Ciência e Fé II

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Os Evangelhos são Documentos de autenticidade cientificamente comprovada. Neles se baseia a fé católica.  

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Quem provou para o mundo a autenticidade dos Evangelhos foram os próprios inimigos da Igreja Católica, os racionalistas dos séculos XVIII e XIX. Os seus adeptos, Renan, Harnack, Rousseux, Voltaire, etc., empreenderam, com grande ardor, o estudo crítico dos quatro Evangelhos,  

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com a sede de destruí-los, e mostrar ao mundo que eles eram falsos, uma invenção da Igreja Católica, e que teriam sido forjados para apresentar Jesus como Deus e, assim, justificar a existência da Igreja Católica como guia espiritual dos homens.

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A que conclusão chegaram os racionalistas, que só acreditavam na matéria e na ciência sobre a autenticidade histórica dos Evangelhos?

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Empregando os conhecimentos da ciência, os “métodos das citações”, “das traduções”, “o método polêmico”, e outros, vasculharam todas as páginas e palavras dos Evangelhos...

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No entanto, a própria ciência racionalista mostrou ao mundo a autenticidade dos Evangelhos. Depois de 50 anos de trabalho chegaram à conclusão exatamente oposta a seus desejos e, por coerência científica, tiveram que afirmar como:

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Renan, racionalista da França: “Em suma, admito como autênticos os quatro Evangelhos canônicos”. (Vie de Jesus)‏

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Harnack, racionalista alemão, foi obrigado a afirmar: “O caráter absolutamente único dos Evangelhos é, hoje em dia, universalmente reconhecido pela crítica” (Jesus Cristo é Deus? José Antonio de Laburu, ed. Loyola, SP, 2000).

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Streeter, grande crítico inglês afirmou que: “Os Evangelhos são, pela análise crítica, os que detém a mais privilegiada posição que existe” ( idem).  

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Os mais exigentes críticos Racionalistas do século XIX, Hort e Westcott, foram obrigados a afirmar: “As sete oitavas partes do conteúdo verbal do Novo Testamento não admitem dúvida alguma.

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A última parte consiste, preliminarmente, em modificações na ordem das palavras ou em variantes sem significação. De fato, as variantes que atingem a substância do texto são tão poucas, que podem ser avaliadas em menos da milésima parte do texto” (idem).

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Finalmente os racionalistas tiveram que reconhecer a veracidade histórica, científica, dos Evangelhos: “Trabalhamos 50 anos febrilmente para extrair pedras da cantaria que sirvam de pedestal à Igreja Católica?” (ibidem).

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Onde estão os originais dos Evangelhos?

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Ficaram-nos as cópias (manuscritos) antigas desses originais, que são os papiros, os códices Unciais (escritos em caracteres maiúsculos sobre pergaminho), os códices minúsculos (escritos mais tarde em caracteres minúsculos) e os lecionários (textos para uso litúrgico).

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Conhecem-se cerca de 5236 manuscritos (cópias) do texto original grego do Novo Testamento, comprovados como autênticos pelos especialistas. Estão assim distribuídos: 81 papiros; 266 códices maiúsculos; 2754 códices minúsculos e 2135 lecionários.

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a) Os papiros são os mais antigos testemunhos do texto do Novo Testamento. Estão assim distribuídos pelo mundo:  

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Número Conteúdo Local Data (Século.)‏ p1 Evangelhos Filadélfia (USA) III p2 Evangelhos Florença (Itália) VI p3 Evangelhos Viena (Áustria) VI - VII p4 Evangelhos Paris III p5 Evangelhos Londres III p6 Evangelhos Estrasburgo IV p7 Atos Berlim IV

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Em resumo, existem 76 papiros do texto original do Novo Testamento. Acham-se ainda em: Leningrado (p11, p68), Cairo (p15, p16), Oxford (p19), Cambridge (p27), Heidelberg (p40), Nova York (p59, p60, p61), Gênova (p72, p74, p75),...

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Desses papiros alguns são do ano 200, o que é muito importante, já que o Evangelho de São João foi escrito por volta do ano 100. É, por exemplo, do ano 200, aproximadamente, o papiro 67, guardado em Barcelona.

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O mais antigo de todos é o papiro de Rylands, conservado em Manchester (Inglaterra)‏ sob a sigla P. Ryl. Gk. 457; do ano 120 aproximadamente, e contém os versículos de João 18,31-33.37.38.

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Ora, se observarmos que o Evangelho de S. João foi escrito por volta do ano 100, verificamos que temos um manuscrito que é, então, cópia do próprio original.

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As pequenas variações encontradas nessas cinco mil cópias são Meramente gramaticais ou sintáticas e que não alteram o seu conteúdo. Os estudiosos, analisando este grande número de manuscritos antigos, concluem que é possível reconstruir a face autêntica original do Novo Testamento, que é o que hoje usamos.  

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b) Os códices unciais são verdadeiros livros de grande formato, escritos em caracteres maiúsculos (unciais). Uncial vem de “uncia”, polegada em latim. Eis a relação de alguns deles:

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Códice Conteúdo Local Data (Séc.)‏   Aleph 01 N.T. Londres IV (Sinaítico)‏ A 02 N.T. Londres V Alexandrino)‏ B 03 N.T. Roma IV (Vaticano) (menos Ap.)‏ C 04 N.T. Paris V (Efrém rescrito) D 05 Evangelhos Cambridge VI (Beza) Atos D 06 Paulo Paris VI (Claromantono)‏

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Há mais de duzentos códices unciais, espalhados por: Moscou (K 018; V 031; 036); Utrecht (F 09); Leningrado (P 025); Washington (W 032); Monte Athos (H 015; 044); São Galo (037) ...

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A pesquisa e o estudo dos manuscritos do Novo Testamento não dependem de concessão do Vaticano, pela simples razão que a sua maioria não está em posse da Igreja. Só há um código datado do século IV, no Vaticano. As pesquisas sempre foram realizadas independentemente da autorização da Igreja Católica, o que dissipa qualquer dúvida.

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Uma comparação muito interessante é confrontarmos esse tipo de testemunhas do texto original do Novo Testamento, com as obras dos clássicos latinos e gregos usados pela humanidade. As primeiras cópias das obras desses escritores, consideradas hoje autênticas, foram mais tardias que as primeiras cópias dos Evangelhos, e, mesmo assim são plenamente reconhecidas. Eis alguns dados conhecidos:

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Escritor Época do Tempo decorrido até a 1a. Copia 1a.cópia de sua obra   Virgílio 19 aC 350 anos Tito Lívio 17 dC 500 anos Horácio 8 aC 900 anos Júlio César 44 aC 900 anos Córnélio Nepos 32 aC 1200 anos Platão 47 aC 1300 anos Tucídides 395 aC 1300 anos Eurípedes 407 aC 1600 anos

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A transmissão desses clássicos antigos, gregos e latinos, com total credibilidade, tiveram uma transmissão mais precária do que o Novo Testamento, com os seus mais de 5000 manuscritos, muito mais próximos de seus originais.

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As fontes dos primeiros séculos confirmam a autenticidade do Novo Testamento. Vejamos apenas uns poucos exemplos. Atente bem para as datas.

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Evangelho de Mateus - No ano 130, Pápias, Bispo de Hierápolis na Frígia, Região da Ásia Menor, que foi uma das primeiras a ser evangelizada pelos Apóstolos, fala do Evangelho de São Mateus dizendo:

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“Mateus, por sua parte, pôs em ordem os dizeres na língua hebraica, e cada um depois os traduziu como pode” (Eusébio, bispo da Cesaréia, História da Igreja III, 39,16).  

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Santo Irineu (†200): “Mateus compôs o Evangelho para os hebreus na sua língua, enquanto Pedro e Paulo em Roma pregavam o Evangelho e fundavam a Igreja.” (Adv. Haereses II, 1,1). 

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Evangelho de São Marcos - É também o Bispo de Hierápolis, Pápias (†130) que dá o primeiro testemunho do Evangelho de Marcos, conforme escreve Eusébio:

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“Marcos, intérprete de Pedro, escreveu com exatidão, mas sem ordem, tudo aquilo que recordava das palavras e das ações do Senhor; não tinha ouvido nem s eguido o Senhor, mas, mais tarde....

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Ora, como Pedro ensinava, adaptando-se às várias necessidades dos ouvintes, sem se preocupar em Oferecer composição ordenada das sentenças do Senhor,

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Marcos não nos enganou escrevendo conforme recordava; tinha somente esta preocupação, nada negligenciar do que tinha ouvido, e nada dizer de falso” (Eusébio, História da Igreja, III, 39,15).

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Evangelho de São Lucas: - O Prólogo do Evangelho de S. Lucas, usado comumente no século II, dava testemunho deste Evangelho, ao dizer:

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“Lucas foi sírio de Antioquia, de profissão médica, discípulo dos apóstolos, mais tarde seguiu Paulo até a confissão (martírio) deste,

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servindo irrepreensivelmente o Senhor. Nunca teve esposa nem filhos; com oitenta e quatro anos morreu na Bitínia, cheio do Espírito Santo.

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Já tendo sido escritos os evangelhos de Mateus, na Bitínia, e de Marcos, na Itália, impelido pelo Espírito Santo,

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Redigiu este Evangelho nas regiões da Acaia, dando a saber logo no início que os outros Evangelhos já haviam sido escritos.”

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Evangelho de São João – é Santo Ireneu (†202)‏ que dá o seu testemunho: “Enfim, João, o discípulo do Senhor, o mesmo que reclinou sobre

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o seu peito, publicou também o Evangelho quando de sua estadia em Éfeso. Ora, todos esses homens legaram a seguinte doutrina:

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Quem não lhes dá assentimento despreza os que tiveram parte com o Senhor, despreza o próprio Senhor, despreza enfim o Pai;

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e assim se condena a si mesmo,pois resiste e se opõe à sua salvação – e é o que fazem todos os hereges”. (Contra as heresias)‏  

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Uma descoberta fundamental Até meados do século XX, o fragmento manuscrito mais antigo dos Evangelhos que se conhecia, era o Papiro 52 (p52), chamado de John Rylands 457,

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  por estar guardado na John Ryland’s Library de Manchester, Inglaterra. Apresenta trecho de Jo 18, 31-33, 37-38; escrito no Egito por volta de 125.

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Este papiro foi encontrado no Egito e publicado pela primeira vez em 1935 por C. H. Roberts. Pelo estudo dele os estudiosos puderam afirmar que a redação do Evangelho segundo S. João se deu no fim do século I.

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Como ele foi redigido em Éfeso (Ásia Menor), devemos admitir que deve ter levado uns 25 anos para passar da Ásia Menor para o Egito.

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Na década de 1960 foi descoberto um fragmento do Evangelho de S. Marcos, redigido por volta do ano 50.

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Em 1962 três arqueólogos publicaram a notícia de suas pesquisas realizadas em pequenas grutas do deserto de Qumran, próximo do Mar Morto.

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Chamava-lhes a atenção especialmente a gruta nº 7 (7Q). Eram estes os Manuscritos encontrados em 7Q:

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7Q1. identificado com Ex. 28, 4-6. 7Q2. identificado com Baruque 6 (carta de Jeremias), versículos 43n-44.

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Havia outros dezesseis manuscritos, que ficaram não identificados, até que em 1972 o papirólogo espanhol José O’Callaghan

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concluiu seus estudos ( Papiros neotestamentarios en la cueva 7 de Qumram ? em “Bíblica” 53 (1972) pp. 91-100 ):  

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7Q4 = 1 Timóteo 3, 16; 4, 1-3; 7Q5 = Marcos 6, 52-53; 7Q6= Marcos 4, 28; 7Q6= Atos dos Apóstolos 27,38; 7Q7 = Marcos 12,17

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7Q8 = Tiago 1, 23-24; 7Q9 = Romanos 5, 11-12; 7Q10= 2 Pedro 1, 15; 7Q15= Marcos 6, 48. (Fonte: “Pergunte e Responderemos”, Nº 288 – Ano : 1986 – pág. 194)‏

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Dei Verbum, do Concílio Vaticano II, diz: “A santa Mãe Igreja, segundo a fé apostólica, tem como sagrados e canônicos os livros completos tanto do Antigo como do Novo Testamento,

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com todas as suas partes, porque, escritos sob a inspiração do Espírito Santo, eles têm Deus como Autor e nesta sua qualidade foram confiados à Igreja” (DV,11).

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O Catecismo da Igreja afirma com segurança: “A Igreja defende firmemente que os quatro Evangelhos, cuja historicidade afirma sem hesitação,

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transmitem fielmente aquilo que Jesus, Filho de Deus, ao viver entre os homens, realmente fez e ensinou para a eterna salvação deles, até ao dia que foi elevado” (n° 126).

Summary: Slide do Programa Escola da Fé, exibido pela Tv Canção Nova.

Tags: escola da canção nova professor felipe aquino ciência e

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