessita. Os pais devem estabelecer uma relação ardentemente afetuosa com cada um dos filhos e fazê-los ver que todos eles são "importantes" na vida da família. Comprovou-se que a criança aceita pelos pais "é geralmente cooperativa, sociável, amigável, leal, emocionalmente estável e simpática"; e que "encara a vida com confiança". Há diferentes tipos de aceitação dos filhos por parte dos pais em função do amadurecimento emocional destes.

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Pais emocionalmente maduros aceitam o filho como um ser autônomo e capaz de participar ativamente da vida familiar, ao passo que pais emocionalmente imaturos tendem a identificar-se totalmente com o filho, dificultando seriamente a conduta independente tanto deste como deles mesmos. É importante que os pais concedam a cada filho uma liberdade razoável, proporcionada à sua idade. Quando se estimula a conduta autônoma dos filhos, estes acabam por tornar-se "mais habilidosos, cooperativos, independentes e adaptados às situações sociais". Frisarei, por fim, que é importante fomentar desde a infância a vinda de outra crianças ao lar, sejam irmãos naturais ou adotivos. Verificou-se que isso contribui para que os filhos amadureçam antes e sejam mais abertos aos outros. Gerardo Castilho é professor de Pedagogia e Psicopedagogia da Universidade de Navarra e pesquisador do Instituto de Ciências da Família da mesma Universidade, além de professor visitante de diversas Universidades espanholas.

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A mim me dá pena e preocupação quando convivo com famílias que experimentam a “tirania da liberdade” em que as crianças podem tudo: gritam, riscam as paredes, ameaçam as visitas em face da autoridade complacente dos pais que se pensam ainda campeões da liberdade. (PAULO FREIRE ) A sociedade moderna vive uma crise de valores éticos e morais sem precedentes. Essa é uma constatação que nada tem de original, pois todos a estão percebendo e vivenciando de alguma maneira. O fato de ser uma professora a fazer essa constatação também não é nenhuma surpresa, pois é na escola que essa crise acaba, muitas vezes, ficando em maior evidência. Nunca na escola se discutiu tanto quanto hoje assuntos como falta de limites, desrespeito na sala de aula e desmotivação dos alunos. Nunca se observou tantos professores cansados, estressados e, muitas vezes, doentes física e mentalmente. Nunca os sentimentos de impotência e frustração estiveram tão marcantemente presentes na vida escolar. A questão que se impõem é: até quando a escola sozinha conseguirá levar adiante essa tarefa? Ou melhor, até quando a escola vai continuar assumindo isoladamente a responsabilidade de educar? A importância da família no processo de educar

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São questões que merecem, por parte de todos os envolvidos, uma reflexão, não só mais profunda, mas também mais crítica. É, portanto, necessário refletir sobre os papéis que devem desempenhar nesse processo a escola e, conseqüentemente, os professores, mas também não se pode continuar ignorando a importância fundamental da família na formação e educação de crianças e adolescentes. Com as separações e os novos casamentos, aquele núcleo familiar mais tradicional tem dado lugar a diferentes famílias vivendo sob o mesmo teto. Esses novos contextos familiares geram, muitas vezes, uma sensação de insegurança e até mesmo de abandono, pois a idéia de um pai e de uma mãe cuidadores dá lugar a diferentes pais e mães “gerenciadores” de filhos que nem sempre são seus. Além disso, essa mesma sociedade tem exigido, por diferentes motivos, que pais e mães assumam posições cada vez mais competitivas no mercado de trabalho. Então, enquanto que, antigamente, as funções exercidas dentro da família eram bem definidas, hoje pai e mãe, além de assumirem diferentes papéis, conforme as circunstâncias saem todos os dias para suas atividades profissionais. Assim, observa-se que, em muitos casos, crianças e adolescentes acabam ficando aos cuidados de parentes (avós, tios), estranhos (empregados) ou das chamadas babás eletrônicas, como a TV e a Internet, vendo seus pais somente à noite. Toda essa situação acaba gerando uma série de sentimentos conflitantes, não só entre pais e filhos, mas também entre os próprios pais. E um dos sentimentos mais comuns entre estes é o de culpa. É ela que, na maioria das vezes, impede um pai ou uma mãe de dizer não às exigências de seus filhos.

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É ela que faz um pai dar a seu filho tudo o que ele deseja, pensando que assim poderá compensar a sua ausência. É a culpa que faz uma mãe não avaliar corretamente as atitudes de seu filho, pois isso poderá significar que ela não esteve suficientemente presente para corrigi-las. Enfim, é a culpa de não estar presente de forma efetiva e construtiva na vida de seus filhos que faz, muitas vezes, um pai ou uma mãe ignorarem o que se passa com eles. Assim, muitos pais e mães acabam tornando-se reféns de seus próprios filhos. Com receio de contrariá-los, reforçam atitudes inadequadas e, com isso, prejudicam o seu desenvolvimento, não só intelectual, mas também, mental e emocional. Esses conflitos acabam agravando-se quando a escola tenta intervir. Ocorre que muitos pais, por todos os problemas já citados, delegam responsabilidades à escola, mas não aceitam com tranqüilidade quando essa mesma escola exerce o papel que deveria ser deles. Em outras palavras, [...] os pais que não têm condições emocionais de suportar a sua parcela de responsabilidade, ou culpa, pelo mau rendimento escolar, ou algum transtorno de conduta do filho, farão de tudo, para encontrar argumentos e pinçar fatos, a fim de imputar aos professores que reprovaram o aluno, ou à escola como um todo, a total responsabilidade pelo fracasso do filho (ZIMERMAN apud BOSSOLS, 2003: 14). Assim, observa-se que, em muitos casos a escola (e seus professores) acaba sendo sistematicamente desautorizada quando, na tentativa de educar, procura estabelecer limites e responsabilidades. O resultado desses sucessivos embates é que essas crianças e adolescentes acabam tornando-se testemunhas de um absurdo e infrutífero cabo-de-guerra, entre a sua escola e a sua família.

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E a situação pode assumir uma maior complexidade porque, conforme também explica Zimerman, “o próprio aluno, que não suporte reconhecer a responsabilidade por suas falhas, fará um sutil jogo de intrigas que predisponha os pais contra os professores e a escola” (apud BOSSOLS, 2003: 14). Entretanto, é importante compreender que, apesar de todas as situações aqui expostas, o objetivo não é o de condenar ou julgar. Está-se apenas demonstrando que, ao longo dos anos, gradativamente a família, por força das circunstâncias já descritas, tem transferido para a escola a tarefa de formar e educar. Entretanto, essa situação não mais se sustenta. É preciso trazer, o mais rápido possível, a família para dentro da escola. É preciso que ela passe a colaborar de forma mais efetiva com o processo de educar. É preciso, portanto, compartilhar responsabilidades e não transferi-las. A família deve, portanto, se esforçar em estar presente em todos os momentos da vida de seus filhos. Presença que implica envolvimento, comprometimento e colaboração. Deve estar atenta a dificuldades não só cognitivas, mas também comportamentais. Deve estar pronta para intervir da melhor maneira possível, visando sempre o bem de seus filhos, mesmo que isso signifique dizer sucessivos “nãos” às suas exigências. Educar, portanto, não é uma tarefa fácil, exige muito esforço, paciência e tranqüilidade. Exige saber ouvir, mas também fazer calar quando é preciso educar. O medo de magoar ou decepcionar deve ser substituído pela certeza de que o amor também se demonstra sendo firme no estabelecimento de limites e responsabilidades. Deve-se fazer ver às crianças e jovens que direitos vêm acompanhados de deveres e para ser respeitado, deve-se também respeitar. Devem, portanto, compartilhar de um mesmo ideal, pois só assim realmente estarão formando e educando, superando conflitos e dificuldades que tanto vêm angustiando os professores, como também pais e os próprios alunos.  

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O ensino religioso na família tem um papel importantíssimo na formação do indivíduo, ou melhor, na formação da pessoa como um todo . O ensino religioso na família produz a possibilidade do indivíduo estruturar-se de tal maneira que cria como objetivo básico o bem-estar pessoal e familiar através de uma vida regrada, saudável e estruturada.   Vejamos alguns dos benefícios que o Ensino Religioso, pode produzir no indivíduo e na sociedade, seja este ensino católico, protestante, judaico, islâmico etc., desde que haja seriedade e coerência familiar: ·        A ESPIRITUALIDADE – A prática do culto doméstico (evangélicos), as novenas (católicos), o estudo da Torah (Judeus) dentre outras práticas domésticas do ensino religioso promovem a espiritualidade no lar. Vivemos em um mundo globalizado, onde a individualidade, o materialismo-consumista tem ocupado a primazia no ambiente familiar, portanto valores espirituais são importantes na vida familiar. ·        A MORALIDADE – Precisamos definir primeiramente a diferença entre moralismo e moralidade. Moralidade são princípios morais e Moralismo é o legalismo desses princípios. O comportamento moral tem tudo a ver com a conduta religiosa da família. O apelo à sensualidade é muito grande. Os jovens são instruídos pela mídia a usar a camisinha, em uma atitude amoral, pois toda a cristandade baseia-se no casamento como sendo uma manifestação da graça divina como propósito para o homem e mulher (fica isto bem definido em Gênesis, livro sagrado para católicos, protestantes e judeus). A Importância do Ensino Religioso na Família

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·        A FRATERNIDADE – O amor fraternal é o fundamento religioso na maioria das religiões, sejam elas cristãs ou não-cristãs (personalistas ou animistas). A identidade de que todos partimos de uma mesma origem divina nos irmana. ·        A SOLIDARIEDADE – O princípio básico religioso é a questão do amor ao próximo e atendimento aos mais necessitados. A solidariedade, tendo a opção pelos pobres, não é privilégio da Teologia da libertação, ou de campanhas Governamentais ou de ONGs. ·        A INTELECTUALIDADE – A leitura diária do livro sagrado (Bíblia Sagrada, A bíblia segundo Allan Kardec, Alcorão etc.), promove o ambiente de intelectualidade e interesse pelas diversas formas de leitura. ·        A MUSICALIDADE – A música é a linguagem universal, e que na realidade é um dos excelentes meios pela qual a religiosidade se expressa. Dizem que quem canta, ora duas vezes. ·        A SOCIABILIDADE – A prática de princípios litúrgicos, bem como o cumprimento das atividades eclesiásticas, promovem no religioso um maior desenvolvimento de expressão de liderança e facilidade de comunicação. ·        A PROSPERIDADE – A religiosidade sendo expressa na família estabelece princípios e objetivos do clã, oferecendo-lhe uma melhor forma de administração, bem como definição de objetivos. Precisamos tomar muito cuidado por conta de várias teologias que têm aparecido por aí, principalmente na tal “Teologia da Prosperidade”, pensamento este que estabelece as bênçãos divinas como sinal material de prosperidade na vida do indivíduo. ·        A TRANSCENDENTALIDADE – O ensino religioso na família permite ao indivíduo a enxergar além deste momento imediato, mas levando-o a uma dimensão que somente o divino pode oferecer, ou seja, a transcendentalidade.

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·        A HUMANIDADE – Nada torna mais o homem ser humano do que a sua própria religiosidade, e, paradoxalmente, nada torna o homem mais divino que a expressão desta religiosidade. “Instrui o menino no caminho que ele deve andar, que até quando envelhecer não se desviará dele”. Prov.22:6

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ÁRVORE DOS PROBLEMAS Esta é uma história de um homem que contratou um carpinteiro para ajudar a arrumar algumas coisas na sua fazenda. O primeiro dia do carpinteiro foi bem difícil. O pneu da seu carro furou. A serra elétrica quebrou. Cortou o dedo. E ao final do dia, o seu carro não funcionou. O homem que contratou o carpinteiro ofereceu uma carona para casa.

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Quando os dois homens estavam se encaminhando para a porta da frente, o carpinteiro parou junto a uma pequena árvore e gentilmente tocou as pontas dos galhos com as duas mãos. Durante o caminho, o carpinteiro não falou nada. Quando chegaram a sua casa, o carpinteiro convidou o homem para entrar e conhecer a sua família.

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Depois de abrir a porta da sua casa, o carpinteiro transformou-se. Os traços tensos do seu rosto transformaram-se em um grande sorriso, e ele abraçou os seus filhos e beijou a sua esposa. Um pouco mais tarde, o carpinteiro acompanhou a sua visita até o carro. Assim que eles passaram pela árvore, o homem perguntou: - Porque você tocou na planta antes de entrar em casa ??? - Ah! esta é a minha Árvore dos Problemas. - Eu sei que não posso evitar ter problemas no meu trabalho, mas estes problemas não devem chegar até os meus filhos e minha esposa. - Então, toda noite, eu deixo os meus problemas nesta Árvore quando chego em casa, e os pego no dia seguinte.

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E você quer saber de uma coisa? - Toda manhã, quando eu volto para buscar os meus problemas, eles não são nem metade do que eu me lembro de ter deixado na noite anterior. Autor Desconhecido

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Desenvolvimento emocional da criança O mais importante numa relação entre pais e filhos é o amor. Toda criança espera ser amada e só assim passa a retribuir esse amor. Desde que nasce, enquanto cresce e se desenvolve precisa sentir-se querida, procurada, ajudada, elogiada, para crescer emocionalmente equilibrada e desenvolver na vida adulta todo seu potencial humano. E quem cria, implanta essa primeira regra da vida em família é a mãe, com carinho, alegria, serenidade, presença física e atenção. Um amor feito de gestos, de dedicação e não apenas de palavras. Também o pai tem um papel insubstituível nessa tarefa: ele ajuda a criar uma base segura com amor e entendimento, para que a criança se torne um adulto feliz. Para respeitar uma criança é necessário aceitá-la do jeito que é, entender que ela vai crescer e construir sua própria vida, de modo diferente do que fizeram pai e mãe.

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É ensinar-lhe as normas de convivência já sabendo que ela vai praticá-los a seu modo, com seus limites, inclinações e imperfeições. Precisamos saber que a grande meta na vida dessa criança é tornar-se ela própria e não uma simples repetição do que somos ou fomos. Um bebê, uma criança, é incapaz de compreender relações humanas, analisar situações ou tomar decisões. Ela age movida apenas por suas necessidades, medos e aflições. Assim, não se pode dizer que ela respeita ou desrespeita a mãe ou o pai. Ela deve ser entendida, acalmada, amparada. Com paciência, tolerância, até que o tempo ajude amadurecer e a fazer suas escolhas. Essa grandeza é o sentido maior da maternidade: plantar, sempre e por muito tempo, e sem cobrança, gestos de amor que serão modelos para as futuras ações dessa criança.Crescer emocionalmente é compreender que você é a pessoa que pode se dar tudo aquilo que deseja e que ninguém mais, nenhum homem irá preencher as suas necessidades interiores. Compartilhar amor, carinho, compreensão e companheirismo é diferente de estabelecer obrigações e achar que a outra pessoa tem que atender as suas expectativas. A melhor coisa a fazer é deixar que a vida flua naturalmente, sendo verdadeira consigo própria e com os outros. Se souber o que é fundamental para o seu bem estar, se estiver com o foco na sua auto-realização, buscando desenvolver o seu potencial e descobrir a alegria de viver cada momento plenamente, você se tornará mais feliz, mais segura e mais desprendida emocionalmente.

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O ponto é que você olha a sua frente, entende que tem de realizar uma série de ações e movimentos contundentes para alcançar claramente o seu objetivo e se mantém firme garantindo que estes aconteçam, significando que você sabe o que fazer, e que precisa estar realmente a fim de se movimentar. É fato que nenhum crescimento acontece sem esforço, logo se você não fizer nada, será exatamente este o seu retorno: nada. Há um conceito interessante sobre a lei da atração onde  uma pessoa definitivamente atrai o que quer: ser bem sucedida em algo ou não tão bem assim. É basicamente uma escolha que se faz sobre o que quer para si. É completamente justo crer na verdade deste conceito, e transformá-lo em forma de vida. "As maiores tragédias dos homens são: não conseguir o que se quer e conseguir o que se quer". Esta frase de Oscar Wilde, demonstra a dificuldade que as pessoas tem de lidar com o sucesso e com as suas realizações, que muitas vezes elas podem boicotar-se a ponto de preferir perder ou falhar.

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E como romper o maior paradigma de todos: a sua própria vontade? A resposta é a força de vontade que contraria a própria vontade. Pode até parecer confuso, mas é na verdade um grande rompimento: você contra você mesmo para sair da sua zona de conforto e encarar o que quer que esteja a sua frente. Talvez a ruptura deste paradigma seja o melhor e maior dos movimentos para caminhar ao crescimento, porque traz a maturidade à tona e a mudança na pessoa em como agir com o mundo. No mundo dos negócios, crescer é amadurecer, é querer mais, é determinar-se rumo aos seus objetivos. Porque significa que você enfrentou a si mesmo, rompeu os seus paradigmas e está disposto a fazer mais para ser melhor. É sem dúvida pensar diferente, acreditar que você pode mais e se sentir assim, "podendo". Só quem realmente quer algo é que busca e alcança. Concretizar o que deseja significa se sentir capaz. Nunca invencível, mas capaz de fazer chegar onde quer que seja.

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Rejane de Fátima Pedrosa Ramos

Summary: Família

Tags: rejaneenajer

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