Psicologia Humanista de Carl Rogers

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Prof. Arlindo F. Gonçalves Jr. http://classevirtual.sites.uol.com.br

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A extensão da diferença entre o self e o self ideal é um indicador de desconforto, insatisfação e dificuldades neuróticas; Aceitar-se como se é na realidade, e não como se quer ser, é um sinal de saúde mental

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Nunca conheci quem tivesse levado porrada. Todos os meus conhecidos têm sido campeões em tudo. E eu, tantas vezes reles, tantas vezes porco, tantas vezes vil, Eu tantas vezes irrespondivelmente parasita, Indesculpavelmente sujo, Eu, que tantas vezes não tenho tido paciência para tomar banho, Eu, que tantas vezes tenho sido ridículo, absurdo, Que tenho enrolado os pés publicamente nos tapetes das etiquetas, Que tenho sido grotesco, mesquinho, submisso e arrogante, Que tenho sofrido enxovalhos e calado, POEMA EM LINHA RETA

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Que quando não tenho calado, tenho sido mais ridículo ainda; Eu, que tenho sido cômico às criadas de hotel, Eu, que tenho sentido o piscar de olhos dos moços de fretes, Eu, que tenho feito vergonhas financeiras, pedido emprestado sem pagar, Eu, que, quando a hora do soco surgiu, me tenho agachado Para fora da possibilidade do soco; Eu, que tenho sofrido a angústia das pequenas coisas ridículas, Eu verifico que não tenho par nisto tudo neste mundo. POEMA EM LINHA RETA

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Toda a gente que eu conheço e que fala comigo Nunca teve um ato ridículo, nunca sofreu enxovalho, Nunca foi senão príncipe - todos eles príncipes - na vida... Quem me dera ouvir de alguém a voz humana Que confessasse não um pecado, mas uma infâmia; Que contasse, não uma violência, mas uma cobardia! Não, são todos o Ideal, se os oiço e me falam. Quem há neste largo mundo que me confesse que uma vez foi vil? Ó príncipes, meus irmãos, POEMA EM LINHA RETA

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Arre, estou farto de semideuses! Onde é que há gente no mundo? Então sou só eu que é vil e errôneo nesta terra? Poderão as mulheres não os terem amado, Podem ter sido traídos - mas ridículos nunca! E eu, que tenho sido ridículo sem ter sido traído, Como posso eu falar com os meus superiores sem titubear? Eu, que venho sido vil, literalmente vil, Vil no sentido mesquinho e infame da vileza. POEMA EM LINHA RETA

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É o grau de exatidão entre a experiência da comunicação e a tomada de consciência; Se relaciona às discrepâncias entre experienciar e tomar consciência; Alto grau de congruência significa que a comunicação (o que você está expressando) e a tomada de consciência (o que você está percebendo) são todas semelhantes. Suas observações e as de um observador externo seriam consistentes

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Discrepância entre a realidade externa e aquilo que se experiência subjetivamente; Percebe-se como mentiroso, inautêntico, desonesto; Ausência de congruência social (aparente falta de boa vontade em comunicar-se) é com frequência uma falta de autocontrole e consciência pessoal; A pessoa não é capaz de expressar suas emoções e percepções reais em virtude do medo e de velhos hábitos de encobrimento que são difíceis de superar – por outro lado, é possível que a pessoa tenha dificuldade em compreender o que os outros esperam dela

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Há um aspecto básico da natureza que leva a uma maior congruência e a um funcionamento realista (é um impulso que pertence a todas as coisas vivas); A pessoa é impelida a se tornar uma pessoa total, completa e auto-atualizada; É uma força motivadora dominante numa pessoa que está “funcionando de modo livre”, não paralisada por eventos passados ou por crenças correntes que mantêm a incongruência.

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“Está mais aberto a seus sentimentos de receio, de desânimo e de desgosto. Fica igualmente mais aberto aos sentimentos de coragem, de ternura e de fervor”

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Realizar completamente cada momento. Este engajamento contínuo e direto com a realidade permite dizer que o self e a personalidade emergem da experiência em vez de dizer que a experiência foi traduzida ou deformada para se ajustar a uma estrutura preconcebida do eu

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Confiança nas exigências internas e no julgamento intuitivo: uma confiança sempre crescente na capacidade de tomar decisões

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FADIMAN, James; FRAGER. Teorias da personalidade.São Paulo: Harbra, 1986.

Summary: Introdução aos principais conceitos da psicologia existencial humanista de Carl Rogers. Aula ministrada pelo prof. Arlindo F. Gonçalves Jr.

Tags: psicologia carl rogers

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