Aula 10 - histologia do sistema circulatório-sangue

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AULA 10 – HISTOLOGIA DO SISTEMA CIRCULATÓRIO: O SANGUE Prof. Marco Antonio Nunes e-mail: manunes@globo.com O SANGUE Histologia e Embriologia O sangue é um tecido conjuntivo formado por uma parte líquida, o plasma e uma parte celular, constituído por vários tipos celulares e fragmentos celulares.

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AULA 10 – HISTOLOGIA DO SISTEMA CIRCULATÓRIO: O SANGUE Prof. Marco Antonio Nunes e-mail: manunes@globo.com FUNÇÕES DO SANGUE Histologia e Embriologia Transporte de: Oxigênio e dióxido de carbono Nutrientes alimentares Excretas Hormônios Regulação Do pH Da temperatura Conteúdo hídrico das células Proteção Contra hemorragias (coagulação sanguínea) Proteção contra antígenos

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AULA 10 – HISTOLOGIA DO SISTEMA CIRCULATÓRIO: O SANGUE Prof. Marco Antonio Nunes e-mail: manunes@globo.com CARACTERÍSTCAS FÍSICAS DO SANGUE Histologia e Embriologia Mais denso e viscoso que a água (circula mais lentamente). Temperatura é de cerca de 38oC. pH ligeiramente alcalino (7,35 – 7,45) Representa 8% do peso corporal 5 a 6 litros e homens e 4 a 5 em mulheres

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AULA 10 – HISTOLOGIA DO SISTEMA CIRCULATÓRIO: O SANGUE COMPOSIÇÃO DO SANGUE Histologia e Embriologia

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AULA 10 – HISTOLOGIA DO SISTEMA CIRCULATÓRIO: O SANGUE SUBSTÂNCIAS DO SANGUE Histologia e Embriologia

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AULA 10 – HISTOLOGIA DO SISTEMA CIRCULATÓRIO: O SANGUE Prof. Marco Antonio Nunes e-mail: manunes@globo.com Hemopoiese (hematopoiese) Histologia e Embriologia Célula tronco pluripotencial Célula-tronco mielóide Célula tronco linfóide Pré-eritoblasto Reticulócito Núcleo ejetado Hemácia (eritrócito ou glóbulos vermelhos) CFU-E Megacarioblasto CFU-Meg Megacariócito Plaquetas (Trombócitos) Monoblasto Monócito Macrófagos Mieloblasto Neutrófilo CFU-GM Mieloblasto eosinófilo Eosinófilo Mieloblasto basófilo Basófilo Células pré-B Linfoblasto B Linfócito B Plasmócito Protimócito Linfoblasto T Linfócito T EPO TPO CSF e Interleucina

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AULA 10 – HISTOLOGIA DO SISTEMA CIRCULATÓRIO: O SANGUE ELEMENTOS FIGURADOS DO SANGUE: ERITRÓCITOS Histologia e Embriologia Glóbulos vermelhos (eritrócitos) Hematrócito: Em mulheres 38 a 46% Em homens: 40 a 54% Em condições normais o hematrócito pouco se altera Hematrócito abaixo do normal (anemia) Hematrócito elevado (policitemia) Hepoiese: Células tronco pluripotencial Célula tronco mielóide Células formadoras de colônias (CFU-E) Pró-Reticulácito Reticulócito Eritrócitos EPO Características: São células anucleadas Bicôncavas Deformáveis Possuem hemoglobina Transportam O2 e CO2 Não possuem mitocôndrias Metabolismo anaeróbico Transportam SNO (superóxido nítrico) Capta NO (óxido nítrico)

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AULA 10 – HISTOLOGIA DO SISTEMA CIRCULATÓRIO: O SANGUE Prof. Marco Antonio Nunes e-mail: manunes@globo.com ERITRÓCITO E HEMOGLOBINA Histologia e Embriologia Transporta O2 Transporta CO2 SNO e NO Esta forma aumenta a superfície de absorção de gases respiratórios

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AULA 10 – HISTOLOGIA DO SISTEMA CIRCULATÓRIO: O SANGUE Prof. Marco Antonio Nunes e-mail: manunes@globo.com CICLO DE VIDA DOS ERITRÓCITOS Histologia e Embriologia

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AULA 10 – HISTOLOGIA DO SISTEMA CIRCULATÓRIO: O SANGUE Prof. Marco Antonio Nunes e-mail: manunes@globo.com CICLO VITAL DOS ERITRÓCITOS Histologia e Embriologia Um eritrócito duram cerca de 120 dias. Macrófagos (no fígado, baço e medula óssea vermelha) fagocitam eritrócitos desgastados. A hemoglobina é quebrada em porção heme e globina. A globina é degradada em aminoácidos O ferro associasse a proteína plasmática transferrina. Nas fibras musculares, células hepáticas e nos macrófagos do fígado e baço o ferro se solta da transferrina e liga-se as proteínas ferritrina e hemossiderina Quando liberado dos locais de armazenamento e obsorvido pelo sangue o ferro volta ligar-se a transferrina. A transferrina transporta o ferro até a medula óssea vermelha 8. Sob estimula da EPO (eritropoietina) eritrócitos são produzidos na medula óssea vermelha. 9. A porção heme da hemoglobina é transformada em biliverdina e em seguida bilirrubina 10. A bilirrubina é transportada pelo sangue até o fígado. 11. No fígado a bilirrubina é secretada para a bile na vesícula biliar e em seguida passa para o intestino delgado e em seguida para o grosso. 12. No intestino grosso bactérias convertem a bilirrubina em uribilinogênio. 13. Parte do uribilinogênio e absorvido para o sangue e convertida em urobilina e excretada na urina. 14. A maior parte do uribilinogênio é eliminada pelas fezes.

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AULA 10 – HISTOLOGIA DO SISTEMA CIRCULATÓRIO: O SANGUE ELEMENTOS FIGURADOS DO SANGUE: PLAQUETAS Histologia e Embriologia PLAQUETAS (TROMBÓCITOS) Hepoiese: Células tronco pluripotencial Célula tronco mielóide Células formadoras de colônias (CFU-Meg) megacarioblastos Megacariócito Plaquetas (Trombócitos) Hormônio trombopoetina Características: fragmentos celulares de Megacariócitos Anucleados Tempo de vida de 5 -9 dias. Plaquetas velhas são destruídas por macrófagos do baço e fígado. Agem no processo de coagulação sanguínea

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AULA 10 – HISTOLOGIA DO SISTEMA CIRCULATÓRIO: O SANGUE Prof. Marco Antonio Nunes e-mail: manunes@globo.com HEMOSTASIA Histologia e Embriologia A hemostasia é a sequência de eventos que interrompe o sangramento A hemostasia compreende de três mecanismos: Espasmo vascular Formação do tampão plaquetário Coagulação do sangue

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AULA 10 – HISTOLOGIA DO SISTEMA CIRCULATÓRIO: O SANGUE Prof. Marco Antonio Nunes e-mail: manunes@globo.com HEMOSTASIA: ESPASMO VASCULAR Histologia e Embriologia Processo de vasoconstrição do vaso lesado, onde a musculatura lisa do vaso se contrai, diminuindo o diâmetro do vaso reduzindo o fluxo de sangue e consequentemente a perda de sangue por hemorragia. Causas do espasmo vascular Espasmo miogênico local: a musculatura lisa do vaso reage a lesão se contraindo. Fatores teciduais locais: Reflexos nervosos relacionados com a percepção dolorosa causa vasoconstrição do vaso lesionado. Liberação de substâncias vasoconstritora pelas plaquetas (em vasos menores). Espasmo muscular

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AULA 10 – HISTOLOGIA DO SISTEMA CIRCULATÓRIO: O SANGUE Prof. Marco Antonio Nunes e-mail: manunes@globo.com Histologia e Embriologia HEMOSTASIA: FORMAÇÃO DO TAMPÃO PLAQUETÁRIO Aderência plaquetária As plaquetas aderem a parte lesada do vaso sanguíneo pelas fibras colágenas do vaso lesado. Aderência plaquetária Plaquetas tornam ativas: mudam de forma emitindo projeções, o que permite aderir a outras plaquetas e liberam conteúdos dos seus grânulos citoplasmáticos. A liberação de ADP, tromboxano A2 ativam plaquetas próximas. A liberação de serotonina atua como vasoconstrictor diminuindo o fluxo de sangue pelo vaso lesado. Aderência plaquetária A liberação de ADP faz com que outras plaquetas se juntem formando o tampão plaquetário.

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AULA 10 – HISTOLOGIA DO SISTEMA CIRCULATÓRIO: O SANGUE Prof. Marco Antonio Nunes e-mail: manunes@globo.com Histologia e Embriologia HEMOSTASIA: COAGULAÇÃO SANGUÍNEA Normalmente o sangue possui aspecto líquido, mas se retirado do corpo torna-se um gel, coagulo. Formação do coágulo sanguíneo Envolve várias substância chamadas fatores de coagulação Exemplos: Íons Ca++ Várias enzimas hepáticas inativas Substâncias plaquetárias Substâncias liberadas pelo tecido lesado

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AULA 10 – HISTOLOGIA DO SISTEMA CIRCULATÓRIO: O SANGUE Prof. Marco Antonio Nunes e-mail: manunes@globo.com Histologia e Embriologia HEMOSTASIA: COAGULAÇÃO SANGUÍNEA A coagulação sanguínea envolve 3 estágios: Estágio 1: A via extrínseca O tecido lesado libera o a fator tecidual (tromboplastina) para o sangue com a participação dos íons Ca++ ativam o fator de coagulação X que se combina com o fator de coagulação V levando a formação da enzima tromboquinase. Esta fase dura alguns segundos. Estágio 2: A via intrínseca Lesões dos vasos sanguíneos expõem as fibras colágenas provocando a aderência plaquetária e a liberação de substâncias que ativam o fator de coagulação XII que juntamente com o Ca++ ativaram o fator de coagulação X. O fator X ativa a enzima tromboquinase. Estágio 3: A via comum Na presença de íons Ca++ a tromboquinase converte a proteína inativa prototronbina em trombina que converte o fibrinogênio em em filamentos insolúveis de fibrina. A trombina também ativa o fator de coagulação XIII liberado pelas plaquetasque estabiliza a fibrina

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AULA 10 – HISTOLOGIA DO SISTEMA CIRCULATÓRIO: O SANGUE Prof. Marco Antonio Nunes e-mail: manunes@globo.com E Histologia e Embriologia

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AULA 10 – HISTOLOGIA DO SISTEMA CIRCULATÓRIO: O SANGUE ELEMENTOS FIGURADOS DO SANGUE: LEUCÓCITOS Histologia e Embriologia NEUTRÓFILOS EOSINÓFILOS BASÓFILOS LINFÓCITOS MONÓCITO

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AULA 10 – HISTOLOGIA DO SISTEMA CIRCULATÓRIO: O SANGUE ELEMENTOS FIGURADOS DO SANGUE: LEUCÓCITOS GRANULARES: NEUTRÓFILOS Histologia e Embriologia NEUTRÓFILOS

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AULA 10 – HISTOLOGIA DO SISTEMA CIRCULATÓRIO: O SANGUE ELEMENTOS FIGURADOS DO SANGUE: LEUCÓCITOS GRANULARES: EOSINÓFILOS Histologia e Embriologia EOSINÓFILOS

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AULA 10 – HISTOLOGIA DO SISTEMA CIRCULATÓRIO: O SANGUE ELEMENTOS FIGURADOS DO SANGUE: LEUCÓCITOS GRANULARES: BASÓFILOS Histologia e Embriologia BASÓFILOS

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AULA 10 – HISTOLOGIA DO SISTEMA CIRCULATÓRIO: O SANGUE ELEMENTOS FIGURADOS DO SANGUE: LEUCÓCITOS AGRANULARES: LINFÓCITOS Histologia e Embriologia LINFÓCITOS

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AULA 10 – HISTOLOGIA DO SISTEMA CIRCULATÓRIO: O SANGUE ELEMENTOS FIGURADOS DO SANGUE: LEUCÓCITOS AGRANULARES: MONÓCITO Histologia e Embriologia MONÓCITO Macrófagos

Summary: Resumo de aula sobre histologia do tecido sanguíneo

Tags: faqbio histologia sangue

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