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OS PROJECTOS EDUCATIVOS A PARTIR DA CRECHE Maria das Dores Oliveira 1 UDIPSS de Santarém 6 de Março de 2009
Maria das Dores Oliveira 2 Legislação Lei nº 5/97, de 10 de Fevereiro – Lei-Quadro da Educação pré-Escolar Despacho nº 5220/97, de 4 de Agosto – Orientações Curriculares para a Educação Pré-Escolar (OCEPE) Circular nº 17/DSDC/DEPEB/2007 – Gestão do Currículo na Educação Pré-Escolar Decreto-Lei nº 241/2001, de 30 de Agosto – Perfil do educador Avaliação na Educação pré-Escolar
Maria das Dores Oliveira 3 Operacionalização das OCEPE Brochuras Domínio da Matemática Geometria Sentido do número e organização de dados Domínio da Linguagem oral e Abordagem à escrita À Descoberta da escrita Linguagem e Comunicação Conhecimento do Mundo Despertar para a ciência
Maria das Dores Oliveira 4 Operacionalização das OCEPE Brochuras Proporcionar uma melhor compreensão e operacionalização das Orientações Curriculares. Pretende favorecer práticas pedagógicas fundamentadas numa perspectiva de continuidade educativa. As actividades propostas constituem-se como sugestões onde as crianças tomam parte activa na sua aprendizagem tendo em conta os seus interessas bem como o contexto educativo em que se inserem. Intencionalidade Educativa
A circular nº 17/DSDC/DEPEB/2007, emanada do Ministério da Educação, define o Projecto Curricular de Turma como sendo um «documento que define as estratégias de concretização e de desenvolvimento das orientações curriculares para a Educação Pré-Escolar, e do Projecto Curricular de Estabelecimento/Escola, visando adequá-lo ao contexto de cada grupo/turma.» Maria das Dores Oliveira 5
O princípio geral e os objectivos enunciados na Lei-Quadro da Educação Pré-Escolar enquadram a organização das Orientações Curriculares para a Educação Pré-Escolar que se constituem como um conjunto de princípios gerais de apoio ao educador na tomada de decisões sobre a sua prática, isto é, na condução do processo educativo a desenvolver com as crianças. Maria das Dores Oliveira 6 Lei-Quadro
Enquanto quadro de referência para todos os educadores, as OCEPE vinculam a intencionalidade do processo educativo neste nível de educação devendo o educador ter em conta: os objectivos gerais enunciados na Lei-Quadro da Educação Pré-Escolar; a organização do ambiente educativo; as áreas de conteúdo definidas nas OCEPE; a continuidade e a intencionalidade educativas. Maria das Dores Oliveira 7 OCEPE
Área da Formação Pessoal e Social Área de Expressão/Comunicação Domínio das Expressões (expressão motora, expressão dramática, expressão plástica e expressão musical Domínio da Linguagem e Abordagem à escrita Domínio da Matemática Área do Conhecimento do Mundo Maria das Dores Oliveira 8 Áreas de conteúdo definidas nas OCEPE
Pretendendo estabelecer um quadro de orientação pedagógica, de referência para a Rede Nacional de Educação Pré-Escolar, apresentam-se, a seguir os documentos considerados como instrumentos de apoio à organização e gestão do currículo: • Projecto Curricular de Estabelecimento/Escola – documento que define as estratégias de desenvolvimento do currículo, visando adequá-lo ao contexto de cada estabelecimento/escola ou de Agrupamento e integrado no respectivo Projecto Educativo. • Projecto Curricular de Grupo/Turma - documento que define as estratégias de concretização e de desenvolvimento das orientações curriculares para a educação pré-escolar, e do Projecto Curricular de Estabelecimento/Escola, visando adequá-lo ao contexto de cada grupo/turma. Maria das Dores Oliveira 9
Maria das Dores Oliveira 10 O desenvolvimento curricular na Educação Pré-Escolar é da responsabilidade do Educador que exerce a actividade educativa, devendo a sua acção orientar-se pelo disposto nas Orientações Curriculares para a Educação Pré-Escolar. A actividade Educativa deve prever e organizar um tempo simultaneamente estruturado e flexível, em que os diferentes momentos tenham sentido para as crianças, com a finalidade de proporcionar processos de desenvolvimento e de aprendizagem pensados e organizados pelo educador intencionalmente.
Maria das Dores Oliveira 11 E sugere a seguinte organização para o Projecto Curricular de Grupo/Turma. 1- Diagnóstico Como? 1.1 Caracterização do grupo Proposta de itens a observar, tendo em atenção a realidade de cada grupo: Distribuição por sexo Distribuição etária Identificação do n.º alunos que frequentam o JI pela 1.ª vez Identificação do n.º de alunos que transitou do ano lectivo anterior Identificação dos alunos que irão transitar para o 1.º ano do 1.º ciclo Identificação do nº de NEE’s
Maria das Dores Oliveira 12 1- Diagnóstico Caracterização sócio-familiar Habilitações Profissões exercidas Idades Situação familiar (tipo, quantidade…) Origem domiciliária Caracterização de eventuais dificuldades Expectativas das crianças Expectativas dos encarregados de educação Como?
Maria das Dores Oliveira 13 1- Diagnóstico tarefas Caracterização do grupo Dados registados em documentos Dados recolhidos de forma criteriosa Para Identificar Situações promotoras do ensino/aprendizagem Limitações aos processos de ensino/aprendizagem INTERESSES E NECESSIDADES Potencialidades Dificuldades
Maria das Dores Oliveira 14 1- Diagnóstico 1.2 Identificação de INTERESSES E NECESSIDADES No âmbito do domínio relacional No âmbito do domínio da comunicação No âmbito do domínio comportamental No âmbito das competências Tipo de frequência das áreas de trabalho da sala
Maria das Dores Oliveira 15 1- Diagnóstico 1.3 Levantamento de Recursos Identificação dos Recursos Humanos Identificação dos Recursos Materiais
Maria das Dores Oliveira 16 2 - Fundamentação das opções educativas 3 - Metodologia Metodologias usadas, nomeadamente por referência à situação de estágio/profissionalização em serviço e/ou opções metodológicas posteriores, com base na prática pedagógica, reflexão profissional, formações… Obs.:tendo em conta, a orientação formal actual que remete para a necessidade de diferenciação pedagógica dentro da sala, a realidade por vezes exige o recurso a metodologias diversas que vão de encontro à satisfação dos interesses e necessidades da turma e que se traduz na organização do ambiente educativo, nas intenções de trabalho para o ano lectivo e na previsão de procedimentos de avaliação…
Maria das Dores Oliveira 17 4 - Organização do ambiente educativo do grupo do espaço do tempo da equipa do estabelecimento educativo
Maria das Dores Oliveira 18 5 - Intenções de trabalho para o ano lectivo opções e prioridades curriculares objectivos/efeitos esperados estratégias pedagógicas e organizativas previstas das componentes educativa e de apoio à família previsão dos intervenientes e definição de papéis
Maria das Dores Oliveira 19 6 - Previsão de procedimentos de avaliação dos processos e dos efeitos com as crianças com a equipa com a família com a comunidade educativa
Maria das Dores Oliveira 20 7 - Relação com a Família e outros Parceiros Educativos 8 - Comunicação dos resultados e divulgação da informação produzida 9 - Planificação das actividades
Maria das Dores Oliveira 21 10. Relatório de Avaliação No decorrer do desenvolvimento do Projecto Curricular de Grupo/Turma, o educador deverá avaliar as várias etapas do processo, de modo a que essa avaliação seja suporte do planeamento. Sugestões para a realização do Relatório: o Actividades desenvolvidas o que se fez quando como onde
Maria das Dores Oliveira 22 10. Relatório de Avaliação o Recursos mobilizados humanos físicos e materiais financeiros o Ambiente de trabalho relação da equipa relação do grupo de crianças relação com os outros parceiros adesão dos intervenientes no projecto
Maria das Dores Oliveira 23 10. Relatório de Avaliação o Efeitos na prática educativa na aprendizagem das crianças no grupo nas famílias na equipa no jardim de infância o Avaliação final o Perspectivas para o ano lectivo seguinte
Maria das Dores Oliveira 24 Avaliação Nos termos das Orientações Curriculares para a Educação Pré-Escolar (Despacho n.º 5220/97, de 4 de Agosto), “avaliar o processo e os efeitos, implica tomar consciência da acção para adequar o processo educativo às necessidades das crianças e do grupo e à sua evolução. A avaliação realizada com as crianças é uma actividade educativa, constituindo também uma base de avaliação para o educador. A sua reflexão, a partir dos efeitos que vai observando, possibilita-lhe estabelecer a progressão das aprendizagens a desenvolver com cada criança. Neste sentido, a avaliação é suporte do planeamento” (v. p. 27). A avaliação na Educação Pré-Escolar assume uma dimensão marcadamente formativa, pois trata-se, essencialmente, de um processo contínuo e interpretativo que se interessa mais pelos processos do que pelos resultados e procura tornar a criança protagonista da sua aprendizagem, de modo a que vá tomando consciência do que já conseguiu e das dificuldades que vai tendo e como as vai ultrapassando. A Educação Pré-Escolar é perspectivada no sentido da educação ao longo da vida, assegurando à criança condições para abordar com sucesso a etapa seguinte.
Maria das Dores Oliveira 25 Avaliação A avaliação comporta vários momentos: planificação, recolha e interpretação da informação adaptação das práticas e processos que serão objecto de reformulação sempre que necessário.
Maria das Dores Oliveira 26 Alguns Exemplos Projecto Curricular de Turma Competências específicas Guias de Observação Projecto Feitiço da Birra http://sorrisos-jivermil.blogspot.com/
Maria das Dores Oliveira 27 OBRIGADA PELA VOSSA ATENÇÃO FELICIDADES mariadoresoliveira@gmail.com
by Educanaweb | Added: 2 years ago
Language: Portuguese | Topic: Abstract
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