Movimentos Sociais no Brasil

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Movimentos Sociais no Brasil A República Varguista A República Fardada Movimentos Sociais Hoje

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A República Varguista A Republica varguista De 1930 a 1964, os movimentos sociais no Brasil passaram por dois momentos distintos. O primeiro , de 1930 a 1945, foi marcado por um forte controle do Estado sobre a sociedade e pouco espaço para manifestações. Mesmo assim, dois movimentos buscaram alcançar o poder do Estado: o movimento da Ação Integralista Nacional e a Aliança Nacional Libertadora (ANL ). O movimento integralista nacional foi liderado por Plinio Salgado seu lema era " Deus, pátria e família ". Reuniu os setores das classes medias, da igreja e do exercito, e apoiou o governo de Getúlio Vargas ate que foi extinto em 1937.

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Plinio Salgado (22/01/1865 – 07/12/1975)

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O segundo momento dessa historia, 1946 a 1964, foi inaugurado pela promulgação de uma nova constituição, que estabelecia uma democracia no país. A campanha " O petróleo é nosso " nasceu em 1948 e prolongou-se ate 1953. Tinha cunho nacionalista e reuniu os mais diversos segmentos da sociedade, de estudantes a militares, na defesa do monopólio de extração e refino do petróleo, exceto a distribuição. A campanha foi vitoriosa: por lei de 3 de outubro de 1953, definiu-se que a Petróleo e Brasileiro S.A (Petrobras) seria a empresa estatal que controlaria a produção e o refino de petróleo.

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No mesmo período, por meio dos movimentos agrários, os camponeses começavam a responder à exploração que sofriam. . A partir de 1955, começaram a ser organizadas em Pernambuco as Ligas Camponesas, movimento que se estendeu pelo Brasil até 1964. Essas ações populares denunciavam as condições precárias das populações rurais, bem como a estrutura da propriedade rural no Brasil. As greves, como já vimos, foram consideradas ilegais e sempre reprimidas, na maior parte do período. Com o processo de industrialização crescente, formaram-se sindicatos e centrais sindicais de âmbito nacional. Em 1962, ocorreu a primeira greve nacional contra o custo de vida, pela realização do plebiscito para o retorno ao presidencialismo e por reformas de base.

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A República Fardada

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A República Fardada Apesar do golpe militar promovido em 1964, os movimentos dos estudantes e dos trabalhadores continuaram atuantes e criaram uma situação de contestação aberta ao regime, até dezembro de 1968, quando foi decretado o AI - 5, que cassou todos os direitos do cidadão, inclusive o de manifestação. Esses movimentos foram então tirados da cena à força da violenta repressão colocada em prática pelos militares. Entretanto, surgiram os movimentos armados (rurais e urbanos) de contestação ao regime, pois essa foi a única alternativa encontrada por muitos grupos organizados para protestar.

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Governantes da República Fardada Os presidentes da República Fardadas foram. Governo Castelo Branco (1964-1967) Governo Costa e Silva (1967-1969) Governo Médici (1969-1974)

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Governantes da República Fardada Governo Geisel (1974-1979) Governo Figueiredo (1979-1985)

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Nessa fase também foram importantes outros movimentos, que se caracterizaram pela resistência ao regime e pelas propostas que permitiram um grande avanço democrático nos anos seguintes. . Desses movimentos nasceram a Central Única dos Trabalhadores (CUT) e, logo depois, o Partido dos Trabalhadores (PT).   No campo, desempenhou importante papel no questionamento da situação da terra no Brasil e no enfrentamento do regime militar o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST). Organizado no Sul do país, a partir de 1979, com apoio de parte da Igreja Católica (Pastoral da Terra), do PT e da CUT, o MST tinha como objetivo fundamental criticar a estrutura da propriedade da terra no Brasil (onde o latifúndio é dominante) e as condições de vida dos trabalhadores rurais. Suas ações foram mais marcantes no período seguinte.

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Bandeiras Dos Movimentos

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Movimentos Sociais Contemporâneos Movimentos sociais [...] nós os vemos como ações sociais coletivas de caráter sociopolítico e cultural que viabilizam distintas formas da população se organizar e expressar suas demandas. Na ação concreta, essas formas adotam diferentes estratégias que variam da simples denuncia, passando pela pressão direta (mobilização, marchas, concentrações, passeatas, distúrbios a ordem constituída, atos de desobediência civil, negociações, etc.), até as pressões indiretas. No início do novo milênio, os movimentos sociais estão retornando a cena e a mídia. Neles destacam-se quatro pontos:

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As lutas em defesa das culturas locais, contra os efeitos devastadores da globalização. Eles estão ajudando na construção de um novo padrão civilizatório orientado para o ser humano e não para o mercado, como querem as políticas neoliberais. Buscam recuperar o caráter e o sentido das coisas públicas. Atuam na reivindicação da ética na política e exercem vigilância sobre a atuação estatal/governamental. Tem manifestado tolerância aos aspectos subjetivos das pessoas, relativos a sexo, crenças, valores. Os movimentos construíram um entendimento sobre a questão da autonomia.  Autonomia não é se isolar do Estado, ter autonomia é ter projetos e pensar os interesses dos grupos envolvidos, ter planejamento em termos de metas e programas.

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O perfil dos movimentos sociais se alterou na virada do novo milênio porque a conjuntura política também mudou. A nova fase exigiu práticas novas e qualificação dos militantes. As redes e as parcerias entre movimentos e ONGs criaram um novo movimento social: contra a globalização predominante, geradora de miséria, eles clamam, articulados em redes internacionais, pela defesa da vida com dignidade

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Alguns Movimentos Atuais

Summary: muito bom

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