VIAGEM À NORUEGA

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PASSEIO À NORUEGA

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NORUEGA

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OSLO – Capital da Noruega

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OSLO

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OSLO- Parque Frogner Dentro deste parque existe uma exposição permanente de cerca de 200 estátuas e outras obras de arte do escultor norueguês Gustav Vigeland

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Parque Frogner

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Parque Frogner - Escultura de Vigeland. Este escultor dedicou a maior parte da sua obra ao culto Homem/Mulher, inspirando-se muitas vezes na mitologia grega e na Bíblia

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A entrada do Parque é ladeada por grande quantidade de esculturas, todas subordinadas aos temas “Homem/Mulher”, “Fertilidade”, “Natureza”

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Esculturas de Vigeland

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Esculturas de Vigeland

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A Roda da Vida – composta por figuras enlaçadas, num círculo eterno

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Esculturas de Vigeland - “Monolito”- consiste em 121 figuras de corpos: na base, de adultos, no topo, de crianças. O ciclo da vida sempre presente

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MONOLITO

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Acesso ao Monolito À esquerda: - Mother and kids (em cima) - Babies (em baixo) Ao centro: - Body square

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“A Fonte” : a água – símbolo universal de fertilidade. À volta da fonte encontram-se esculturas como as da direita, simbolizando a relação do Homem com a Natureza.

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HEDDAL Igreja de madeira do sec.XIII

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Interior da Igreja com retábulos Renascentistas HEDDAL

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HAUKELIGREND- casas cobertas com vegetação para isolamento do frio

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HAUKELIGREND – Paragem obrigatória para turistas Este cenário é pouco vulgar na Noruega. Os noruegueses têm enorme respeito pela Natureza e sua preservação. Não fomentam o turismo – ACEITAM-NO – porque acham que os turistas, dum modo geral, não respeitam o ambiente.

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RODAL – em primeiro plano - cemitério

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RODAL Igreja no cemitério

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RODAL Latefoss Waterfall

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Travessia de ferry-boat para HJELMELAND

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No Ferry boat

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Fiord perto de SAND

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Entre SAND e NESVIK Casa com “aquecimento”no telhado

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Visita ao PREIKESTOLEN Visita a uma curiosidade natural única, considerada como o observatório mais famoso de toda a Escandinávia. A enorme coluna rochosa PREIKESTOLEN cai vertiginosamente a pique, 600 metros, nas águas do Lysefiord. Não tem qualquer acesso por estrada, logo, só é possível realizar esta visita a pé. É necessário levar calçado adequado, pois a caminhada dura cerca de 4 horas, por caminho bastante irregular. Estas foram as indicações que nos forneceram antes da visita. “Esqueceram” dizer que: parte do trajecto é feito caminhando de lado, agarrados a correntes presas nas rochas; há uma descida, (quando se vai a subir) de cerca de 3 metros, de tal modo íngreme e escorregadia que temos que deslizar por ali abaixo agarrados a lianas; quase todo o percurso é feito sobre pedras soltas, como se pode ver na foto seguinte. Obs. O calçado adequado seria “botas de montanha”, mas todo nós usávamos simples ténis.

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Aí vamos nós por esta “pista”…

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A caminho de PREIKESTOLEN O único “mapa” que nos guia são essas marcas vermelhas nas rochas. É só segui-las…

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A partir daqui a caminhada torna-se particularmente difícil

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Alguns trechos são só de pedras

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Um pouco mais perigoso – atravessar uma ponte suspensa

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Aqui tem que se dar uma passada suficientemente larga para atravessar esta fenda que divide a rocha, até ao fundo, à água (a foto está tirada de cima para baixo).

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Quase a chegar… ao “Púlpito”

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FINALMENTE chegamos!

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Aqui temos a sensação de que chegámos ao topo do mundo… É uma sensação ÚNICA! PREIKSTOLEN - Púlpito

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PREIKESTOLEN A sorte da fotógrafa (eu) que conseguiu “apanhar” o pássaro (um corvo?) no momento em que ele pousou !

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PREIKESTOLEN Púlpito

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Depois de apreciar a maravilhosa paisagem que se desfruta lá de cima, de encher os pulmões daquele ar puríssimo, já na descida - a parte mais fácil do passeio…- inexplicavelmente fiz um entorse no pé direito que me impossibilitou de caminhar. Para se sair dali, sem poder andar pelo seu pé…só com asas. É impossível qualquer tipo de socorro por terra. Chamou-se um helicóptero que me transportou ao hospital - serviço completamente grátis !!! - onde recebi assistência médica, e donde regressei em cadeira de rodas, que ao fim de 2 ou 3 dias foi substituída por canadianas. Com elas fiz o resto da viagem e regressei a Lisboa.

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Ao fundo, o helicóptero que me evacuou. Em primeiro plano o “maridão, “depois de me colocar no heli. Ninguém me pôde acompanhar, só havia espaço para mim, além dos paramédicos. A imagem não é muito boa, foi retirada do filme que um amigo fez de toda a viagem.

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BERGEN (parque) A 2ª.cidade mais importante da Noruega

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BERGEN – Vista geral (parcial)

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BERGEN Casa do compositor Edward Grieg

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A sorte de ter uma cadeira de rodas…

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Fiord de Hardenger – de notar o reflexo da paisagem na água, um verdadeiro espelho.

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Outra foto do Fiord de Hardenger, com “espelho”

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A famosa CASCATA DE TVINDEFOSS

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A famosa Cascata e a famosa “star”…já só de canadianas

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Cruzeiro no “SONHO FIORD” – as gaivotas acompanham os barcos, à espera de comida

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CRUZEIRO

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Cascata “ VÉU NUPCIAL” Avistada do barco, durante o cruzeiro

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Cascata “SETE IRMÃS”

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Parque de Campismo CAMPING VIKING - uma das poucas vezes em que ficamos alojados em bungalow

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Fiord junto ao CAMPING VIKING

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Glaciar BRYKSDAL

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BRYKSDAL visto pelo maridão… Eu, de canadianas, só pude ver de longe

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Mais uma foto do GLACIAR

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ANDALSNES

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ANDALSNES – na companhia do Trol

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A imagem seguinte não foi feita por mim (!!!), é reprodução de um cartão postal. Chama-se ESTRADA DOS TROLS porque: - Conta uma lenda norueguesa que esta floresta é habitada por trols, criaturas imaginárias que se divertem aparecendo subitamente para assustar os viajantes (como se fosse preciso…)

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Para conduzir nesta estrada é preciso ser MUITO BOM motorista e ter nervos de aço ! A estrada desce pela encosta da montanha, com curvas apertadíssimas, e despenhadeiros de cortar a respiração ! Como eu estava “acidentada” não podia subir ao 1º.andar do autocarro - ia sentada logo atrás do motorista. Fui todo o caminho de dentes cerrados, e quando a viagem acabou, pareceu que a montanha saiu de cima das minhas costas ! Depois disto seguimos para Estocolmo, na Suécia, onde apanhamos o avião para Portugal.

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Estrada dos Trols (imprópria para cardíacos…)

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Apanhamos o avião de regresso em Estocolmo, Suécia, fazendo escala, com mudança de avião, em Frankfurt, Alemanha. Pelo facto de vir de canadianas tive tratamento VIP nestes 2 aeroportos . O aeroporto de Frankfurt é duma extensão impressionante; quando se muda de avião percorre-se uma distância enorme, que eu fiz num carrinho eléctrico -do pessoal do aeroporto- (o marido aproveitou a boleia…) De Frankfurt para Lisboa viajámos em 1ª.classe, (para grande inveja dos meus amigos companheiros de viagem…) e encheram-nos de mimos! Até nos ofereceram champanhe ! E trouxeram ementa para escolhermos o almoço ! Claro que no aeroporto de Lisboa nem uma cadeira tive para me sentar !!! Aí caímos na realidade… do 3º.mundo !!!

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Fundo musical – A canção de Solveig, de Edward Grieg MARIAZITA – Janeiro de 2012

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